05/03/2015 - Leonor Pinhão é cega dum olho...!
Normalmente entretém-se a salientar o que lhe dá jeito por ser favorável ao seu clube do coração e a escamotear os factos evidentes, mas que não são convenientes para o seu Benfica. A fim de lhe avivar a memória e de esclarece-la, aqui fica a informação que, pelos vistos, ela não gosta de tomar conhecimento...
Esta é prova, provada que os adeptos rivais estão atentos e sabem mais a dormir do que ela acordada...
PS - Estatística da "gloriosa" Liga- colo- colinho- andor- lampiónico
PS1 - Copiado do Blog Tomo ii
14 pontos com intervenção directa de erros de arbitragem
07 grandes penalidades por marcar a favor dos adversários
03 grandes penalidades mal marcados a favor do 5lb
07 golos precedidos e/ou através de irregularidades
04 golos indevidamente anulados aos adversários.
02 expulsões mal assinaladas a favor do 5lb
03 expulsões por assinalar contra o 5lb
0 pontos perdidos por erros de arbitragem
0 golos sofridos com irregularidades
06 jogadores sem impedimentos físicos que não defrontaram o 5lb, ex-clube
Incondicional adepto do FC Porto FC Porto o melhor Clube português *Dragão!You are the best!*
quinta-feira, 5 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
Árbitro nomeado para Braga e convocatória dos "Bês"
03/03/2015 - Jorge Sousa dirige Sporting de Braga - FC Porto
O árbitro Jorge Sousa foi nomeado, esta terça-feira, para dirigir a partida entre o Sporting de Braga e o FC Porto, no Estádio Municipal de Braga (sexta-feira, 20h30), relativa à 24.ª jornada da Liga.
O juiz da Associação de Futebol do Porto será auxiliado por Álvaro Mesquita e Bruno Trindade.
Árbitro internacional desde 2006, Jorge Sousa, de 39 anos, já apitou duas partidas dos Dragões esta época, nos clássicos no Estádio do Dragão frente a Benfica, para a 13.ª jornada da Liga (0-2), e Sporting, para a terceira eliminatória da Taça de Portugal (1-3). Na Liga, em que já apitou dez jogos, Jorge Sousa mostrou 61 amarelos, somando apenas uma expulsão. Curiosamente, na Segunda Liga, o juiz portuense "expulsa" mais: dirigiu nove jogos e mostrou 49 amarelos, subindo o número de cartões vermelhos para cinco.
Convocatória dos “Bês” para Inglaterra
Dragões defrontam o Norwich na derradeira jornada do grupo A da Premier League International Cup
O guarda-redes Caio, os defesas David Bruno e Diogo Verdasca (Sub-19) e o médio Pité (na foto) são as novidades na lista de convocados elaborada por Luís Castro para a viagem do FC Porto B a Inglaterra, onde defronta o Norwich City, esta quarta-feira, às 14h30, no Colney Training Centre, em jogo a contar para a terceira e última jornada do grupo A da Premier League International Cup.
Em relação à convocatória para a recepção ao Beira-Mar (3-2), registaram-se as saídas do guarda-redes Kadú, dos defesas Víctor García, Diego Reyes e Diego Carlos, do médio Clever (Sub-19) e dos avançados Ruben Macedo (Sub-19) e Anderson.
Lista de 15 convocados: Caio e Raul Gudiño (g.r.); André Silva, David Bruno, Diogo Verdasca, Francisco Ramos, Frédéric, Lichnovsky, Graça, Leandro Silva, Pité, Rafa, Roniel, Tomás Podstawski e Tony Djim.
O árbitro Jorge Sousa foi nomeado, esta terça-feira, para dirigir a partida entre o Sporting de Braga e o FC Porto, no Estádio Municipal de Braga (sexta-feira, 20h30), relativa à 24.ª jornada da Liga.
O juiz da Associação de Futebol do Porto será auxiliado por Álvaro Mesquita e Bruno Trindade.
Árbitro internacional desde 2006, Jorge Sousa, de 39 anos, já apitou duas partidas dos Dragões esta época, nos clássicos no Estádio do Dragão frente a Benfica, para a 13.ª jornada da Liga (0-2), e Sporting, para a terceira eliminatória da Taça de Portugal (1-3). Na Liga, em que já apitou dez jogos, Jorge Sousa mostrou 61 amarelos, somando apenas uma expulsão. Curiosamente, na Segunda Liga, o juiz portuense "expulsa" mais: dirigiu nove jogos e mostrou 49 amarelos, subindo o número de cartões vermelhos para cinco.
Convocatória dos “Bês” para Inglaterra
Dragões defrontam o Norwich na derradeira jornada do grupo A da Premier League International Cup
O guarda-redes Caio, os defesas David Bruno e Diogo Verdasca (Sub-19) e o médio Pité (na foto) são as novidades na lista de convocados elaborada por Luís Castro para a viagem do FC Porto B a Inglaterra, onde defronta o Norwich City, esta quarta-feira, às 14h30, no Colney Training Centre, em jogo a contar para a terceira e última jornada do grupo A da Premier League International Cup.
Em relação à convocatória para a recepção ao Beira-Mar (3-2), registaram-se as saídas do guarda-redes Kadú, dos defesas Víctor García, Diego Reyes e Diego Carlos, do médio Clever (Sub-19) e dos avançados Ruben Macedo (Sub-19) e Anderson.
Lista de 15 convocados: Caio e Raul Gudiño (g.r.); André Silva, David Bruno, Diogo Verdasca, Francisco Ramos, Frédéric, Lichnovsky, Graça, Leandro Silva, Pité, Rafa, Roniel, Tomás Podstawski e Tony Djim.
Pinto da Costa sobre a actualidade do Futebol
03/03/2015 - Passando em revista o clássico entre FC Porto e Sporting, que os dragões venceram por 3-0, o dirigente portista assume que
«a segunda parte foi dos melhores 45 minutos que o FC Porto fez esta época.
O Sporting, que na quinta-feira (0-0 contra o Wolfsburg para a Liga Europa) tinha mostrado que é uma grande equipa, foi transformado numa equipa vulgar», considerou o presidente do FC Porto, acrescentando:
«Vulgarizado não porque não tenha valor, mas pela forma como nós jogámos, pressionámos e marcámos».
Pinto da Costa deixou, contudo, elogios a Marco Silva. «Tenho todo o apreço pelo treinador do Sporting, que acho que vai ser um treinador de grande prestígio no futebol português», sublinhou.
Elogios a Artur Soares Dias
O árbitro do duelo foi Artur Soares Dias, juiz que mereceu também elogios de Pinto da Costa.
«Houve erros flagrantes contra nós, mas queria dizer o seguinte: Artur Soares Dias tem todas as condições para ser árbitro de topo europeu. Tem conhecimento, presença e sabe o que é a arbitragem, até porque o seu pai foi um mestre», destacou, lembrando:
«Mas uma coisa são erros no calor da jogada, outra são erros que temos visto de auxiliares que tranquilamente cortam ou deixam seguir jogadas irregulares».
PS - Os sublinhados (realces) são meus
«a segunda parte foi dos melhores 45 minutos que o FC Porto fez esta época.
O Sporting, que na quinta-feira (0-0 contra o Wolfsburg para a Liga Europa) tinha mostrado que é uma grande equipa, foi transformado numa equipa vulgar», considerou o presidente do FC Porto, acrescentando:
«Vulgarizado não porque não tenha valor, mas pela forma como nós jogámos, pressionámos e marcámos».
Pinto da Costa deixou, contudo, elogios a Marco Silva. «Tenho todo o apreço pelo treinador do Sporting, que acho que vai ser um treinador de grande prestígio no futebol português», sublinhou.
Elogios a Artur Soares Dias
O árbitro do duelo foi Artur Soares Dias, juiz que mereceu também elogios de Pinto da Costa.
«Houve erros flagrantes contra nós, mas queria dizer o seguinte: Artur Soares Dias tem todas as condições para ser árbitro de topo europeu. Tem conhecimento, presença e sabe o que é a arbitragem, até porque o seu pai foi um mestre», destacou, lembrando:
«Mas uma coisa são erros no calor da jogada, outra são erros que temos visto de auxiliares que tranquilamente cortam ou deixam seguir jogadas irregulares».
PS - Os sublinhados (realces) são meus
domingo, 1 de março de 2015
FC Porto vence o clássico com autoridade
01/03/2015 - A equipa portista com uma exibição segura e consistente não deu chances ao seu adversário de Alvalade de fazer qualquer tipo de mossa ao último reduto azul e branco.
Foi realmente uma das melhores exibições da época, a que os Dragões realizaram.
Com este resultado, fica portanto, reposta a diferença pontual de 4 pontos para os rivais da Luz.
Destaque também para a arbitragem de Soares Dias que por excesso de zelo, no capítulo disciplinar, prejudicou sempre o FC Porto. Não hesitou em amarelar vários portistas por dá cá aquela palha e perdoou alguns amarelos aos sportinguistas, William Carvalho e Cedric foram alguns deles...!
FC Porto 23.ª jornada Sporting
31' ,58', 83' Tello
Domingo, 1 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga
Estádio:Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:43.111 espectadores
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio
4º Árbitro: Luís Ferreira
FC Porto: 1 Fabiano, 2 Danilo (62'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (90')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, (84' Danilo), 36 Rúben Neves, (71' Evandro)
10 Quintero, 7 Quaresma, (58' Brahimi), 17 Hernâni, 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Sporting: 1 Rui Patrício (c), 41 Cédric (65'), 26 Paulo Oliveira, 55 Tobias Figueiredo
33 Jonathan Silva (54'), 14 William Carvalho, 23 Adrien Silva, 17 João Mário
18 Carrillo, 10 Montero, 77 Nani (62')
Suplentes: 22 Marcelo Boeck, 8 André Martins, (80' Carrillo), 9 Slimani, (61' Montero)
11 Diego Capel, (60' Adrien Silva), 13 Miguel Lopes, 19 Tanaka, 24 Rosell
Treinador: Marco Silva
“Hat-trick” de Tello deu vitória ao FC Porto

O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Sporting (3-0), no Estádio do Dragão.
Numa partida quase totalmente dominada pelos Dragões, Tello foi a grande figura do colectivo azul e branco, apontando os três golos do triunfo portista (31m, 58m e 83m).
O 162.º clássico entre FC Porto e Sporting para o campeonato começou devagar e foi ganhando intensidade com o desenrolar do tempo. Com Evandro a surgir entre o onze titular dos Dragões, a equipa comandada por Julen Lopetegui encontrou um adversário bem organizado nos instantes iniciais e demorou 16 minutos até desbravar finalmente um caminho para a baliza de Rui Patrício. Após recuperação de Evandro, Jackson Martínez, em zona frontal, rematou ligeiramente ao lado, dando o primeiro aviso da noite. A cadência ofensiva dos azuis e brancos foi crescendo no tempo e Brahimi ameaçou o golo em duas ocasiões (18m e 25m), mas a primeira explosão de alegria não demoraria muito mais.
Aos 31 minutos, num gesto a fazer lembrar o golo de antologia que apontou a este mesmo Sporting no clássico da Liga 2012/13, Jackson Martínez “matou” a bola no peito e lançou Tello para a glória com um passe magistral de calcanhar. Na cara de Rui Patrício, Tello deixou o guarda-redes cair para um lado e rematou com sucesso para o outro, provocando o entusiasmo no meio dos mais de 40 mil adeptos portistas que marcaram presença no Estádio do Dragão. No minuto anterior, já Herrera tinha ficado a centímetros do sucesso, mas o chapéu tentado a Rui Patrício depois de tirar dois adversários do caminho pecou por excesso (30m). Vantagem mais do que justa do FC Porto ao intervalo, perante um Sporting que pouco ou nada incomodou Fabiano durante o primeiro tempo.
A segunda parte voltou a mostrar um FC Porto intenso, dinâmico e dominador. Apenas cinco minutos volvidos após o reatamento, Tello e Jackson voltaram a desbaratar a defensiva lisboeta, mas o 2-0 não surgiu quase que por milagre. Este lance foi quase como que um prenúncio do que sucederia momentos depois, novamente com a sociedade entre Jackson Martínez e Tello a fazer das suas. Novamente numa troca dos papéis habitualmente desempenhados pelos dois jogadores, o avançado colombiano voltou a servir o camisola 11 com conta, peso e medida, deixando-o novamente frente-a-frente com o Rui Patrício. Com a mesma frieza demonstrada no primeiro golo, Tello não vacilou uma vez mais e dobrou a vantagem portista, bisando no encontro (58m).
A noite de sonho de Tello estava longe de estar terminada e conheceria novo momento alto aos 83 minutos. Desta feita lançado por Herrera, Tello completou o “hat-trick” e assumiu-se como a figura maior duma noite em que os Dragões venceram os leões, devolvendo assim uma gracinha que alguns tanto propalaram após o triunfo lisboeta para a Taça de Portugal, neste mesmo Estádio do Dragão. Vitória clara e inequívoca do FC Porto cujos números não deixam margem para qualquer dúvida, mesmo para os que habitualmente não querem ver. Quinto triunfo consecutivo para a Liga sem consentir qualquer golo e o primeiro lugar novamente à distância de quatro pontos.
Lopetegui: “Fizemos um grandíssimo jogo”
Tello: “Sabíamos que não podíamos falhar”
Foi decisivo na jornada anterior, frente ao Boavista, com duas assistências na vitória portista por 2-0 sobre o Boavista, e voltou a sê-lo este domingo ao assinar os três golos com que o FC Porto bateu o Sporting, no Estádio do Dragão. O feito valeu-lhe, naturalmente, a eleição de MVP, tendo recebido, no final do encontro, o galardão das mãos do representante da Meo, João Sousa, director de gestão de controlo da PT Empresas.
Na sua primeira época em Portugal, Cristian Tello já escreveu o seu nome na longa história dos clássicos entre Dragões e leões, mas para o extremo espanhol o mais importante de tudo foram os três pontos somados, num jogo “muito importante para a equipa” continuar a perseguir o primeiro lugar da Liga portuguesa.
“O mais importante era ganhar e estamos muito contentes com este resultado. Sabíamos da importância e das dificuldades que este jogo tinha e que não podíamos falhar para continuar a lutar pelo primeiro lugar. E fizemos um jogo muito bom, com uma intensidade altíssima, e merecemos claramente três pontos”, afirmou o extremo espanhol, em declarações no final do jogo.
Tello, o portista com mais assistências na Liga portuguesa, reconhece que está num grande momento de forma. Este domingo, aumentou para seis o número de golos com a camisola do FC Porto, cinco deles apontados na Liga portuguesa. “Foram duas belas assistências que me deram a oportunidade de fazer os golos. É sempre bom marcar golos, tive a sorte de marcar os três e espero continuar assim no futuro.”
Foi realmente uma das melhores exibições da época, a que os Dragões realizaram.
Com este resultado, fica portanto, reposta a diferença pontual de 4 pontos para os rivais da Luz.
Destaque também para a arbitragem de Soares Dias que por excesso de zelo, no capítulo disciplinar, prejudicou sempre o FC Porto. Não hesitou em amarelar vários portistas por dá cá aquela palha e perdoou alguns amarelos aos sportinguistas, William Carvalho e Cedric foram alguns deles...!
FC Porto 23.ª jornada Sporting

Domingo, 1 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga
Estádio:Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:43.111 espectadores
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio
4º Árbitro: Luís Ferreira
FC Porto: 1 Fabiano, 2 Danilo (62'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (90')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, (84' Danilo), 36 Rúben Neves, (71' Evandro)
10 Quintero, 7 Quaresma, (58' Brahimi), 17 Hernâni, 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Sporting: 1 Rui Patrício (c), 41 Cédric (65'), 26 Paulo Oliveira, 55 Tobias Figueiredo
33 Jonathan Silva (54'), 14 William Carvalho, 23 Adrien Silva, 17 João Mário
18 Carrillo, 10 Montero, 77 Nani (62')
Suplentes: 22 Marcelo Boeck, 8 André Martins, (80' Carrillo), 9 Slimani, (61' Montero)
11 Diego Capel, (60' Adrien Silva), 13 Miguel Lopes, 19 Tanaka, 24 Rosell
Treinador: Marco Silva
“Hat-trick” de Tello deu vitória ao FC Porto

Vitória concludente do FC Porto sobre o Sporting (3-0) em noite inspirada de Tello
O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Sporting (3-0), no Estádio do Dragão.
Numa partida quase totalmente dominada pelos Dragões, Tello foi a grande figura do colectivo azul e branco, apontando os três golos do triunfo portista (31m, 58m e 83m).
O 162.º clássico entre FC Porto e Sporting para o campeonato começou devagar e foi ganhando intensidade com o desenrolar do tempo. Com Evandro a surgir entre o onze titular dos Dragões, a equipa comandada por Julen Lopetegui encontrou um adversário bem organizado nos instantes iniciais e demorou 16 minutos até desbravar finalmente um caminho para a baliza de Rui Patrício. Após recuperação de Evandro, Jackson Martínez, em zona frontal, rematou ligeiramente ao lado, dando o primeiro aviso da noite. A cadência ofensiva dos azuis e brancos foi crescendo no tempo e Brahimi ameaçou o golo em duas ocasiões (18m e 25m), mas a primeira explosão de alegria não demoraria muito mais.
Aos 31 minutos, num gesto a fazer lembrar o golo de antologia que apontou a este mesmo Sporting no clássico da Liga 2012/13, Jackson Martínez “matou” a bola no peito e lançou Tello para a glória com um passe magistral de calcanhar. Na cara de Rui Patrício, Tello deixou o guarda-redes cair para um lado e rematou com sucesso para o outro, provocando o entusiasmo no meio dos mais de 40 mil adeptos portistas que marcaram presença no Estádio do Dragão. No minuto anterior, já Herrera tinha ficado a centímetros do sucesso, mas o chapéu tentado a Rui Patrício depois de tirar dois adversários do caminho pecou por excesso (30m). Vantagem mais do que justa do FC Porto ao intervalo, perante um Sporting que pouco ou nada incomodou Fabiano durante o primeiro tempo.
A segunda parte voltou a mostrar um FC Porto intenso, dinâmico e dominador. Apenas cinco minutos volvidos após o reatamento, Tello e Jackson voltaram a desbaratar a defensiva lisboeta, mas o 2-0 não surgiu quase que por milagre. Este lance foi quase como que um prenúncio do que sucederia momentos depois, novamente com a sociedade entre Jackson Martínez e Tello a fazer das suas. Novamente numa troca dos papéis habitualmente desempenhados pelos dois jogadores, o avançado colombiano voltou a servir o camisola 11 com conta, peso e medida, deixando-o novamente frente-a-frente com o Rui Patrício. Com a mesma frieza demonstrada no primeiro golo, Tello não vacilou uma vez mais e dobrou a vantagem portista, bisando no encontro (58m).
A noite de sonho de Tello estava longe de estar terminada e conheceria novo momento alto aos 83 minutos. Desta feita lançado por Herrera, Tello completou o “hat-trick” e assumiu-se como a figura maior duma noite em que os Dragões venceram os leões, devolvendo assim uma gracinha que alguns tanto propalaram após o triunfo lisboeta para a Taça de Portugal, neste mesmo Estádio do Dragão. Vitória clara e inequívoca do FC Porto cujos números não deixam margem para qualquer dúvida, mesmo para os que habitualmente não querem ver. Quinto triunfo consecutivo para a Liga sem consentir qualquer golo e o primeiro lugar novamente à distância de quatro pontos.
Lopetegui: “Fizemos um grandíssimo jogo”
Julen Lopetegui pediu, na conferência de imprensa de antevisão, um FC Porto ao seu melhor nível para ultrapassar o Sporting, e a equipa respondeu com uma exibição de gala à justa medida de um clássico do futebol português. No final do jogo, o treinador espanhol distribuiu elogios pelos jogadores, “pelo esforço, carácter e pela personalidade” que neste domingo mostraram em campo.
“Fizemos um grandíssimo jogo diante de um rival muito exigente, fizemos muitas coisas bem e superámos em toda a linha o Sporting. Sabíamos que era preciso fazer um grande jogo, sabíamos que era preciso ganhar e fizemos um trabalho muito bom. Parabéns à equipa pelo esforço, o carácter, a solidariedade e pela personalidade que teve durante toda a partida. Este é o caminho”, afirmou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo
Para Lopetegui, o “FC Porto foi absolutamente merecedor dos três pontos”, porque “foi muito superior ao Sporting”, lembrando o treinador que, mesmo antes do primeiro golo, a equipa dispôs de várias oportunidades para chegar à vantagem no marcador. Porém, o espanhol não ficou apenas agradado com a forma como a equipa atacou, destacando também o grande trabalho de defensivo que anulou o ataque adversário, “constituído por grandes individualidades”, não lhe permitindo “uma única oportunidade de golo”. “Superámos o Sporting em todas as fases do terreno, pelo que toda a equipa trabalhou muito para conseguir este resultado”.
A onze jornadas do fim da Liga, o FC Porto vê a liderança a quatro pontos e deixa o Sporting, no terceiro lugar, a oito, mas Lopetegui recusa-se, nesta altura, a recorrer à matemática: “Hoje não é dia para isso, não vou fazer contas, essas fazemos no fim. Temos muito trabalho pela frente e isto não acaba aqui. Vamos continuar a trabalhar, a acreditar e a melhorar jogo após jogo”.
Cinco é o número de vitórias portistas consecutivas na Liga, sem qualquer golo sofrido, cinco são os jogos que os Dragões levam a ganhar ininterruptamente no Estádio do Dragão. Estamos a ver o melhor FC Porto da época?
Lopetegui respondeu de outra forma:
“A equipa está a fazer bem as coisas e está sempre a tentar melhorar em todos os aspetos. Queremos que continue com esta ambição e com esta paixão até ao fim”.
Tello foi o homem da noite, ao assinar os três golos do triunfo portista, que são a consequência, referiu Lopetegui, do “trabalho fantástico” que o extremo espanhol tem vindo a fazer.
“Hoje teve o seu pequeno prémio. Merecia. Mas, no geral, estão todos de parabéns. São mais três pontos importantes, mas não valem mais do que isso. Ainda temos muito trabalho pela frente”, alertou Julen Lopetegui, que ainda deixou elogios ao “trabalho fantástico” do clube pelas “excelentes condições do relvado”, apesar da chuva que caiu sobre o Porto durante todo o dia.
“Fizemos um grandíssimo jogo diante de um rival muito exigente, fizemos muitas coisas bem e superámos em toda a linha o Sporting. Sabíamos que era preciso fazer um grande jogo, sabíamos que era preciso ganhar e fizemos um trabalho muito bom. Parabéns à equipa pelo esforço, o carácter, a solidariedade e pela personalidade que teve durante toda a partida. Este é o caminho”, afirmou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo
Para Lopetegui, o “FC Porto foi absolutamente merecedor dos três pontos”, porque “foi muito superior ao Sporting”, lembrando o treinador que, mesmo antes do primeiro golo, a equipa dispôs de várias oportunidades para chegar à vantagem no marcador. Porém, o espanhol não ficou apenas agradado com a forma como a equipa atacou, destacando também o grande trabalho de defensivo que anulou o ataque adversário, “constituído por grandes individualidades”, não lhe permitindo “uma única oportunidade de golo”. “Superámos o Sporting em todas as fases do terreno, pelo que toda a equipa trabalhou muito para conseguir este resultado”.
A onze jornadas do fim da Liga, o FC Porto vê a liderança a quatro pontos e deixa o Sporting, no terceiro lugar, a oito, mas Lopetegui recusa-se, nesta altura, a recorrer à matemática: “Hoje não é dia para isso, não vou fazer contas, essas fazemos no fim. Temos muito trabalho pela frente e isto não acaba aqui. Vamos continuar a trabalhar, a acreditar e a melhorar jogo após jogo”.
Cinco é o número de vitórias portistas consecutivas na Liga, sem qualquer golo sofrido, cinco são os jogos que os Dragões levam a ganhar ininterruptamente no Estádio do Dragão. Estamos a ver o melhor FC Porto da época?
Lopetegui respondeu de outra forma:
“A equipa está a fazer bem as coisas e está sempre a tentar melhorar em todos os aspetos. Queremos que continue com esta ambição e com esta paixão até ao fim”.
Tello foi o homem da noite, ao assinar os três golos do triunfo portista, que são a consequência, referiu Lopetegui, do “trabalho fantástico” que o extremo espanhol tem vindo a fazer.
“Hoje teve o seu pequeno prémio. Merecia. Mas, no geral, estão todos de parabéns. São mais três pontos importantes, mas não valem mais do que isso. Ainda temos muito trabalho pela frente”, alertou Julen Lopetegui, que ainda deixou elogios ao “trabalho fantástico” do clube pelas “excelentes condições do relvado”, apesar da chuva que caiu sobre o Porto durante todo o dia.
Foi decisivo na jornada anterior, frente ao Boavista, com duas assistências na vitória portista por 2-0 sobre o Boavista, e voltou a sê-lo este domingo ao assinar os três golos com que o FC Porto bateu o Sporting, no Estádio do Dragão. O feito valeu-lhe, naturalmente, a eleição de MVP, tendo recebido, no final do encontro, o galardão das mãos do representante da Meo, João Sousa, director de gestão de controlo da PT Empresas.
Na sua primeira época em Portugal, Cristian Tello já escreveu o seu nome na longa história dos clássicos entre Dragões e leões, mas para o extremo espanhol o mais importante de tudo foram os três pontos somados, num jogo “muito importante para a equipa” continuar a perseguir o primeiro lugar da Liga portuguesa.
“O mais importante era ganhar e estamos muito contentes com este resultado. Sabíamos da importância e das dificuldades que este jogo tinha e que não podíamos falhar para continuar a lutar pelo primeiro lugar. E fizemos um jogo muito bom, com uma intensidade altíssima, e merecemos claramente três pontos”, afirmou o extremo espanhol, em declarações no final do jogo.
Tello, o portista com mais assistências na Liga portuguesa, reconhece que está num grande momento de forma. Este domingo, aumentou para seis o número de golos com a camisola do FC Porto, cinco deles apontados na Liga portuguesa. “Foram duas belas assistências que me deram a oportunidade de fazer os golos. É sempre bom marcar golos, tive a sorte de marcar os três e espero continuar assim no futuro.”
FC Porto- Contas semestrais
01/03/2015 - Contrariamente a Benfica e a Sporting, que ontem apresentaram contas semestrais positivas, o FC Porto informou este sábado o mercado dos resultados da primeira metade do exercício 2014/15, que são negativos em 8,4 milhões de euros.
O registo deriva do grande aumento dos custos operacionais, que foram de quase 60 milhões, por contraste com os 48,6 da temporada passada. As despesas anulam, assim sendo, similar aumento das receitas que cresceram de 40,2 para 51,3 milhões de euros.
A SAD portista nota, porém, que este resultado negativo é, ainda assim, melhor do que o do ano passado, quando a sociedade apresentou um prejuízo de 29,2 milhões no 1º semestre.
Das contas ressalta ainda o aumento do ativo, fruto da integração da EuroAntas, mas também o salto do passivo, que cresceu 45 milhões para os 278,5 milhões.
O registo deriva do grande aumento dos custos operacionais, que foram de quase 60 milhões, por contraste com os 48,6 da temporada passada. As despesas anulam, assim sendo, similar aumento das receitas que cresceram de 40,2 para 51,3 milhões de euros.
A SAD portista nota, porém, que este resultado negativo é, ainda assim, melhor do que o do ano passado, quando a sociedade apresentou um prejuízo de 29,2 milhões no 1º semestre.
Das contas ressalta ainda o aumento do ativo, fruto da integração da EuroAntas, mas também o salto do passivo, que cresceu 45 milhões para os 278,5 milhões.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Convocados para o Sporting e Lopetegui
28/02/2015 - Danilo, Casemiro e Alex Sandro regressam aos convocados
Os defesas Danilo e Alex Sandro e o médio Casemiro regressam à lista de convocados de Julen Lopetegui, para a recepção ao Sporting, da 23.ª jornada da Liga portuguesa (domingo, 19h15). Os jogadores haviam ficado de fora da deslocação ao terreno do Boavista, na segunda-feira, devido a suspensão, e regressam agora a uma lista com 19 atletas.
Em relação ao jogo no Estádio do Bessa, saem dos eleitos do técnico espanhol os defesas José Ángel e Reyes. Gonçalo Paciência, do FC Porto B, já tinha estado no banco do Bessa, devido a problemas físicos de Aboubakar, e mantém-se entre os eleitos de Lopetegui.
O jovem avançado português esteve presente no ensaio deste sábado, que decorreu no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, enquanto Aboubakar, a recuperar de lesão, treinou integrado com o plantel, mas de forma condicionada. Danilo foi dado como apto, depois de na sexta-feira ter efectuado apenas trabalho de ginásio devido a uma contusão no pé direito, enquanto Adrián López e Óliver Torres não subiram ao relvado, limitando-se a efectuar tratamento às respectivas lesões.
Lista de 19 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Rúben Neves e Gonçalo Paciência.
Lopetegui: “Sabemos que temos de dar o máximo”
Só um FC Porto forte, concentrado e ambicioso poderá ser capaz de superar uma equipa forte e exigente como o Sporting, no jogo da 23ª jornada da Liga portuguesa, agendado para este domingo, no Estádio do Dragão.
Para Julen Lopetegui, as dificuldades intrínsecas de um clássico não permitem que ele possa ser encarado de outra forma.
“É um jogo muito exigente, para o qual temos toda a ambição, em que sabemos que temos de dar o máximo, porque queremos e precisamos e porque vamos defrontar uma equipa forte, de grande nível, que vem motivada, como qualquer equipa que vai disputar um jogo destes”, afirmou o técnico espanhol, na conferência de imprensa de antevisão da partida.
Convidado a calcular as probabilidades de o FC Porto ser campeão no caso de não vencer os rivais lisboetas, Lopetegui afirmou que esse tipo de contas só se fazem depois.
“A nossa única energia e concentração é no jogo com o Sporting, que tem um grau de dificuldade que não nos permite desviar a nossa atenção. Não estamos a pensar no que vai acontecer depois, estamos preocupados em preparar bem o jogo para dar, como sempre tentamos, uma boa resposta frente a um bom adversário exigente, que nos vai exigir o nosso máximo para podermos superá-lo”, garantiu o treinador portista.
O Sporting chega ao Estádio do Dragão três dias depois de ter disputado a segunda mão dos 16-avos-de-final da UEFA Europa League, mas Julen Lopetegui defende que os Dragões não têm qualquer vantagem do ponto de vista físico sobre os leões e recorda como decorreu a preparação do jogo da Taça de Portugal frente ao mesmo adversário. “Nessa altura, recebemos quatro jogadores um dia antes do jogo, três dois dias antes e outros cinco dois dias antes; um clássico tem suficiente motivação e os planteis têm soluções para jogar dois jogos por semana. Isso para mim não é relevante”.
As notícias sobre eventuais interessados em jogadores do FC Porto, nomeadamente Danilo, também foram desvalorizadas pelo treinador espanhol, que as considera “absolutamente naturais” na carreira de um futebolista, mas que não têm força para desviar a atenção da equipa no jogo de amanhã. “Todos estão concentrados e focalizados a 100% no jogo e os objectivos que temos pela frente são suficientemente importantes para que se possa pensar noutra coisa”, argumentou Lopetegui, que lamentou a ausência do lesionado Óliver Torres, mas para quem já encontrou um substituto: “os nossos adeptos, o nosso público, a energia do Estádio do Dragão será o nosso maior aliado, sem dúvida alguma.”
A arbitragem também foi tema da conferência de imprensa, ou melhor, a sorte – ou a falta dela – com a arbitragem. Aí Lopetegui fez também questão de deixar um recado: “Eu falei de azar. Não me referi a nenhuma equipa, mas só recebi resposta de uma equipa", lembrou, completando: "Excusatio non petita, accusatio manifesta." Uma expressão em latim que em português pode ser traduzida como "explicação não pedida, culpa manifesta."
Os defesas Danilo e Alex Sandro e o médio Casemiro regressam à lista de convocados de Julen Lopetegui, para a recepção ao Sporting, da 23.ª jornada da Liga portuguesa (domingo, 19h15). Os jogadores haviam ficado de fora da deslocação ao terreno do Boavista, na segunda-feira, devido a suspensão, e regressam agora a uma lista com 19 atletas.
Em relação ao jogo no Estádio do Bessa, saem dos eleitos do técnico espanhol os defesas José Ángel e Reyes. Gonçalo Paciência, do FC Porto B, já tinha estado no banco do Bessa, devido a problemas físicos de Aboubakar, e mantém-se entre os eleitos de Lopetegui.
O jovem avançado português esteve presente no ensaio deste sábado, que decorreu no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, enquanto Aboubakar, a recuperar de lesão, treinou integrado com o plantel, mas de forma condicionada. Danilo foi dado como apto, depois de na sexta-feira ter efectuado apenas trabalho de ginásio devido a uma contusão no pé direito, enquanto Adrián López e Óliver Torres não subiram ao relvado, limitando-se a efectuar tratamento às respectivas lesões.
Lista de 19 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Rúben Neves e Gonçalo Paciência.
Lopetegui: “Sabemos que temos de dar o máximo”
Só um FC Porto forte, concentrado e ambicioso poderá ser capaz de superar uma equipa forte e exigente como o Sporting, no jogo da 23ª jornada da Liga portuguesa, agendado para este domingo, no Estádio do Dragão.
Para Julen Lopetegui, as dificuldades intrínsecas de um clássico não permitem que ele possa ser encarado de outra forma.
“É um jogo muito exigente, para o qual temos toda a ambição, em que sabemos que temos de dar o máximo, porque queremos e precisamos e porque vamos defrontar uma equipa forte, de grande nível, que vem motivada, como qualquer equipa que vai disputar um jogo destes”, afirmou o técnico espanhol, na conferência de imprensa de antevisão da partida.
Convidado a calcular as probabilidades de o FC Porto ser campeão no caso de não vencer os rivais lisboetas, Lopetegui afirmou que esse tipo de contas só se fazem depois.
“A nossa única energia e concentração é no jogo com o Sporting, que tem um grau de dificuldade que não nos permite desviar a nossa atenção. Não estamos a pensar no que vai acontecer depois, estamos preocupados em preparar bem o jogo para dar, como sempre tentamos, uma boa resposta frente a um bom adversário exigente, que nos vai exigir o nosso máximo para podermos superá-lo”, garantiu o treinador portista.
O Sporting chega ao Estádio do Dragão três dias depois de ter disputado a segunda mão dos 16-avos-de-final da UEFA Europa League, mas Julen Lopetegui defende que os Dragões não têm qualquer vantagem do ponto de vista físico sobre os leões e recorda como decorreu a preparação do jogo da Taça de Portugal frente ao mesmo adversário. “Nessa altura, recebemos quatro jogadores um dia antes do jogo, três dois dias antes e outros cinco dois dias antes; um clássico tem suficiente motivação e os planteis têm soluções para jogar dois jogos por semana. Isso para mim não é relevante”.
As notícias sobre eventuais interessados em jogadores do FC Porto, nomeadamente Danilo, também foram desvalorizadas pelo treinador espanhol, que as considera “absolutamente naturais” na carreira de um futebolista, mas que não têm força para desviar a atenção da equipa no jogo de amanhã. “Todos estão concentrados e focalizados a 100% no jogo e os objectivos que temos pela frente são suficientemente importantes para que se possa pensar noutra coisa”, argumentou Lopetegui, que lamentou a ausência do lesionado Óliver Torres, mas para quem já encontrou um substituto: “os nossos adeptos, o nosso público, a energia do Estádio do Dragão será o nosso maior aliado, sem dúvida alguma.”
A arbitragem também foi tema da conferência de imprensa, ou melhor, a sorte – ou a falta dela – com a arbitragem. Aí Lopetegui fez também questão de deixar um recado: “Eu falei de azar. Não me referi a nenhuma equipa, mas só recebi resposta de uma equipa", lembrou, completando: "Excusatio non petita, accusatio manifesta." Uma expressão em latim que em português pode ser traduzida como "explicação não pedida, culpa manifesta."
Benfica com Capela goleia Estoril
28/02/2015 - Como já vai sendo normal, com (mais um) penalty e uma expulsão desfavoráveis ao Estoril...!
O triunfo 'encarnado' começou a desenhar-se aos 16 minutos, por intermédio de Luisão, que na ronda anterior também tinha 'faturado' frente ao Moreirense, antes de Salvio (26), Pizzi (33), Jonas (35 e 86) e Lima (56, de grande penalidade) carimbarem uma tranquila receção ao Estoril-Praia, que terminou reduzido a 10 elementos, por expulsão de Anderson Esiti, aos 67.
O que está em causa não são só os penalties e expulsões de adversários do Benfica; são os critérios disciplinares adoptados para avaliar os lances em que intervêm os jogadores do Benfica; protegendo sistematicamente os encarnados e prejudicando os seus adversários.
Sempre que assistimos aos vossos jogos, ficamos com a exacta noção de que as regras não são iguais para todos os clubes e por conseguinte, para vós, são muito mais convenientes...!
PS - Filipe Vieira ao telefone
O triunfo 'encarnado' começou a desenhar-se aos 16 minutos, por intermédio de Luisão, que na ronda anterior também tinha 'faturado' frente ao Moreirense, antes de Salvio (26), Pizzi (33), Jonas (35 e 86) e Lima (56, de grande penalidade) carimbarem uma tranquila receção ao Estoril-Praia, que terminou reduzido a 10 elementos, por expulsão de Anderson Esiti, aos 67.
O que está em causa não são só os penalties e expulsões de adversários do Benfica; são os critérios disciplinares adoptados para avaliar os lances em que intervêm os jogadores do Benfica; protegendo sistematicamente os encarnados e prejudicando os seus adversários.
Sempre que assistimos aos vossos jogos, ficamos com a exacta noção de que as regras não são iguais para todos os clubes e por conseguinte, para vós, são muito mais convenientes...!
PS - Filipe Vieira ao telefone
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
“Ninguém recua” de Pedro Marques Lopes
27/02/2015 - Extracto da crónica
…Seja como for, o FC Porto tem obrigação de ganhar ao Sporting. Porque é melhor, porque este ano ainda não ganhou a nenhum dos seus tradicionais rivais e, sobretudo, porque não pode dar a mínima desculpa que contribua para distrair os adeptos de futebol do mais escandaloso campeonato de que há memória.
É fundamental que ninguém esqueça esta sucessão de arbitragens escandalosas e, sobretudo, das nomeações cirúrgicas que parece serem feitas para dar o bicampeonato ao Benfica, como forma de comemorar a despedida de quem tem decidido, da maneira que está perante todos, que árbitro apita que jogo.
Sendo que o Benfica não consegue ganhar dois campeonatos seguidos há mais de trinta anos, é capaz de dar direito a uma estátua num local qualquer próximo da Luz.
A vontade de ajudar é tanta, que depois de mais uma jornada em que o Benfica foi, pela enésima vez, beneficiado duma forma descarada e vergonhosa [só não denunciada por quem não consegue ver futebol, mas apenas o seu clube (caso da LPinhão, constato eu)] e se tentou por todos os meios que o FC Porto perdesse pontos no Bessa (aquele penalty sobre o Hernâni e a não expulsão dum jogador boavisteiro são de bradar aos céus), nomeia-se agora o inefável Capela para o jogo da Luz. Já se tinham passado todos os limites mas agora é mesmo gozar a valer.
Toca a rir que já nada é estranho. Como já não é estranho ver o Benfica a jogar contra dez, sempre que as coisas se apresentam complicadas.
Curiosamente, nas competições europeias, as que os benfiquistas têm acompanhado pela TV, o Benfica viu, em três jogos, jogadores seus serem expulsos, ele há coisas…
Também já ninguém acha esquisito ver juízes de linha a portarem-se como defesas ou atacantes do Benfica, nem é surpreendente ver penalties descarados a não serem marcados, nem a marcação daquelas faltinhas habilidosas a meio-campo será considerado de espantar.
Mais vale definir-se que daqui até ao fim do campeonato o Benfica terá apenas Capela, Mota ou Ferreira a apitar os jogos do clube. Acabar o trabalhinho em curso duma maneira que desse menos maçada a esconder. Depois, substituem-se as faixas de campeão por serpentinas, põe-se um barrete de palhaço na cabeça do Marquês de Pombal e toca a comemorar.
Não será por o FC Porto ganhar ou perder o próximo jogo que a pouca vergonha que tem acontecido este ano cairá no esquecimento. Mas ganhar em campo e mostrar que se lutará até ao fim contra tudo o que se tem passado será tão importante como ganhar o campeonato e, mais que tudo, cobrirá mais uma vez de honra o brasão abençoado.
“Não há derrotas quando é firme o passo”
Obrigado, José Eduardo Moniz
JOSÉ EDUARDO MONIZ disse que o melhor conselho que podia dar a Lopetegui era pedir à sua entidade patronal para lhe dar acesso aos arquivos dos últimos 25 anos. Bem sei que o antigo jornalista gosta de dar conselhos a treinadores. Recordo-me, aliás, de alguns comentários pouco simpáticos que dedicou a Jorge Jesus.
Estou convencido que o treinador basco conhece o passado do FC Porto, pelo menos a história dos feitos internacionais, os que se ouvem mais no estrangeiro. Mas caso o dirigente benfiquista se tenha esquecido e Lopetegui tenha andado distraído, eu esclareço: nos últimos 25 anos o FC Porto ganhou duas Ligas Europa, uma Taça Intercontinental e uma Liga dos Campeões (como o José Eduardo Moniz pode não saber, também o esclareço que o FC Porto ganhou em 87 outra, em 88 uma Supertaça europeia e outra Taça Intercontinental). Quantas, nesse período, ganhou o clube para que o sr. Moniz trabalha? Nenhuma, zero, nadinha, nickles.
Das vitórias internacionais do Benfica é que o treinador do FC Porto não se deve mesmo lembrar. As tais que foram ganhas quando se jogava de chuteiras de travessas e havia meia dúzia de clubes profissionais. Seria difícil, é que Lopetegui ainda nem sequer tinha nascido e José Eduardo Moniz tinha 9 anos.
Já agora, nos últimos 25 anos, o FC Porto ganhou 17 campeonatos. E não foi com Capelas, Motas, Ferreiras e afins, foi com Zahovics e Drulovics (em idade de jogarem e não depois de se reformarem para os lados da Luz), Vítor Baías, Kostadinovs, Domingos, Brancos, Ricardos Carvalhos, Decos, Jardeis, Hulks, Falcoes, James, Mourinhos, Villas-Boas, Jesualdos, Robsons etc etc.
Claro que não há nada como dizer mal do FC Porto para agradar aos sócios do Benfica. Talvez, quem sabe, o cargo de presidente do Benfica não seja um projeto esquecido pelo cavalheiro em causa e estejamos a assistir ao início da segunda tentativa para a alcançar. Mas isso é lá com ele, com Luís Filipe Vieira e com os benfiquistas. Mas, no fundo, há que agradecer a José Eduardo Moniz por nos ter lembrado o que têm sido os últimos anos: um livro de honras de vitórias sem igual para o FC Porto e um enorme fracasso do clube para que trabalha.
in abola
…Seja como for, o FC Porto tem obrigação de ganhar ao Sporting. Porque é melhor, porque este ano ainda não ganhou a nenhum dos seus tradicionais rivais e, sobretudo, porque não pode dar a mínima desculpa que contribua para distrair os adeptos de futebol do mais escandaloso campeonato de que há memória.
É fundamental que ninguém esqueça esta sucessão de arbitragens escandalosas e, sobretudo, das nomeações cirúrgicas que parece serem feitas para dar o bicampeonato ao Benfica, como forma de comemorar a despedida de quem tem decidido, da maneira que está perante todos, que árbitro apita que jogo.
Sendo que o Benfica não consegue ganhar dois campeonatos seguidos há mais de trinta anos, é capaz de dar direito a uma estátua num local qualquer próximo da Luz.
A vontade de ajudar é tanta, que depois de mais uma jornada em que o Benfica foi, pela enésima vez, beneficiado duma forma descarada e vergonhosa [só não denunciada por quem não consegue ver futebol, mas apenas o seu clube (caso da LPinhão, constato eu)] e se tentou por todos os meios que o FC Porto perdesse pontos no Bessa (aquele penalty sobre o Hernâni e a não expulsão dum jogador boavisteiro são de bradar aos céus), nomeia-se agora o inefável Capela para o jogo da Luz. Já se tinham passado todos os limites mas agora é mesmo gozar a valer.
Toca a rir que já nada é estranho. Como já não é estranho ver o Benfica a jogar contra dez, sempre que as coisas se apresentam complicadas.
Curiosamente, nas competições europeias, as que os benfiquistas têm acompanhado pela TV, o Benfica viu, em três jogos, jogadores seus serem expulsos, ele há coisas…
Também já ninguém acha esquisito ver juízes de linha a portarem-se como defesas ou atacantes do Benfica, nem é surpreendente ver penalties descarados a não serem marcados, nem a marcação daquelas faltinhas habilidosas a meio-campo será considerado de espantar.
Mais vale definir-se que daqui até ao fim do campeonato o Benfica terá apenas Capela, Mota ou Ferreira a apitar os jogos do clube. Acabar o trabalhinho em curso duma maneira que desse menos maçada a esconder. Depois, substituem-se as faixas de campeão por serpentinas, põe-se um barrete de palhaço na cabeça do Marquês de Pombal e toca a comemorar.
Não será por o FC Porto ganhar ou perder o próximo jogo que a pouca vergonha que tem acontecido este ano cairá no esquecimento. Mas ganhar em campo e mostrar que se lutará até ao fim contra tudo o que se tem passado será tão importante como ganhar o campeonato e, mais que tudo, cobrirá mais uma vez de honra o brasão abençoado.
“Não há derrotas quando é firme o passo”
Obrigado, José Eduardo Moniz
JOSÉ EDUARDO MONIZ disse que o melhor conselho que podia dar a Lopetegui era pedir à sua entidade patronal para lhe dar acesso aos arquivos dos últimos 25 anos. Bem sei que o antigo jornalista gosta de dar conselhos a treinadores. Recordo-me, aliás, de alguns comentários pouco simpáticos que dedicou a Jorge Jesus.
Estou convencido que o treinador basco conhece o passado do FC Porto, pelo menos a história dos feitos internacionais, os que se ouvem mais no estrangeiro. Mas caso o dirigente benfiquista se tenha esquecido e Lopetegui tenha andado distraído, eu esclareço: nos últimos 25 anos o FC Porto ganhou duas Ligas Europa, uma Taça Intercontinental e uma Liga dos Campeões (como o José Eduardo Moniz pode não saber, também o esclareço que o FC Porto ganhou em 87 outra, em 88 uma Supertaça europeia e outra Taça Intercontinental). Quantas, nesse período, ganhou o clube para que o sr. Moniz trabalha? Nenhuma, zero, nadinha, nickles.
Das vitórias internacionais do Benfica é que o treinador do FC Porto não se deve mesmo lembrar. As tais que foram ganhas quando se jogava de chuteiras de travessas e havia meia dúzia de clubes profissionais. Seria difícil, é que Lopetegui ainda nem sequer tinha nascido e José Eduardo Moniz tinha 9 anos.
Já agora, nos últimos 25 anos, o FC Porto ganhou 17 campeonatos. E não foi com Capelas, Motas, Ferreiras e afins, foi com Zahovics e Drulovics (em idade de jogarem e não depois de se reformarem para os lados da Luz), Vítor Baías, Kostadinovs, Domingos, Brancos, Ricardos Carvalhos, Decos, Jardeis, Hulks, Falcoes, James, Mourinhos, Villas-Boas, Jesualdos, Robsons etc etc.
Claro que não há nada como dizer mal do FC Porto para agradar aos sócios do Benfica. Talvez, quem sabe, o cargo de presidente do Benfica não seja um projeto esquecido pelo cavalheiro em causa e estejamos a assistir ao início da segunda tentativa para a alcançar. Mas isso é lá com ele, com Luís Filipe Vieira e com os benfiquistas. Mas, no fundo, há que agradecer a José Eduardo Moniz por nos ter lembrado o que têm sido os últimos anos: um livro de honras de vitórias sem igual para o FC Porto e um enorme fracasso do clube para que trabalha.
in abola
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Lopetegui e a actualidade do futebol português
A revolta de Julen Lopetegui pelas arbitragens ganhou proporções maiores com a realização da 22.ª jornada. O treinador não se calou e clamou igualdade logo na segunda pergunta a que foi sujeito na conferência de Imprensa depois do jogo. "Não marcaram um penálti (sobre Hernâni) logo na primeira parte. Uma vez mais. Não gosto de falar de sorte e azar. E nós tivemos azar. Há equipas bem orientadas que, quando o futebol não lhes chega, não tem azar nas decisões. Nós sim. É a nossa sina", lamentou. "Tivemos azar que não visse o penálti. Fora os dois cartões vermelhos que os laterais do Boavista deviam ter visto. Temos de fazer mais do que outros para ganhar. Sabemos que esses têm a sorte que nós não temos", continuou a criticar.
Instigado a dizer claramente que estava a falar do jogo do Benfica em Moreira de Cónegos, Lopetegui foi mais longe. "Estou a falar de toda a época. Olhos para que os quero. Não vale a pena dizer nada. Há grandes analistas", finalizou.
Na análise global, que até fez em jeito de introdução, destacou também o valor emocional deste jogo. "Esperávamos um jogo muito difícil, um dérbi muito emocional, contra um rival com muitas ganas. Tivemos ocasiões e não conseguimos marcar, mas destaco a calma que tivemos para esperar. Fizemos um grande trabalho e os três pontos são absolutamente merecidos", comentou, reforçando a dificuldade de um dérbi "que o FC Porto não vencia desde Mourinho (2003/04)" e elogiando os adeptos, "pela energia fantástica dada para a equipa não perder intensidade."
Reação do FC Porto
O FC Porto reagiu, na página oficial do Facebook, às declarações de José Eduardo Moniz, vice-presidente do Benfica, que esta manhã afirmara que "o que Lopetegui ontem disse foi aquilo que o instruíram a afirmar e como só chegou este ano ao futebol português, o melhor que pode fazer é pedir à sua entidade patronal para ter acesso aos arquivos dos últimos 25 anos de forma a ficar a saber o que é favorecimento no futebol português".
Na reação a estas afirmações, o FC Porto escreveu isto:
"Arquivo dos últimos 25 anos: 1 Liga dos Campeões, 2 Taças UEFA/Liga Europa, 1 Taça Intercontinental, 17 Campeonatos, 10 Taças de Portugal e 16 Supertaças de Portugal (Total: 47 títulos)".
Contra tudo e contra todos
Tello festejou a vitória do FC Porto em casa do Boavista também nas redes sociais, publicando no Twitter uma fotografia, em que surge na companhia de Quintero e Brahimi, acompanhada pela seguinte legenda. "Contra tudo e contra todos!!! Vamooos!!! Siga.... Somos Porto".
Instigado a dizer claramente que estava a falar do jogo do Benfica em Moreira de Cónegos, Lopetegui foi mais longe. "Estou a falar de toda a época. Olhos para que os quero. Não vale a pena dizer nada. Há grandes analistas", finalizou.
Na análise global, que até fez em jeito de introdução, destacou também o valor emocional deste jogo. "Esperávamos um jogo muito difícil, um dérbi muito emocional, contra um rival com muitas ganas. Tivemos ocasiões e não conseguimos marcar, mas destaco a calma que tivemos para esperar. Fizemos um grande trabalho e os três pontos são absolutamente merecidos", comentou, reforçando a dificuldade de um dérbi "que o FC Porto não vencia desde Mourinho (2003/04)" e elogiando os adeptos, "pela energia fantástica dada para a equipa não perder intensidade."
Reação do FC Porto
O FC Porto reagiu, na página oficial do Facebook, às declarações de José Eduardo Moniz, vice-presidente do Benfica, que esta manhã afirmara que "o que Lopetegui ontem disse foi aquilo que o instruíram a afirmar e como só chegou este ano ao futebol português, o melhor que pode fazer é pedir à sua entidade patronal para ter acesso aos arquivos dos últimos 25 anos de forma a ficar a saber o que é favorecimento no futebol português".
Na reação a estas afirmações, o FC Porto escreveu isto:
"Arquivo dos últimos 25 anos: 1 Liga dos Campeões, 2 Taças UEFA/Liga Europa, 1 Taça Intercontinental, 17 Campeonatos, 10 Taças de Portugal e 16 Supertaças de Portugal (Total: 47 títulos)".
Contra tudo e contra todos
Tello festejou a vitória do FC Porto em casa do Boavista também nas redes sociais, publicando no Twitter uma fotografia, em que surge na companhia de Quintero e Brahimi, acompanhada pela seguinte legenda. "Contra tudo e contra todos!!! Vamooos!!! Siga.... Somos Porto".
Campeonato? Qual campeonato?
Por Miguel Sousa Tavares in abola
1 – Um campeonato é uma competição organizada entre indivíduos ou equipas em que o traço característico é o de todos se submeterem às mesmas regras – e é isso, justamente, que fornece a emotividade de uma competição. Não quer dizer que à partida todos combatam com armas iguais – porque uns são mais fortes do que outros, uns dispõem de mais meios do que outros, uns têm melhores condições para competir do que outros. Mas quer dizer que a desigualdade de condições, que é própria de qualquer competição, não implica, antes impede, a desigualdade de regras competitivas. Sob pena de não valer a pena competir e de as vitórias, assim obtidas, serem desprovidas de qualquer mérito.
E, agora, vou pesar bem a minha afirmação seguinte: a esta luz daquilo que é um campeonato, o campeonato de futebol português da época em curso, designado por Liga NOS, não está a ser e não é um campeonato.
Porque há 17 equipas para quem as regras são umas e outra equipa, o Benfica, para quem as regras são outras. Claramente à vista de quem quiser ver.
Note-se que não venho chorar pelos erros de arbitragem que terão prejudicado o meu clube ao longo desta época – e bem podia fazê-lo. Detesto a eterna postura de queixinhas dos árbitros com que os sportinguistas, por exemplo, julgam poder reescrever toda a história acontecida nos relvados. Não, eu venho apenas denunciar a chocante, repetitiva e indesmentível desigualdade competitiva de que o Benfica tem beneficiado por força de sucessivas arbitragens que já nem se preocupam em disfarçar o que visivelmente é o projecto político de tornar o Benfica campeão em 2014/15, dê lá por onde der. E – concedam-mo ou não, recordem-se ou não – tenho a meu favor o crédito de quem, num passado bem recente, reconheceu, aqui e quando foi caso disso, o mérito que o Benfica teve noutras vitórias, noutras conquistas e noutros campeonatos.
Mas este ano, os benfiquistas bem podem já envergar as faixas de campeão que manifestamente lhes estão destinadas desde o princípio, podem encher o Marquês do Pombal, podem ser levados aos ombros pelo Dr. António Costa e louvados pela sua imprensa de estimação, mas não encontrarão, da minha parte ou de quem quer que esteja atento ao futebol em Portugal, qualquer indicio de respeito ou reconhecimento do mérito do título que vão ostentar.
Já foi demais, ultrapassaram todas as marcas, foram demasiados jogos empurrados pelos árbitros.
No actual campeonato, o Benfica tem um dos seus melhores registos de sempre, jogando o pior futebol desde Trapattoni. Não por acaso, a sua caminhada triunfal entre-muros, indiciando uma superioridade de jogo a quem não viu, sofre um brutal desmentido quando se olha para o que foi a sua miserável prestação europeia. Este Benfica pré-campeão e dominador na tabela, só domina cá dentro. Porque será? Alguns benfiquistas mais desprendidos ou mais sérios têm-me reconhecido que sim, que, de facto, é verdade que esta tem sido uma época muito generosa dos árbitros. Mas logo acrescentam, claro, que é para “compensar os anos em que o Porto roubava”. Pois, eu, de memórias dessas, dos “roubos de catedral”, tenho outras, ainda bem vivas e opostas, da década de setenta. Cada um tem as suas, mas, pelo menos, os “anos de roubo” do Porto eram acompanhados por um futebol de categoria, equipas e jogadores inesquecíveis, campeonatos ganhos ao Benfica com 12, 14 ou 20 pontos de avanço, e uma série de títulos internacionais jamais igualados pelo Benfica e que, esses, não podem ser explicados por favores de arbitragem. Mas sucede que este ano ainda ninguém terá visto um só jogo brilhante do Benfica – quando, onde? Sucede que, olhando para a sua equipa actual, e por razões que não vêm ao caso, que grandes jogadores lá vemos? Em minha modesta opinião, dois: Luisão e Gaitán. O resto é um conjunto banal a nível europeu, onde coexistem jogadores bonzinhos, jogadores razoáveis e jogadores medíocres. Nada que alguma vez fique para a história das grandes equipas d o Benfica.
Este fim-de-semana, prosseguindo a saga, o pobre Moreirense viu repetir-se o que já lhe acontecera contra o Benfica no jogo da Luz: 11 contra 11, estava a ganhar; com 10 contra 11, perdeu. Como se não bastasse uma daquelas expulsões inatacáveis (isto é, do puro arbítrio do árbitro, que ninguém pode confirmar ou contraditar), ainda viu o primeiro golo do Benfica nascer de um canto inexistente e um penalty perdoado que teria reposto a igualdade (o terceiro penalty consecutivo perdoado ao Benfica em três jogos). Se alguém não pode queixar-se de que é mais difícil jogar contra 10 do que contra 11 é Jorge Jesus: ele viu-se nessa agradável situação em nada menos do que oito jogos do campeonato (!), e em todas elas, se a memória não me falha, venceu assim os jogos. Mas tudo não passa, como ontem escrevia o benfiquista Fernando Guerra, de “casos para alimentarem as conversas de café durante a semana, mas nada mais do que isso…”.
O problema é quando os adversários chegam ao ponto a que eu cheguei: já nem tenho paciência para as conversas de café e, não fossem as obrigações decorrentes da escrita desta coluna, já nem teria paciência para ver os jogos do Benfica. Para quê, se o essencial da competição é desvirtuado semana após semana e se celebram vitórias que deviam envergonhar, como se todos os outros fossem estúpidos?
2 – Achei notáveis algumas das críticas negativas que li à exibição do FC Porto em Basileia, como se fosse fácil chegar lá e fazer o que o FC Porto fez: um domínio avassalador de princípio a fim, com 11 cantos contra 0 e 16 remates contra 1, enfrentando uma arbitragem que parecia comanditada e que consentiu ao Basileia um jogo de intimidação e quase violência impune, a culminar na lesão premeditada de Óliver . Pois eu penso que o FC Porto fez um grande jogo, bem demonstrativo do estatuto europeu que conquistou por mérito próprio e vai passando de geração em geração de jogadores e treinadores. Pecou na finalização, como é mais do que hábito, e não teve a sorte do jogo, como nunca tem. Mas fez um grande jogo, mostrou toda a sua categoria e mostrou uma verdadeira equipa de futebol moderno que, aos poucos, Lopetegui tem vindo a saber construir, depois de tantas perplexidades e erros iniciais. Não obstante, continuo a lamentar a sua insistência em Casemiro (bastaram-lhe 10 segundos para fazer uma falta e 18 minutos para levar o inevitável amarelo), e em Herrera, um jogador que até já deprime ver jogar:
Miguel não compreendo a sua obsessão em criticar o Casemiro e o Herrera. Numa equipa de futebol há lugar para violinos e para tocadores de bombo. O Casemiro na minha modesta opinião joga porque é mais coriáceo do que o Rúben e o Herrera porque é um monumento de resistência física, percorre o campo todo durante os 90 minutos ajudando a desestabilizar os adversários…
Agora, com a baixa de Óliver para umas semanas, aquele meio-campo, se não levar uma grande volta, vai complicar muito as coisas.
3 – Terrível o jogo do FC Porto no Bessa, como seria de esperar. Conforme a tradição, o Boavista faz destes jogos os jogos da sua vida, fecha-se como se estivesse a defender a virgindade da Pamela Anderson e distribui cacetada na justa medida em que o árbitro lho permite – e o de ontem permitiu quase tudo.
A única coisa que mudou é que agora o relvado do Bessa é um carpélio gasto e sujo, muito pior do que tantos que a Parque Escolar espalhou pelas escolas do país e onde, obviamente, o futebol não é possível, nem isso interessa agora. Para tornar tudo ainda mais difícil, Lopetegui continuou a investir em Herrera, que agora mais parece um jogadora adversário e, no limite do desastre, tece de ir à garagem buscar o Ferrari e o Aston Martin, se não não ganhava o jogo. Só uma pergunta: que mais será preciso para um árbitro aquele penalty escandaloso sobre o Hernâni? A resposta está no ponto 1 deste texto…
1 – Um campeonato é uma competição organizada entre indivíduos ou equipas em que o traço característico é o de todos se submeterem às mesmas regras – e é isso, justamente, que fornece a emotividade de uma competição. Não quer dizer que à partida todos combatam com armas iguais – porque uns são mais fortes do que outros, uns dispõem de mais meios do que outros, uns têm melhores condições para competir do que outros. Mas quer dizer que a desigualdade de condições, que é própria de qualquer competição, não implica, antes impede, a desigualdade de regras competitivas. Sob pena de não valer a pena competir e de as vitórias, assim obtidas, serem desprovidas de qualquer mérito.
E, agora, vou pesar bem a minha afirmação seguinte: a esta luz daquilo que é um campeonato, o campeonato de futebol português da época em curso, designado por Liga NOS, não está a ser e não é um campeonato.
Porque há 17 equipas para quem as regras são umas e outra equipa, o Benfica, para quem as regras são outras. Claramente à vista de quem quiser ver.
Note-se que não venho chorar pelos erros de arbitragem que terão prejudicado o meu clube ao longo desta época – e bem podia fazê-lo. Detesto a eterna postura de queixinhas dos árbitros com que os sportinguistas, por exemplo, julgam poder reescrever toda a história acontecida nos relvados. Não, eu venho apenas denunciar a chocante, repetitiva e indesmentível desigualdade competitiva de que o Benfica tem beneficiado por força de sucessivas arbitragens que já nem se preocupam em disfarçar o que visivelmente é o projecto político de tornar o Benfica campeão em 2014/15, dê lá por onde der. E – concedam-mo ou não, recordem-se ou não – tenho a meu favor o crédito de quem, num passado bem recente, reconheceu, aqui e quando foi caso disso, o mérito que o Benfica teve noutras vitórias, noutras conquistas e noutros campeonatos.
Mas este ano, os benfiquistas bem podem já envergar as faixas de campeão que manifestamente lhes estão destinadas desde o princípio, podem encher o Marquês do Pombal, podem ser levados aos ombros pelo Dr. António Costa e louvados pela sua imprensa de estimação, mas não encontrarão, da minha parte ou de quem quer que esteja atento ao futebol em Portugal, qualquer indicio de respeito ou reconhecimento do mérito do título que vão ostentar.
Já foi demais, ultrapassaram todas as marcas, foram demasiados jogos empurrados pelos árbitros.
No actual campeonato, o Benfica tem um dos seus melhores registos de sempre, jogando o pior futebol desde Trapattoni. Não por acaso, a sua caminhada triunfal entre-muros, indiciando uma superioridade de jogo a quem não viu, sofre um brutal desmentido quando se olha para o que foi a sua miserável prestação europeia. Este Benfica pré-campeão e dominador na tabela, só domina cá dentro. Porque será? Alguns benfiquistas mais desprendidos ou mais sérios têm-me reconhecido que sim, que, de facto, é verdade que esta tem sido uma época muito generosa dos árbitros. Mas logo acrescentam, claro, que é para “compensar os anos em que o Porto roubava”. Pois, eu, de memórias dessas, dos “roubos de catedral”, tenho outras, ainda bem vivas e opostas, da década de setenta. Cada um tem as suas, mas, pelo menos, os “anos de roubo” do Porto eram acompanhados por um futebol de categoria, equipas e jogadores inesquecíveis, campeonatos ganhos ao Benfica com 12, 14 ou 20 pontos de avanço, e uma série de títulos internacionais jamais igualados pelo Benfica e que, esses, não podem ser explicados por favores de arbitragem. Mas sucede que este ano ainda ninguém terá visto um só jogo brilhante do Benfica – quando, onde? Sucede que, olhando para a sua equipa actual, e por razões que não vêm ao caso, que grandes jogadores lá vemos? Em minha modesta opinião, dois: Luisão e Gaitán. O resto é um conjunto banal a nível europeu, onde coexistem jogadores bonzinhos, jogadores razoáveis e jogadores medíocres. Nada que alguma vez fique para a história das grandes equipas d o Benfica.
Este fim-de-semana, prosseguindo a saga, o pobre Moreirense viu repetir-se o que já lhe acontecera contra o Benfica no jogo da Luz: 11 contra 11, estava a ganhar; com 10 contra 11, perdeu. Como se não bastasse uma daquelas expulsões inatacáveis (isto é, do puro arbítrio do árbitro, que ninguém pode confirmar ou contraditar), ainda viu o primeiro golo do Benfica nascer de um canto inexistente e um penalty perdoado que teria reposto a igualdade (o terceiro penalty consecutivo perdoado ao Benfica em três jogos). Se alguém não pode queixar-se de que é mais difícil jogar contra 10 do que contra 11 é Jorge Jesus: ele viu-se nessa agradável situação em nada menos do que oito jogos do campeonato (!), e em todas elas, se a memória não me falha, venceu assim os jogos. Mas tudo não passa, como ontem escrevia o benfiquista Fernando Guerra, de “casos para alimentarem as conversas de café durante a semana, mas nada mais do que isso…”.
O problema é quando os adversários chegam ao ponto a que eu cheguei: já nem tenho paciência para as conversas de café e, não fossem as obrigações decorrentes da escrita desta coluna, já nem teria paciência para ver os jogos do Benfica. Para quê, se o essencial da competição é desvirtuado semana após semana e se celebram vitórias que deviam envergonhar, como se todos os outros fossem estúpidos?
2 – Achei notáveis algumas das críticas negativas que li à exibição do FC Porto em Basileia, como se fosse fácil chegar lá e fazer o que o FC Porto fez: um domínio avassalador de princípio a fim, com 11 cantos contra 0 e 16 remates contra 1, enfrentando uma arbitragem que parecia comanditada e que consentiu ao Basileia um jogo de intimidação e quase violência impune, a culminar na lesão premeditada de Óliver . Pois eu penso que o FC Porto fez um grande jogo, bem demonstrativo do estatuto europeu que conquistou por mérito próprio e vai passando de geração em geração de jogadores e treinadores. Pecou na finalização, como é mais do que hábito, e não teve a sorte do jogo, como nunca tem. Mas fez um grande jogo, mostrou toda a sua categoria e mostrou uma verdadeira equipa de futebol moderno que, aos poucos, Lopetegui tem vindo a saber construir, depois de tantas perplexidades e erros iniciais. Não obstante, continuo a lamentar a sua insistência em Casemiro (bastaram-lhe 10 segundos para fazer uma falta e 18 minutos para levar o inevitável amarelo), e em Herrera, um jogador que até já deprime ver jogar:
Miguel não compreendo a sua obsessão em criticar o Casemiro e o Herrera. Numa equipa de futebol há lugar para violinos e para tocadores de bombo. O Casemiro na minha modesta opinião joga porque é mais coriáceo do que o Rúben e o Herrera porque é um monumento de resistência física, percorre o campo todo durante os 90 minutos ajudando a desestabilizar os adversários…
Agora, com a baixa de Óliver para umas semanas, aquele meio-campo, se não levar uma grande volta, vai complicar muito as coisas.
3 – Terrível o jogo do FC Porto no Bessa, como seria de esperar. Conforme a tradição, o Boavista faz destes jogos os jogos da sua vida, fecha-se como se estivesse a defender a virgindade da Pamela Anderson e distribui cacetada na justa medida em que o árbitro lho permite – e o de ontem permitiu quase tudo.
A única coisa que mudou é que agora o relvado do Bessa é um carpélio gasto e sujo, muito pior do que tantos que a Parque Escolar espalhou pelas escolas do país e onde, obviamente, o futebol não é possível, nem isso interessa agora. Para tornar tudo ainda mais difícil, Lopetegui continuou a investir em Herrera, que agora mais parece um jogadora adversário e, no limite do desastre, tece de ir à garagem buscar o Ferrari e o Aston Martin, se não não ganhava o jogo. Só uma pergunta: que mais será preciso para um árbitro aquele penalty escandaloso sobre o Hernâni? A resposta está no ponto 1 deste texto…
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
FC Porto vence Boavista apoiado por Hugo Miguel
23/02/2015 - A equipa do FC Porto merece todos os elogios e mais alguns, porque conseguiu derrotar os boavisteiros (sarrafeiros com o beneplácito árbitro Hugo Miguel) do Petit!
A equipa de arbitragem chefiada por Hugo Miguel tudo fez, no capítulo disciplinar (protegendo os boavisteiros e sancionando os portistas por dá cá aquela palha) para o Boavista pontuar, só a grande paciência e superior capacidade/competência da equipa portista para superar o autocarro de dois andares que Petit colocou em frente da baliza dos axadrezados, fez fracassar as intenções de Petit e desta equipa de arbitragem.
Esta equipa do Boavista é uma equipa de caceteiros que os árbitros têm de ter atenção ao seu jogo (sujo) subterrâneo, pois dão muita pancada à socapa, aliás jogam à imagem do seu actual treinador que quando jogava, ele próprio, dava pancada nos adversários como se não houvesse amanhã.
Por conseguinte a equipa do FC Porto está de parabéns e a vitória conquistada no Bessa deve ser ainda mais valorizada devido às adversidades provocadas pelos axadrezados e consentidas por Hugo Miguel.
Boavista 0 22.ª jornada FC Porto 2
Segunda-feira, 23 Fevereiro 2015 - 20:00 - Competição:Primeira Liga
Estádio:Bessa Séc. XXI (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro:Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes:Ricardo Santos e Hernâni Fernandes
4º Árbitro:Rui OliveiraBoavista: 1 Mika, 2 João Dias (c), 22 Carlos Santos, 94 Philipe Sampaio (85')
25 Afonso Figueiredo, 27 Anderson Carvalho, 42 Idris (77'), 24 Reuben Gabriel
7 Brito, 70 Zé Manuel, 8 Leozinho
Suplentes: 29 Mamadou Ba, 4 Fábio Ervões, 11 Pouga, (82' Anderson Carvalho)
14 Julian Montenegro, 16 Marek Cech , (71' Reuben Gabriel), 55 Beckeles
75 Michael Uchebo , (55' Leozinho)
Treinador: Petit
FC Porto: 12 Fabiano, 21 Ricardo, 4 Maicon, 5 Marcano, 14 José Ángel
36 Rúben Neves, 16 Herrera (72'), 10 Quintero, 7 Ricardo Quaresma (45')
9 Jackson Martínez (c) , 17 Hernâni
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, 13 Diego Reyes, 15 Evandro, (83' Quaresma)
8 Brahimi, (64' Quintero), 11 Tello, (55' Hernâni), 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Heroica vitória no sintético

Lopetegui: “Equipa teve o prémio merecido”
Um dérbi na ressaca da UEFA Champions League, sem quatro habituais titulares, disputado num relvado artificial e em que o FC Porto voltou a ver um penálti negado pela equipa de arbitragem, ainda o resultado estava a zero. Apesar de todas as contrariedades, os Dragões “mostraram capacidade e carácter”, nas palavras de Julen Lopetegui, e conquistaram uma vitória “justíssima” (2-0), a quinta consecutiva no campeonato, naquela que é a melhor série da temporada dos azuis e brancos.
“Jogar um dérbi nunca é fácil e a carga emocional é muito grande, não esquecendo que vínhamos de um jogo para a Champions. A equipa mostrou carácter e personalidade e soube superar as dificuldades, esperando pelo momento certo para procurar a superioridade no marcador. Cumprimos o nosso objectivo e conquistámos os três pontos num campo tradicionalmente difícil, com relvado sintético, onde o FC Porto já não vencia desde a época 2003/2004. A vitória é um prémio merecido e a equipa está de parabéns”, afirmou Lopetegui, no final da partida com o Boavista, no Estádio do Bessa Século XXI.
Lopetegui realçou ainda a forma como a equipa soube manter “a serenidade, sem cair na tentação de jogar directo”, mesmo quando o jogo se precipitava para o fim e o empate teimava em manter-se e mesmo quando, ainda na primeira parte, Hugo Miguel não assinalou um penálti “claríssimo” sobre Hernâni. “Mais uma vez, tivemos o azar de o árbitro não ver e ter perdoado cartões vermelhos aos laterais do Boavista, enquanto nós fomos admoestados com cartões amarelos que não se entendem”, defendeu Lopetegui. “As outras equipas, que são boas e são bem orientadas, quando o futebol não chega, têm a sorte com as decisões dos árbitros que nós não temos tido”, acrescentouPor falar em sorte e azar, o treinador espanhol acertou em cheio, quando fez entrar primeiro Tello, que assistiu Jackson para o primeiro golo, e depois Brahimi, que apontou o segundo. “Considerei que era oportuno fazer estas alterações. A equipa precisava de jogar por fora e os dois entraram muito bem, mas os outros que já lá estavam também estiveram bem”, explicou Lopetegui, que não se esqueceu de elogiar a forma como os adeptos apoiaram a
equipa e “a ajudaram a chegar ao golo”.
Jackson: “A nossa atitude não depende do relvado”
“Sentimos algumas dificuldades para contrariar o esquema do Boavista, que esteve muito organizado e a procurar surpreender-nos em contra-ataque. Soubemos adaptar-nos às circunstâncias, inclusiva à de estarmos a jogar em relvado sintético, e conseguimos a vitória, que era o mais importante. O relvado nunca seria uma desculpa para nós, até porque a nossa atitude não depende dele. Fizemos o que tínhamos a fazer e agora vamos continuar a trabalhar para conquistarmos mais três pontos no próximo jogo. No FC Porto sentimos a pressão todos os dias, para trabalhar mais e melhor”, declarou Jackson Martínez na flash interview que se seguiu ao triunfo no dérbi portuense.
A equipa de arbitragem chefiada por Hugo Miguel tudo fez, no capítulo disciplinar (protegendo os boavisteiros e sancionando os portistas por dá cá aquela palha) para o Boavista pontuar, só a grande paciência e superior capacidade/competência da equipa portista para superar o autocarro de dois andares que Petit colocou em frente da baliza dos axadrezados, fez fracassar as intenções de Petit e desta equipa de arbitragem.
Esta equipa do Boavista é uma equipa de caceteiros que os árbitros têm de ter atenção ao seu jogo (sujo) subterrâneo, pois dão muita pancada à socapa, aliás jogam à imagem do seu actual treinador que quando jogava, ele próprio, dava pancada nos adversários como se não houvesse amanhã.
Por conseguinte a equipa do FC Porto está de parabéns e a vitória conquistada no Bessa deve ser ainda mais valorizada devido às adversidades provocadas pelos axadrezados e consentidas por Hugo Miguel.
Boavista 0 22.ª jornada FC Porto 2

79' Jackson Martínez (c) 87' Brahimi
Segunda-feira, 23 Fevereiro 2015 - 20:00 - Competição:Primeira Liga
Estádio:Bessa Séc. XXI (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro:Hugo Miguel (Lisboa)
Assistentes:Ricardo Santos e Hernâni Fernandes
4º Árbitro:Rui OliveiraBoavista: 1 Mika, 2 João Dias (c), 22 Carlos Santos, 94 Philipe Sampaio (85')
25 Afonso Figueiredo, 27 Anderson Carvalho, 42 Idris (77'), 24 Reuben Gabriel
7 Brito, 70 Zé Manuel, 8 Leozinho
Suplentes: 29 Mamadou Ba, 4 Fábio Ervões, 11 Pouga, (82' Anderson Carvalho)
14 Julian Montenegro, 16 Marek Cech , (71' Reuben Gabriel), 55 Beckeles
75 Michael Uchebo , (55' Leozinho)
Treinador: Petit
FC Porto: 12 Fabiano, 21 Ricardo, 4 Maicon, 5 Marcano, 14 José Ángel
36 Rúben Neves, 16 Herrera (72'), 10 Quintero, 7 Ricardo Quaresma (45')
9 Jackson Martínez (c) , 17 Hernâni
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, 13 Diego Reyes, 15 Evandro, (83' Quaresma)
8 Brahimi, (64' Quintero), 11 Tello, (55' Hernâni), 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Heroica vitória no sintético

Golos de Jackson e de Brahimi, já perto do final do encontro, resolveram uma partida difícil no Bessa
Depois duma primeira parte disputada e de 35 minutos com mais raça e querer do que com futebol de qualidade, a emoção estava guardada para o fim na partida em que o FC Porto venceu o Boavista, com Jackson, a 11 minutos do término do encontro, e Brahimi, aos 87minutos, a marcarem os golos que colocaram novamente o FC Porto a quatro pontos da liderança do campeonato. Foi a quarta vitória consecutiva dos comandados de Lopetegui na Liga e a melhor série sem sofrer golos na principal competição do futebol português (quatro jogos).
Os portistas iniciaram o jogo com seis alterações relativamente à partida em Basileia – Danilo, Alex Sandro e Casemiro, castigados, e Óliver Torres, lesionado, bem como Brahimi e Tello, por opção técnica, deram lugar a Ricardo, José Ángel, Rúben Neves, Quintero, Quaresma e Hernâni – e a verdade é que, fosse devido ao Boavista a defender com as 11 unidades atrás da linha do meio campo ou devido a um relvado sintético “castigado” pela chuva que caiu na Invicta durante o dia, o jogo dos Dragões demorava a fluir. Aos 14 minutos surgiu o primeiro caso na partida: José Ángel soltou-se do espartilho axadrezado, ganhou um canto e, no seguimento do lance, o árbitro Hugo Miguel não quis ver o derrube de João Dias a Hernâni, deixando por marcar uma grande penalidade a favor do FC Porto.Com o domínio territorial dos comandados de Lopetegui, o Boavista só incomodava em tímidos contra-ataques e contava com o “critério largo” do juiz lisboeta nas disputas de bola mais ríspidas, tendo os Dragões sentido dificuldades em encontrar espaços na muralha boavisteira. Os portistas revelaram falta de pontaria neste período, com Quintero a rematar ao lado num livre directo, aos 37 minutos, e Jackson a desperdiçar a melhor oportunidade, novamente rematando ao lado, aos 44, após um passe espectacular do jovem colombiano. Ao intervalo, o 0-0 premiava o jogo faltoso/subterrâneo do Boavista e castigava a ineficácia dos Dragões no ataque, apesar dos 72% de posse de bola.
Na segunda parte os Dragões entraram mais inconformados e Jackson, de cabeça (51 minutos) e Quaresma, num lance individual (aos 53), podiam ter inaugurado o marcador. O Boavista voltava a defender com as linhas bem juntas e os portistas, apesar de terem a bola, não conseguiam criar oportunidades de perigo junto da baliza de Mika. Lopetegui mexeu na equipa, retirando Hernâni e Quintero, colocando Tello e Brahimi para tentar refrescar o ataque azul e branco. O jogo aumentou de intensidade e, a partir dos 65 minutos, os Dragões começaram novamente a pressionar a baliza contrária.
Com o balanceamento ofensivo do FC Porto, o Boavista cresceu no ataque e Fabiano fez uma boa defesa aos 72 minutos. Aos 79, finalmente, justiça no marcador: combinação no ataque entre Quaresma e Ricardo, com o lateral adaptado a fazer um cruzamento largo que foi ter a Tello, tendo o espanhol cruzado ao segundo poste para a emenda de Jackson, que contou com a colaboração de Philippe para marcar o golo inaugural da partida. A bancada por trás de Mika “explodiu” com os festejos dos adeptos portistas que fizeram a curta viagem ao Bessa e o apoio, bem audível, teve sem dúvida um prémio ainda maior: Brahimi arrancou em corrida e a bola só parou no fundo das redes do Boavista, num belo remate de fora da área, aos 87, que colocou o marcador em 2-0 e fez o resultado final, sentenciando a primeira vitória dos Dragões no Bessa desde 2003/04 (1-0), em época de título europeu quando José Mourinho ainda era o treinador dos portistas.
Golos de Jackson e de Brahimi, já perto do final do encontro, resolveram uma partida difícil no Bessa
Depois duma primeira parte disputada e de 35 minutos com mais raça e querer do que com futebol de qualidade, a emoção estava guardada para o fim na partida em que o FC Porto venceu o Boavista, com Jackson, a 11 minutos do término do encontro, e Brahimi, aos 87minutos, a marcarem os golos que colocaram novamente o FC Porto a quatro pontos da liderança do campeonato. Foi a quarta vitória consecutiva dos comandados de Lopetegui na Liga e a melhor série sem sofrer golos na principal competição do futebol português (quatro jogos).
Os portistas iniciaram o jogo com seis alterações relativamente à partida em Basileia – Danilo, Alex Sandro e Casemiro, castigados, e Óliver Torres, lesionado, bem como Brahimi e Tello, por opção técnica, deram lugar a Ricardo, José Ángel, Rúben Neves, Quintero, Quaresma e Hernâni – e a verdade é que, fosse devido ao Boavista a defender com as 11 unidades atrás da linha do meio campo ou devido a um relvado sintético “castigado” pela chuva que caiu na Invicta durante o dia, o jogo dos Dragões demorava a fluir. Aos 14 minutos surgiu o primeiro caso na partida: José Ángel soltou-se do espartilho axadrezado, ganhou um canto e, no seguimento do lance, o árbitro Hugo Miguel não quis ver o derrube de João Dias a Hernâni, deixando por marcar uma grande penalidade a favor do FC Porto.Com o domínio territorial dos comandados de Lopetegui, o Boavista só incomodava em tímidos contra-ataques e contava com o “critério largo” do juiz lisboeta nas disputas de bola mais ríspidas, tendo os Dragões sentido dificuldades em encontrar espaços na muralha boavisteira. Os portistas revelaram falta de pontaria neste período, com Quintero a rematar ao lado num livre directo, aos 37 minutos, e Jackson a desperdiçar a melhor oportunidade, novamente rematando ao lado, aos 44, após um passe espectacular do jovem colombiano. Ao intervalo, o 0-0 premiava o jogo faltoso/subterrâneo do Boavista e castigava a ineficácia dos Dragões no ataque, apesar dos 72% de posse de bola.
Na segunda parte os Dragões entraram mais inconformados e Jackson, de cabeça (51 minutos) e Quaresma, num lance individual (aos 53), podiam ter inaugurado o marcador. O Boavista voltava a defender com as linhas bem juntas e os portistas, apesar de terem a bola, não conseguiam criar oportunidades de perigo junto da baliza de Mika. Lopetegui mexeu na equipa, retirando Hernâni e Quintero, colocando Tello e Brahimi para tentar refrescar o ataque azul e branco. O jogo aumentou de intensidade e, a partir dos 65 minutos, os Dragões começaram novamente a pressionar a baliza contrária.
Com o balanceamento ofensivo do FC Porto, o Boavista cresceu no ataque e Fabiano fez uma boa defesa aos 72 minutos. Aos 79, finalmente, justiça no marcador: combinação no ataque entre Quaresma e Ricardo, com o lateral adaptado a fazer um cruzamento largo que foi ter a Tello, tendo o espanhol cruzado ao segundo poste para a emenda de Jackson, que contou com a colaboração de Philippe para marcar o golo inaugural da partida. A bancada por trás de Mika “explodiu” com os festejos dos adeptos portistas que fizeram a curta viagem ao Bessa e o apoio, bem audível, teve sem dúvida um prémio ainda maior: Brahimi arrancou em corrida e a bola só parou no fundo das redes do Boavista, num belo remate de fora da área, aos 87, que colocou o marcador em 2-0 e fez o resultado final, sentenciando a primeira vitória dos Dragões no Bessa desde 2003/04 (1-0), em época de título europeu quando José Mourinho ainda era o treinador dos portistas.
Um dérbi na ressaca da UEFA Champions League, sem quatro habituais titulares, disputado num relvado artificial e em que o FC Porto voltou a ver um penálti negado pela equipa de arbitragem, ainda o resultado estava a zero. Apesar de todas as contrariedades, os Dragões “mostraram capacidade e carácter”, nas palavras de Julen Lopetegui, e conquistaram uma vitória “justíssima” (2-0), a quinta consecutiva no campeonato, naquela que é a melhor série da temporada dos azuis e brancos.
“Jogar um dérbi nunca é fácil e a carga emocional é muito grande, não esquecendo que vínhamos de um jogo para a Champions. A equipa mostrou carácter e personalidade e soube superar as dificuldades, esperando pelo momento certo para procurar a superioridade no marcador. Cumprimos o nosso objectivo e conquistámos os três pontos num campo tradicionalmente difícil, com relvado sintético, onde o FC Porto já não vencia desde a época 2003/2004. A vitória é um prémio merecido e a equipa está de parabéns”, afirmou Lopetegui, no final da partida com o Boavista, no Estádio do Bessa Século XXI.
Lopetegui realçou ainda a forma como a equipa soube manter “a serenidade, sem cair na tentação de jogar directo”, mesmo quando o jogo se precipitava para o fim e o empate teimava em manter-se e mesmo quando, ainda na primeira parte, Hugo Miguel não assinalou um penálti “claríssimo” sobre Hernâni. “Mais uma vez, tivemos o azar de o árbitro não ver e ter perdoado cartões vermelhos aos laterais do Boavista, enquanto nós fomos admoestados com cartões amarelos que não se entendem”, defendeu Lopetegui. “As outras equipas, que são boas e são bem orientadas, quando o futebol não chega, têm a sorte com as decisões dos árbitros que nós não temos tido”, acrescentouPor falar em sorte e azar, o treinador espanhol acertou em cheio, quando fez entrar primeiro Tello, que assistiu Jackson para o primeiro golo, e depois Brahimi, que apontou o segundo. “Considerei que era oportuno fazer estas alterações. A equipa precisava de jogar por fora e os dois entraram muito bem, mas os outros que já lá estavam também estiveram bem”, explicou Lopetegui, que não se esqueceu de elogiar a forma como os adeptos apoiaram a
equipa e “a ajudaram a chegar ao golo”.
Jackson: “A nossa atitude não depende do relvado”
“Sentimos algumas dificuldades para contrariar o esquema do Boavista, que esteve muito organizado e a procurar surpreender-nos em contra-ataque. Soubemos adaptar-nos às circunstâncias, inclusiva à de estarmos a jogar em relvado sintético, e conseguimos a vitória, que era o mais importante. O relvado nunca seria uma desculpa para nós, até porque a nossa atitude não depende dele. Fizemos o que tínhamos a fazer e agora vamos continuar a trabalhar para conquistarmos mais três pontos no próximo jogo. No FC Porto sentimos a pressão todos os dias, para trabalhar mais e melhor”, declarou Jackson Martínez na flash interview que se seguiu ao triunfo no dérbi portuense.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Pinto da Costa: "Árbitros? Mau é o critério de nomeações"
22/02/2015 - Numa altura em que a temporada entra numa fase decisiva, o presidente do FC Porto não esconde a preocupação com a arbitragem. Ao ponto de defender o regresso ao sorteio dos árbitros.
Há dias teceu algumas críticas ao trabalho do árbitro do FC Porto-Vitória de Guimarães. Está preocupado com o que possa acontecer nesta ponta final de temporada?
Não me lembro de nenhuma época, desde que sou presidente do FC Porto, que não tenha sido complicada. É evidente que, nesta altura, a minha preocupação vai, não no sentido dos próprios jogos, não obstante o respeito que todos os adversários nos merecem, mas da forma como são arbitrados. Vejo em clubes adversários entradas que até os críticos do vosso jornal dizem serem merecedoras de vermelho e nem amarelo levam; e vejo os nossos jogadores, à mínima coisa, ficarem marcados para levar logo amarelo.
Há o caso do FC Porto-Benfica em que o Benfica bateu o recorde de faltas, mas o Casemiro, na primeira que fez, junto da linha lateral, uma falta igual a muitas outras bem mais duras que passaram incólumes, viu logo um cartão amarelo. Isso é que me preocupa. Isso e o critério das nomeações.
PS - Lopetegui - Prevê um jogo difícil e duro no Bessa:
"Sem dúvida alguma. O Boavista é a equipa que mais tem melhorado na Liga. É forte e dura, mas tem os seus momentos de futebol; sabe dar respostas, tem uma boa dinâmica, sabe como atacar os adversários com as condições que tem. Nós temos de saber dar uma resposta a isso.
Depois, o árbitro terá de ser justo e proteger o futebol, mas isso é uma questão que está longe da minha influência".
Árbitro: Hugo Miguel
Idade: 37
Assistentes: Ricardo Santos, Hernâni Fernandes
4º Árbitro: Rui Oliveira
Observador(es): António Brandão
Delegado(s): Alcino Campos, João Formosinho
Há dias teceu algumas críticas ao trabalho do árbitro do FC Porto-Vitória de Guimarães. Está preocupado com o que possa acontecer nesta ponta final de temporada?
Não me lembro de nenhuma época, desde que sou presidente do FC Porto, que não tenha sido complicada. É evidente que, nesta altura, a minha preocupação vai, não no sentido dos próprios jogos, não obstante o respeito que todos os adversários nos merecem, mas da forma como são arbitrados. Vejo em clubes adversários entradas que até os críticos do vosso jornal dizem serem merecedoras de vermelho e nem amarelo levam; e vejo os nossos jogadores, à mínima coisa, ficarem marcados para levar logo amarelo.
Há o caso do FC Porto-Benfica em que o Benfica bateu o recorde de faltas, mas o Casemiro, na primeira que fez, junto da linha lateral, uma falta igual a muitas outras bem mais duras que passaram incólumes, viu logo um cartão amarelo. Isso é que me preocupa. Isso e o critério das nomeações.
PS - Lopetegui - Prevê um jogo difícil e duro no Bessa:
"Sem dúvida alguma. O Boavista é a equipa que mais tem melhorado na Liga. É forte e dura, mas tem os seus momentos de futebol; sabe dar respostas, tem uma boa dinâmica, sabe como atacar os adversários com as condições que tem. Nós temos de saber dar uma resposta a isso.
Depois, o árbitro terá de ser justo e proteger o futebol, mas isso é uma questão que está longe da minha influência".
Árbitro: Hugo Miguel
Idade: 37
Assistentes: Ricardo Santos, Hernâni Fernandes
4º Árbitro: Rui Oliveira
Observador(es): António Brandão
Delegado(s): Alcino Campos, João Formosinho
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