24/03/2015 - Novo endereço:
novodragaoatentoiii.wordpress.com
devido às circunstâncias de condições impostas pela blogspot.com as quais me produzem desconforto, decidi mudar de entidade e registar-me na wordpress.com, por conseguinte a partir deste momento, estou a proceder às respectivas configurações no sentido de passar para o novo espaço, sendo que o meu novo endereço passa a ser:
https://dragaoatentoiii.wordpress.com/
portanto, a partir desta data 24/03/2015, a actividade deste espaço passará para
https://wordpress.com/customize/dragaoatento.wordpress.com
e por conseguinte a partir da data de alteração de endereço deixa de estar disponível de forma totalmente pública este - http://dragaoatento.blogspot.com
- e para quem tiver interesse em consultá-lo,
fica registado todo o seu arquivo/espólio (textual, documental, imagens…etc) (2007 até 2015), ao longo de oito anos de actividade permanente registada em 2856 mensagens, todas elas, independentemente da sua validade, a traduzir o meu amor pelo brasão abençoado, e escritas para portistas incondicionais!
dragaoatento :
o novo endereço deste humilde adepto que manifesta as suas opiniões (o que lhe vai na alma) com fervor clubista, para portistas poderem comentar: concordar ou discordar se for caso disso
aguardo pela vossa visita…
“este é o nosso destino”: “a vencer desde 1893”!
Armando Monteiro | dragaoatentoiii
Incondicional adepto do FC Porto FC Porto o melhor Clube português *Dragão!You are the best!*
terça-feira, 24 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
FC Porto não aproveita derrota do Benfica
FC Porto sucumbe fisicamente na segunda parte e perde uma grande oportunidade de iniciar a reviravolta rumo à vitória do campeonato.
Com este resultado a equipa portista dá um passo atrás e é capaz de ter comprometido a vitória do campeonato nacional.
Pode-se dizer que com o seu plano B, Manuel Machado treinador do Nacional, conseguiu inverter o rumo dos acontecimentos garantindo o empate e quase derrota o FC Porto.
Manuel Machado fez as substituições permitidas e colocou um avançado rápido na direita que fez o que quis do desgastado Alex Sandro que Brahimi não ajudava. Marcou um golo e podia ter marcado mais um ou dois golos, assim tivesse acertado na baliza azul e branca.
Por seu lado Lopetegui pareceu não estar avisado da situação do campo da Choupana, do problema da altitude a que fica o campo, em relação ao nível do mar, do ar rarefeito (défice de oxigénio) que se verifica lá devido à altitude.
Outra ilação que se pode tirar é que as substituições operadas pelo técnico do FC Porto não produziram os efeitos desejados (plano B de Lopetegui: inexistente ou ineficaz), pois aqueles que entraram com excepção do Quaresma, não conseguiram fazer a diferença.
No lugar de Lopetegui, perante a necessidade da equipa portista marcar golos, de aumentar o seu poder de fogo, eu não teria optado pelo Quintero, ontem desinspirado (uma nulidade), e teria lançado, em vez deste, o Gonçalo Paciência, um avançado, rápido, possante, bom de bola e que chuta bem à baliza.
Nacional 26.ª jornada FC Porto

1- 62' Wagner 1- 45' Tello
Sábado, 21 Março 2015 - 20:15 - Competição:Primeira Liga
Estádio: Madeira (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)
Assistentes: Bruno Rodrigues e Alexandre Freitas
4º Árbitro: Iancu Vasilica
Nacional: 1 Gottardi (90+3'), 7 João Aurélio (c), 33 Rui Correia, 2 Zainadine,
55 Sequeira, 66 Aly Ghazal, 20 Christian, 10 Gomaa, 30 Luís Aurélio, 18 Lucas João,
28 Willyan
Suplentes: 12 Rui Silva, 11 Camacho, (45' Willyan), 17 Fofana, 22 Campos
68 Edgar Abreu, 87 Wagner , (57' Christian), 99 Francisco Soares, (75' Lucas João)
Treinador: Manuel Machado
FC Porto: 1 Helton, 2 Danilo (c)(68'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro
6 Casemiro (27'), 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 99 Aboubakar , 8 Brahimi
Suplentes: 25 Andrés Fernández, 3 Martins Indi, 7 Quaresma, (73' Brahimi)
10 Quintero, (65' Evandro), 30 Óliver Torres, 36 Rúben Neves, (53' Casemiro)
39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Um grande golo de Tello - o sétimo na Liga - não permitiu ao FC Porto mais do que um empate no terreno do Nacional (1-1), embora tenham reduzido para três pontos a desvantagem face ao líder Benfica e dependem agora apenas dos próprios resultados para chegar ao título de campeão no campeonato.
Tello abriu o marcador no final da primeira parte, com um remate de fora da área, mas os madeirenses empataram aos 62 minutos e conseguiram segurar um ponto.
O resultado deixa um sabor amargo, porque o primeiro lugar poderia ter ficado a apenas um ponto, mas deve-se realçar que o Nacional continua em 2015 sem derrotas em casa e que a Madeira não tem sido um terreno feliz para os azuis e brancos, que já tinham perdido nas últimas três deslocações.
Se bem que o FC Porto tenha deixado fugir a oportunidade de obter a oitava vitória consecutiva na Liga, iguala o melhor registo da temporada sem derrotas, de dez encontros. Com o golo apontado, Tello é agora o segundo melhor marcador do FC Porto no campeonato, só atrás de Jackson (17).
Após ausência, por questões físicas, frente ao Arouca, Danilo e Maicon regressaram ao onze, assim como Evandro, por troca com Óliver.
O ADN de posse de bola da equipa de Lopetegui impôs-se desde o apito inicial, como seria de esperar, mas do outro lado estava uma equipa orientada por Manuel Machado, técnico que imprime às suas equipas características bem vincadas. Tacticamente sagaz, defensivamente organizado e explorando muito bem as transições para chegar à baliza do adversário, o Nacional mostrou-se igualmente desde o primeiro momento um adversário difícil de defrontar. Sem fazer uma exibição brilhante, o FC Porto rematou por 11 vezes à baliza do Nacional, contra apenas um remate do adversário na primeira parte. Destaquem-se os remates de Casemiro (12 minutos) e Brahimi (25), mas apenas Alex Sandro (38) colocou Gottardi em dificuldades, num relvado mole e escorregadio.
A primeira parte parecia destinada a terminar sem golos, mas a infelicidade de Willyan (que se lesionou sozinho, aos 43 minutos) desequilibrou os rígidos mecanismos defensivos dos madeirenses. Uma equipa que cede o domínio ao adversário corre este tipo de riscos e os Dragões atacaram por duas vezes pelo flanco fragilizado, o direito do seu ataque. Na primeira tentativa, Danilo cruzou sem oposição mas não apareceu ninguém na pequena área; na segunda vez, Tello enganou a defesa do Nacional, flectiu para o meio e rematou colocado para um grande golo.
Os Dragões foram para o intervalo em vantagem e logo aos 48 minutos poderiam ter feito o 2-0, quando Maicon acertou em cheio na barra, na marcação de um livre directo. Porém, o Nacional surgiu mais solto ofensivamente no segundo tempo e foi crescendo no encontro. Aos 56, Helton ainda defendeu o livre colocado de Christian, mas aos 62 o recém-entrado Wagner aproveitou uma desatenção da defesa azul e branca para fazer o 1-1. Os Dragões reagiram de imediato e nos cinco minutos seguintes Danilo acertou no poste e Gottardi respondeu com uma grande defesa a um remate de Aboubakar. Até ao apito final, o FC Porto atacou muito, com Quaresma a entrar bem na partida, mas até foi Lucas João a ter uma grande oportunidade para completar a reviravolta no marcador.
Lopetegui: “Voltamos a depender apenas de nós”
Insatisfeito pela igualdade a uma bola entre Nacional e FC Porto, na 26.ª jornada da Liga NOS, Julen Lopetegui sublinhou o facto de os Dragões terem encurtado para três pontos a distância que os separa do primeiro lugar.
Fizemos uma boa primeira parte, mas o jogo foi mais equilibrado na segunda (porque os Dragões cederam fisicamente na segunda parte do jogo), na qual demos mais espaço ao Nacional, que é uma boa equipa. Não aproveitámos as oportunidades que tivemos para resolver o jogo e o Nacional, que também teve as suas ocasiões, soube aproveitar isso. Na generalidade daquilo que foi o jogo, creio que merecíamos a vitória, mas quando não somos eficazes e damos espaço ao adversário, as coisas tornam-se mais difíceis. De qualquer forma, ao fim de vários meses, voltamos a depender apenas de nós para chegarmos ao título”, afirmou Julen Lopetegui, no fim do jogo.
Lopetegui garantiu que a ansiedade está sempre presente em todas as equipas que lutam por títulos, perspectivando um campeonato “duro, difícil e competitivo” até ao fim. “A realidade é que queríamos muito ter vencido este jogo, independentemente do resultado do Benfica. Existe sempre ansiedade nas equipas que lutam por títulos, mas não foi por isso que não conseguimos vencer. Não resolvemos o jogo quando pudemos e pagámos caro por isso, mas voltamos a depender apenas de nós para sermos campeões. O campeonato vai ser duro, difícil e competitivo até ao fim, e nós vamos continuar a lutar, procurando melhorar e corrigir as coisas que fazemos menos bem”, concluiu o técnico.
Com este resultado a equipa portista dá um passo atrás e é capaz de ter comprometido a vitória do campeonato nacional.
Pode-se dizer que com o seu plano B, Manuel Machado treinador do Nacional, conseguiu inverter o rumo dos acontecimentos garantindo o empate e quase derrota o FC Porto.
Manuel Machado fez as substituições permitidas e colocou um avançado rápido na direita que fez o que quis do desgastado Alex Sandro que Brahimi não ajudava. Marcou um golo e podia ter marcado mais um ou dois golos, assim tivesse acertado na baliza azul e branca.
Por seu lado Lopetegui pareceu não estar avisado da situação do campo da Choupana, do problema da altitude a que fica o campo, em relação ao nível do mar, do ar rarefeito (défice de oxigénio) que se verifica lá devido à altitude.
Outra ilação que se pode tirar é que as substituições operadas pelo técnico do FC Porto não produziram os efeitos desejados (plano B de Lopetegui: inexistente ou ineficaz), pois aqueles que entraram com excepção do Quaresma, não conseguiram fazer a diferença.
No lugar de Lopetegui, perante a necessidade da equipa portista marcar golos, de aumentar o seu poder de fogo, eu não teria optado pelo Quintero, ontem desinspirado (uma nulidade), e teria lançado, em vez deste, o Gonçalo Paciência, um avançado, rápido, possante, bom de bola e que chuta bem à baliza.
Nacional 26.ª jornada FC Porto

1- 62' Wagner 1- 45' Tello
Sábado, 21 Março 2015 - 20:15 - Competição:Primeira Liga
Estádio: Madeira (TV: SportTV)
Assistência:
Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)
Assistentes: Bruno Rodrigues e Alexandre Freitas
4º Árbitro: Iancu Vasilica
Nacional: 1 Gottardi (90+3'), 7 João Aurélio (c), 33 Rui Correia, 2 Zainadine,
55 Sequeira, 66 Aly Ghazal, 20 Christian, 10 Gomaa, 30 Luís Aurélio, 18 Lucas João,
28 Willyan
Suplentes: 12 Rui Silva, 11 Camacho, (45' Willyan), 17 Fofana, 22 Campos
68 Edgar Abreu, 87 Wagner , (57' Christian), 99 Francisco Soares, (75' Lucas João)
Treinador: Manuel Machado
FC Porto: 1 Helton, 2 Danilo (c)(68'), 4 Maicon, 5 Marcano, 26 Alex Sandro
6 Casemiro (27'), 16 Herrera, 15 Evandro, 11 Tello, 99 Aboubakar , 8 Brahimi
Suplentes: 25 Andrés Fernández, 3 Martins Indi, 7 Quaresma, (73' Brahimi)
10 Quintero, (65' Evandro), 30 Óliver Torres, 36 Rúben Neves, (53' Casemiro)
39 Gonçalo Paciência
Treinador: Julen Lopetegui
Um grande golo de Tello - o sétimo na Liga - não permitiu ao FC Porto mais do que um empate no terreno do Nacional (1-1), embora tenham reduzido para três pontos a desvantagem face ao líder Benfica e dependem agora apenas dos próprios resultados para chegar ao título de campeão no campeonato.
Tello abriu o marcador no final da primeira parte, com um remate de fora da área, mas os madeirenses empataram aos 62 minutos e conseguiram segurar um ponto.
O resultado deixa um sabor amargo, porque o primeiro lugar poderia ter ficado a apenas um ponto, mas deve-se realçar que o Nacional continua em 2015 sem derrotas em casa e que a Madeira não tem sido um terreno feliz para os azuis e brancos, que já tinham perdido nas últimas três deslocações.
Se bem que o FC Porto tenha deixado fugir a oportunidade de obter a oitava vitória consecutiva na Liga, iguala o melhor registo da temporada sem derrotas, de dez encontros. Com o golo apontado, Tello é agora o segundo melhor marcador do FC Porto no campeonato, só atrás de Jackson (17).
Após ausência, por questões físicas, frente ao Arouca, Danilo e Maicon regressaram ao onze, assim como Evandro, por troca com Óliver.
O ADN de posse de bola da equipa de Lopetegui impôs-se desde o apito inicial, como seria de esperar, mas do outro lado estava uma equipa orientada por Manuel Machado, técnico que imprime às suas equipas características bem vincadas. Tacticamente sagaz, defensivamente organizado e explorando muito bem as transições para chegar à baliza do adversário, o Nacional mostrou-se igualmente desde o primeiro momento um adversário difícil de defrontar. Sem fazer uma exibição brilhante, o FC Porto rematou por 11 vezes à baliza do Nacional, contra apenas um remate do adversário na primeira parte. Destaquem-se os remates de Casemiro (12 minutos) e Brahimi (25), mas apenas Alex Sandro (38) colocou Gottardi em dificuldades, num relvado mole e escorregadio.
A primeira parte parecia destinada a terminar sem golos, mas a infelicidade de Willyan (que se lesionou sozinho, aos 43 minutos) desequilibrou os rígidos mecanismos defensivos dos madeirenses. Uma equipa que cede o domínio ao adversário corre este tipo de riscos e os Dragões atacaram por duas vezes pelo flanco fragilizado, o direito do seu ataque. Na primeira tentativa, Danilo cruzou sem oposição mas não apareceu ninguém na pequena área; na segunda vez, Tello enganou a defesa do Nacional, flectiu para o meio e rematou colocado para um grande golo.
Os Dragões foram para o intervalo em vantagem e logo aos 48 minutos poderiam ter feito o 2-0, quando Maicon acertou em cheio na barra, na marcação de um livre directo. Porém, o Nacional surgiu mais solto ofensivamente no segundo tempo e foi crescendo no encontro. Aos 56, Helton ainda defendeu o livre colocado de Christian, mas aos 62 o recém-entrado Wagner aproveitou uma desatenção da defesa azul e branca para fazer o 1-1. Os Dragões reagiram de imediato e nos cinco minutos seguintes Danilo acertou no poste e Gottardi respondeu com uma grande defesa a um remate de Aboubakar. Até ao apito final, o FC Porto atacou muito, com Quaresma a entrar bem na partida, mas até foi Lucas João a ter uma grande oportunidade para completar a reviravolta no marcador.
Lopetegui: “Voltamos a depender apenas de nós”
Insatisfeito pela igualdade a uma bola entre Nacional e FC Porto, na 26.ª jornada da Liga NOS, Julen Lopetegui sublinhou o facto de os Dragões terem encurtado para três pontos a distância que os separa do primeiro lugar.
Fizemos uma boa primeira parte, mas o jogo foi mais equilibrado na segunda (porque os Dragões cederam fisicamente na segunda parte do jogo), na qual demos mais espaço ao Nacional, que é uma boa equipa. Não aproveitámos as oportunidades que tivemos para resolver o jogo e o Nacional, que também teve as suas ocasiões, soube aproveitar isso. Na generalidade daquilo que foi o jogo, creio que merecíamos a vitória, mas quando não somos eficazes e damos espaço ao adversário, as coisas tornam-se mais difíceis. De qualquer forma, ao fim de vários meses, voltamos a depender apenas de nós para chegarmos ao título”, afirmou Julen Lopetegui, no fim do jogo.
Lopetegui garantiu que a ansiedade está sempre presente em todas as equipas que lutam por títulos, perspectivando um campeonato “duro, difícil e competitivo” até ao fim. “A realidade é que queríamos muito ter vencido este jogo, independentemente do resultado do Benfica. Existe sempre ansiedade nas equipas que lutam por títulos, mas não foi por isso que não conseguimos vencer. Não resolvemos o jogo quando pudemos e pagámos caro por isso, mas voltamos a depender apenas de nós para sermos campeões. O campeonato vai ser duro, difícil e competitivo até ao fim, e nós vamos continuar a lutar, procurando melhorar e corrigir as coisas que fazemos menos bem”, concluiu o técnico.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Da sorte- excerto Pedro Marques Lopes in abola
20/03/2015 - …Da sorte
excerto da crónica de Pedro Marques Lopes in abola
...ENQUANTO o FC Porto tem sistematicamente azar com o julgamento dos árbitros, o Benfica tem sempre uma sorte impressionante.
Quando o Benfica não precisa, salienta-se a exibição, normalmente realista, dos da Luz; quando as coisas estão tremidas aparece sempre um azar, um erro humano (conveniente digo eu), da equipa de arbitragem que oferece a vitória aos encarnados.
Por exemplo, o Benfica sofre poucas faltas, mas as que sofre dão sempre, curiosamente, amarelos para os adversários que, ainda mais curiosamente, resultam em acumulações que levam a expulsões. E por falar em curiosidades não deixa de ser engraçado que o David Luíz em Inglaterra tivesse tido que acalmar os seus ímpetos iniciais e que o Enzo Perez em dez jogos no campeonato espanhol tenha sido brindado com sete amarelos e que a imprensa espanhola tenha falado da sua, digamos, agressividade. Cá eram anjos, claro está. Eu percebo o desespero dos tais seis milhões de benfiquistas; já não chegava estarem sem ganhar uma prova europeia há 53 anos, também não conseguem vencer dois campeonatos consecutivos há 30. Mas desta maneira não me parece que dê grande gozo.
excerto da crónica de Pedro Marques Lopes in abola
...ENQUANTO o FC Porto tem sistematicamente azar com o julgamento dos árbitros, o Benfica tem sempre uma sorte impressionante.
Quando o Benfica não precisa, salienta-se a exibição, normalmente realista, dos da Luz; quando as coisas estão tremidas aparece sempre um azar, um erro humano (conveniente digo eu), da equipa de arbitragem que oferece a vitória aos encarnados.
Por exemplo, o Benfica sofre poucas faltas, mas as que sofre dão sempre, curiosamente, amarelos para os adversários que, ainda mais curiosamente, resultam em acumulações que levam a expulsões. E por falar em curiosidades não deixa de ser engraçado que o David Luíz em Inglaterra tivesse tido que acalmar os seus ímpetos iniciais e que o Enzo Perez em dez jogos no campeonato espanhol tenha sido brindado com sete amarelos e que a imprensa espanhola tenha falado da sua, digamos, agressividade. Cá eram anjos, claro está. Eu percebo o desespero dos tais seis milhões de benfiquistas; já não chegava estarem sem ganhar uma prova europeia há 53 anos, também não conseguem vencer dois campeonatos consecutivos há 30. Mas desta maneira não me parece que dê grande gozo.
Champions Sorteio: FC Porto x Bayern de Munique
20/03/2015 - O sorteio da Liga dos Campeões ditou que o FC Porto vai defrontar o Bayern de Munique nos quartos de final.
O sorteio, que se realizou na sede da UEFA, em Nyon, ditou que a equipa portuguesa vai defrontar os alemães do Bayern de Munique. A primeira mão joga-se no Estádio do Dragão.
O FC Porto só superou os 'quartos' em 2003/04, quando no percurso para o título europeu eliminou os franceses do Lyon, tendo sido eliminado nas outras três ocasiões, pelos ingleses do Manchester United, em 1996/97 e 2008/09, e pelos alemães do Bayern Munique, em 1999/2000.
Já o Paris Saint Germain terá pela frente o Barcelona, enquanto Atlético de Madrid e Real Madrid protagonizam um dérbi espanhol para garantir a passagem às meias-finais da Liga dos Campeões.
Por fim, a Juventus defronta a equipa do treinador português Leonardo Jardim, o Mónaco, considerada a equipa mais acessível do sorteio.
A primeira mão realiza-se nos dias 14 e 15 de Abril, a segunda mão tem lugar a 20 e 21 do mesmo mês.
O sorteio, que se realizou na sede da UEFA, em Nyon, ditou que a equipa portuguesa vai defrontar os alemães do Bayern de Munique. A primeira mão joga-se no Estádio do Dragão.
O FC Porto só superou os 'quartos' em 2003/04, quando no percurso para o título europeu eliminou os franceses do Lyon, tendo sido eliminado nas outras três ocasiões, pelos ingleses do Manchester United, em 1996/97 e 2008/09, e pelos alemães do Bayern Munique, em 1999/2000.
Já o Paris Saint Germain terá pela frente o Barcelona, enquanto Atlético de Madrid e Real Madrid protagonizam um dérbi espanhol para garantir a passagem às meias-finais da Liga dos Campeões.
Por fim, a Juventus defronta a equipa do treinador português Leonardo Jardim, o Mónaco, considerada a equipa mais acessível do sorteio.
A primeira mão realiza-se nos dias 14 e 15 de Abril, a segunda mão tem lugar a 20 e 21 do mesmo mês.
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terça-feira, 17 de março de 2015
Campeonato inquinado para benefício do Benfica
17/03/2015 - Nortada – terça-feira 24 de Fevereiro de 2015
Campeonato? Qual campeonato? Miguel Sousa Tavares in abola
O campeonato de futebol português da época em curso não está a ser e não é um campeonato
1 – Um campeonato é uma competição organizada entre indivíduos ou equipas em que o traço mais característico é o de todos se submeterem às mesmas regras – e é isso, justamente, que fornece a emotividade de uma competeição.
Não quer dizer que à partida todos combatam com armas iguais – porque uns são mais fortes do que outros, uns dispõem de mais meios do que outros, uns têm melhores condições para competir do que outros. Mas quer dizer que a desigualdade de condições, que é própria de qualquer competição, não implica, antes impede, a desigualdade de regras competitivas. Sob pena de não valer a pena competir e de as vitórias, assim obtidas, serem desprovidas de mérito.
Nortada - Terça-feira 17 de Março de 2015
“First, we take Manhattan, than we take Berlin” Leonard Cohen
Contra o FC Porto, pontapé na cara do avançado dentro da área, não dá direito a “penalty”, a expulsão, ou qualquer falta
1 – MANHATTAN já está tomado: são os quartos de final da Champions, um lugar ao sol entre as oito melhores equipas europeias do ano.
Agora, segue-se o caminho até onde for, quem sabe mesmo, até à final de Berlim. Muito vai depender do sorteio (que, até agora, reconheço que nos tem sido propício). Uma coisa seria apanhar com o Bayern ou o Barcelona, outra, bem mais simpática, apanhar o Mónaco ou o Atlético de Madrid. Mas, não sei porquê, tenho o pressentimento de que o FC Porto não se vai ficar pelos quartos, que vai pelo menos, dar um passo mais adiante. E isso já seria absolutamente notável, num quadro competitivo a nível europeu em que a desigualdade entre os tubarões e os outros é cada vez maior – e pior será se for avante a proibição dos fundos de jogadores, que são a única coisa que permite a clubes da segunda divisão europeia, como o FC Porto, esboçar alguma concorrência com os tubarões sustentados a fundo perdido por oligarcas russos, príncipes árabes e milionários americanos ou asiáticos.
Eu sei que, em rigor, e olhando para o onze inicial do FC Porto contra o Basileia (sem nenhum português), não se pode dizer que tenha sido uma equipa portuguesa a chegar aos quartos da Champions, mas apenas uma equipa estrangeira ao serviço de um clube português. Mas essa é também a regra entre os tubarões, que compram o melhor que o dinheiro pode pagar, independentemente da origem. O futebol actual, mesmo a nível das chamadas selecções nacionais, é cada vez mais um território de apátridas, unidos somente pelo valor comum do dinheiro. E é à luz dessa realidade que a proeza do FC Porto tem de ser valorizada.
2 – Já se escreveu tudo sobre o jogo dos portistas contra o Basileia e, desta vez, a unanimidade dos elogios dispensa a sua repetição. Apenas acrescentarei três notas pessoais. Uma para dizer que é em noites destas que eu sinto, esmagadora, a diferença de qualidade competitiva entre o FC Porto e os seus rivais internos; a diferença de atitude, de coragem e de estatuto internacional. A segunda nota, para dizer que finalmente vi um grande jogo a Casemiro. Poderia, sem esforço, reconhecer que me enganei quando, meses atrás, tanto o criticava: mas não, foi ele que me enganou e felizmente, deixando de ser o jogador apenas caceteiro que se começou por ver, e passando a ser um jogador que substituiu as faltas pela rapidez de intervenção, acumulando isso com uma faceta escondida de distribuidor de jogo, capaz de ver além do grande círculo. E a terceira nota para dizer coisa semelhante em relação a Lopetegui. Vi aí quem escrevesse que os que criticaram Lopetegui no início da época deviam agora meter a viola ao saco. Eu fui um desses críticos, mas longe de exigir a sua cabeça: exigi só que pensasse e se deixasse de experiências sem sentido. E, de facto, ele mudou: fixou um onze base, certo ou errado, e assim criou rotinas de jogo e passou a tirar melhor partido de cada jogador. Provavelmente ele nunca o reconhecerá, como é lógico, mas este foi um dos casos em que as críticas foram construtivas e ajudaram a mudar o que estava mal. A viola ao saco é para aqueles que só se atrevem a criticar depois do treinador ser despedido.
4 – Afinal, o suave Braga que o FC Porto apanhou pela frente foi o mesmo, mas ainda mais suave, aquele que o Benfica apanhou. Perderam assim alguns benfiquistas notáveis uma excelente ocasião para terem ficado calados, em lugar de lançar ao ar suspeitas ofensivas da dignidade profissional dos jogadores e do treinador do Sp. Braga. Sobretudo, quando um filho de Sérgio Conceição é jogador dos juvenis do Benfica (esta não…!!! Então o Sérgio permitiu que um filho seu optasse pelos lampeões em vez de tentar jogar nos Dragões?!) e o mais destacado dos que o ofenderam é vice-presidente do clube. Mas a verdade é que me fui apercebendo aos poucos que esta época o Benfica fará tudo, mas absolutamente tudo, sem olhar a meios nem a pruridos, para não deixar escapar o título que, de outro modo, sente que nunca seria capaz de alcançar.
5 - Alguém disse que é preciso muita coragem para um árbitro expulsar um jogador do FC Porto, no Dragão e com o resultado a zero. Talvez seja, mas neste campeonato já é a segunda vez que tal acontece (e, da primeira, custou-nos dois pontos contra o Boavista). De ambas as vezes, jogámos com um a menos durante quase todo o jogo, e, em Braga, para a Taça da Liga, jogámos com dois a menos durante uma hora. Não discuto propriamente as expulsões (a de anteontem foi daquelas que dependia do critério do árbitro, tanto podendo ser uma coisa como outra), mas discuto a uniformidade de critérios, como é óbvio. Enquanto uns disputam mais de um terço dos jogos contra adversários que acabam com jogadores expulsos, a nós, e só a nós, sucede o contrário. Acho que vai ser preciso rever aquela máxima de que “os grandes são sempre beneficiados” e substitui-la por outra: “alguns grandes são sempre beneficiados”. E, já agora, muda-se também a regra do penalty, ficando estabelecido que, se for contra o FC Porto, pontapé na cara do avançado dentro da área, não dá direito a penalty, a expulsão, ou sequer a falta.
Mas é notável verificar que, reduzido a dez durante 84 minutos, acumulando esse esforço extra com o cansaço de um jogo intenso a meio da semana e tendo de defender o resultado na segunda parte, o FC Porto só tenha cometido, em todo o jogo, seis faltas (as mesmas que cometeu no jogo contra o Basileia)!
Para uma equipa cujos jogadores são expulsos com tanta frequência, não deixa de ser curioso…
Campeonato? Qual campeonato? Miguel Sousa Tavares in abola
O campeonato de futebol português da época em curso não está a ser e não é um campeonato
1 – Um campeonato é uma competição organizada entre indivíduos ou equipas em que o traço mais característico é o de todos se submeterem às mesmas regras – e é isso, justamente, que fornece a emotividade de uma competeição.
Não quer dizer que à partida todos combatam com armas iguais – porque uns são mais fortes do que outros, uns dispõem de mais meios do que outros, uns têm melhores condições para competir do que outros. Mas quer dizer que a desigualdade de condições, que é própria de qualquer competição, não implica, antes impede, a desigualdade de regras competitivas. Sob pena de não valer a pena competir e de as vitórias, assim obtidas, serem desprovidas de mérito.
Nortada - Terça-feira 17 de Março de 2015
“First, we take Manhattan, than we take Berlin” Leonard Cohen
Contra o FC Porto, pontapé na cara do avançado dentro da área, não dá direito a “penalty”, a expulsão, ou qualquer falta
1 – MANHATTAN já está tomado: são os quartos de final da Champions, um lugar ao sol entre as oito melhores equipas europeias do ano.
Agora, segue-se o caminho até onde for, quem sabe mesmo, até à final de Berlim. Muito vai depender do sorteio (que, até agora, reconheço que nos tem sido propício). Uma coisa seria apanhar com o Bayern ou o Barcelona, outra, bem mais simpática, apanhar o Mónaco ou o Atlético de Madrid. Mas, não sei porquê, tenho o pressentimento de que o FC Porto não se vai ficar pelos quartos, que vai pelo menos, dar um passo mais adiante. E isso já seria absolutamente notável, num quadro competitivo a nível europeu em que a desigualdade entre os tubarões e os outros é cada vez maior – e pior será se for avante a proibição dos fundos de jogadores, que são a única coisa que permite a clubes da segunda divisão europeia, como o FC Porto, esboçar alguma concorrência com os tubarões sustentados a fundo perdido por oligarcas russos, príncipes árabes e milionários americanos ou asiáticos.
Eu sei que, em rigor, e olhando para o onze inicial do FC Porto contra o Basileia (sem nenhum português), não se pode dizer que tenha sido uma equipa portuguesa a chegar aos quartos da Champions, mas apenas uma equipa estrangeira ao serviço de um clube português. Mas essa é também a regra entre os tubarões, que compram o melhor que o dinheiro pode pagar, independentemente da origem. O futebol actual, mesmo a nível das chamadas selecções nacionais, é cada vez mais um território de apátridas, unidos somente pelo valor comum do dinheiro. E é à luz dessa realidade que a proeza do FC Porto tem de ser valorizada.
2 – Já se escreveu tudo sobre o jogo dos portistas contra o Basileia e, desta vez, a unanimidade dos elogios dispensa a sua repetição. Apenas acrescentarei três notas pessoais. Uma para dizer que é em noites destas que eu sinto, esmagadora, a diferença de qualidade competitiva entre o FC Porto e os seus rivais internos; a diferença de atitude, de coragem e de estatuto internacional. A segunda nota, para dizer que finalmente vi um grande jogo a Casemiro. Poderia, sem esforço, reconhecer que me enganei quando, meses atrás, tanto o criticava: mas não, foi ele que me enganou e felizmente, deixando de ser o jogador apenas caceteiro que se começou por ver, e passando a ser um jogador que substituiu as faltas pela rapidez de intervenção, acumulando isso com uma faceta escondida de distribuidor de jogo, capaz de ver além do grande círculo. E a terceira nota para dizer coisa semelhante em relação a Lopetegui. Vi aí quem escrevesse que os que criticaram Lopetegui no início da época deviam agora meter a viola ao saco. Eu fui um desses críticos, mas longe de exigir a sua cabeça: exigi só que pensasse e se deixasse de experiências sem sentido. E, de facto, ele mudou: fixou um onze base, certo ou errado, e assim criou rotinas de jogo e passou a tirar melhor partido de cada jogador. Provavelmente ele nunca o reconhecerá, como é lógico, mas este foi um dos casos em que as críticas foram construtivas e ajudaram a mudar o que estava mal. A viola ao saco é para aqueles que só se atrevem a criticar depois do treinador ser despedido.
4 – Afinal, o suave Braga que o FC Porto apanhou pela frente foi o mesmo, mas ainda mais suave, aquele que o Benfica apanhou. Perderam assim alguns benfiquistas notáveis uma excelente ocasião para terem ficado calados, em lugar de lançar ao ar suspeitas ofensivas da dignidade profissional dos jogadores e do treinador do Sp. Braga. Sobretudo, quando um filho de Sérgio Conceição é jogador dos juvenis do Benfica (esta não…!!! Então o Sérgio permitiu que um filho seu optasse pelos lampeões em vez de tentar jogar nos Dragões?!) e o mais destacado dos que o ofenderam é vice-presidente do clube. Mas a verdade é que me fui apercebendo aos poucos que esta época o Benfica fará tudo, mas absolutamente tudo, sem olhar a meios nem a pruridos, para não deixar escapar o título que, de outro modo, sente que nunca seria capaz de alcançar.
5 - Alguém disse que é preciso muita coragem para um árbitro expulsar um jogador do FC Porto, no Dragão e com o resultado a zero. Talvez seja, mas neste campeonato já é a segunda vez que tal acontece (e, da primeira, custou-nos dois pontos contra o Boavista). De ambas as vezes, jogámos com um a menos durante quase todo o jogo, e, em Braga, para a Taça da Liga, jogámos com dois a menos durante uma hora. Não discuto propriamente as expulsões (a de anteontem foi daquelas que dependia do critério do árbitro, tanto podendo ser uma coisa como outra), mas discuto a uniformidade de critérios, como é óbvio. Enquanto uns disputam mais de um terço dos jogos contra adversários que acabam com jogadores expulsos, a nós, e só a nós, sucede o contrário. Acho que vai ser preciso rever aquela máxima de que “os grandes são sempre beneficiados” e substitui-la por outra: “alguns grandes são sempre beneficiados”. E, já agora, muda-se também a regra do penalty, ficando estabelecido que, se for contra o FC Porto, pontapé na cara do avançado dentro da área, não dá direito a penalty, a expulsão, ou sequer a falta.
Mas é notável verificar que, reduzido a dez durante 84 minutos, acumulando esse esforço extra com o cansaço de um jogo intenso a meio da semana e tendo de defender o resultado na segunda parte, o FC Porto só tenha cometido, em todo o jogo, seis faltas (as mesmas que cometeu no jogo contra o Basileia)!
Para uma equipa cujos jogadores são expulsos com tanta frequência, não deixa de ser curioso…
domingo, 15 de março de 2015
Jorge Tavares de Aveiro quase estragou o espectáculo
15/03/2015 - Jorge Tavares, mais um "jagunço" nomeado pelo "NOMEAÇÕES" para tentar arrumar de vez com o FC Porto da luta pelo título de campeão nacional ...!
Este, um jogo que quase foi estragado pela ação do árbitro Jorge Tavares de Aveiro que conseguiu descortinar uma falta do Fabiano passível de cartão vermelho e não conseguiu ver (porque não quis) um pontapé na cara de Quaresma, por um defesa do Arouca, uma grande penalidade que ficou por marcar...!
Parabéns à equipa do FC Porto
De exaltar todo o esforço produzido pela equipa portista que jogou 80 minutos com 10 elementos depois duma jornada europeia muito exigente.
Individualmente, é de aplaudir o regresso do Helton que teve algumas intervenções de alto nível.
FC Porto 25.ª jornada FC Arouca

Domingo, 15 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga
Estádio: Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:34.199 espectadores
Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro)
Assistentes: Pedro Miguel Ribeiro e Luís Cabral
4º Árbitro: João Pinheiro
FC Porto: 12 Fabiano (11'), 21 Ricardo, 3 Martins Indi, 5 Marcano, 26 Alex Sandro
6 Casemiro, 16 Herrera, 30 Óliver Torres, 8 Brahimi, 99 Aboubakar , 7 Quaresma (c)
Suplentes: 1 Helton, (13' Ricardo), 13 Reyes, 36 Rúben Neves, (56' Óliver Torres)
15 Evandro, 10 Quintero, 17 Hernâni, 11 Tello, (76' Quaresma)
Treinador: Julen Lopetegui
FC Arouca: 1 Goicoechea, 16 Dabó, 4 Miguel Oliveira (c) (73'), 14 Diego Gallo,
2 Ivan Balliu (69'), 66 Nuno Coelho, 35 Rui Sampaio, 6 David Simão, 45 Iuri Medeiros,
71 Roberto, 8 André Claro
Suplentes: 13 Rui Sacramento, 7 Artur , (75' Miguel Oliveira), 9 Bruno Amaro, 10 Pintassilgo
(86' Dabó), 11 Colitto, 25 Fokobo, 91 Vuletich, (64' André Claro)
Treinador: Pedro Emanuel
Análise ao jogo
O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Arouca (1-0), no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga. Com um golo solitário de Aboubakar (32m), os azuis e brancos somaram o sétimo triunfo consecutivo na prova e voltaram a reduzir para quatro pontos a distância relativamente ao primeiro lugar.
Com Ricardo no lugar de Danilo, Quaresma em vez de Tello e Óliver Torres de volta às escolhas iniciais, o FC Porto não teve um início de jogo nada fácil. À passagem dos 11 minutos, Fabiano viu o cartão vermelho directo por derrubar André Claro quando este seguia em posição privilegiada,
mas Ricardo também estava no lance e até acabou por ficar na posse da bola, ficando a ideia de que a decisão de Jorge Tavares foi um tanto ao quanto exagerada.
Indiferentes à infelicidade e já com Helton em campo, um dia antes de se cumprir um ano exacto após a última vez que actuou em jogos do campeonato, os Dragões não perderam o controlo emocional e foram pacientes na busca do golo.
Aos 23 minutos, Óliver Torres ficou perto de fazer o primeiro da noite após passe de Quaresma,
que pouco depois sofreu falta passível de grande penalidade não assinalada pelo árbitro de Aveiro (26m).
Resistente e persistente, o FC Porto chegou finalmente ao golo por intermédio de Aboubakar, que deu o melhor seguimento a um cruzamento milimétrico de Quaresma com um cabeceamento oportuno ao segundo poste (32m).
Perante um Arouca que, mesmo em superioridade numérica, pouco ou nada incomodou Helton, foi com naturalidade que o jogo chegou ao intervalo com os azuis e brancos em vantagem.
A etapa complementar foi parca em oportunidades de golo e mostrou um Arouca mais atrevido, mas a defensiva portista conseguiu quase sempre travar com tranquilidade as investidas do colectivo comandado por Pedro Emanuel. Com Quaresma no epicentro das jogadas de maior perigo do FC Porto (55m e 74m), os Dragões não desarmaram na procura do segundo golo, ainda que o facto de estarem a actuar com menos um jogador não tenha permitido o habitual fluxo ofensivo. Com uma exibição de fibra e muita transpiração, o FC Porto assegurou um triunfo de importância ainda maior face às contrariedades às quais teve de resistir. Sétima vitória consecutiva na Liga com a baliza fechada a sete chaves e a liderança novamente à distância de quatro pontos. Missão cumprida, portanto.
Lopetegui: “Vamos continuar a lutar até ao fim”
“Estou muito satisfeito com a equipa pelo esforço realizado"
Lopetegui não podia começar se não por “dar os parabéns à equipa pelo grandíssimo esforço que fez, pela personalidade, pelo carácter e pela ambição que mostrou”. “Foi um jogo complicado, em que nos vimos muito cedo em desvantagem numérica, depois de uma jornada europeia fisicamente dura, o que obrigou a um esforço extraordinário por parte dos jogadores, que responderam de uma forma fantástica. Arriscámos, jogámos com três defesas e conseguimos marcar um golo, mas podíamos ter marcado mais e ter ganho outra tranquilidade no jogo”, sublinhou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo.Com a expulsão de Fabiano, Lopetegui subtraiu Ricardo à defesa para fazer entrar Helton. Uma opção arriscada, admitiu o técnico, mas que tinha que ser tomada, porque só a vitória interessava: “São decisões que temos que tomar em poucos segundos. Temos que assumir riscos, às vezes, e tivemos que tomar essa opção, porque não queríamos perder força no meio-campo nem no ataque. Mostrámos que queríamos ganhar o jogo e ganhamo-lo justamente”.
A vitória podia, no entanto, ter sido mais robusta, salientou Lopetegui, se “as oportunidades claras” de que a equipa dispôs tivessem sido transformadas em golo” e “se houvesse mais acerto nas decisões” da equipa de arbitragem liderada por Jorge Tavares.
“No lance da expulsão do Fabiano, o Ricardo chegava perfeitamente à bola, depois houve um penálti claro sobre o Quaresma que não foi marcado – creio que em Portugal um pontapé na cara dentro da área ainda é falta, e na segunda parte ainda há um fora-de-jogo assinalado ao Brahimi quando se encontrava em boa posição para marcar. Mas temos que continuar a lutar contra todas as dificuldades, até porque não é a primeira vez que as temos”, lembrou o técnico basco.
O mais importante, realçou, foram os três pontos “cada vez mais caros”, numa altura em que o campeonato entra no último e decisivo terço. “Estamos na recta final, sabemos perfeitamente da importância de cada jogo e vamos continuar a lutar, com a mesma personalidade, o mesmo carácter, tentando ganhar cada jogo. O que pode ser decisivo? Não sei, talvez ter mais sorte com as decisões do árbitro. São muitas!
Estamos numa fase da temporada em que é normal que se cometam erros, mas sempre contra nós não é normal.
Quem apita, tem que fazer justiça e nós não a temos tido. Mas vamos continuar a lutar até ao fim”, assegurou Lopetegui.
Este, um jogo que quase foi estragado pela ação do árbitro Jorge Tavares de Aveiro que conseguiu descortinar uma falta do Fabiano passível de cartão vermelho e não conseguiu ver (porque não quis) um pontapé na cara de Quaresma, por um defesa do Arouca, uma grande penalidade que ficou por marcar...!
Parabéns à equipa do FC Porto
De exaltar todo o esforço produzido pela equipa portista que jogou 80 minutos com 10 elementos depois duma jornada europeia muito exigente.
Individualmente, é de aplaudir o regresso do Helton que teve algumas intervenções de alto nível.
FC Porto 25.ª jornada FC Arouca

Estádio: Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:34.199 espectadores
Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro)
Assistentes: Pedro Miguel Ribeiro e Luís Cabral
4º Árbitro: João Pinheiro
FC Porto: 12 Fabiano (11'), 21 Ricardo, 3 Martins Indi, 5 Marcano, 26 Alex Sandro
6 Casemiro, 16 Herrera, 30 Óliver Torres, 8 Brahimi, 99 Aboubakar , 7 Quaresma (c)
Suplentes: 1 Helton, (13' Ricardo), 13 Reyes, 36 Rúben Neves, (56' Óliver Torres)
15 Evandro, 10 Quintero, 17 Hernâni, 11 Tello, (76' Quaresma)
Treinador: Julen Lopetegui
FC Arouca: 1 Goicoechea, 16 Dabó, 4 Miguel Oliveira (c) (73'), 14 Diego Gallo,
2 Ivan Balliu (69'), 66 Nuno Coelho, 35 Rui Sampaio, 6 David Simão, 45 Iuri Medeiros,
71 Roberto, 8 André Claro
Suplentes: 13 Rui Sacramento, 7 Artur , (75' Miguel Oliveira), 9 Bruno Amaro, 10 Pintassilgo
(86' Dabó), 11 Colitto, 25 Fokobo, 91 Vuletich, (64' André Claro)
Treinador: Pedro Emanuel
Análise ao jogo
O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Arouca (1-0), no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga. Com um golo solitário de Aboubakar (32m), os azuis e brancos somaram o sétimo triunfo consecutivo na prova e voltaram a reduzir para quatro pontos a distância relativamente ao primeiro lugar.
Com Ricardo no lugar de Danilo, Quaresma em vez de Tello e Óliver Torres de volta às escolhas iniciais, o FC Porto não teve um início de jogo nada fácil. À passagem dos 11 minutos, Fabiano viu o cartão vermelho directo por derrubar André Claro quando este seguia em posição privilegiada,
mas Ricardo também estava no lance e até acabou por ficar na posse da bola, ficando a ideia de que a decisão de Jorge Tavares foi um tanto ao quanto exagerada.
Indiferentes à infelicidade e já com Helton em campo, um dia antes de se cumprir um ano exacto após a última vez que actuou em jogos do campeonato, os Dragões não perderam o controlo emocional e foram pacientes na busca do golo.
Aos 23 minutos, Óliver Torres ficou perto de fazer o primeiro da noite após passe de Quaresma,
que pouco depois sofreu falta passível de grande penalidade não assinalada pelo árbitro de Aveiro (26m).
Resistente e persistente, o FC Porto chegou finalmente ao golo por intermédio de Aboubakar, que deu o melhor seguimento a um cruzamento milimétrico de Quaresma com um cabeceamento oportuno ao segundo poste (32m).
Perante um Arouca que, mesmo em superioridade numérica, pouco ou nada incomodou Helton, foi com naturalidade que o jogo chegou ao intervalo com os azuis e brancos em vantagem.
A etapa complementar foi parca em oportunidades de golo e mostrou um Arouca mais atrevido, mas a defensiva portista conseguiu quase sempre travar com tranquilidade as investidas do colectivo comandado por Pedro Emanuel. Com Quaresma no epicentro das jogadas de maior perigo do FC Porto (55m e 74m), os Dragões não desarmaram na procura do segundo golo, ainda que o facto de estarem a actuar com menos um jogador não tenha permitido o habitual fluxo ofensivo. Com uma exibição de fibra e muita transpiração, o FC Porto assegurou um triunfo de importância ainda maior face às contrariedades às quais teve de resistir. Sétima vitória consecutiva na Liga com a baliza fechada a sete chaves e a liderança novamente à distância de quatro pontos. Missão cumprida, portanto.
Lopetegui: “Vamos continuar a lutar até ao fim”
“Estou muito satisfeito com a equipa pelo esforço realizado"
Lopetegui não podia começar se não por “dar os parabéns à equipa pelo grandíssimo esforço que fez, pela personalidade, pelo carácter e pela ambição que mostrou”. “Foi um jogo complicado, em que nos vimos muito cedo em desvantagem numérica, depois de uma jornada europeia fisicamente dura, o que obrigou a um esforço extraordinário por parte dos jogadores, que responderam de uma forma fantástica. Arriscámos, jogámos com três defesas e conseguimos marcar um golo, mas podíamos ter marcado mais e ter ganho outra tranquilidade no jogo”, sublinhou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo.Com a expulsão de Fabiano, Lopetegui subtraiu Ricardo à defesa para fazer entrar Helton. Uma opção arriscada, admitiu o técnico, mas que tinha que ser tomada, porque só a vitória interessava: “São decisões que temos que tomar em poucos segundos. Temos que assumir riscos, às vezes, e tivemos que tomar essa opção, porque não queríamos perder força no meio-campo nem no ataque. Mostrámos que queríamos ganhar o jogo e ganhamo-lo justamente”.
A vitória podia, no entanto, ter sido mais robusta, salientou Lopetegui, se “as oportunidades claras” de que a equipa dispôs tivessem sido transformadas em golo” e “se houvesse mais acerto nas decisões” da equipa de arbitragem liderada por Jorge Tavares.
“No lance da expulsão do Fabiano, o Ricardo chegava perfeitamente à bola, depois houve um penálti claro sobre o Quaresma que não foi marcado – creio que em Portugal um pontapé na cara dentro da área ainda é falta, e na segunda parte ainda há um fora-de-jogo assinalado ao Brahimi quando se encontrava em boa posição para marcar. Mas temos que continuar a lutar contra todas as dificuldades, até porque não é a primeira vez que as temos”, lembrou o técnico basco.
O mais importante, realçou, foram os três pontos “cada vez mais caros”, numa altura em que o campeonato entra no último e decisivo terço. “Estamos na recta final, sabemos perfeitamente da importância de cada jogo e vamos continuar a lutar, com a mesma personalidade, o mesmo carácter, tentando ganhar cada jogo. O que pode ser decisivo? Não sei, talvez ter mais sorte com as decisões do árbitro. São muitas!
Estamos numa fase da temporada em que é normal que se cometam erros, mas sempre contra nós não é normal.
Quem apita, tem que fazer justiça e nós não a temos tido. Mas vamos continuar a lutar até ao fim”, assegurou Lopetegui.
FC PORTO B 2 DESPORTIVO DAS AVES 1
O FC Porto B venceu, este domingo, o Desportivo das Aves, por 2-1, em partida da 34.ª jornada da Segunda Liga, disputada no Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival. Foi o regresso às vitórias dos comandados de Luís Castro, num encontro que teve todos os golos ainda na primeira parte, com Gonçalo Paciência a inaugurar o marcador (2m), Miguel Vieira a empatar (31m) e o aniversariante Frédéric a dar a vantagem aos “bês” que viria a subsistir até ao final (40m).
Gonçalo Paciência recebeu, antes do início da partida, o prémio de Melhor Jogador do mês de Fevereiro da Segunda Liga (entregue por Helena Pires, responsável da Liga) e começou a celebrá-lo da melhor forma, aos dois minutos de jogo, aproveitando um cruzamento bem medido de David Bruno para cabecear de forma fulgurante para a baliza do desamparado Rui Faria. A entrada de rompante dos Dragões no jogo foi equilibrada pelo Desportivo das Aves no decorrer da primeira meia hora de jogo, com oportunidades repartidas para as ambas as equipas junto das duas balizas. Aos 31 minutos, na sequência de um canto, o cruzamento de Jorge Ribeiro encontrou Miguel Vieira que, de cabeça, fez o empate na partida (1-1) e, praticamente dez minutos depois, Frédéric festejou o seu 21.º aniversário com o seu décimo golo na Segunda Liga, a premiar uma boa jogada de entendimento de Leandro com David Bruno, fazendo o 2-1 com que se chegou ao intervalo.
A segunda metade começou a um ritmo mais lento, com os “bês” a assumir mais o controlo das operações e os avenses a procurar jogar mais “no erro” dos portistas. Nenhuma das equipas conseguia criar situações eminentes de golo, apesar de a entrada de Roniel ter emprestado mais velocidade ao flanco esquerdo portista. A partir dos 65 minutos, os avenses começaram a ter mais posse de bola e a causar mais embaraços ao sector mais recuado dos Dragões, mas as situações foram sendo resolvidas com maior ou menor dificuldade. Os “bês” aproveitavam a velocidade de Roniel e Frédéric nas alas para tentar surpreender o Desportivo das Aves, mas o facto é que nenhuma equipa conseguiu marcar novamente e, dessa forma, os Dragões regressaram às vitórias, após uma derrota e um empate nos últimos jogos da competição.
O próximo encontro do FC Porto B é contra o Freamunde e está agendado para quarta-feira, às 19h00, no Estádio do Freamunde, referente à 35.ª jornada da Segunda Liga.
FICHA DE JOGO - Segunda Liga, 34.ª jornada
15 de Março de 2015 - Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival
Árbitro: Manuel Mota (Braga)
Assistentes: Paulo Vieira e José Gomes
Quarto árbitro: Sérgio Jesus
FC PORTO B: Raul Gudiño; David Bruno, Igor Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro Silva; Frédéric, Gonçalo Paciência (cap.) e André Silva
Substituições: André Silva por Roniel (46m), Leandro Silva por Pité (65m) e Frédéric por Anderson (90+3m)
Não utilizados: Kadú, Diego Carlos, João Graça e Tony Djim
Treinador: Luís Castro
DESPORTIVO DAS AVES: Rui Faria; André Costa, Miguel Vieira, Ginho e Jorge Ribeiro; Luís Manuel, Grosso (cap.), Pedro Pereira, João Amorim e Rafinha; Mauro Caballero
Substituições: João Amorim por Renato Reis (57m), Pedro Pereira por Platiny (74m) e Grosso por Rúben Neves (86m)
Não utilizados: Tito, Leandro e Romaric
Treinador: Emanuel Simões
Ao intervalo: 2-1
Marcadores: Gonçalo Paciência (2m), Miguel Vieira (31m) e Frédéric (40m)
Disciplina: cartão amarelo a Gonçalo Paciência (51m), Tomás Podstawski (79m) e Igor Lichnovsky (81m)
Gonçalo Paciência recebeu, antes do início da partida, o prémio de Melhor Jogador do mês de Fevereiro da Segunda Liga (entregue por Helena Pires, responsável da Liga) e começou a celebrá-lo da melhor forma, aos dois minutos de jogo, aproveitando um cruzamento bem medido de David Bruno para cabecear de forma fulgurante para a baliza do desamparado Rui Faria. A entrada de rompante dos Dragões no jogo foi equilibrada pelo Desportivo das Aves no decorrer da primeira meia hora de jogo, com oportunidades repartidas para as ambas as equipas junto das duas balizas. Aos 31 minutos, na sequência de um canto, o cruzamento de Jorge Ribeiro encontrou Miguel Vieira que, de cabeça, fez o empate na partida (1-1) e, praticamente dez minutos depois, Frédéric festejou o seu 21.º aniversário com o seu décimo golo na Segunda Liga, a premiar uma boa jogada de entendimento de Leandro com David Bruno, fazendo o 2-1 com que se chegou ao intervalo.
A segunda metade começou a um ritmo mais lento, com os “bês” a assumir mais o controlo das operações e os avenses a procurar jogar mais “no erro” dos portistas. Nenhuma das equipas conseguia criar situações eminentes de golo, apesar de a entrada de Roniel ter emprestado mais velocidade ao flanco esquerdo portista. A partir dos 65 minutos, os avenses começaram a ter mais posse de bola e a causar mais embaraços ao sector mais recuado dos Dragões, mas as situações foram sendo resolvidas com maior ou menor dificuldade. Os “bês” aproveitavam a velocidade de Roniel e Frédéric nas alas para tentar surpreender o Desportivo das Aves, mas o facto é que nenhuma equipa conseguiu marcar novamente e, dessa forma, os Dragões regressaram às vitórias, após uma derrota e um empate nos últimos jogos da competição.
O próximo encontro do FC Porto B é contra o Freamunde e está agendado para quarta-feira, às 19h00, no Estádio do Freamunde, referente à 35.ª jornada da Segunda Liga.
FICHA DE JOGO - Segunda Liga, 34.ª jornada
15 de Março de 2015 - Estádio Luís Filipe Menezes, no Olival
Árbitro: Manuel Mota (Braga)
Assistentes: Paulo Vieira e José Gomes
Quarto árbitro: Sérgio Jesus
FC PORTO B: Raul Gudiño; David Bruno, Igor Lichnovsky, Zé António e Rafa; Tomás Podstawski, Francisco Ramos e Leandro Silva; Frédéric, Gonçalo Paciência (cap.) e André Silva
Substituições: André Silva por Roniel (46m), Leandro Silva por Pité (65m) e Frédéric por Anderson (90+3m)
Não utilizados: Kadú, Diego Carlos, João Graça e Tony Djim
Treinador: Luís Castro
DESPORTIVO DAS AVES: Rui Faria; André Costa, Miguel Vieira, Ginho e Jorge Ribeiro; Luís Manuel, Grosso (cap.), Pedro Pereira, João Amorim e Rafinha; Mauro Caballero
Substituições: João Amorim por Renato Reis (57m), Pedro Pereira por Platiny (74m) e Grosso por Rúben Neves (86m)
Não utilizados: Tito, Leandro e Romaric
Treinador: Emanuel Simões
Ao intervalo: 2-1
Marcadores: Gonçalo Paciência (2m), Miguel Vieira (31m) e Frédéric (40m)
Disciplina: cartão amarelo a Gonçalo Paciência (51m), Tomás Podstawski (79m) e Igor Lichnovsky (81m)
António Oliveira "bitaites"
15/03/2015 - António Oliveira a degenerar ... só pode, com "bitaites" destes...!
É surpreendente que alguém inteligente e dentro dos meandros (enredos, intrigas) do futebol como o António Oliveira, não consiga descobrir a razão do êxito benfiquista de Jorge Jesus...!
Até posso aceitar que existe algum mérito na equipa do Benfica, não obstante porém, este facto não me impede de ver o que está à vista de toda a gente, excetuando claro, os adeptos fanáticos do clube da águia, e, que é o facto do sucesso do futebol benfiquista se deve em grande parte às ajudas propiciadas pela existência do "NOMEAÇÕES", o qual controla, manipula, instrumentaliza as equipas de arbitragem. Porque quem eventualmente tivesse a veleidade de contrariar o tal de "NOMEAÇÕES" e assumir, digamos que, uma postura mais independente e isenta, é certo e sabido que a "JARRA" seria o seu destino de infrator.
Há algum tempo atrás, Miguel Sousa Tavares se não estou em erro, denunciou a farsa que tem sido, esta época, o campeonato nacional de futebol, realçando que na realidade as regras não são iguais para todas as equipas que estão a disputar o campeonato.
O que pretendo dizer caso alguém não tenha entendido, é que os jogadores benfiquistas são sempre protegidos pelos árbitros, exemplificando: se um benfiquista faz uma falta deixa-se passar em claro, e, em contra partida, se forem os adversários destes a fazer o mesmo tipo de falta, aí já entra a sanção disciplinar, o cartão amarelo e caso reincida o segundo seguido da respetiva expulsão. Eis a razão porque nos jogos do Benfica os adversários nunca acabem com os 11 jogadores normais. Além disso há também o problema dos penalties que se marcam muito facilmente quando a favor dos encarnados e muito mais discutidos se contra, ou seja a favor dos adversários, já não contando com os offsides convenientes e inconvenientes, quando a favor ou contra...!
António Oliveira FC Porto está "aquém do potencial que tem"
Ferrenho portista (?!), António Oliveira elogia o trabalho de Jorge Jesus.
António Oliveira afirma que “o futebol foi um capítulo que fechou", porém, o ferrenho adepto do FC Porto continua a acompanhar o que se faz dentro das quatro linhas e é rápido a analisar a prestação dos três grandes.
Para o ex-jogador, embora a cultura do FC Porto tenha de ser “ganhar e, depois de ganhar, tem de ser ganhar sempre, a verdade é que os ‘dragões’ estão “aquém do potencial que têm”, tendo em conta que possuem grandes jogadores na equipa.
É precisamente este ponto que vale a Jorge Jesus vários elogios. “O Jesus é um bom treinador e está à frente do campeonato desde a quinta jornada com uma equipa que é menor – aliás, que é muito inferior ao FC Porto”, afirma.
Quanto ao Sporting, o ex-selecionador nacional refere que embora perceba que o clube de Alvalade se assuma como um dos candidatos ao título, “tem que o provar que o é”. “Tem de haver uma gestão inteligente do que se faz e do que se vai dizendo”, atira.
É surpreendente que alguém inteligente e dentro dos meandros (enredos, intrigas) do futebol como o António Oliveira, não consiga descobrir a razão do êxito benfiquista de Jorge Jesus...!
Até posso aceitar que existe algum mérito na equipa do Benfica, não obstante porém, este facto não me impede de ver o que está à vista de toda a gente, excetuando claro, os adeptos fanáticos do clube da águia, e, que é o facto do sucesso do futebol benfiquista se deve em grande parte às ajudas propiciadas pela existência do "NOMEAÇÕES", o qual controla, manipula, instrumentaliza as equipas de arbitragem. Porque quem eventualmente tivesse a veleidade de contrariar o tal de "NOMEAÇÕES" e assumir, digamos que, uma postura mais independente e isenta, é certo e sabido que a "JARRA" seria o seu destino de infrator.
Há algum tempo atrás, Miguel Sousa Tavares se não estou em erro, denunciou a farsa que tem sido, esta época, o campeonato nacional de futebol, realçando que na realidade as regras não são iguais para todas as equipas que estão a disputar o campeonato.
O que pretendo dizer caso alguém não tenha entendido, é que os jogadores benfiquistas são sempre protegidos pelos árbitros, exemplificando: se um benfiquista faz uma falta deixa-se passar em claro, e, em contra partida, se forem os adversários destes a fazer o mesmo tipo de falta, aí já entra a sanção disciplinar, o cartão amarelo e caso reincida o segundo seguido da respetiva expulsão. Eis a razão porque nos jogos do Benfica os adversários nunca acabem com os 11 jogadores normais. Além disso há também o problema dos penalties que se marcam muito facilmente quando a favor dos encarnados e muito mais discutidos se contra, ou seja a favor dos adversários, já não contando com os offsides convenientes e inconvenientes, quando a favor ou contra...!
António Oliveira FC Porto está "aquém do potencial que tem"
Ferrenho portista (?!), António Oliveira elogia o trabalho de Jorge Jesus.
António Oliveira afirma que “o futebol foi um capítulo que fechou", porém, o ferrenho adepto do FC Porto continua a acompanhar o que se faz dentro das quatro linhas e é rápido a analisar a prestação dos três grandes.
Para o ex-jogador, embora a cultura do FC Porto tenha de ser “ganhar e, depois de ganhar, tem de ser ganhar sempre, a verdade é que os ‘dragões’ estão “aquém do potencial que têm”, tendo em conta que possuem grandes jogadores na equipa.
É precisamente este ponto que vale a Jorge Jesus vários elogios. “O Jesus é um bom treinador e está à frente do campeonato desde a quinta jornada com uma equipa que é menor – aliás, que é muito inferior ao FC Porto”, afirma.
Quanto ao Sporting, o ex-selecionador nacional refere que embora perceba que o clube de Alvalade se assuma como um dos candidatos ao título, “tem que o provar que o é”. “Tem de haver uma gestão inteligente do que se faz e do que se vai dizendo”, atira.
sábado, 14 de março de 2015
A tremideira dos adeptos benfiquistas
14/03/2015 - ... E é bem real...! Força FC Porto!
Todos os sintomas são: benfiquistas assustados com a perspectiva de serem ultrapassados pelo FC Porto.
Benfica exagera no bombardeio - José Manuel Ribeiro in OJogo
No contexto atual de um FC Porto emergente, tanta declaração pública sugere transtorno
Nesta arruaça FC Porto-Benfica, já vimos que a capacidade para montar boas equipas de futebol anda ela por ela. O Benfica adiantou-se nas duas épocas anteriores a esta e o FC Porto soube recuperar o terreno perdido agora, tal como já fora capaz de se sobrepor em 2010/11. Só há duas áreas em que esse equilíbrio é impossível: nas receitas ordinárias, porque o Benfica tem bastante mais almas a contribuir com euros; e na chamada comunicação, isto é, na capacidade para vender a mensagem que lhe interessa ou, simplesmente, gerar ruído.
Essa vantagem inabalável reside num par de fatores.
Por um lado, a geografia da Imprensa nacional (como se sabe sediada em Lisboa), que favorece muito o Benfica; por outro, João Gabriel, o ex-assessor do Presidente da República Jorge Sampaio, que orquestra essas intervenções com tanta arte que ainda há uma semana pôs um jornal espanhol a lavar a roupa suja da arbitragem portuguesa.
São armas de que o FC Porto não dispõe e, se provas fossem necessárias, aí estão os quinze dias que se sucederam às palavras de Pinto da Costa e Lopetegui sobre os árbitros dos jogos do Benfica. Não terão passado 48 horas sem uma rajada: o próprio Gabriel, depois José Eduardo Moniz, depois Varandas Fernandes, agora o antigo presidente Manuel Vilarinho e, no habitual estilo impróprio para pessoas decentes, Rui Gomes da Silva.
Tirando algumas questões de respeito pelo próximo (sugerir que os jogadores do Braga facilitaram contra o FC Porto?), nada a objetar.
Estratégia é estratégia (mas não deixa de ser suja).
A minha dúvida é se o resultado será tão eficiente como de costume. O que estará a evidenciar-se mais? A pressão sobre os árbitros ou a impressão de que o Benfica está assustado?
Todos os sintomas são: benfiquistas assustados com a perspectiva de serem ultrapassados pelo FC Porto.
Benfica exagera no bombardeio - José Manuel Ribeiro in OJogo
No contexto atual de um FC Porto emergente, tanta declaração pública sugere transtorno
Nesta arruaça FC Porto-Benfica, já vimos que a capacidade para montar boas equipas de futebol anda ela por ela. O Benfica adiantou-se nas duas épocas anteriores a esta e o FC Porto soube recuperar o terreno perdido agora, tal como já fora capaz de se sobrepor em 2010/11. Só há duas áreas em que esse equilíbrio é impossível: nas receitas ordinárias, porque o Benfica tem bastante mais almas a contribuir com euros; e na chamada comunicação, isto é, na capacidade para vender a mensagem que lhe interessa ou, simplesmente, gerar ruído.
Essa vantagem inabalável reside num par de fatores.
Por um lado, a geografia da Imprensa nacional (como se sabe sediada em Lisboa), que favorece muito o Benfica; por outro, João Gabriel, o ex-assessor do Presidente da República Jorge Sampaio, que orquestra essas intervenções com tanta arte que ainda há uma semana pôs um jornal espanhol a lavar a roupa suja da arbitragem portuguesa.
São armas de que o FC Porto não dispõe e, se provas fossem necessárias, aí estão os quinze dias que se sucederam às palavras de Pinto da Costa e Lopetegui sobre os árbitros dos jogos do Benfica. Não terão passado 48 horas sem uma rajada: o próprio Gabriel, depois José Eduardo Moniz, depois Varandas Fernandes, agora o antigo presidente Manuel Vilarinho e, no habitual estilo impróprio para pessoas decentes, Rui Gomes da Silva.
Tirando algumas questões de respeito pelo próximo (sugerir que os jogadores do Braga facilitaram contra o FC Porto?), nada a objetar.
Estratégia é estratégia (mas não deixa de ser suja).
A minha dúvida é se o resultado será tão eficiente como de costume. O que estará a evidenciar-se mais? A pressão sobre os árbitros ou a impressão de que o Benfica está assustado?
sexta-feira, 13 de março de 2015
Pedro Marques Lopes
13/03/2015 - Pedro Marques Lopes um portista esclarecido…mas unimo-nos como nenhuns outros adeptos quando assistimos a vergonhas como as arbitragens no campeonato deste ano ou quando acreditamos na seriedade dum projeto.
Treinadores e jogadores irão e virão, mas enquanto os adeptos do FC Porto forem como são, não faltarão alegrias e vitórias.
Segundo Pedro Marques Lopes, a inclusão na equipa portista de Evandro fez com que Casemiro e Herrera subissem de rendimento e devido a isso melhorassem a consistência do meio-campo.
Treinadores e jogadores irão e virão, mas enquanto os adeptos do FC Porto forem como são, não faltarão alegrias e vitórias.
Segundo Pedro Marques Lopes, a inclusão na equipa portista de Evandro fez com que Casemiro e Herrera subissem de rendimento e devido a isso melhorassem a consistência do meio-campo.
João Capela- Respeita, se queres ser respeitado
13/03/2015 - João Capela reclama respeito para os árbitros, mas para isso é preciso que os juízes do apito mereçam, pelas suas isentas actuações, serem respeitados.
E esta época os erros constantes sempre para o mesmo lado têm sido escandalosos.
Tem sido escandalosamente evidente que os árbitros com receio de irem para a "jarra" tentam agradar ao "nomeações", o exagero porém é estupidez, e, os ditos/cujos têm exagerado estupidamente, sempre para o mesmo lado, o do clube da águia...!
O lisboeta João Capela, contestadíssimo por parte do V. Guimarães no seguimento do jogo com o Boavista, na última jornada, pediu respeito pelos árbitros.
"As opiniões pertencem a cada um, e respeito-as. Só peço que as pessoas respeitem os árbitros", disse esta quinta-feira o árbitro na apresentação do cartão Branco/Fairplay, que decorreu em Lisboa. "Se as críticas forem construtivas, serão sempre positivas", acrescentou.
E esta época os erros constantes sempre para o mesmo lado têm sido escandalosos.
Tem sido escandalosamente evidente que os árbitros com receio de irem para a "jarra" tentam agradar ao "nomeações", o exagero porém é estupidez, e, os ditos/cujos têm exagerado estupidamente, sempre para o mesmo lado, o do clube da águia...!
O lisboeta João Capela, contestadíssimo por parte do V. Guimarães no seguimento do jogo com o Boavista, na última jornada, pediu respeito pelos árbitros.
"As opiniões pertencem a cada um, e respeito-as. Só peço que as pessoas respeitem os árbitros", disse esta quinta-feira o árbitro na apresentação do cartão Branco/Fairplay, que decorreu em Lisboa. "Se as críticas forem construtivas, serão sempre positivas", acrescentou.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Benfica estranha nomeação de Soares Dias!
11/03/2015 - Benfica estranha nomeação de Artur Soares Dias...!
Porque será que até à presente data tão calados, começam agora a sentir-se desconfortáveis...?!
Na minha perspectiva, têm receio de que Soares Dias não se deixe manobrar, manipular, impressionar com o ruido que o clube da águia provoca quando não se sentem ajudados pelos árbitros escolhidos a dedo pelo "nomeações" para benefício próprio...!
Estavam muito calados porque até à presente data sempre beneficiados, mas pelos vistos, a nomeação de Soares Dias não lhes agrada, pois como estão mal habituados a árbitros sensíveis aos interesses benfiquistas, já vieram a público afirmar que estranham esta nomeação (CM)...!
Porquê?! Se calhar por temerem uma arbitragem correta, isenta, sem ajudas ao clube da águia, que o árbitro em causa não venda a sua consciência em prol da sua carreira. Não será...?
Oh, nomeações, já sabes que para os benfiquistas só podes nomear: João Capela, Manuel Mota, Bruno Paixão, Duarte Gomes...etc...
De modo que faz lá a vontade aos rapazes ... para a população portuguesa (não é assim de dizem?) sentir-se feliz...! lol
Agora a sério.
Sugestão: o campeonato português só deixará de ser inquinado quando as equipas de arbitragem forem estrangeiras e nomeadas por sorteio
Porque será que até à presente data tão calados, começam agora a sentir-se desconfortáveis...?!
Na minha perspectiva, têm receio de que Soares Dias não se deixe manobrar, manipular, impressionar com o ruido que o clube da águia provoca quando não se sentem ajudados pelos árbitros escolhidos a dedo pelo "nomeações" para benefício próprio...!
Estavam muito calados porque até à presente data sempre beneficiados, mas pelos vistos, a nomeação de Soares Dias não lhes agrada, pois como estão mal habituados a árbitros sensíveis aos interesses benfiquistas, já vieram a público afirmar que estranham esta nomeação (CM)...!
Porquê?! Se calhar por temerem uma arbitragem correta, isenta, sem ajudas ao clube da águia, que o árbitro em causa não venda a sua consciência em prol da sua carreira. Não será...?
Oh, nomeações, já sabes que para os benfiquistas só podes nomear: João Capela, Manuel Mota, Bruno Paixão, Duarte Gomes...etc...
De modo que faz lá a vontade aos rapazes ... para a população portuguesa (não é assim de dizem?) sentir-se feliz...! lol
Agora a sério.
Sugestão: o campeonato português só deixará de ser inquinado quando as equipas de arbitragem forem estrangeiras e nomeadas por sorteio
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