09/03/2015 - Óliver e Gonçalo chamados para a Champions
Médio está recuperado da lesão e avançado ocupa a vaga de Jackson na lista de eleitos para o duelo com o Basileia
Óliver Torres e Gonçalo Paciência reentram na lista de convocados de Julen Lopetegui para o duelo com o Basileia, da segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League. O médio espanhol está de regresso 20 dias depois de se ter lesionado, no primeiro jogo com os helvéticos, enquanto o avançado do FC Porto B, que voltou a treinar com o plantel principal, se estreia nos eleitos do técnico espanhol em jogos da principal competição europeia de clubes.
Lista de 19 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Rúben Neves, Evandro, Herrera, Óliver Torres, Quintero, Quaresma, Brahimi, Tello, Hernâni, Aboubakar e Gonçalo Paciência.
Lopetegui: “Temos de fazer as coisas fantasticamente”
Em conferência de imprensa de antevisão da partida contra o Basileia (terça-feira, 19h45), Julen Lopetegui previu que a equipa suíça vai obrigar o FC Porto a
“fazer as coisas fantasticamente” se quiser passar aos quartos-de-final e “representar o país e a cidade entre as oito melhores equipas da Europa”.
O técnico considera que o campeão suíço é uma equipa “muito completa”, com “carácter e experiência”, e pediu o “alento de que a equipa precisa” por parte dos adeptos na partida da segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League.
Lopetegui recordou que a equipa está apenas no intervalo da eliminatória: “Estamos a falar da UEFA Champions League. Temos uma grande oportunidade de poder representar o país, a cidade do Porto e o clube entre as oito melhores equipas da Europa, algo que será muito difícil. Estamos empatados e temos de ganhar frente a um adversário que nos vai obrigar a fazer fantasticamente as coisas, um grande jogo e chegar aos limites, porque estamos na Champions. Há equipas de grande nível que não chegaram a esta fase”.
Defendendo que o Basileia possui jogadores que “estão habituados a atacar e o fazem bem”, o espanhol definiu a partida como um “jogo no limite”: “Temos de estar bem nos aspectos defensivos e ofensivos, ter a concentração em níveis elevados e, objectivamente, dar a melhor resposta possível. Temos a intenção e a vontade de superar um grande adversário, que fez um grande caminho na Champions e já não é a primeira vez que o faz. Tem jogadores técnicos, velozes, com experiência, carácter e é uma equipa completa, senão não estaria onde está. É uma equipa que tem muitos argumentos, uma vasta experiência na competição e que vai obrigar-nos a fazer um jogo bom para podermos passar”.
Recusando-se falar das ausências – “estamos focados nos que vão estar presentes, o futebol tem circunstâncias e temos de saber dar as respostas” -, Julen Lopetegui anteviu um jogo “suficientemente bonito, atractivo e da máxima dificuldade”: “Temos de ser capazes de disfrutar do espectáculo. Temos a vontade e a ambição de, através do trabalho individual e colectivo, chegar às últimas oito equipas da competição”.
O técnico conta ainda com o 12.º jogador para atingir os quartos-de-final: “Temos a certeza de que os adeptos vão dar-nos esse alento de que precisamos quando temos de ir ao limite. Vai ser magnífico. O facto é que começámos esta viagem sem bilhete, tivemos de o ganhar, tínhamos muita vontade de jogar a Champions e temos vontade de continuar a jogá-la. O objectivo é continuar na prova”.
Incondicional adepto do FC Porto FC Porto o melhor Clube português *Dragão!You are the best!*
segunda-feira, 9 de março de 2015
Big Boss da arbitragem, Vítor Pereira defende Benfica
09/03/2015 - Vítor Pereira: "critério de nomeação existe e é coerente"
É coerente porque é conveniente para o clube da águia, caso não fosse já terias ido dar (feito acto de contrição) explicações à imprensa, ou seja, ajoelhar, baixar as calças aos benfiquistas...!
É coerente porque é conveniente para o Benfica
É coerente porque é conveniente para o clube da águia, caso não fosse já terias ido dar (feito acto de contrição) explicações à imprensa, ou seja, ajoelhar, baixar as calças aos benfiquistas...!
É coerente porque é conveniente para o Benfica
domingo, 8 de março de 2015
Sub-19 goleiam no terreno do Benfica e derrota dos "Bês"
Leonardo, Rui Pedro e Bruno Costa apontaram os golos que permitem ao FC Porto continuar só com vitórias no Campeonato
Os Sub-19 do FC Porto somaram este sábado, no Centro de Treinos do Benfica, no Seixal, a terceira vitória em três jogos na fase final do Campeonato nacional de Juniores A, ao golear por 3-0. Leonardo abriu o marcador, aos oito minutos, Rui Pedro e Bruno Costa construíram o resultado final já nos últimos minutos. Os Dragões lideram assim a prova, com nove pontos, tantos quantos o Gil Vicente e mais sete do que o rival lisboeta, que era apontado como favorito à conquista do título.
Os azuis e brancos chegaram à vantagem logo aos oito minutos, por intermédio de Leonardo, que abriu o marcador após um canto bem trabalhado pelos Dragões. A bola viajou da esquerda para o segundo poste, tendo sido desviada por Ruben Macedo para o centro da área, onde apareceu o colombiano a desviar. Aos 20 minutos, o 2-0 esteve próximo, mas o guarda-redes do Benfica desviou para canto um livre em posição frontal. Os lisboetas revelaram grandes dificuldades em criar lances de perigo, face à organizada defensiva azul e branca. Por outro lado, usaram de uma agressividade excessiva, que foi sendo tolerada pelo árbitro.
Na segunda parte, a grande coesão defensiva dos portistas continuou a evidenciar-se. O Benfica pressionou mais e subiu as suas linhas, mas os Dragões resolveram mesmo as situações mais complicadas e nunca abdicaram de trocar a bola no meio-campo adversário. Em dois contra-ataques já nos minutos finais, aos 89 e 95 minutos, os suplentes Rui Pedro e Bruno Costa marcaram mais dois golos.
Os comandados de Folha - que no próximo sábado, às 15h00, recebem o Nacional, em encontro da quarta jornada - alinharam com: Raúl Gudiño; Fernando, Verdasca, Malthe Johansen e Lumor; João Cardoso (Bruno Costa, 80m), Rui Moreira (cap.) e Moreto Cassamá (Fidelis, 57m); Sérgio Ribeiro, Leonardo Ruíz (Rui Pedro, 72m) e Rúben Macedo.
Dragões Bês derrotados no Olival por 1-0
Faltou aos jovens portistas: estofo físico, maturidade futebolística e quem chute à baliza com precisão e potência
O FC Porto B perdeu (1-0), este domingo, com o Portimonense, em partida da 32.ª jornada da Segunda Liga, disputada no Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival. Um golo de Pires, aos 63 minutos, foi suficiente para os Dragões cederem a primeira derrota em casa desde 31 de Agosto, na recepção ao Santa Clara, a contar para a quinta jornada da competição.
A equipa algarvia apresentou-se no Olival muito coesa na defesa e disposta a jogar no erro dos portistas e o facto é que, apesar da posse de bola dominadora (acima dos 60% ao intervalo), os “bês” tiveram muitas dificuldades em conseguir chegar à baliza do Portimonense com perigo, dependendo quase exclusivamente das arrancadas de Frédéric e de Rafa para dar velocidade à partida. Frédéric (12m, com um remate à figura), André Silva (18m, a rematar por cima após um grande passe de Zé António) e Roniel (37m, com um remate à figura após grande jogada de Frédéric) tiveram as melhores oportunidades dos azuis e brancos, mas não foram eficazes em frente à baliza adversária.
Foi Everton, do Portimonense, a gerar a primeira ocasião de perigo na etapa complementar, com um remate que saiu ao lado da baliza de Kadú, aos 52 minutos. A resposta azul e branca veio num livre directo de Rafa, aos 60, que saiu um pouco ao lado, mas os Dragões acabaram mesmo por sofrer um golo, à passagem dos 63 minutos, no seguimento de um canto, com Pires a colocar o Portimonense em vantagem (1-0). Os “bês” não conseguiram reagir, denotando sempre dificuldades ao entrar no meio-campo algarvio, fruto da boa organização do adversário, e só de bola parada (Rafa, aos 75m, quase marcava) é que os azuis e brancos criaram perigo. Aos 82 minutos, Luís Castro jogou as cartas todas, ao tirar Zé António e a colocar Anderson, apostando em apenas três defesas, mas a maior experiência dos algarvios veio ao de cima e o Portimonense conseguiu aguentar o “assalto final” dos portistas, segurando o 1-0.
No final da partida, Luís Castro não escondeu a sua desilusão pela derrota, assumindo que o número de jogos que a equipa tem vindo a disputar é um factor a ter em conta: “Tivemos uma entrada forte no jogo, com o jogo controlado durante meia hora, com ocasiões para chegar ao golo e esse era o elemento necessário para fazer face à fadiga que vimos sentindo. Apesar disso, não podemos ir pelas desculpas do acumular de jogos: temos de nos preparar bem para todos os encontros, embora saibamos que possam acontecer dificuldades e lesões nos jogadores que temos, como foi o caso do Lichnovsky. A partir dos 30 minutos, o Portimonense soltou-se um pouco, nós não conseguimos reagir e a partir do golo não conseguimos ter a ligação que queríamos ter e passámos a ser uma equipa descoordenada. Apesar do domínio, era um domínio sem perigo no último terço e dominarmos jogos sem ocasiões no último terço não leva a resultados positivos”.
Com este resultado, os Dragões estão no nono lugar da Segunda Liga, empatados com o adversário deste domingo, com 47 pontos. O próximo encontro dos “bês” está agendado para quarta-feira, às 15h00, e é frente à Olhanense, no Estádio José Arcanjo, no Algarve.
FICHA DE JOGO
FC PORTO B-PORTIMONENSE, 0-1
Segunda Liga, 32.ª jornada
8 de Março de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival
Árbitro: João Pinheiro (Braga)
Assistentes: Jorge Fernandes e Miguel Silva
Quarto árbitro: Renato Mendes
FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Igor Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro SIlva (cap.); Frédéric, André Silva e Roniel
Substituições: Igor Lichnovsky por Diego Carlos (46m), Leandro Silva por João Graça (55m) e Zé António por Anderson (82m)
Não utilizados: Caio, David Bruno, Pité e Tony Djim
Treinador: Luís Castro
PORTIMONENSE: Ricardo Ferreira; Ricardo Pessoa (cap.), Ivo Nicolau, Maurício Antônio e Mamadu Candé; João Paulo, Everton, Fernandinho, Gleison Moreira e Luís Zambujo; Fidélis
Substituições: Fidélis por Pires (57m), João Paulo por Fabrício Messias (71m) e Luís Zambujo por Fabrício Paraíba (78m)
Não utilizados: Carlos Henriques, Fabrício Messias, Ryuki e Rafinha
Treinador: Carlos Azenha
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Pires (63m)
Disciplina: cartão amarelo a Mamadou Candé (14m), Zé António (25m), Fernandinho (26m), João Paulo (58m), Diego Carlos (60m) e Ricardo Ferreira (90+3m)
Os Sub-19 do FC Porto somaram este sábado, no Centro de Treinos do Benfica, no Seixal, a terceira vitória em três jogos na fase final do Campeonato nacional de Juniores A, ao golear por 3-0. Leonardo abriu o marcador, aos oito minutos, Rui Pedro e Bruno Costa construíram o resultado final já nos últimos minutos. Os Dragões lideram assim a prova, com nove pontos, tantos quantos o Gil Vicente e mais sete do que o rival lisboeta, que era apontado como favorito à conquista do título.
Os azuis e brancos chegaram à vantagem logo aos oito minutos, por intermédio de Leonardo, que abriu o marcador após um canto bem trabalhado pelos Dragões. A bola viajou da esquerda para o segundo poste, tendo sido desviada por Ruben Macedo para o centro da área, onde apareceu o colombiano a desviar. Aos 20 minutos, o 2-0 esteve próximo, mas o guarda-redes do Benfica desviou para canto um livre em posição frontal. Os lisboetas revelaram grandes dificuldades em criar lances de perigo, face à organizada defensiva azul e branca. Por outro lado, usaram de uma agressividade excessiva, que foi sendo tolerada pelo árbitro.
Na segunda parte, a grande coesão defensiva dos portistas continuou a evidenciar-se. O Benfica pressionou mais e subiu as suas linhas, mas os Dragões resolveram mesmo as situações mais complicadas e nunca abdicaram de trocar a bola no meio-campo adversário. Em dois contra-ataques já nos minutos finais, aos 89 e 95 minutos, os suplentes Rui Pedro e Bruno Costa marcaram mais dois golos.
Os comandados de Folha - que no próximo sábado, às 15h00, recebem o Nacional, em encontro da quarta jornada - alinharam com: Raúl Gudiño; Fernando, Verdasca, Malthe Johansen e Lumor; João Cardoso (Bruno Costa, 80m), Rui Moreira (cap.) e Moreto Cassamá (Fidelis, 57m); Sérgio Ribeiro, Leonardo Ruíz (Rui Pedro, 72m) e Rúben Macedo.
Dragões Bês derrotados no Olival por 1-0
Faltou aos jovens portistas: estofo físico, maturidade futebolística e quem chute à baliza com precisão e potência
O FC Porto B perdeu (1-0), este domingo, com o Portimonense, em partida da 32.ª jornada da Segunda Liga, disputada no Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival. Um golo de Pires, aos 63 minutos, foi suficiente para os Dragões cederem a primeira derrota em casa desde 31 de Agosto, na recepção ao Santa Clara, a contar para a quinta jornada da competição.
A equipa algarvia apresentou-se no Olival muito coesa na defesa e disposta a jogar no erro dos portistas e o facto é que, apesar da posse de bola dominadora (acima dos 60% ao intervalo), os “bês” tiveram muitas dificuldades em conseguir chegar à baliza do Portimonense com perigo, dependendo quase exclusivamente das arrancadas de Frédéric e de Rafa para dar velocidade à partida. Frédéric (12m, com um remate à figura), André Silva (18m, a rematar por cima após um grande passe de Zé António) e Roniel (37m, com um remate à figura após grande jogada de Frédéric) tiveram as melhores oportunidades dos azuis e brancos, mas não foram eficazes em frente à baliza adversária.
Foi Everton, do Portimonense, a gerar a primeira ocasião de perigo na etapa complementar, com um remate que saiu ao lado da baliza de Kadú, aos 52 minutos. A resposta azul e branca veio num livre directo de Rafa, aos 60, que saiu um pouco ao lado, mas os Dragões acabaram mesmo por sofrer um golo, à passagem dos 63 minutos, no seguimento de um canto, com Pires a colocar o Portimonense em vantagem (1-0). Os “bês” não conseguiram reagir, denotando sempre dificuldades ao entrar no meio-campo algarvio, fruto da boa organização do adversário, e só de bola parada (Rafa, aos 75m, quase marcava) é que os azuis e brancos criaram perigo. Aos 82 minutos, Luís Castro jogou as cartas todas, ao tirar Zé António e a colocar Anderson, apostando em apenas três defesas, mas a maior experiência dos algarvios veio ao de cima e o Portimonense conseguiu aguentar o “assalto final” dos portistas, segurando o 1-0.
No final da partida, Luís Castro não escondeu a sua desilusão pela derrota, assumindo que o número de jogos que a equipa tem vindo a disputar é um factor a ter em conta: “Tivemos uma entrada forte no jogo, com o jogo controlado durante meia hora, com ocasiões para chegar ao golo e esse era o elemento necessário para fazer face à fadiga que vimos sentindo. Apesar disso, não podemos ir pelas desculpas do acumular de jogos: temos de nos preparar bem para todos os encontros, embora saibamos que possam acontecer dificuldades e lesões nos jogadores que temos, como foi o caso do Lichnovsky. A partir dos 30 minutos, o Portimonense soltou-se um pouco, nós não conseguimos reagir e a partir do golo não conseguimos ter a ligação que queríamos ter e passámos a ser uma equipa descoordenada. Apesar do domínio, era um domínio sem perigo no último terço e dominarmos jogos sem ocasiões no último terço não leva a resultados positivos”.
Com este resultado, os Dragões estão no nono lugar da Segunda Liga, empatados com o adversário deste domingo, com 47 pontos. O próximo encontro dos “bês” está agendado para quarta-feira, às 15h00, e é frente à Olhanense, no Estádio José Arcanjo, no Algarve.
FICHA DE JOGO
FC PORTO B-PORTIMONENSE, 0-1
Segunda Liga, 32.ª jornada
8 de Março de 2015
Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival
Árbitro: João Pinheiro (Braga)
Assistentes: Jorge Fernandes e Miguel Silva
Quarto árbitro: Renato Mendes
FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Igor Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro SIlva (cap.); Frédéric, André Silva e Roniel
Substituições: Igor Lichnovsky por Diego Carlos (46m), Leandro Silva por João Graça (55m) e Zé António por Anderson (82m)
Não utilizados: Caio, David Bruno, Pité e Tony Djim
Treinador: Luís Castro
PORTIMONENSE: Ricardo Ferreira; Ricardo Pessoa (cap.), Ivo Nicolau, Maurício Antônio e Mamadu Candé; João Paulo, Everton, Fernandinho, Gleison Moreira e Luís Zambujo; Fidélis
Substituições: Fidélis por Pires (57m), João Paulo por Fabrício Messias (71m) e Luís Zambujo por Fabrício Paraíba (78m)
Não utilizados: Carlos Henriques, Fabrício Messias, Ryuki e Rafinha
Treinador: Carlos Azenha
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Pires (63m)
Disciplina: cartão amarelo a Mamadou Candé (14m), Zé António (25m), Fernandinho (26m), João Paulo (58m), Diego Carlos (60m) e Ricardo Ferreira (90+3m)
sexta-feira, 6 de março de 2015
FC Porto vence Braga defensivo de contra ataque
06/03/2015 - Um a vitória difícil num campo difícil, pelo que a equipa portista merece todos os elogios pelo facto de ter ultrapassado um Braga muito complicado, que jogou nitidamente para o empate e que quando se viu a perder, só então, tentou com um certo tipo de futebol directo ( pontapé para a frente) conseguir a divisão de pontos.
Não há dúvida que foi uma grande vitória contra um Braga matreiro, com atitudes teatrais de alguns dos seus jogadores na tentativa conseguida, em alguns casos, de amarelar os seus adversários, e, Jorge de Sousa com uma actuação muito desigual penalizando essencialmente os azuis e brancos, deixou-se ir na "onda" exibindo alguns cartões amarelos injustificáveis aos jogadores portistas, e, por outro lado, perdoou vários cartões aos bracarenses.
Enfim o costume: critérios rígidos para punir os Dragões e deveras permissivo, benevolente mesmo, não sancionando diversas faltas dos jogadores do Braga, ou quando marcou esqueceu-se de reprimir o jogo faltoso do adversário, ficando por exibir alguns cartões aos arsenalistas.
De destacar nos Dragões
Os centrais, principalmente o Marcano acompanhado de perto pelo Maicon.
Nas faixas laterais, melhor o Danilo do que o Alex Sandro (altos e baixos) que se deixou desarmar em vários lances, que não resultaram em golo para os minhotos, porque não calhou.
No meio campo, Casemiro lutador e quase 100% eficaz a destruir jogo. O Herrera como de costume, sempre muito lutador e a percorrer/encher o campo todo.
Evandro hoje não foi tão influente como oito dias antes, em que realizou uma boa exibição.
Na frente, os artistas do costume com especial relevo para Jackson enquanto jogou e Tello que marcou outro excelente golo pleno de oportunidade. Brahimi muito individualista, agarrou-se demasiado à bola, pelo que a sua exibição foi relativamente fraca.
Rúben Neves entrou para ajudar na defesa e desempenhou bem a sua missão.
Aboubakar, não há dúvida que é craque! Quando estiver melhor adaptado e entrosado vai ser uma dor de cabeça para os adversários, um excelente substituto de Jackson.
Quaresma entrou para atacar mas notou-se pouco.
Sporting de Braga 24.ª jornada FC Porto
73' Tello
Sexta-feira, 6 Março 2015 - 20:30 - Competição: Primeira Liga
Estádio: Municipal de Braga (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
Assistentes: Álvaro Mesquita e Bruno Trindade
4º Árbitro: Manuel Oliveira
Braga: 92 Matheus, 15 Baiano, 33 Aderlan Santos (c), 6 André Pinto, 3 Tiago Gomes
19 Danilo (90+4'), 25 Pedro Tiba, 14 Rúben Micael (60'), 23 Pedro Santos
20 Zé Luís , 18 Rafa
Suplentes: 1 Kritciuk, 2 Sasso, 7 Salvador Agra, (67' Rafa), 17 Éder, (59' Zé Luís)
30 Alan, 63 Mauro, 90 Pardo, (75' Pedro Santos)
Treinador: Sérgio Conceição
FC Porto: 12 Fabiano (89'), 2 Danilo (38'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (61')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, 7 Quaresma , (61' Evandro), 10 Quintero
17 Hernâni, 36 Rúben Neves, (78' Brahimi), 99 Aboubakar, (65' Jackson Martínez)
Treinador: Julen Lopetegui
Golo de Tello permitiu ao FC Porto vencer em Braga por 1-0 e somar o sexto triunfo consecutivo
O sexto golo na Liga portuguesa de Tello, permitiu ao FC Porto bater o Sporting de Braga (1-0) e colocar-se, pelo menos provisoriamente, a um ponto do líder Benfica. Tratou-se do sexto triunfo consecutivo dos Dragões na prova, sempre sem sofrer golos (já lá vão 598 minutos nesse registo), num encontro em que foi preciso resistir, entre outras contrariedades, à lesão do goleador Jackson Martínez. Desde o final da época 2012/13 que os azuis e brancos não tinham uma sequência tão positiva na Liga e nunca o FC Porto tinha vencido por cinco épocas consecutivas no terreno bracarense.
Ambos os treinadores repetiram os onzes da última jornada da Liga e, também como o previsto, os primeiros minutos foram equilibrados, tensos e muito tácticos. A equipa da casa apostava claramente nas transições, enquanto o FC Porto, respeitando o seu estilo, privilegiava a posse de bola; como elemento em comum, ambas as formações tinham a pressão intensa sobre o adversário em busca da bola. Trocado por miúdos: os minhotos apostavam no erro do rival, os Dragões na inspiração e capacidade técnica dos seus jogadores.
Neste duelo entre filosofias distintas, começou melhor o Sporting de Braga e, aos seis minutos, Zé Luís rematou ao lado, na sequência de um livre lateral. Seria porém o único remate minhoto na primeira parte, porque aos poucos, os azuis e brancos foram crescendo e o adversário recuando no terreno. Tello teve por três vezes o golo nos pés: aos 20 e aos 45 minutos em cruzamentos-remate (o primeiro desviado pelo guardião Matheus, o segundo saiu ao lado da baliza da casa) e, já nos descontos, num remate em posição privilegiada, após lance colectivo, que saiu por cima. Ao intervalo, o FC Porto tinha 22 ataques (13 do adversário), sete remates e 71 por cento de posse de bola.
Após o descanso, que demorou 20 (!) minutos, por demora dos bracarenses, o FC Porto não adormeceu e, após a marcação rápida de um livre, Aderlan Santos quase desviava para a sua própria baliza, aos 47 minutos. O meio-campo bracarense estava para alugar, mas as trincheiras defensivas resistiam. Entretanto, Evandro cedeu o lugar a Quaresma (Brahimi passou para o apoio ao ponta de lança) e depois Jackson lesionou-se sozinho, num pique, tendo de ser substituído por Aboubakar. Porém, o camaronês acabou por ser providencial e, num dos primeiros toques na bola, lançou a corrida de Tello, que se desmarcou e finalizou com classe, aos 73 minutos, tal como frente ao Sporting.O Sporting de Braga lembrou-se então que o jogo tem duas balizas e procurou a todo o custo, com um jogo físico e bolas bombeadas, chegar ao empate. Os Dragões resistiram e para isso muito contribuiu o equilíbrio trazido pela entrada do médio Rúben Neves. No arranque da partida, estas eram as duas equipas com mais pontos conquistados na segunda volta, sendo que os bracarenses apenas tinham uma derrota em casa em toda a competição e vinham igualmente de cinco vitórias seguidas. Agora, o FC Porto é a melhor equipa da
segunda volta, o que quer dizer que não há descanso na perseguição do primeiro lugar.
Lopetegui: “A equipa está de parabéns”
Lopetegui destacou a boa exibição da equipa e a justiça da vitória em Braga (1-0)
Um jogo com um grau de dificuldade máxima, como previu Julen Lopetegui na antevisão, exigia o máximo do FC Porto para sair do Minho com os três pontos. O recado estava dado e o objectivo foi cumprido no campo. Para o técnico espanhol, os Dragões foram superiores ao Sporting de Braga durante quase toda a partida e foram, por isso, merecedores dos três pontos.
“Foi uma vitória absolutamente merecida pelo futebol que jogámos, pelas ocasiões que criámos frente a uma boa equipa, que teve apenas uma oportunidade de golo, logo no início do jogo. O Braga praticamente não atacou, creio que só rematou duas vezes e nós 16. Isso é mérito dos jogadores, do trabalho defensivo e ofensivo que fizeram e que foi capaz de neutralizar o adversário”, salientou o treinador portista, no final do encontro.
Julen Lopetegui, admitiu que esperava “um Braga um pouco mais ambicioso”, mas o que encontrou foi um adversário que “só quis defender e contra-atacar”, mas que esbarrou na solidez defensiva dos portistas. “Não cometemos erros. Estivemos bem defensivamente, concentrados. Tivemos ocasiões muito claras para marcar na primeira parte. Não há nenhuma dúvida em relação ao mérito do FC Porto. A equipa está de parabéns, foi merecedora dos três pontos, inclusive sem necessidade de sofrer tanto” finalizou.
Com esta vitória, os azuis e brancos alargaram para seis o número de jogos consecutivos a ganhar no campeonato. É o melhor FC Porto da época? “É um bom FC Porto, que está a trabalhar constantemente para melhorar, para crescer, atacando e defendendo melhor”, respondeu Lopetegui na conferência de imprensa, em que estiveram presentes o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, assim como Antero Henrique, CEO da FC Porto Desporto.
A lesão de Jackson Martínez foi a “única notícia triste” da noite no Minho, admitiu o treinador espanhol: “Suspeita-se de uma lesão muscular, ainda não sei a dimensão, mas conheço o Jackson e se ele sai do campo é porque se passa alguma coisa. É um exemplo para todos. Vamos ver o que tem e tentar contar com ele o quanto antes, porque é um jogador importante não só pelos golos que marca, mas por muitas outras coisas que nos dá".
Não há dúvida que foi uma grande vitória contra um Braga matreiro, com atitudes teatrais de alguns dos seus jogadores na tentativa conseguida, em alguns casos, de amarelar os seus adversários, e, Jorge de Sousa com uma actuação muito desigual penalizando essencialmente os azuis e brancos, deixou-se ir na "onda" exibindo alguns cartões amarelos injustificáveis aos jogadores portistas, e, por outro lado, perdoou vários cartões aos bracarenses.
Enfim o costume: critérios rígidos para punir os Dragões e deveras permissivo, benevolente mesmo, não sancionando diversas faltas dos jogadores do Braga, ou quando marcou esqueceu-se de reprimir o jogo faltoso do adversário, ficando por exibir alguns cartões aos arsenalistas.
De destacar nos Dragões
Os centrais, principalmente o Marcano acompanhado de perto pelo Maicon.
Nas faixas laterais, melhor o Danilo do que o Alex Sandro (altos e baixos) que se deixou desarmar em vários lances, que não resultaram em golo para os minhotos, porque não calhou.
No meio campo, Casemiro lutador e quase 100% eficaz a destruir jogo. O Herrera como de costume, sempre muito lutador e a percorrer/encher o campo todo.
Evandro hoje não foi tão influente como oito dias antes, em que realizou uma boa exibição.
Na frente, os artistas do costume com especial relevo para Jackson enquanto jogou e Tello que marcou outro excelente golo pleno de oportunidade. Brahimi muito individualista, agarrou-se demasiado à bola, pelo que a sua exibição foi relativamente fraca.
Rúben Neves entrou para ajudar na defesa e desempenhou bem a sua missão.
Aboubakar, não há dúvida que é craque! Quando estiver melhor adaptado e entrosado vai ser uma dor de cabeça para os adversários, um excelente substituto de Jackson.
Quaresma entrou para atacar mas notou-se pouco.
Sporting de Braga 24.ª jornada FC Porto

73' Tello
Sexta-feira, 6 Março 2015 - 20:30 - Competição: Primeira Liga
Estádio: Municipal de Braga (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro: Jorge Sousa (Porto)
Assistentes: Álvaro Mesquita e Bruno Trindade
4º Árbitro: Manuel Oliveira
Braga: 92 Matheus, 15 Baiano, 33 Aderlan Santos (c), 6 André Pinto, 3 Tiago Gomes
19 Danilo (90+4'), 25 Pedro Tiba, 14 Rúben Micael (60'), 23 Pedro Santos
20 Zé Luís , 18 Rafa
Suplentes: 1 Kritciuk, 2 Sasso, 7 Salvador Agra, (67' Rafa), 17 Éder, (59' Zé Luís)
30 Alan, 63 Mauro, 90 Pardo, (75' Pedro Santos)
Treinador: Sérgio Conceição
FC Porto: 12 Fabiano (89'), 2 Danilo (38'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (61')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, 7 Quaresma , (61' Evandro), 10 Quintero
17 Hernâni, 36 Rúben Neves, (78' Brahimi), 99 Aboubakar, (65' Jackson Martínez)
Treinador: Julen Lopetegui
Golo de Tello permitiu ao FC Porto vencer em Braga por 1-0 e somar o sexto triunfo consecutivo
O sexto golo na Liga portuguesa de Tello, permitiu ao FC Porto bater o Sporting de Braga (1-0) e colocar-se, pelo menos provisoriamente, a um ponto do líder Benfica. Tratou-se do sexto triunfo consecutivo dos Dragões na prova, sempre sem sofrer golos (já lá vão 598 minutos nesse registo), num encontro em que foi preciso resistir, entre outras contrariedades, à lesão do goleador Jackson Martínez. Desde o final da época 2012/13 que os azuis e brancos não tinham uma sequência tão positiva na Liga e nunca o FC Porto tinha vencido por cinco épocas consecutivas no terreno bracarense.
Ambos os treinadores repetiram os onzes da última jornada da Liga e, também como o previsto, os primeiros minutos foram equilibrados, tensos e muito tácticos. A equipa da casa apostava claramente nas transições, enquanto o FC Porto, respeitando o seu estilo, privilegiava a posse de bola; como elemento em comum, ambas as formações tinham a pressão intensa sobre o adversário em busca da bola. Trocado por miúdos: os minhotos apostavam no erro do rival, os Dragões na inspiração e capacidade técnica dos seus jogadores.
Neste duelo entre filosofias distintas, começou melhor o Sporting de Braga e, aos seis minutos, Zé Luís rematou ao lado, na sequência de um livre lateral. Seria porém o único remate minhoto na primeira parte, porque aos poucos, os azuis e brancos foram crescendo e o adversário recuando no terreno. Tello teve por três vezes o golo nos pés: aos 20 e aos 45 minutos em cruzamentos-remate (o primeiro desviado pelo guardião Matheus, o segundo saiu ao lado da baliza da casa) e, já nos descontos, num remate em posição privilegiada, após lance colectivo, que saiu por cima. Ao intervalo, o FC Porto tinha 22 ataques (13 do adversário), sete remates e 71 por cento de posse de bola.
Após o descanso, que demorou 20 (!) minutos, por demora dos bracarenses, o FC Porto não adormeceu e, após a marcação rápida de um livre, Aderlan Santos quase desviava para a sua própria baliza, aos 47 minutos. O meio-campo bracarense estava para alugar, mas as trincheiras defensivas resistiam. Entretanto, Evandro cedeu o lugar a Quaresma (Brahimi passou para o apoio ao ponta de lança) e depois Jackson lesionou-se sozinho, num pique, tendo de ser substituído por Aboubakar. Porém, o camaronês acabou por ser providencial e, num dos primeiros toques na bola, lançou a corrida de Tello, que se desmarcou e finalizou com classe, aos 73 minutos, tal como frente ao Sporting.O Sporting de Braga lembrou-se então que o jogo tem duas balizas e procurou a todo o custo, com um jogo físico e bolas bombeadas, chegar ao empate. Os Dragões resistiram e para isso muito contribuiu o equilíbrio trazido pela entrada do médio Rúben Neves. No arranque da partida, estas eram as duas equipas com mais pontos conquistados na segunda volta, sendo que os bracarenses apenas tinham uma derrota em casa em toda a competição e vinham igualmente de cinco vitórias seguidas. Agora, o FC Porto é a melhor equipa da
segunda volta, o que quer dizer que não há descanso na perseguição do primeiro lugar.
Lopetegui: “A equipa está de parabéns”
Lopetegui destacou a boa exibição da equipa e a justiça da vitória em Braga (1-0)
Um jogo com um grau de dificuldade máxima, como previu Julen Lopetegui na antevisão, exigia o máximo do FC Porto para sair do Minho com os três pontos. O recado estava dado e o objectivo foi cumprido no campo. Para o técnico espanhol, os Dragões foram superiores ao Sporting de Braga durante quase toda a partida e foram, por isso, merecedores dos três pontos.
“Foi uma vitória absolutamente merecida pelo futebol que jogámos, pelas ocasiões que criámos frente a uma boa equipa, que teve apenas uma oportunidade de golo, logo no início do jogo. O Braga praticamente não atacou, creio que só rematou duas vezes e nós 16. Isso é mérito dos jogadores, do trabalho defensivo e ofensivo que fizeram e que foi capaz de neutralizar o adversário”, salientou o treinador portista, no final do encontro.
Julen Lopetegui, admitiu que esperava “um Braga um pouco mais ambicioso”, mas o que encontrou foi um adversário que “só quis defender e contra-atacar”, mas que esbarrou na solidez defensiva dos portistas. “Não cometemos erros. Estivemos bem defensivamente, concentrados. Tivemos ocasiões muito claras para marcar na primeira parte. Não há nenhuma dúvida em relação ao mérito do FC Porto. A equipa está de parabéns, foi merecedora dos três pontos, inclusive sem necessidade de sofrer tanto” finalizou.
Com esta vitória, os azuis e brancos alargaram para seis o número de jogos consecutivos a ganhar no campeonato. É o melhor FC Porto da época? “É um bom FC Porto, que está a trabalhar constantemente para melhorar, para crescer, atacando e defendendo melhor”, respondeu Lopetegui na conferência de imprensa, em que estiveram presentes o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, assim como Antero Henrique, CEO da FC Porto Desporto.
A lesão de Jackson Martínez foi a “única notícia triste” da noite no Minho, admitiu o treinador espanhol: “Suspeita-se de uma lesão muscular, ainda não sei a dimensão, mas conheço o Jackson e se ele sai do campo é porque se passa alguma coisa. É um exemplo para todos. Vamos ver o que tem e tentar contar com ele o quanto antes, porque é um jogador importante não só pelos golos que marca, mas por muitas outras coisas que nos dá".
O benfiquista Varandas Fernandes é cego dum olho
06/03/2015 - Sr. Varandas Fernandes para V.a Ex.a que é benfiquista está tudo bem, e, assim deve continuar...
Até já se permite sugerir amordaçar quem se permita reclamar, sob pena de ser sujeito e posteriormente punido se não acatar como boas as práticas actuais favoráveis ao clube da águia!
Afirma mesmo que a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga deve proceder a uma abertura dum inquérito por estas tentativas que tem por detrás algum condicionamento. Mas mais, também afirma: "Temos equipa, Direcção e treinador que auguram coisa positivas para todos nós", entenda-se benfiquistas.
Mas é evidente que têm Direcção (liderada por alguém que em determinada altura disse: "Ó major, eu não quero nem me tenho chateado com isto, porque eu estou a fazer isto por outro lado.)
PS - Filipe Vieira ao telefone
Quanto a terem equipa e treinador, mas é evidente que têm, mas não é isso que está em causa.
O que é discutível é o valor da equipa e do treinador, porque se são tão bons como pretendem assegurar, porque foram eliminados sem glória da Liga dos Campeões e da Liga Europa?!
O problema é o facto dos benfiquistas se recusarem a admitir que têm uma equipa de meia tigela e que se não fossem as ajudas/benefícios dos árbitros escolhidos a dedo pelo "nomeações", epiteto atribuído por Filipe Vieira ao "jagunço" benfiquista que controla os árbitros o Benfica, actualmente, andaria pelo meio da tabela classificativa do campeonato.
Quanto aos árbitros, coitados, se não atuarem em conformidade com as instruções do nomeações estarão a colocar em causa a sua (deles) carreira na arbitragem...!
Pergunta-se porque será que neste momento as pessoas começam a falar de arbitragens e os dirigentes do Benfica estão calados como "ratos"?! É bom de concluir, não é...?
Até já se permite sugerir amordaçar quem se permita reclamar, sob pena de ser sujeito e posteriormente punido se não acatar como boas as práticas actuais favoráveis ao clube da águia!
Afirma mesmo que a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga deve proceder a uma abertura dum inquérito por estas tentativas que tem por detrás algum condicionamento. Mas mais, também afirma: "Temos equipa, Direcção e treinador que auguram coisa positivas para todos nós", entenda-se benfiquistas.
Mas é evidente que têm Direcção (liderada por alguém que em determinada altura disse: "Ó major, eu não quero nem me tenho chateado com isto, porque eu estou a fazer isto por outro lado.)
PS - Filipe Vieira ao telefone
Quanto a terem equipa e treinador, mas é evidente que têm, mas não é isso que está em causa.
O que é discutível é o valor da equipa e do treinador, porque se são tão bons como pretendem assegurar, porque foram eliminados sem glória da Liga dos Campeões e da Liga Europa?!
O problema é o facto dos benfiquistas se recusarem a admitir que têm uma equipa de meia tigela e que se não fossem as ajudas/benefícios dos árbitros escolhidos a dedo pelo "nomeações", epiteto atribuído por Filipe Vieira ao "jagunço" benfiquista que controla os árbitros o Benfica, actualmente, andaria pelo meio da tabela classificativa do campeonato.
Quanto aos árbitros, coitados, se não atuarem em conformidade com as instruções do nomeações estarão a colocar em causa a sua (deles) carreira na arbitragem...!
Pergunta-se porque será que neste momento as pessoas começam a falar de arbitragens e os dirigentes do Benfica estão calados como "ratos"?! É bom de concluir, não é...?
Convocados para Braga e Lopetegui
06/03/2015 - Julen Lopetegui chamou 19 jogadores para o jogo que abre a 24.ª jornada da Liga portuguesa
O avançado Aboubakar está de regresso à lista de convocados elaborada por Julen Lopetegui para a deslocação a Braga, marcada para esta sexta-feira, às 20h30, no Estádio Municipal de Braga, e referente à 24.ª jornada da Liga portuguesa.
No derradeiro ensaio antes do desafio com os bracarenses, que decorreu esta quinta-feira, no Olival, Julen Lopetegui não teve à disposição Adrián López e Óliver Torres, que prosseguem a recuperação das respectivas lesões: ambos realizaram trabalho de ginásio e treino condicionado.
Depois do treino, que contou com a presença de Gonçalo Paciência, os jogadores Aboubakar, Marcano, Reyes, Rúben Neves, Helton, Indi, Evandro, Herrera, Jackson Martínez e Ricardo Nunes foram sujeitos a um controlo antidoping por parte da UEFA.
Lista de 19 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Rúben Neves e Aboubakar.
Lopetegui
O jogo em Braga é de “máxima dificuldade”
Lopetegui considerou que o adversário desta sexta-feira (20h30) é completo, ambicioso e “gosta de atacar”
Um jogo entre os actuais segundo e quarto classificados da Liga portuguesa (ou de qualquer outra competição) dificilmente poderia merecer outro rótulo. Na conferência de imprensa de antevisão do Sporting de Braga-FC Porto (sexta-feira, 20h30), Lopetegui considerou que o encontro é de “máxima dificuldade” e deixou elogios à equipa liderada por Sérgio Conceição, que tem muito mais armas para além da agressividade na procura da bola.
“Vamos jogar ante uma boa equipa, com uma boa trajectória, que em casa tem um registo fantástico e é muito completa. É boa nos aspectos tácticos e individualmente tem jogadores muito bons. Vai obrigar-nos a fazer um grande jogo e a atingir o nosso máximo para obter os três pontos, que são o nosso objectivo”, afirmou o treinador, que frisou ainda que o Sporting de Braga “gosta de atacar muito”. “As equipas do Sérgio são muito ambiciosas e sabemos o que vamos encontrar”, reconheceu.
Na resposta à pergunta de um jornalista sobre a agressividade dos minhotos, o técnico espanhol sublinhou precisamente que o Sporting de Braga (que em casa soma nove vitórias, um empate e apenas uma derrota) tem um vasto arsenal de recursos, que ultrapassa o campo defensivo: “Eles vão tentar utilizar as suas armas, nós também, e a disputa pela bola será forte. O futebol tem momentos para tudo e os argumentos deles são muito mais do que esses e cabe-nos dar a resposta adequada a esse tipo de situações”.
Para além deste olhar sobre o encontro de sexta-feira, Lopetegui mostrou-se pouco disponível para outras considerações, visto que o grupo portista não está disponível para desperdiçar “um único átomo de energia” em questões laterais. O treinador basco considerou que a estabilidade defensiva (zero golos sofridos nos últimos cinco jogos na Liga) é determinante para o sucesso – “há momentos em que não tens o controlo do jogo e se os superamos sem sofrer isso é muito importante” – e lembrou que todo o plantel está “preparado” para a fase crítica da época. “Muitas vezes um bom plantel não faz uma boa equipa e estamos a trabalhar para ter uma grande equipa. Temos trabalhado fantasticamente bem e temos de trabalhar mais”, concluiu.
O avançado Aboubakar está de regresso à lista de convocados elaborada por Julen Lopetegui para a deslocação a Braga, marcada para esta sexta-feira, às 20h30, no Estádio Municipal de Braga, e referente à 24.ª jornada da Liga portuguesa.
No derradeiro ensaio antes do desafio com os bracarenses, que decorreu esta quinta-feira, no Olival, Julen Lopetegui não teve à disposição Adrián López e Óliver Torres, que prosseguem a recuperação das respectivas lesões: ambos realizaram trabalho de ginásio e treino condicionado.
Depois do treino, que contou com a presença de Gonçalo Paciência, os jogadores Aboubakar, Marcano, Reyes, Rúben Neves, Helton, Indi, Evandro, Herrera, Jackson Martínez e Ricardo Nunes foram sujeitos a um controlo antidoping por parte da UEFA.
Lista de 19 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Rúben Neves e Aboubakar.
Lopetegui
O jogo em Braga é de “máxima dificuldade”
Lopetegui considerou que o adversário desta sexta-feira (20h30) é completo, ambicioso e “gosta de atacar”
Um jogo entre os actuais segundo e quarto classificados da Liga portuguesa (ou de qualquer outra competição) dificilmente poderia merecer outro rótulo. Na conferência de imprensa de antevisão do Sporting de Braga-FC Porto (sexta-feira, 20h30), Lopetegui considerou que o encontro é de “máxima dificuldade” e deixou elogios à equipa liderada por Sérgio Conceição, que tem muito mais armas para além da agressividade na procura da bola.
“Vamos jogar ante uma boa equipa, com uma boa trajectória, que em casa tem um registo fantástico e é muito completa. É boa nos aspectos tácticos e individualmente tem jogadores muito bons. Vai obrigar-nos a fazer um grande jogo e a atingir o nosso máximo para obter os três pontos, que são o nosso objectivo”, afirmou o treinador, que frisou ainda que o Sporting de Braga “gosta de atacar muito”. “As equipas do Sérgio são muito ambiciosas e sabemos o que vamos encontrar”, reconheceu.
Na resposta à pergunta de um jornalista sobre a agressividade dos minhotos, o técnico espanhol sublinhou precisamente que o Sporting de Braga (que em casa soma nove vitórias, um empate e apenas uma derrota) tem um vasto arsenal de recursos, que ultrapassa o campo defensivo: “Eles vão tentar utilizar as suas armas, nós também, e a disputa pela bola será forte. O futebol tem momentos para tudo e os argumentos deles são muito mais do que esses e cabe-nos dar a resposta adequada a esse tipo de situações”.
Para além deste olhar sobre o encontro de sexta-feira, Lopetegui mostrou-se pouco disponível para outras considerações, visto que o grupo portista não está disponível para desperdiçar “um único átomo de energia” em questões laterais. O treinador basco considerou que a estabilidade defensiva (zero golos sofridos nos últimos cinco jogos na Liga) é determinante para o sucesso – “há momentos em que não tens o controlo do jogo e se os superamos sem sofrer isso é muito importante” – e lembrou que todo o plantel está “preparado” para a fase crítica da época. “Muitas vezes um bom plantel não faz uma boa equipa e estamos a trabalhar para ter uma grande equipa. Temos trabalhado fantasticamente bem e temos de trabalhar mais”, concluiu.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Soares Dias no FC Porto- Sporting por M. Sousa Tavares
05/03/2015 - FC Porto 3 Sporting 0O árbitro do jogo: Artur Soares Dias por Miguel Sousa Tavares
Miguel, perceber o J.J. percebe, agora o que lhe convém é fazer-se de desentendido e desconversar…!
3 – Aqui há umas semanas, escrevi sobre a intenção camarária de perdoar ao Benfica 50% de taxas devidas por construção (os outros 50% já são perdoados automaticamente, por se tratar de uma “instituição de utilidade pública”). A CML veio depois publicar um comunicado de página inteira nos jornais, desmentindo tal intenção e remetendo a decisão final para a Assembleia Municipal. O comunicado era um modelo de hipocrisia política notável, falando num valor de 1,9 milhões quando o que está em causa são 4,6, e “esquecendo-se” de dizer que a vereação da Câmara já aprovara a isenção total (contrariando, aliás, o parecer dos serviços camarários), só tendo decidido enviar o processo à AM depois de a coisa começar a ganhar contornos escandalosos. Foi graças à denúncia da Arqª Helena Roseta – que pôs o interesse público à frente do interesse político/clubístico – que se confirmou o que estava em causa, assim evitando acusações levianas de mentira ou má fé a quem, como eu, escrevera o contrário.
in abola
Como sistematicamente nos vem acontecendo, tivemos uma arbitragem tendenciosa e hostil, quer na interpretação dos lances duvidosos, quer na chocante dualidade de critério disciplinar.
É bem verdade que os verdadeiros vencedores têm de estar preparados para ultrapassar os percalços da arbitragem, o problema é quando eles funcionam sempre contra nós e sempre a favor de outros. Artur Soares Dias, o inesquecível árbitro que nos fez perder o jogo da Luz na época passada, foi igual àquilo a que já estamos habituados nele. E é com isto que temos de viver…
2 – Eu não vi, mas consta que o Benfica fez finalmente um bom jogo e obteve uma vitória sem factores estranhos. Fonte da goleada sobre o Estoril, Jorge Jesus perguntou, em tom irónico, se a expulsão de um adversário quando já havia 5-0 também seria utilizada para justificar a vitória do Benfica. Não, essa não, mister. Mas a do jogo da primeira volta no Estoril, quando havia 2-2, mais as que sucederam nuns quantos jogos, aí já a coisa tem que se lhe diga… Ou será que não percebe a diferença?
É bem verdade que os verdadeiros vencedores têm de estar preparados para ultrapassar os percalços da arbitragem, o problema é quando eles funcionam sempre contra nós e sempre a favor de outros. Artur Soares Dias, o inesquecível árbitro que nos fez perder o jogo da Luz na época passada, foi igual àquilo a que já estamos habituados nele. E é com isto que temos de viver…
2 – Eu não vi, mas consta que o Benfica fez finalmente um bom jogo e obteve uma vitória sem factores estranhos. Fonte da goleada sobre o Estoril, Jorge Jesus perguntou, em tom irónico, se a expulsão de um adversário quando já havia 5-0 também seria utilizada para justificar a vitória do Benfica. Não, essa não, mister. Mas a do jogo da primeira volta no Estoril, quando havia 2-2, mais as que sucederam nuns quantos jogos, aí já a coisa tem que se lhe diga… Ou será que não percebe a diferença?
Miguel, perceber o J.J. percebe, agora o que lhe convém é fazer-se de desentendido e desconversar…!
3 – Aqui há umas semanas, escrevi sobre a intenção camarária de perdoar ao Benfica 50% de taxas devidas por construção (os outros 50% já são perdoados automaticamente, por se tratar de uma “instituição de utilidade pública”). A CML veio depois publicar um comunicado de página inteira nos jornais, desmentindo tal intenção e remetendo a decisão final para a Assembleia Municipal. O comunicado era um modelo de hipocrisia política notável, falando num valor de 1,9 milhões quando o que está em causa são 4,6, e “esquecendo-se” de dizer que a vereação da Câmara já aprovara a isenção total (contrariando, aliás, o parecer dos serviços camarários), só tendo decidido enviar o processo à AM depois de a coisa começar a ganhar contornos escandalosos. Foi graças à denúncia da Arqª Helena Roseta – que pôs o interesse público à frente do interesse político/clubístico – que se confirmou o que estava em causa, assim evitando acusações levianas de mentira ou má fé a quem, como eu, escrevera o contrário.
Leonor Pinhão uma benfiquista fanática
05/03/2015 - Leonor Pinhão é cega dum olho...!
Normalmente entretém-se a salientar o que lhe dá jeito por ser favorável ao seu clube do coração e a escamotear os factos evidentes, mas que não são convenientes para o seu Benfica. A fim de lhe avivar a memória e de esclarece-la, aqui fica a informação que, pelos vistos, ela não gosta de tomar conhecimento...
Esta é prova, provada que os adeptos rivais estão atentos e sabem mais a dormir do que ela acordada...
PS - Estatística da "gloriosa" Liga- colo- colinho- andor- lampiónico
PS1 - Copiado do Blog Tomo ii
14 pontos com intervenção directa de erros de arbitragem
07 grandes penalidades por marcar a favor dos adversários
03 grandes penalidades mal marcados a favor do 5lb
07 golos precedidos e/ou através de irregularidades
04 golos indevidamente anulados aos adversários.
02 expulsões mal assinaladas a favor do 5lb
03 expulsões por assinalar contra o 5lb
0 pontos perdidos por erros de arbitragem
0 golos sofridos com irregularidades
06 jogadores sem impedimentos físicos que não defrontaram o 5lb, ex-clube
Normalmente entretém-se a salientar o que lhe dá jeito por ser favorável ao seu clube do coração e a escamotear os factos evidentes, mas que não são convenientes para o seu Benfica. A fim de lhe avivar a memória e de esclarece-la, aqui fica a informação que, pelos vistos, ela não gosta de tomar conhecimento...
Esta é prova, provada que os adeptos rivais estão atentos e sabem mais a dormir do que ela acordada...
PS - Estatística da "gloriosa" Liga- colo- colinho- andor- lampiónico
PS1 - Copiado do Blog Tomo ii
14 pontos com intervenção directa de erros de arbitragem
07 grandes penalidades por marcar a favor dos adversários
03 grandes penalidades mal marcados a favor do 5lb
07 golos precedidos e/ou através de irregularidades
04 golos indevidamente anulados aos adversários.
02 expulsões mal assinaladas a favor do 5lb
03 expulsões por assinalar contra o 5lb
0 pontos perdidos por erros de arbitragem
0 golos sofridos com irregularidades
06 jogadores sem impedimentos físicos que não defrontaram o 5lb, ex-clube
terça-feira, 3 de março de 2015
Árbitro nomeado para Braga e convocatória dos "Bês"
03/03/2015 - Jorge Sousa dirige Sporting de Braga - FC Porto
O árbitro Jorge Sousa foi nomeado, esta terça-feira, para dirigir a partida entre o Sporting de Braga e o FC Porto, no Estádio Municipal de Braga (sexta-feira, 20h30), relativa à 24.ª jornada da Liga.
O juiz da Associação de Futebol do Porto será auxiliado por Álvaro Mesquita e Bruno Trindade.
Árbitro internacional desde 2006, Jorge Sousa, de 39 anos, já apitou duas partidas dos Dragões esta época, nos clássicos no Estádio do Dragão frente a Benfica, para a 13.ª jornada da Liga (0-2), e Sporting, para a terceira eliminatória da Taça de Portugal (1-3). Na Liga, em que já apitou dez jogos, Jorge Sousa mostrou 61 amarelos, somando apenas uma expulsão. Curiosamente, na Segunda Liga, o juiz portuense "expulsa" mais: dirigiu nove jogos e mostrou 49 amarelos, subindo o número de cartões vermelhos para cinco.
Convocatória dos “Bês” para Inglaterra
Dragões defrontam o Norwich na derradeira jornada do grupo A da Premier League International Cup
O guarda-redes Caio, os defesas David Bruno e Diogo Verdasca (Sub-19) e o médio Pité (na foto) são as novidades na lista de convocados elaborada por Luís Castro para a viagem do FC Porto B a Inglaterra, onde defronta o Norwich City, esta quarta-feira, às 14h30, no Colney Training Centre, em jogo a contar para a terceira e última jornada do grupo A da Premier League International Cup.
Em relação à convocatória para a recepção ao Beira-Mar (3-2), registaram-se as saídas do guarda-redes Kadú, dos defesas Víctor García, Diego Reyes e Diego Carlos, do médio Clever (Sub-19) e dos avançados Ruben Macedo (Sub-19) e Anderson.
Lista de 15 convocados: Caio e Raul Gudiño (g.r.); André Silva, David Bruno, Diogo Verdasca, Francisco Ramos, Frédéric, Lichnovsky, Graça, Leandro Silva, Pité, Rafa, Roniel, Tomás Podstawski e Tony Djim.
O árbitro Jorge Sousa foi nomeado, esta terça-feira, para dirigir a partida entre o Sporting de Braga e o FC Porto, no Estádio Municipal de Braga (sexta-feira, 20h30), relativa à 24.ª jornada da Liga.
O juiz da Associação de Futebol do Porto será auxiliado por Álvaro Mesquita e Bruno Trindade.
Árbitro internacional desde 2006, Jorge Sousa, de 39 anos, já apitou duas partidas dos Dragões esta época, nos clássicos no Estádio do Dragão frente a Benfica, para a 13.ª jornada da Liga (0-2), e Sporting, para a terceira eliminatória da Taça de Portugal (1-3). Na Liga, em que já apitou dez jogos, Jorge Sousa mostrou 61 amarelos, somando apenas uma expulsão. Curiosamente, na Segunda Liga, o juiz portuense "expulsa" mais: dirigiu nove jogos e mostrou 49 amarelos, subindo o número de cartões vermelhos para cinco.
Convocatória dos “Bês” para Inglaterra
Dragões defrontam o Norwich na derradeira jornada do grupo A da Premier League International Cup
O guarda-redes Caio, os defesas David Bruno e Diogo Verdasca (Sub-19) e o médio Pité (na foto) são as novidades na lista de convocados elaborada por Luís Castro para a viagem do FC Porto B a Inglaterra, onde defronta o Norwich City, esta quarta-feira, às 14h30, no Colney Training Centre, em jogo a contar para a terceira e última jornada do grupo A da Premier League International Cup.
Em relação à convocatória para a recepção ao Beira-Mar (3-2), registaram-se as saídas do guarda-redes Kadú, dos defesas Víctor García, Diego Reyes e Diego Carlos, do médio Clever (Sub-19) e dos avançados Ruben Macedo (Sub-19) e Anderson.
Lista de 15 convocados: Caio e Raul Gudiño (g.r.); André Silva, David Bruno, Diogo Verdasca, Francisco Ramos, Frédéric, Lichnovsky, Graça, Leandro Silva, Pité, Rafa, Roniel, Tomás Podstawski e Tony Djim.
Pinto da Costa sobre a actualidade do Futebol
03/03/2015 - Passando em revista o clássico entre FC Porto e Sporting, que os dragões venceram por 3-0, o dirigente portista assume que
«a segunda parte foi dos melhores 45 minutos que o FC Porto fez esta época.
O Sporting, que na quinta-feira (0-0 contra o Wolfsburg para a Liga Europa) tinha mostrado que é uma grande equipa, foi transformado numa equipa vulgar», considerou o presidente do FC Porto, acrescentando:
«Vulgarizado não porque não tenha valor, mas pela forma como nós jogámos, pressionámos e marcámos».
Pinto da Costa deixou, contudo, elogios a Marco Silva. «Tenho todo o apreço pelo treinador do Sporting, que acho que vai ser um treinador de grande prestígio no futebol português», sublinhou.
Elogios a Artur Soares Dias
O árbitro do duelo foi Artur Soares Dias, juiz que mereceu também elogios de Pinto da Costa.
«Houve erros flagrantes contra nós, mas queria dizer o seguinte: Artur Soares Dias tem todas as condições para ser árbitro de topo europeu. Tem conhecimento, presença e sabe o que é a arbitragem, até porque o seu pai foi um mestre», destacou, lembrando:
«Mas uma coisa são erros no calor da jogada, outra são erros que temos visto de auxiliares que tranquilamente cortam ou deixam seguir jogadas irregulares».
PS - Os sublinhados (realces) são meus
«a segunda parte foi dos melhores 45 minutos que o FC Porto fez esta época.
O Sporting, que na quinta-feira (0-0 contra o Wolfsburg para a Liga Europa) tinha mostrado que é uma grande equipa, foi transformado numa equipa vulgar», considerou o presidente do FC Porto, acrescentando:
«Vulgarizado não porque não tenha valor, mas pela forma como nós jogámos, pressionámos e marcámos».
Pinto da Costa deixou, contudo, elogios a Marco Silva. «Tenho todo o apreço pelo treinador do Sporting, que acho que vai ser um treinador de grande prestígio no futebol português», sublinhou.
Elogios a Artur Soares Dias
O árbitro do duelo foi Artur Soares Dias, juiz que mereceu também elogios de Pinto da Costa.
«Houve erros flagrantes contra nós, mas queria dizer o seguinte: Artur Soares Dias tem todas as condições para ser árbitro de topo europeu. Tem conhecimento, presença e sabe o que é a arbitragem, até porque o seu pai foi um mestre», destacou, lembrando:
«Mas uma coisa são erros no calor da jogada, outra são erros que temos visto de auxiliares que tranquilamente cortam ou deixam seguir jogadas irregulares».
PS - Os sublinhados (realces) são meus
domingo, 1 de março de 2015
FC Porto vence o clássico com autoridade
01/03/2015 - A equipa portista com uma exibição segura e consistente não deu chances ao seu adversário de Alvalade de fazer qualquer tipo de mossa ao último reduto azul e branco.
Foi realmente uma das melhores exibições da época, a que os Dragões realizaram.
Com este resultado, fica portanto, reposta a diferença pontual de 4 pontos para os rivais da Luz.
Destaque também para a arbitragem de Soares Dias que por excesso de zelo, no capítulo disciplinar, prejudicou sempre o FC Porto. Não hesitou em amarelar vários portistas por dá cá aquela palha e perdoou alguns amarelos aos sportinguistas, William Carvalho e Cedric foram alguns deles...!
FC Porto 23.ª jornada Sporting
31' ,58', 83' Tello
Domingo, 1 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga
Estádio:Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:43.111 espectadores
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio
4º Árbitro: Luís Ferreira
FC Porto: 1 Fabiano, 2 Danilo (62'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (90')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, (84' Danilo), 36 Rúben Neves, (71' Evandro)
10 Quintero, 7 Quaresma, (58' Brahimi), 17 Hernâni, 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Sporting: 1 Rui Patrício (c), 41 Cédric (65'), 26 Paulo Oliveira, 55 Tobias Figueiredo
33 Jonathan Silva (54'), 14 William Carvalho, 23 Adrien Silva, 17 João Mário
18 Carrillo, 10 Montero, 77 Nani (62')
Suplentes: 22 Marcelo Boeck, 8 André Martins, (80' Carrillo), 9 Slimani, (61' Montero)
11 Diego Capel, (60' Adrien Silva), 13 Miguel Lopes, 19 Tanaka, 24 Rosell
Treinador: Marco Silva
“Hat-trick” de Tello deu vitória ao FC Porto

O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Sporting (3-0), no Estádio do Dragão.
Numa partida quase totalmente dominada pelos Dragões, Tello foi a grande figura do colectivo azul e branco, apontando os três golos do triunfo portista (31m, 58m e 83m).
O 162.º clássico entre FC Porto e Sporting para o campeonato começou devagar e foi ganhando intensidade com o desenrolar do tempo. Com Evandro a surgir entre o onze titular dos Dragões, a equipa comandada por Julen Lopetegui encontrou um adversário bem organizado nos instantes iniciais e demorou 16 minutos até desbravar finalmente um caminho para a baliza de Rui Patrício. Após recuperação de Evandro, Jackson Martínez, em zona frontal, rematou ligeiramente ao lado, dando o primeiro aviso da noite. A cadência ofensiva dos azuis e brancos foi crescendo no tempo e Brahimi ameaçou o golo em duas ocasiões (18m e 25m), mas a primeira explosão de alegria não demoraria muito mais.
Aos 31 minutos, num gesto a fazer lembrar o golo de antologia que apontou a este mesmo Sporting no clássico da Liga 2012/13, Jackson Martínez “matou” a bola no peito e lançou Tello para a glória com um passe magistral de calcanhar. Na cara de Rui Patrício, Tello deixou o guarda-redes cair para um lado e rematou com sucesso para o outro, provocando o entusiasmo no meio dos mais de 40 mil adeptos portistas que marcaram presença no Estádio do Dragão. No minuto anterior, já Herrera tinha ficado a centímetros do sucesso, mas o chapéu tentado a Rui Patrício depois de tirar dois adversários do caminho pecou por excesso (30m). Vantagem mais do que justa do FC Porto ao intervalo, perante um Sporting que pouco ou nada incomodou Fabiano durante o primeiro tempo.
A segunda parte voltou a mostrar um FC Porto intenso, dinâmico e dominador. Apenas cinco minutos volvidos após o reatamento, Tello e Jackson voltaram a desbaratar a defensiva lisboeta, mas o 2-0 não surgiu quase que por milagre. Este lance foi quase como que um prenúncio do que sucederia momentos depois, novamente com a sociedade entre Jackson Martínez e Tello a fazer das suas. Novamente numa troca dos papéis habitualmente desempenhados pelos dois jogadores, o avançado colombiano voltou a servir o camisola 11 com conta, peso e medida, deixando-o novamente frente-a-frente com o Rui Patrício. Com a mesma frieza demonstrada no primeiro golo, Tello não vacilou uma vez mais e dobrou a vantagem portista, bisando no encontro (58m).
A noite de sonho de Tello estava longe de estar terminada e conheceria novo momento alto aos 83 minutos. Desta feita lançado por Herrera, Tello completou o “hat-trick” e assumiu-se como a figura maior duma noite em que os Dragões venceram os leões, devolvendo assim uma gracinha que alguns tanto propalaram após o triunfo lisboeta para a Taça de Portugal, neste mesmo Estádio do Dragão. Vitória clara e inequívoca do FC Porto cujos números não deixam margem para qualquer dúvida, mesmo para os que habitualmente não querem ver. Quinto triunfo consecutivo para a Liga sem consentir qualquer golo e o primeiro lugar novamente à distância de quatro pontos.
Lopetegui: “Fizemos um grandíssimo jogo”
Tello: “Sabíamos que não podíamos falhar”
Foi decisivo na jornada anterior, frente ao Boavista, com duas assistências na vitória portista por 2-0 sobre o Boavista, e voltou a sê-lo este domingo ao assinar os três golos com que o FC Porto bateu o Sporting, no Estádio do Dragão. O feito valeu-lhe, naturalmente, a eleição de MVP, tendo recebido, no final do encontro, o galardão das mãos do representante da Meo, João Sousa, director de gestão de controlo da PT Empresas.
Na sua primeira época em Portugal, Cristian Tello já escreveu o seu nome na longa história dos clássicos entre Dragões e leões, mas para o extremo espanhol o mais importante de tudo foram os três pontos somados, num jogo “muito importante para a equipa” continuar a perseguir o primeiro lugar da Liga portuguesa.
“O mais importante era ganhar e estamos muito contentes com este resultado. Sabíamos da importância e das dificuldades que este jogo tinha e que não podíamos falhar para continuar a lutar pelo primeiro lugar. E fizemos um jogo muito bom, com uma intensidade altíssima, e merecemos claramente três pontos”, afirmou o extremo espanhol, em declarações no final do jogo.
Tello, o portista com mais assistências na Liga portuguesa, reconhece que está num grande momento de forma. Este domingo, aumentou para seis o número de golos com a camisola do FC Porto, cinco deles apontados na Liga portuguesa. “Foram duas belas assistências que me deram a oportunidade de fazer os golos. É sempre bom marcar golos, tive a sorte de marcar os três e espero continuar assim no futuro.”
Foi realmente uma das melhores exibições da época, a que os Dragões realizaram.
Com este resultado, fica portanto, reposta a diferença pontual de 4 pontos para os rivais da Luz.
Destaque também para a arbitragem de Soares Dias que por excesso de zelo, no capítulo disciplinar, prejudicou sempre o FC Porto. Não hesitou em amarelar vários portistas por dá cá aquela palha e perdoou alguns amarelos aos sportinguistas, William Carvalho e Cedric foram alguns deles...!
FC Porto 23.ª jornada Sporting

Domingo, 1 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga
Estádio:Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:43.111 espectadores
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)
Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio
4º Árbitro: Luís Ferreira
FC Porto: 1 Fabiano, 2 Danilo (62'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro (90')
6 Casemiro, 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 9 Jackson Martínez (c), 8 Brahimi
Suplentes: 1 Helton, 3 Martins Indi, (84' Danilo), 36 Rúben Neves, (71' Evandro)
10 Quintero, 7 Quaresma, (58' Brahimi), 17 Hernâni, 39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Sporting: 1 Rui Patrício (c), 41 Cédric (65'), 26 Paulo Oliveira, 55 Tobias Figueiredo
33 Jonathan Silva (54'), 14 William Carvalho, 23 Adrien Silva, 17 João Mário
18 Carrillo, 10 Montero, 77 Nani (62')
Suplentes: 22 Marcelo Boeck, 8 André Martins, (80' Carrillo), 9 Slimani, (61' Montero)
11 Diego Capel, (60' Adrien Silva), 13 Miguel Lopes, 19 Tanaka, 24 Rosell
Treinador: Marco Silva
“Hat-trick” de Tello deu vitória ao FC Porto

Vitória concludente do FC Porto sobre o Sporting (3-0) em noite inspirada de Tello
O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Sporting (3-0), no Estádio do Dragão.
Numa partida quase totalmente dominada pelos Dragões, Tello foi a grande figura do colectivo azul e branco, apontando os três golos do triunfo portista (31m, 58m e 83m).
O 162.º clássico entre FC Porto e Sporting para o campeonato começou devagar e foi ganhando intensidade com o desenrolar do tempo. Com Evandro a surgir entre o onze titular dos Dragões, a equipa comandada por Julen Lopetegui encontrou um adversário bem organizado nos instantes iniciais e demorou 16 minutos até desbravar finalmente um caminho para a baliza de Rui Patrício. Após recuperação de Evandro, Jackson Martínez, em zona frontal, rematou ligeiramente ao lado, dando o primeiro aviso da noite. A cadência ofensiva dos azuis e brancos foi crescendo no tempo e Brahimi ameaçou o golo em duas ocasiões (18m e 25m), mas a primeira explosão de alegria não demoraria muito mais.
Aos 31 minutos, num gesto a fazer lembrar o golo de antologia que apontou a este mesmo Sporting no clássico da Liga 2012/13, Jackson Martínez “matou” a bola no peito e lançou Tello para a glória com um passe magistral de calcanhar. Na cara de Rui Patrício, Tello deixou o guarda-redes cair para um lado e rematou com sucesso para o outro, provocando o entusiasmo no meio dos mais de 40 mil adeptos portistas que marcaram presença no Estádio do Dragão. No minuto anterior, já Herrera tinha ficado a centímetros do sucesso, mas o chapéu tentado a Rui Patrício depois de tirar dois adversários do caminho pecou por excesso (30m). Vantagem mais do que justa do FC Porto ao intervalo, perante um Sporting que pouco ou nada incomodou Fabiano durante o primeiro tempo.
A segunda parte voltou a mostrar um FC Porto intenso, dinâmico e dominador. Apenas cinco minutos volvidos após o reatamento, Tello e Jackson voltaram a desbaratar a defensiva lisboeta, mas o 2-0 não surgiu quase que por milagre. Este lance foi quase como que um prenúncio do que sucederia momentos depois, novamente com a sociedade entre Jackson Martínez e Tello a fazer das suas. Novamente numa troca dos papéis habitualmente desempenhados pelos dois jogadores, o avançado colombiano voltou a servir o camisola 11 com conta, peso e medida, deixando-o novamente frente-a-frente com o Rui Patrício. Com a mesma frieza demonstrada no primeiro golo, Tello não vacilou uma vez mais e dobrou a vantagem portista, bisando no encontro (58m).
A noite de sonho de Tello estava longe de estar terminada e conheceria novo momento alto aos 83 minutos. Desta feita lançado por Herrera, Tello completou o “hat-trick” e assumiu-se como a figura maior duma noite em que os Dragões venceram os leões, devolvendo assim uma gracinha que alguns tanto propalaram após o triunfo lisboeta para a Taça de Portugal, neste mesmo Estádio do Dragão. Vitória clara e inequívoca do FC Porto cujos números não deixam margem para qualquer dúvida, mesmo para os que habitualmente não querem ver. Quinto triunfo consecutivo para a Liga sem consentir qualquer golo e o primeiro lugar novamente à distância de quatro pontos.
Lopetegui: “Fizemos um grandíssimo jogo”
Julen Lopetegui pediu, na conferência de imprensa de antevisão, um FC Porto ao seu melhor nível para ultrapassar o Sporting, e a equipa respondeu com uma exibição de gala à justa medida de um clássico do futebol português. No final do jogo, o treinador espanhol distribuiu elogios pelos jogadores, “pelo esforço, carácter e pela personalidade” que neste domingo mostraram em campo.
“Fizemos um grandíssimo jogo diante de um rival muito exigente, fizemos muitas coisas bem e superámos em toda a linha o Sporting. Sabíamos que era preciso fazer um grande jogo, sabíamos que era preciso ganhar e fizemos um trabalho muito bom. Parabéns à equipa pelo esforço, o carácter, a solidariedade e pela personalidade que teve durante toda a partida. Este é o caminho”, afirmou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo
Para Lopetegui, o “FC Porto foi absolutamente merecedor dos três pontos”, porque “foi muito superior ao Sporting”, lembrando o treinador que, mesmo antes do primeiro golo, a equipa dispôs de várias oportunidades para chegar à vantagem no marcador. Porém, o espanhol não ficou apenas agradado com a forma como a equipa atacou, destacando também o grande trabalho de defensivo que anulou o ataque adversário, “constituído por grandes individualidades”, não lhe permitindo “uma única oportunidade de golo”. “Superámos o Sporting em todas as fases do terreno, pelo que toda a equipa trabalhou muito para conseguir este resultado”.
A onze jornadas do fim da Liga, o FC Porto vê a liderança a quatro pontos e deixa o Sporting, no terceiro lugar, a oito, mas Lopetegui recusa-se, nesta altura, a recorrer à matemática: “Hoje não é dia para isso, não vou fazer contas, essas fazemos no fim. Temos muito trabalho pela frente e isto não acaba aqui. Vamos continuar a trabalhar, a acreditar e a melhorar jogo após jogo”.
Cinco é o número de vitórias portistas consecutivas na Liga, sem qualquer golo sofrido, cinco são os jogos que os Dragões levam a ganhar ininterruptamente no Estádio do Dragão. Estamos a ver o melhor FC Porto da época?
Lopetegui respondeu de outra forma:
“A equipa está a fazer bem as coisas e está sempre a tentar melhorar em todos os aspetos. Queremos que continue com esta ambição e com esta paixão até ao fim”.
Tello foi o homem da noite, ao assinar os três golos do triunfo portista, que são a consequência, referiu Lopetegui, do “trabalho fantástico” que o extremo espanhol tem vindo a fazer.
“Hoje teve o seu pequeno prémio. Merecia. Mas, no geral, estão todos de parabéns. São mais três pontos importantes, mas não valem mais do que isso. Ainda temos muito trabalho pela frente”, alertou Julen Lopetegui, que ainda deixou elogios ao “trabalho fantástico” do clube pelas “excelentes condições do relvado”, apesar da chuva que caiu sobre o Porto durante todo o dia.
“Fizemos um grandíssimo jogo diante de um rival muito exigente, fizemos muitas coisas bem e superámos em toda a linha o Sporting. Sabíamos que era preciso fazer um grande jogo, sabíamos que era preciso ganhar e fizemos um trabalho muito bom. Parabéns à equipa pelo esforço, o carácter, a solidariedade e pela personalidade que teve durante toda a partida. Este é o caminho”, afirmou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo
Para Lopetegui, o “FC Porto foi absolutamente merecedor dos três pontos”, porque “foi muito superior ao Sporting”, lembrando o treinador que, mesmo antes do primeiro golo, a equipa dispôs de várias oportunidades para chegar à vantagem no marcador. Porém, o espanhol não ficou apenas agradado com a forma como a equipa atacou, destacando também o grande trabalho de defensivo que anulou o ataque adversário, “constituído por grandes individualidades”, não lhe permitindo “uma única oportunidade de golo”. “Superámos o Sporting em todas as fases do terreno, pelo que toda a equipa trabalhou muito para conseguir este resultado”.
A onze jornadas do fim da Liga, o FC Porto vê a liderança a quatro pontos e deixa o Sporting, no terceiro lugar, a oito, mas Lopetegui recusa-se, nesta altura, a recorrer à matemática: “Hoje não é dia para isso, não vou fazer contas, essas fazemos no fim. Temos muito trabalho pela frente e isto não acaba aqui. Vamos continuar a trabalhar, a acreditar e a melhorar jogo após jogo”.
Cinco é o número de vitórias portistas consecutivas na Liga, sem qualquer golo sofrido, cinco são os jogos que os Dragões levam a ganhar ininterruptamente no Estádio do Dragão. Estamos a ver o melhor FC Porto da época?
Lopetegui respondeu de outra forma:
“A equipa está a fazer bem as coisas e está sempre a tentar melhorar em todos os aspetos. Queremos que continue com esta ambição e com esta paixão até ao fim”.
Tello foi o homem da noite, ao assinar os três golos do triunfo portista, que são a consequência, referiu Lopetegui, do “trabalho fantástico” que o extremo espanhol tem vindo a fazer.
“Hoje teve o seu pequeno prémio. Merecia. Mas, no geral, estão todos de parabéns. São mais três pontos importantes, mas não valem mais do que isso. Ainda temos muito trabalho pela frente”, alertou Julen Lopetegui, que ainda deixou elogios ao “trabalho fantástico” do clube pelas “excelentes condições do relvado”, apesar da chuva que caiu sobre o Porto durante todo o dia.
Foi decisivo na jornada anterior, frente ao Boavista, com duas assistências na vitória portista por 2-0 sobre o Boavista, e voltou a sê-lo este domingo ao assinar os três golos com que o FC Porto bateu o Sporting, no Estádio do Dragão. O feito valeu-lhe, naturalmente, a eleição de MVP, tendo recebido, no final do encontro, o galardão das mãos do representante da Meo, João Sousa, director de gestão de controlo da PT Empresas.
Na sua primeira época em Portugal, Cristian Tello já escreveu o seu nome na longa história dos clássicos entre Dragões e leões, mas para o extremo espanhol o mais importante de tudo foram os três pontos somados, num jogo “muito importante para a equipa” continuar a perseguir o primeiro lugar da Liga portuguesa.
“O mais importante era ganhar e estamos muito contentes com este resultado. Sabíamos da importância e das dificuldades que este jogo tinha e que não podíamos falhar para continuar a lutar pelo primeiro lugar. E fizemos um jogo muito bom, com uma intensidade altíssima, e merecemos claramente três pontos”, afirmou o extremo espanhol, em declarações no final do jogo.
Tello, o portista com mais assistências na Liga portuguesa, reconhece que está num grande momento de forma. Este domingo, aumentou para seis o número de golos com a camisola do FC Porto, cinco deles apontados na Liga portuguesa. “Foram duas belas assistências que me deram a oportunidade de fazer os golos. É sempre bom marcar golos, tive a sorte de marcar os três e espero continuar assim no futuro.”
FC Porto- Contas semestrais
01/03/2015 - Contrariamente a Benfica e a Sporting, que ontem apresentaram contas semestrais positivas, o FC Porto informou este sábado o mercado dos resultados da primeira metade do exercício 2014/15, que são negativos em 8,4 milhões de euros.
O registo deriva do grande aumento dos custos operacionais, que foram de quase 60 milhões, por contraste com os 48,6 da temporada passada. As despesas anulam, assim sendo, similar aumento das receitas que cresceram de 40,2 para 51,3 milhões de euros.
A SAD portista nota, porém, que este resultado negativo é, ainda assim, melhor do que o do ano passado, quando a sociedade apresentou um prejuízo de 29,2 milhões no 1º semestre.
Das contas ressalta ainda o aumento do ativo, fruto da integração da EuroAntas, mas também o salto do passivo, que cresceu 45 milhões para os 278,5 milhões.
O registo deriva do grande aumento dos custos operacionais, que foram de quase 60 milhões, por contraste com os 48,6 da temporada passada. As despesas anulam, assim sendo, similar aumento das receitas que cresceram de 40,2 para 51,3 milhões de euros.
A SAD portista nota, porém, que este resultado negativo é, ainda assim, melhor do que o do ano passado, quando a sociedade apresentou um prejuízo de 29,2 milhões no 1º semestre.
Das contas ressalta ainda o aumento do ativo, fruto da integração da EuroAntas, mas também o salto do passivo, que cresceu 45 milhões para os 278,5 milhões.
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