sábado, 20 de fevereiro de 2016

Benfica beneficiado no Paços Ferreira x SLB

A dualidade de critérios de Jorge Ferreira no Paços Ferreira x Benfica
Apenas alguns exemplos, um penálti por assinalar aos 27 minutos da primeira parte a favor do Paços (o resultado estava 1-1) e outro 'muito forçado' marcado aos 45 minutos a favor do Benfica (se o critério utilizado tivesse sido idêntico ou não se marcava nenhum ou no mínimo, se marcavam ambos...). Ambos os lances foram avaliados/decididos pelo árbitro Jorge Ferreira que apitou sempre a favor do clube da águia...

Jorge Simão - Técnico do Paços Ferreira
"O jogo fica decidido no lance do penálti" a favor do Benfica
O treinador do Paços de Ferreira, não quis entrar em polémicas no final do jogo com o Benfica, mas...
O lance decisivo: "Vinha para a flash-interview e pensava que podia olhar para este jogo de duas formas. A primeira é que o jogo fica decidido num lance da grande penalidade antes do intervalo…
Diogo Jota: "O momento do jogo é 2-1 do Benfica"
Bruno Moreira do Paços Ferreira pediu penálti e levou amarelo
O avançado do Paços levou amarelo por protestos, depois de reclamar uma grande penalidade por falta cometida por Samaris.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Práticas fascisantes na Liga de Clubes

E esta, hein...!
Torquemada
A Comissão de Instrução e Inquérito da Liga de Clubes abriu um procedimento disciplinar ao FC Porto por causa do que o Dragões Diário escreveu sobre a arbitragem do jogo com o Arouca. Que este diário é muito lido já sabemos, que irrita muito os nossos adversários também sabemos, mas que a Liga de Clubes queira agora silenciar a livre expressão da opinião é que não imaginávamos. E isso é ainda mais lamentável quando vemos elementos ligados a outros clubes todas as semanas a afirmarem o que lhes apetece, sem que a Liga seja tão diligente. Ninguém como Rui Gomes da Silva, vice-presidente do Benfica, ou Pedro Guerra, director de conteúdos da Benfica TV, atira sobre a arbitragem, com um vocabulário que todo o país conhece de trás para a frente, tantas vezes a ladainha é repetida à exaustão. Mas a esses a Comissão de Instrução e Inquéritos poupa, certamente porque não sabe, não vê, não lê. Ou considera os dois citados inimputáveis...
Da censura e outras coisas
O Dragões Diário é um produto jornalístico, escrito por jornalistas, sem interferência editorial de qualquer elemento do FC Porto externo ao departamento de informação – nem isso seria admissível. Funciona, isso sim, como uma espécie de provedor do sócio, dando eco ao sentimento dos milhares de adeptos subscritores. Pretender silenciar o Dragões Diário é um tique de outro tempo que estamos determinados a denunciar. Não impõe a administração do FC Porto qualquer tipo de controlo à opinião de quem assina, não censura o que é escrito, que conhece ao mesmo tempo que os demais subscritores, mas depois há uma Comissão de Instrução e Inquéritos que quer ser uma espécie de tribunal plenário. Viva a liberdade de expressão. Finalmente, o relator ou não sabe copiar ou a pressa atrapalhou-lhe a competência. Recorde (melhor marca) em português termina mesmo com “e”. E o famoso, pelos piores motivos, árbitro dos anos 50 do século passado chamava-se Inocêncio Calabote, como escreveu o Dragões Diário e todo o país futebolístico sabe muito bem. Da Inocência Calabote referida na Abertura de Instrução nunca ouvimos falar. Mas que las hay...(hay, digo eu...)

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Árbitro de Braga comete dois erros grosseiros

FC Porto “B” derrotado por Duarte Oliveira de Braga
Exemplo perfeito dos tais resultados conseguidos à custa de mérito alheio foi o jogo do FC Porto B, que foi derrotado pelo Famalicão e também pelo árbitro Duarte Oliveira, de Braga. O resultado final foi 2-1 para o Famalicão, mas o jogo ficou marcado/manchado por dois erros grosseiros, o penalti que valeu o segundo golo ao Famalicão é inexistente, enquanto ainda na primeira parte ficou por assinalar um castigo máximo claro sobre André Silva.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Dragões Diário e NORTADA

Da Dragões Diário
…preparação para o jogo com o Benfica (sexta-feira, 20h30), decisivo para as contas da Liga. Isto porque o primeiro lugar, partilhado por Benfica e Sporting, está à distância de seis pontos.
A situação poderia ser bem diferente se o árbitro Rui Costa não tivesse subtraído cinco pontos ao FC Porto no espaço de um mês: primeiro no jogo frente ao Rio Ave (1-1), em que perdoou um penálti aos forasteiros; anteontem, frente ao Arouca (1-2), foi o que se sabe e não vale a pena relembrar um lance que está bem fresco na memória de todos. Tanto prejuízo em tão pouco tempo deve ser recorde mundial e, desta forma, a Liga 2015/16 arrisca-se a ser conhecida como a Liga Rui Costa, tal como o Campeonato de 1958/59 é indissociável do nome de Inocêncio Calabote.

Excerto de NORTADA por Miguel Sousa Tavares
…E o outro ponto é para dizer que o resultado do jogo com o Arouca poderia ter sido bem diferente, se o golo de Brahimi tem sido legalizado, como devia. Foi mais um jogo em que fomos vítimas de um erro de arbitragem com consequências no resultado, mas isso não nos serve de desculpa. Primeiro, porque o erro é perfeitamente compreensível e nós não somos sportinguistas para fazer disso um escândalo e pôr os árbitros a pedir-nos perdão publicamente . E, depois, porque não somos sportinguistas nem benfiquistas para desculpar culpas próprias com erros alheios. Quando se oferecem dois golos como nós oferecemos e quando se falham alguns como falhamos, o erro do fiscal de linha foi o menor de todos. E isso, como disse o Layún, não desculpa o que o FC Porto devia ter feito e não fez. Mesmo na desgraça é preciso ser sério.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Erros graves de arbitragem contra o FCP

Já são demasiados os erros de arbitragem (foras de jogo mal assinalados e golos anulados) que esta época estão a impedir o FC Porto de aceder à posição de líder do campeonato...!
A Dragões Diário põe os pontos nos "is", mas não chega, o FC Porto precisa de ter na sua estrutura alguém mais incisivo e contundente para na imprensa apelar à ética e verdade desportiva.


Da Dragões Diário
Erros próprios e erros alheios causaram uma amarga derrota com o Arouca por 1-2, que deixa o FC Porto em situação delicada no campeonato, a menos de uma semana do clássico da Luz. É verdade que a equipa cometeu erros graves nos dois golos do Arouca, que a penalizaram bastante, mas também foi muito penalizada por uma arbitragem de apito leve para os jogadores do FC Porto e que anulou um golo legal, que na altura daria o 2-1 a favor dos Dragões. Logo a seguir o Arouca adiantou-se e até ao fim já só houve coração.

José Peseiro assumiu que a equipa cometeu erros graves, mas não teve medo das palavras ao apontar o dedo ao árbitro, porque aquele golo de Brahimi não é sequer um lance que possa originar dúvidas e mesmo que as houvesse, no fora de jogo na dúvida beneficia-se o ataque. Excepto, pelos vistos, quando é o ataque do FC Porto, tantos e tantos os lances de fora de jogo mal assinalado que têm penalizado a nossa equipa, ontem com custos muito evidentes no resultado. E depois há coincidências que só podem ser mesmo isso, coincidências. Rui Costa, o mesmo árbitro que há um mês perdoou um penalti ao Rio Ave, voltou ao Dragão para se voltar a enganar contra o FC Porto. Coincidência, certamente. Rui Costa, curiosamente, é irmão de Paulo Costa, membro do Conselho de Arbitragem. O adjunto de Lito Vidigal, curiosamente, é filho de Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem. Tudo coincidência. No caso, coincidências familiares.“O momento-chave é aos 62 minutos, quando fazemos o segundo golo, que não é fora de jogo, e que nos foi invalidado. Foi um golo limpo, mal invalidado, e passado pouco tempo sofremos o 1-2”, e José Peseiro acrescentou “Independentemente dos momentos menos bons que tivemos, criámos várias situações de golo. Não ganhámos porque não fomos eficazes, por erros nossos e de outros”.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Escumalha benfiquista e não só...

Atitude miserável da escumalha que são alguns adeptos do clube da águia que não hesitaram em roubar um menino paraplégico portista.
Mas mais! Afinal quem são os corruptos...? Conforme aqui se prova, eles existem mas a SUL...
Dedicado a algumas virgens ofendidas que de vez em quando por aqui aparecem...

Denúncia de corrupção no futebol mas a SUL_Ver aqui

Adeptos do Benfica roubam criança deficiente

É preciso ser muito vândalo para se proceder a um acto destes...!

Adeptos benfiquistas roubam miúdo deficiente_Ver aqui

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Facciosismo dos calimeros

NORTADA excerto da crónica de Miguel Sousa Tavares
1 A Académica marcou um golo considerado irregular em Alvalade, mas que, nas contas finais, não contou para nada: o Sporting não perdeu nenhum ponto com isso. Foi um off-side daqueles descarados? Não, foi apenas um off-side de posição, sem que o jogador tenha tocado na bola. O escândalo, como logo foi classificado, resumiu-se a uma questão de interpretação subjectiva: terá ele, mesmo sem tocar na bola, interferido no lance? O árbitro achou que não; os sportinguistas, a crítica e o empenhadíssimo relator da Sport TV (que fez daquilo um caso de vida ou de morte) acharam que sim. Não contesto nem deixo de contestar a razão deles, mas duvido que muitos árbitros internacionais anulassem o golo. Porque falta dizer o principal: o escandaloso erro do árbitro, de que chegaram a dizer ter sido voluntário, não foi nada comparado com os dois erros da defensiva sportinguista: primeiro, o erro de Rui Patrício, afastando a bola para a zona de recarga; depois o erro de Ewerton, que, sem ser carregado, cabeceou para trás, para o golo. Grande escândalo, sim senhor! E os dois penalties claros por assinalar a favor do FC Porto na jornada anterior, mais dois off-sides inexistentes que foram marcados ao seu ataque em jogadas de perigo iminente? Porque razão é escandaloso para uns o que para outros são apenas acidentes do jogo? Mas compreendo bem a razão do habitual alarido dos sportinguistas: mesmo que os danos tenham sido nulos, convém acumular capital de queixas para ser devidamente usado em breve. Só não compreendo é que a imprensa alimente a perigosa fogueira que semana após semana é ateada pelos responsáveis de Alvalade. E depois queixam-se de que o clima está irrespirável…

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Sérgio Conceição? Não obrigado...

Depois do jogo de Guimarães, fiquei a rejeitar ainda mais a possibilidade do Sérgio Conceição ser o próximo treinador do FC Porto. Que futebol tão pobre da equipa de Guimarães, um futebolzinho: defender…defender …defender e mais nada…! 90 minutos cuja única preocupação dos vimaranenses foi destruir, baixar o cacete e tentar não jogar futebol… Não obrigado!
Com estratégias destas Sérgio Conceição nunca conseguirá convencer os sócios, simpatizantes e adeptos do FC Porto.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

As arbitragens que beneficiam Benfica e Sporting

Excerto de Pedro Marques Lopes
Que chama a atenção dos dirigentes portistas para o seu inexplicável e sepulcral silêncio sobre todas as barbaridades cometidas pelo Vítor Pereira da arbitragem e pelos juízes do apito por este nomeados para beneficiar Benfica e Sporting; e prejudicar deliberadamente o FC Porto…!!!
…Outro problema que ameaça tornar-se estrutural, e que sistematicamente refiro, é a falta duma voz que assuma o combate no dia a dia. Por exemplo, a pouca vergonha das arbitragens deste e do ano passado tem de ser denunciada. Estamos a ser humilhados em campo por os senhores vestidos de preto (ou vermelho) que nos perderam o respeito e que tremem que nem varas verdes perante o Benfica e o Sporting. As últimas semanas foram chocantes: o Imbula é expulso por uma falta com menos de metade da gravidade das que João Pereira e João Mário cometeram no jogo contra o Braga. O que se passou em Alvalade foi uma vergonha sem nome, em qualquer futebol civilizado os dois jogadores do Sporting teriam sido expulsos e levado um castigo exemplar pelas entradas assassinas que fizeram. Uma vergonha parecida com a da arbitragem do jogo do Benfica com o Guimarães, uma calabotinice das antigas.
Alguém do FC Porto veio falar desses esbulhos, desses pormaiores que decidem campeonatos, dessas ofertas de pontos que fizeram a diferença no ano passado e que já estão a fazer este ano? Nada. Um silêncio mortal. E assim se vai deixando a falta de respeito instalar, e assim os jogadores se sentem desprotegidos em campo, e assim não se expulsam jogadores que agridem violentamente os adversários enquanto os nossos são pontapeados no chão (como aconteceu ao Maxi, no Bessa) e nada se passa.
Ninguém está a pedir berraria, o que se quer é estas situações denunciadas, o que se exige é que não se falte ao respeito ao FC Porto e, lá está, quem não se dá ao respeito nunca será respeitado.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Crítica muito soft à arbitragem

Repudiamos a arbitragem do juiz do apito Nuno Almeida da Associação de Futebol do Algarve, por insidiosa, falsa como judas, com défice de isenção, preconceituosa, e anti-portista primária.

Rui Barros faz uma crítica muito soft a Nuno Almeida

O treinador fez ainda uma referência aos critérios da arbitragem. Qualquer que seja a perspectiva, num jogo entre o Boavista e o FC Porto mostrar seis cartões amarelos e um vermelho aos nossos jogadores e um amarelozinho ao Boavista é embirrar muito com o azul...!