domingo, 22 de março de 2020

Os ilícitos benfiquistas já vêm de longe

Nesta data(22-03), no ano de 1959, jogava-se a última jornada do campeonato. FC Porto e Benfica estavam em igualdade pontual na liderança com larga vantagem azul e branca na diferença de golos, o critério de desempate à época. Os Dragões – treinados por Béla Guttmann – venceram no terreno do Torreense por 3-0 com golos de Perdigão, Noé e Teixeira. Na Luz, o Benfica bateu a CUF por 7-1, num jogo que teve como protagonista o árbitro Inocêncio Calabote. O juiz, que começou o encontro mais tarde para que os lisboetas pudessem jogar em função do resultado de Torres Vedras, assinalou três penáltis a favor do Benfica e concedeu um tempo de compensação perfeitamente inusitado. Mas as invulgaridades não ficaram por aqui… Nessa tarde, o adversário dos portistas foi comandado, a partir do banco, por José Valdivieso. Além disso, o treinador-adjunto do Benfica (Valdivieso) tinha prometido, a cada atleta do Torreense, 13 contos caso vencessem os da Invicta. Nem assim conseguiram: os portistas sofreram, de ouvido no transmissor, enquanto esperavam que o jogo da Luz terminasse. Quando Calabote fez soar o apito final, o FC Porto era campeão nacional com um golo de vantagem sobre o rival.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Ignomínias encarnadas (extraído de Miguel Sousa Tavares em A Bola)


Da crónica de Miguel Sousa Tavares em A Bola 
... há ainda uma quarta solução que, de tão imaginativa e escandalosa, só refiro porque aqui vi escrito que era uma hipótese em que os preclaros jusistas do Benfica já estariam a trabalhar no sentido de levarem aos órgãos decisores da Liga: que o campeonato fosse declarado terminado agora, mas as classificações que contariam seriam as que se verificavam, não agora, mas no final da primeira volta – quando o Benfica seguia à frente. Assim o Benfica seria declarado campeão e meteria já no bolso, sem mais angústias, o dinheirinho da Champions. Confesso que mesmo sabendo como a imaginação dos advogados pode ser fértil, não consigo enxergar que fundamento jurídico, que doutrina, jurisprudência ou caso julgado, poderá sustentar tão delirante pretensão – a não ser a razão que sempre tem para um advogado um cliente que pode pagar bons honorários. E não esquecendo também que estamos perante um clube que no passado já deu abundantes exemplos de não se deter muito nos meios para chegar aos fins pretendidos. Este é o clube que no passado já quis ser campeão e chagar à Champions à custa do FC Porto e graças à Comissão de Disciplina da Liga, através dos meios de prova que a justiça reduziria a cinzas no apito Dourado. Este é o clube que “comprou” um jogo decisivo em campo “neutro” ao Estoril Praia, dessa forma chegando ao título e remetendo o amigo Estoril para a segunda divisão. Este é o clube que chegou a outro título mais uma vez graças à Comissão Disciplinar da Liga e à suspensão de meses dada a Hulk, por força de um suposto pontapé a um steward, transformado em “agente desportivo” e que os justiceiros da Liga conseguiram descortinar por baixo das pernas de um molhe de gente no túnel da Luz. Este é o clube que quando o Sporting estava em desintegração interna, anunciou e tentou em vão levar de borla Bruno Fernandes – enquanto que Pinto da Costa fazia exactamente o contrário, dizendo a Sousa Cintra que podia estar tranquilo porque o FC Porto não se iria aproveitar da situação. Este é o clube, enfim, que todos os outros clubes portugueses conhecem por estes e outros inúmeros exemplos de fiar-play desportivo.
3 – O Expresso contou a história de um juiz do agora má fama Tribunal da Relação de Lisboa que era (e talvez ainda seja) convidado VIP habitual do Benfica. Colega de Rui Rangel no tribunal, o juiz foi, confessadamente, assistir a “sete ou oito jogos” dos encarnados na tribuna VIP do Estádio da Luz e a duas finais europeias dos encarnados, viajando no avião fretado pelo clube, dormindo no hotel pago pelo clube, com refeições e demais mordomias pagas pelo clube. Mas não vê nisso mal algum pois, segundo diz, no avião e com idêntica regalias, também seguiam outros juízes, políticos e jornalistas. Tudo à conta do Sport Lisboa e Benfica. Pois claro: faz sentido. Lembram-se do célebre documento de trabalho da Direcção do Benfica que, inadvertidamente, caíu no domínio público e no qual se delineava uma estratégia para dominar todos os sectores considerados essenciais: Arbitragem e Disciplina da Liga, mas também Comunicação Social, Banca, Mundo político e Justiça? Nada acontece por acaso. Porém, ainda há mais um detalhe: o desembargador em questão foi – a notícia não especificava se antes, depois ou antes e depois das viagens e dos camarotes – membro da Comissão Disciplinar da Liga. Ah, a coincidência! Que não é nada, disse ele: “sei muito bem separar os papeis”. Tanto que afirma até ter suspendido o Nuno Assis, então titular do Benfica, por seis meses (se não me engano, tratou-se de um caso de doping e não de disciplina). Na verdade, seria útil que, aproveitando este tempo morto do futebol, algum órgão de informação desportivo se dedicasse a vasculhar as decisões do juiz em causa no Conselho de Disciplina. Só para confirmar.
4 – De facto, os critérios do dito Conselho de Disciplina são um mistério. O FC Porto, por exemplo, levou recentemente um jogo de castigo à porta fechada (de que recorreu) porque UM adepto terá atirado UMA cadeira que acertou NUM polícia – que logo virou “agente desportivo” para o efeito. E o mesmo FC Porto foi condenado nuns milhares de euros por cânticos racistas de alguns adeptos num jogo contra o Aves, que ninguém escutou e ninguém relatou. Já no jogo V.de Guimarães-FC Porto, cujos cânticos racistas de uma bancada inteira contra um jogador portista (Marega) correram mundo e ainda estão por decidir pelo Conselho de Disciplina, o Vitória foi condenado em... 714 euros por outros insultos a Marega e Marchesin. Mas já os cânticos de adeptos vitorianos e o arremesso de cadeiras por parte dos adeptos portistas, que ninguém viu, custaram ao FC Porto 1.020 euros de multa. Digam-me lá: estão a brincar, não estão? Só podem. Qual será o castigo ao Benfica pelo arremesso de tochas dos seus adeptos contra os seus próprios jogadores, no final do jogo de Setúbal? Como? Ah, não consta do relatório! Entendi.
5 – António Salvador promete ficar calado sobre arbitragens – ele e todo o clube – durante toda a próxima época. Dou-lhe três meses. E se for vítima de uma arbitragem como a que assaltou o FC Porto no último jogo contra o Rio Ave, onde se pode ter decidido um título de campeão, não lhe dou nem três horas. O seu apelo para que todos sigam o seu exemplo de auto-invocado fair-play – que ainda não passa de uma promessa – é muito bom para calar consciências pesadas. Come e cala: o Benfica agradece. Aliás, as tiradas de Salvador sobre o fair-play no futebol – como a que fez a propósito do roubo de Rúben Amorim pelo Sporting, esquecendo-se que havia feito o mesmo anteriormente duas vezes – assentam todas na mesma insustentável leveza das coisas que se dizem só por dizer.

quinta-feira, 12 de março de 2020

António Salvador predisposto a jogar na equipa de Filipe Vieira

O novel presidente do Braga, António Salvador, pelo seu discurso actual, de falinhas mansas, destinado a captar e cativar a atenção do Conselho de Arbitragem, parece predisposto a jogar de modo a retirar vantagens da arbitragem do futebol para o seu Braga...!
Para já tem-se mostrado muito cordato com Filipe Vieira, parecendo ansiar por prestar vassalagem ao seu homólogo do clube da Luz (o trapaceiro).

MST acha que a arbitragem é que vai decidir este campeonato

Na minha opinião houve condicionamento ou preconceitos que levaram Soares Dias e Vasco Santos a decidir contra as recomendações do Board da FIFA.

Extracto da crónica de Miguel Sousa Tavares de ontem 11/03/20 em A Bola

...FC Porto- Rio Ave. A menos de meia hora do fim, com o jogo empatado, apenas um lance poderia e deveria ter perturbado o seu tranquilo final de dia na Cidade do Futebol: Uma jogada em que Marega entrou na área e já dentro dela (disso não havia dúvidas), rematou à baliza, sendo uns frames depois ou em simultâneo, atingido a pontapé por um adversário quando a bola já lá não estava (disso também não havia lugar a dúvidas) . Uma daquelas jogadas em que estamos constantemente a ouvir os entendidos na matéria a comentar: “chegou tarde e atingiu só o pé do adversário. Falta e cartão amarelo”. Penálti, pois. Mas o VAS manteve-se impávido na sua poltrona, dando mais um gole na sua Cola e mordiscando a sanduíche. Nem ele nem o “melhor árbitro português” (que não passa um jogo sem uma falha grave e contra o FC Porto nunca vê penáltis por si só) viram ali sombra de infracção. Os únicos em Portugal inteiro.
(Mas faça-se um parêntesis para relembrar que este VAR era o mesmo VAS que na semana anterior assinalara dois penáltis a favor do Benfica contra o Moreirense. E, sim, ah, também não me esqueço, deixara escapar um terceiro por uma pisadela no Dyego Sousa. Porém, com um detalhe: este, da pisadela, só se via em muito lenta câmara e, se assinalado, ter-se-ia seguido aos outros dois – e estes, de mais do que duvidosa existência. Teriam sido três no mesmo jogo, a resolver assim o que o Benfica nunca se mostrou capaz de resolver de outra forma. Um registo quase calaboteiro.)

Retomemos então o filme imaginado da tarde da tarde domingueira do VAS. O jogo aproximava-se do final, mas, a menos de dez minutos do fim, acabou-se o merecido repouso do VAR. Sérgio Oliveira remata de longe, o Keeper do Rio Ave defende para a frente, Soares recarga ainda de fora da área e o guarda-redes volta a defender como pode, até que Marega faz a terceira recarga e a bola acaba por entrar, embrulhada entre um defesa e o guardião dos vila-condenses. Era, enfim, o fruto colhido de tanto esforço para chegar ao golo, os três pontos, a vitória alcançada a ferros, talvez até um campeonato decidido após tudo ter parecido já perdido, Os jogadores do Porto – os do relvado e os do banco – abraçam-se num cacho, e não foi com os cotovelos; 40.000 pularam como um só nas bancadas; centenas de milhar mais beijaram os televisores em casa e seis milhões de benfiquistas desataram a vociferar insultos a Bruno Lage e Luís Filipe Vieira. Nem um jogador do Rio Ave esboçou a sombra de uma protesto e o melhor árbitro português, que remédio, apontou para o centro e para lá se dirigiu. Mas foi então que o VAS despertou do seu remanso, pousou a segunda sanduíche e a Coca Cola e soprou ao microfone de Soares Dias : – Espera aí Artur, deixa-me ver isto com atenção.


*
(acho que, ninguém me convence do contrário, que Vasco Santos foi influenciado pelos comentários do comentador da SportTV que na altura, antes da decisão do VAR repetiu o lance 2 ou 3 vezes na televisão e sentenciou: “a haver fora de jogo é à pele”).


E começou. Começou à procura de qualquer coisa que pudesse servir para anular o golo. Não porque parecesse evidente ou provável que a houvesse, mas porque sim.
Para começar, o remate final, o golo: nada por ali. Depois, o primeiro remate, o início da jogada: ainda menos. Ah, alto, temos aqui o segundo remate, será que não descubro o Soares em fora-de-jogo? Ora, deixa cá ver, onde é que eu ponho a linha? Vamos ao manual, que isto é complicado. E o VAS vai ao manual, o célebre “Protocolo”, que serve para tudo, sobretudo para que nada seja claro para quem vê futebol. Conclui que há variadíssimas possibilidades: cabeça, ombros, tronco, ancas, perna, pé. OK, diz para consigo, qualquer coisa serve. Agora, segunda dificuldade: quando é que ponho a linha? A questão é decisiva, sabendo nós que um frame atrás ou à frente pode significar uma diferença de até 13 cms. E durante todo o tempo em que o pé de Sérgio Oliveira está em contacto com a bola para efectuar o primeiro remate passam vários frames e segundos, durante os quais Soares tanto pode ter estado atrasado, como em linha, como adiantado. Tudo dependeria, afinal, de onde o VAS resolvesse traçar a linha do offside. Isto, claro, desde que ele tivesse recusado, como recusou, a única atitude sensata e de acordo com as recomendações do Board da FIFA de, na dúvida, favorecer o golo. Mas ele não estava lá para isso: – Artur, é offside. Por 3 cms.
E recostou-se para trás. Não só tinha acabado de anular um golo limpo à vista de todos. Não só tinha falsificado o resultado de um jogo tal como visto por todos. Com a sua obsessão em procurar agulha em palheiro, tinha gasto nisso 6’ 20” – um tempo preciosos para quebrar o ritmo aos jogadores do Porto e proporcionar aos do Rio Ave um retemperar de forças, física e anímicas, para defenderem o empate até final. Talvez tenha também ajudado decisivamente a decidir o campeonato a favor do Benfica e só por isso o seu nome não será esquecido. Mas espero também que a prestação deste VAS sirva para matar este VAR, antes que ele mate o futebol. 40.000 pessoas que pagam bilhete e que se dão ao trabalho de ir a um estádio e centenas de milhar de outras que pagam uma assinatura para ver jogos na TV, e que todas vêm um golo completamente limpo e um desfecho justo de um jogo, não podem estar à mercê de um único ser que, refastelado numa poltrona, gasta seis minutos à procura de uma irregularidade que ninguém viu para contrariar e evidência daquilo que todos viram. Eu, que nunca tive qualquer entusiasmo pela introdução do VAR, antes pelo contrário, confirmo as minhas piores suspeitas: em lugar de servir apenas para corrogir erros grosseiros, tem servido sobretudo para introduzir outra instância de critério, igualmente subjectivo, de julgamento. Só que menos compreensível, menos legítima e, logo, menos desculpável.
2 – E já que vou com a corda toda, não me afasto do tema da arbitragem, pois que, infelizmente, ela vai decidir este campeonato. Quero falar do penálti que deu o golo que valeu o empate ao Benfica em Setúbal, e que toda a gente considerou pacífico. Eu não considero. Por uma razão de facto e duas razões de direito, ou, melhor dizendo, duas dúvidas, que muito gostaria de ver esclarecidas por quem sabe mais do que eu – nomeadamente Duarte Gomes (Carlos Duarte um perito em arbitragem muito mais credível), cuja opinião sempre respeitei, mesmo não concordando.
A razão de facto é que o penálti nasce de um canto assinalado contra o Setúbal, por suposto cabeceamento de um jogador do Vitória pela linha de fundo. O árbitro João Pinheiro, que esteve sempre pronto a, na dúvida, assinalar tudo a favor do Benfica, marcou pontapé de canto, mas as imagens mostram bem que o jogador sadino apenas tocou na bola de raspão com os cabelos – e não me parece que os cabelos tenham força para desviar a trajectória de uma bola de futebol.
A primeira questão de direito também é de facto: ao segundo poste, está um jogador sadino de costas que não vê Rúben Dias vir sobre ele. É claro nas imagens que Rúben Dias vai deliberadamente contra o jogador adversário, procurando o contacto, e que só então é que este, num gesto instintivo, levanta o cotovelo, atingindo o jogador benfiquista. A falta é do jogador do vitória ou é primeiro do jogador do Benfica ou, sendo provocada por este , não é de nenhum?
Mais importante do que isto, admitindo que houve falta do defensor, ela acontece a uns dez metros de distância do local onde a bola estava e onde foi disputada. Poder-se-ia argumentar que a suposta falta teria impedido Rúben Dias de eventualmente disputar o lance, mas também isso não vale, pois a bola não foi parar ali nem nunca iria para ali, visto que foi logo cortada ao primeiro poste por outro defensor do Vitória. Ao mesmo tempo que Rúben Dias caía ao chão na zona do segundo poste, a bola estava a ser cortada na zona do primeiro poste a uns metros dali: o que se passou num lado não teve nada a ver com o que se passou no outro, nem directa, nem indirectamente. Se a jogada tem acontecido no meio-campo o árbitro interrompia para marcar falta? E até que distância – dez, vinte, cinquenta metros? Responda quem sabe. Para fazer doutrina. Ah, mas o Benfica teve sorte: para si, o VAR estava mais do que atento...
* -  Meu aparte

O Virus de podridão que está a infectar o futebol português

Só não vê quem não quer. A revelação do conteúdo dos e-mails (fraudes) do Benfica provam à saciedade os esquemas, entenda-se, ilícitos (corrupção) que grassam no futebol português impostos pelo Benfica de Luís Filipe Vieira e seus amigos sem escrúpulos.

De recordar há uns anos (poucos) atrás a célebre frase do Vieira em que ele referiu que "melhor do que ter boas equipas é ter os homens (benfiquistas) certos nos lugares certos...!

A podridão alastrou aos órgãos dirigentes do futebol português. Tais como: Conselho de Arbitragem e Conselho de Disciplina da FPF que são controlados por gente enfeudada ao Clube da Luz...!

E não é por acaso que Miguel Sousa Tavares na sua mais recente crónica em ABola admitiu que Vasco Santos ao anular indevidamente um golo ao FC Porto no recente pp FC Porto-Rio Ave talvez tenha ajudado decisivamente a decidir o campeonato a favor do Benfica... Não me afasto do tema da arbitragem, pois que, infelizmente, ela vai decidir este campeonato.




quarta-feira, 11 de março de 2020

Um texto actual 100% pertinente...!


Surripiado do dragão até à morte

... serenidade, recato, tranquilidade, fazer o que for preciso para que no futebol português haja paz, tranquilidade e harmonia. Ok! Mas como é isto possível quando sabemos todos e Jorge Nuno Pinto da Costa melhor do que ninguém, que no nosso futebol isso só acontece quando o Benfica ganha? E que o Benfica julga-se com o direito divino a ganhar e quando não ganha o clube presidido por Luís Filipe Vieira recorre com ajuda da sua poderosa máquina de propaganda composta por prostitutos da escrita e da palavra: cartilheiros, recadeiros, paus mandados e afins; a tudo para incendiar o futebol, denegrir, achincalhar e retirar mérito a quem vence?!
Já nos esquecemos das diatribes (discursos violentos e injuriosos), como por exemplo: "Não precisamos de mudar de treinador, precisamos é de mudar de árbitros? A classificação está viciada pelos árbitros? Ou do título do F.C. Porto é um tributo dos árbitros?"

Não, enquanto não houver coragem para colocar na ordem este Benfica de Vieira e que está a destruir o futebol português, só haverá a paz tão apregoada e pretendida se o F.C. Porto abdicar e isso não há portista que admita.

As obscuras tomadas de posição do Conselho de Arbitragem

O Conselho de Arbitragem, secção profissional, Fontelas Gomes presidente, João Ferreira vice-presidente (recordam-se? Vieira ao telefone: "o João pode ser o João"), Bertino Miranda vogal, Ricardo Duarte vogal, veio agora anunciar que reitera a confiança na (vergonhosa incompetência da) dupla Artur Soares Dias e Vasco Santos...!!

Não obstante as fundamentadas críticas de todos os responsáveis portistas às actuações de Artur Soares Dias e Vasco Santos no recente FC Porto-Rio Ave, o CA vem agora (prepotente) despudoradamente anunciar que continua a confiar, entenda-se, a incentivar a dupla para que continue a tentar impedir a evolução dos portistas na classificação geral do campeonato. Em tal situação que fazer? Não será caso para os responsáveis portistas solicitarem uma audiência ao governo português?

Saudações portistas

terça-feira, 10 de março de 2020

FC Porto - Novas sobre o futebol

Pontuação certa? Estudo da imprensa desportiva







































Jogadas de laboratório rendem 14 pontos...!
























A solução Manafá por impedimento do Alex Telles







































Na ponta final do campeonato os adversários do FC Porto passam a jogar com "autocarro de dois andares"


































FC Porto - Futebol português por onde andas...

FC Porto: o VAR não vai melhorar, previsão de José Manuel Ribeiro
Mas diz mais, o ataque e a defesa são as únicas apólices de seguro, ou seja, garantias, com que a equipa do Mr. Sérgio pode contar até ao final da época.
E tal como as coisas estão não é difícil chegar a esta conclusão...




E não é que o Conselho de Arbitragem já veio a público confirmar o vaticínio de José Manuel Ribeiro de que o VAR esta época não vai mudar, mesmo depois de Pinto da Costa ter manifestado as suas expectativas de que a dupla: Artur Soares Dias e Vasco Santos não voltassem a ser nomeados para os jogos do FC Porto. É que entretanto o Conselho da Arbitragem já veio a público comunicar o seguinte: (redacção da Lusa)  “Artur Soares Dias e Vasco Santos vão continuar a ser nomeados, merecem a confiança do Conselho de Arbitragem da FPF”. Sob o argumento de que : “O Conselho de Arbitragem rejeita vetos de clubes a árbitros”.







































O insólito caso do fora de jogo de 3 cm justifica o pedido de auditoria ao VAR

































Conselho de Arbitragem ao serviço do Benfica

A desfaçatez , o cinismo, o descaramento, tomaram conta do futebol português!
Os rostos dos meros serventuários de Filipe Vieira (fazendo jus à célebre frase: melhor do que ter boas equipas é ter os homens certos nos lugares certos):
C.A. da FPF - Secção da área profissional: presidente, um vice-presidente e três vogais; Fontelas Gomes (presidente), João Ferreira (Vice-Presidente), Bertino Miranda (Vogal), Ricardo Duarte (Vogal).
Segundo a redacção da Lusa - “Artur Soares Dias vão continuar a ser nomeados, merecem a confiança do Conselho de Arbitragem da FPF”
Argumento: “O Conselho de Arbitragem rejeita vetos de clubes a árbitros”

Entrevista na integra de Pinto da Costa ao Porto Canal

O presidente do FC Porto revelou ainda que no final do jogo, o árbitro Artur Soares Dias manteve que não era penálti sobre Marega depois de ter visto as imagens. E desafiou-o a mostrar as imagens que viu do lance. "O que me preocupa mais é que Soares Dias, depois de ter terminado o jogo e já no balneário, abriu a porta e virando-se para o Luís Gonçalves [diretor-geral do FC Porto] disse: 'Eu já vi as imagens e não é penálti'. Mas que imagens é que ele viu afinal para dizer que não é penálti? Se considera que isto não é penálti não tem condições para continuar a arbitrar. Ele que mostre as imagens que viu. O senhor Vasco Santos é inconcebível. Sempre tive muitas dúvidas do que iria ser o funcionamento do VAR. Parece que tem havido muitos penáltis nos outros jogos e que são dados pelo VAR. O VAR não funciona nos jogos do FC Porto?", questionou.
Pinto da Costa diz que com este apelo não pretende fazer qualquer pressão sobre os árbitros. Mas pediu para Soares e Vasco Santos não serem mais nomeados para os jogos do FC Porto. "Para que serve o VAR? Ainda agora no jogo em Setúbal [do Benfica] foi marcado um penálti, e bem, pelo VAR. Porque é que o VAR funciona em Setúbal e não funciona no Porto? O que é que o senhor Vasco Santos está a fazer no VAR? Não tem capacidade, está distraído? Não tem condições para numa altura destas, em que uma decisão destas pode vir a decidir um campeonato... Um campeonato não pode ficar resolvido com um erro de um árbitro num jogo em que sonegaram dois pontos ao FC Porto [...] Nós temos azar. Qualquer árbitro de segunda divisão apitaria estes penáltis. Se estivesse no VAR, não deixava de chamar a atenção do árbitro. Tivemos azar e é evidente que o CA estará atento e compreenderá que se eles têm azar nos jogos do FC Porto e nós temos azar com eles, o melhor para evitar azares de um lado e outro é evitar que eles apitem jogos do FC Porto. Espero não os encontrar tão cedo".
O presidente do FC Porto referiu-se ainda ao golo anulado ao FC Porto, também no jogo com o Rio Ave que terminou empatado a um golo, devido a um fora de jogo de três centímetros. "Vamos pedir uma auditoria ao funcionamento dessas linhas do VAR. Para mostrar uma linha com três centímetros são precisos seis minutos para analisar as imagens? Se calhar deu para pôr muitas linhas para a frente e para o lado. É incompreensível. Se é igual igual para todos?
Não, não costuma demorar seis minutos a analisar. É tempo a mais", atirou.



segunda-feira, 9 de março de 2020

Pinto da Costa em entrevista ao Porto Canal

«NÃO SE PODE FALAR DE ARBITRAGEM? ENTÃO TEMOS DE FAZER OUTRO 25 DE ABRIL»

Pinto da Costa concorda que não se deve falar de arbitragens, mas afasta o propósito de protecionismo quando há árbitros que cometem erros.
«Era importante não falar nada dos árbitros, mas pergunto se algum presidente se cala se em sua própria casa não for marcado um penálti do tamanho de uma supertorre dos Cléricos. Não se deve falar dos árbitros, mas estes não podem dar razão para que as pessoas falem», disse, em entrevista ao Porto Canal, lançando de imediato:
«Qualquer cidadão tem direito à indignação. Agora há uma classe sobre a qual não se pode falar por mais erros que cometa? Era o que faltava. Então temos de fazer outro 25 de Abril.»