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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Fc Porto 0 SCP 0 - Liga Sagres

Na minha opinião o que verdadeiramente condicionou a exibição da equipa do FC Porto: 

Tal como previ,apesar de ser um jogo muito disputado, foi bastante feio devido ao excessivo número de faltas e ao anti-jogo da equipa do Sporting permitido pelo árbitro João Ferreira. A equipa do Sporting veio ao Dragão decidida a pontuar a todo o custo e aproveitou as facilidades concedidas pelo juiz do jogo para fazer o jogo que mais lhe convinha. A prova do que escrevo foram as constantes discussões dos jogadores do Sporting com o árbitro contestando as decisões deste que não lhes agradaram. A verdade é que com o árbitro francês que apitou o Sporting x Bayern os jogadores do Sporting nem tentaram (bateram a bola baixa, como se diz na giria popular) reclamar. Eis a razão porque o Sporting faz maus resultados nas provas europeias, porque são obrigados a respeitar mais os árbitros dos jogos. É que nas provas europeias é expressamente proíbido discutir as decisões dos juizes do apito, e além disso têm de ter muito cuidado com o jogo faltoso, severamente reprimido.

E a responsabilidade do estado calamitoso, do ambiente de suspeição, em que se encontra a arbitragem portuguesa é da Comunicação Social afecta aos dois clubes grandes de Lisboa. É esta Comunicação Social que pode ser considerada corrupta, pois é através dos seus comentários tendenciosos, faciosos, que procuram e conseguem: influênciar, manipular, instrumentalizar os juizes da arbitragem. Praticam deliberadamente e impunemente uma certa forma de coação psicológica que acaba por afectar e desorientar (ou orientar em determinada direcção) os árbitros de futebol. Aliás despoduradamente não se coibem de impôr a toda a gente as suas opiniões e fazer delas rigidas leis que os juizes do apito têm de seguir porque em caso contrário mover-lhes-ão autênticas campanhas para os afastar do futebol, impedindo-os desse modo de exercer a sua função.

Filme do Jogo
28-02-2009

Acabado o jogo, pesados todos os prós e os contras, a verdade é que o FC Porto continua líder. 

Depois ao analizarmos as incidencias do desafio, na verdade, os Dragões só não marcaram, pouco depois dos dez minutos, porque Pereirinha, sobre a linha de baliza e agarrado ao poste mais próximo, defendeu um cabeceamento de Rodríguez com selo de golo. O uruguaio seria mesmo o elemento mais impetuoso da partida, agitando-a a cada arranque, a cada cruzamento, a cada recuperação impensável. O golo esteve sempre iminente através das suas jogadas, mas a concretização perdia-se por pequenos detalhes. As marcações impiedosas a Hulk ou a Rodríguez, apenas possíveis mediante a incompreensível permissibilidade do juiz do apito, que  concedeu a Pedro Silva todas as facilidades para exorbitar nas cargas ilegais aos seus adversários, ao ponto de conseguir o absurdo de terminar o jogo sem que pelo menos uma vez lhe fosse exibida a respectiva cartolina amarela, condicionou profundamente as jogadas de ataque dos portistas. Mesmo assim, impedido por tão estranha complacência do árbitro, que não obstante os contantes derrubes do Hulk pelos defensores adversários, o ataque portista processava-se a ritmo elevado e mediante uma frequência crescente que não produziria o resultado aguardado, mas que no final, o F.C. Porto permanecia líder.

FICHA DE JOGO

Liga, 20ª jornada
Estádio do Dragão, no Porto
Assistência: 48.010 espectadores

Árbitro: João Ferreira (Setúbal)
Assistentes: Luís Ramos e Pais António
4º Árbitro: Paulo Baptista

F.C. PORTO: Helton; Pedro Emanuel «cap», Rolando, Bruno Alves e Cissokho; Lucho, Fernando e Raul Meireles; Hulk, Lisandro e Rodríguez
Substituições: Cissokho por Tomás Costa (72m), Lucho por Farías (83m) e Lisandro por Sektioui (89m)
Não utilizados: Nuno, Stepanov, Mariano e Andrés Madrid
Treinador: Jesualdo Ferreira

SPORTING: Tiago; Pedro Silva, Daniel Carriço, Polga e Grimi; Pereirinha, Rochemback, João Moutinho «cap» e Izmailov; Derlei e Liedson
Suplentes: Grimi por Caneira (29m), Izmailov por Yannick Djaló (69m) e Rochemback por Adrien Silva (83m)
Não utilizados: Ricardo Baptista, Tonel, Tiuí e Romagnoli
Treinador: Paulo Bento

Disciplina: cartão amarelo a Polga (35m), Derlei (35m), Rolando (47m), Rochemback (62m), Tomás Costa (81m), Rodríguez (90m) e Tiago (90m)