quarta-feira, 28 de outubro de 2026

André Villas-Boas põe os pontos nos "Is"

A mais recente edição da revista Dragões já está disponível em formato digital e o grande destaque de outubro é a 39.ª gala dos Dragões de Ouro. No editorial, André Villas-Boas considera que “nove vitórias em nove jornadas confirmam um percurso notável”, mas lembra que “o campeonato está longe de terminar” e que “é no futuro que a equipa se deve concentrar”: “Foi sempre a exigência que elevou o FC Porto a patamares a que nenhum outro clube conseguiu chegar”.
André Villas-Boas assina o editorial da revista Dragões
Extracto de “De Pinochet a Fidel”
...No campeonato, nove vitórias em nove jornadas confirmam um percurso notável. Farioli já conquistou o seu lugar na História dos treinadores do FC Porto, mas é sobretudo no futuro que estamos concentrados. O seu mérito está na qualidade do trabalho, na exigência diária e na capacidade de fazer todos compreenderem o peso da Instituição. Os jogadores acreditam no treinador, no método e uns nos outros, e essa confiança tem de continuar acompanhada por disciplina e humildade. Estamos orgulhosos deste arranque, mas o campeonato está longe de terminar e o compromisso com a vitória exige-nos a mesma união quando ganhamos e quando surgem dificuldades.
Na Liga dos Campeões, temos de fazer muito melhor. Ninguém no Clube está indiferente aos resultados, nem a qualidade do percurso interno compensa tudo aquilo que ainda não conseguimos fazer na Europa. Temos uma responsabilidade histórica que exige uma resposta em campo. A qualificação para os oitavos de final continua a ser possível, mas precisamos de transformar a História que temos na competição em intensidade, concentração e capacidade competitiva. Acreditamos nesta equipa e exigimos dela, como de nós próprios, a capacidade de responder. É assim que somos; é assim que é o FC Porto: foi sempre a exigência que nos elevou a patamares a que nenhum outro clube conseguiu chegar.
É precisamente essa exigência interna que parece levar ao desespero os comentadores afetos ao “Manto Marrom”. No clássico com o Benfica, o contacto de Samu nas costas de Bah foi promovido a “agressão bárbara”, com direito a uma reconstrução dramática digna de cinema. Curiosamente, na época passada, quando um toque de um dedo bastou para desequilibrar Hjulmand e sustentar uma decisão favorável ao Sporting, a sensibilidade dos mesmos vigilantes foi muito diferente. A força dos contactos mede-se pela camisola e a indignação pelo resultado. Uma absoluta anedota, construída por quem não consegue aceitar a vitória do FC Porto sem procurar uma explicação que a diminua, seja qual for a imagem ou o ângulo. Quando o futebol lhes estraga o guião, há sempre um estúdio disponível para o reescrever.
É também enternecedor assistir à súbita paixão do Benfica por lances, imagens, ângulos e análises, depois de mais de uma década a transmitir os seus jogos na BTV. Tanta exigência de transparência merecia começar em casa: que os lances incómodos tenham a mesma atenção, os mesmos ângulos e o mesmo entusiasmo nas repetições que aqueles que servem a narrativa. Ou a liberdade de realização é um direito adquirido na Luz e uma conspiração quando ganha o FC Porto? Estamos também a adorar a evolução desta comunicação de guerrilha: entre o reformista Grupo Unum e aquilo a que poderíamos chamar APEC, a Associação de Putativos ou Ex-Candidatos, vão-se multiplicando as mais hilariantes teses sobre o nosso Clube. Discordam sobre quem deve mandar no Benfica, mas encontram uma comovente unidade quando se trata de explicar os sucessos do FC Porto por tudo menos pelo seu mérito. Se as imagens não confirmam a suspeita, exigem-se outros ângulos; se os outros ângulos também não ajudam, questiona-se a realização. A conclusão está escolhida; só falta encontrar uma imagem que lhe obedeça. Valham-nos os ovos Matinados para nos trazer de volta à realidade, porque tanta teoria já só dá para uma omeleta.
Na Madeira, foi preciso um golo legal do FC Porto para ofender a “verdade desportiva” desejada pelos mesmos. Um centímetro em jogo é golo em qualquer lado do mundo, seja qual for a tecnologia, mas, na realidade virtual em que habitam, o golo legal do FC Porto não o deveria ter sido. “Investigue-se”, “é preciso perceber o que se passa”, dizem eles, porque a influência do FC Porto deve ser tal que até domina os centímetros. A conclusão estava escolhida antes de se desenharem as linhas: se o FC Porto ganhou, alguma coisa terá de estar errada. O problema não é o golo; é quem o marcou. E, quando os factos lhes retiram os argumentos, passam ao insulto pessoal.
Depois de Mário Figueiredo, jornalista e ex-atleta do Benfica, surge agora João Queiroz, assumido benfiquista e presença conhecida na BTV, a comparar o Presidente do FC Porto a Pinochet e a Fidel Castro. Importa enquadrar a comparação: falamos de governantes de regimes autoritários associados à tortura, a execuções políticas e à supressão de liberdades fundamentais. É a este ponto que chega o comentário televisivo. A palavra “supostamente” não serve de detergente para a comparação. Pedir rigor não é censurar, responder a falsidades não é reprimir e defender uma Instituição de Sócios não é exercer uma ditadura. A liberdade de expressão que tanto invocam parece ter uma regra muito própria: eles podem ofender, mas o FC Porto não pode responder. E quem não aceita ficar calado ganha imediatamente um lugar na galeria dos ditadores. É mais fácil desqualificar quem exige respeito do que justificar a falta dele. As duas intervenções deram origem a participações à ERC, envolvendo os conteúdos e as responsabilidades de quem os proferiu ou difundiu. Não pode valer tudo na televisão portuguesa.
Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado. À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político. Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades!
Voltemos, porém, ao golo na Madeira, porque teve outro mérito: parece ter despertado o Conselho de Arbitragem do sono profundo em que as nossas propostas tecnológicas permaneciam. Discutem-se finalmente um calendário de implementação e o investimento necessário no fora de jogo semiautomático e na tecnologia de linha de golo, quando o FC Porto reclama melhores meios há duas épocas. Bem hajas, Pietuszewski: talvez tenhas sido a chave para abrir as portas do futuro a um futebol que teima em viver no passado. Esperamos agora decisões, financiamento e execução. Já perdemos demasiado tempo entre apresentações e intenções para aceitar que tudo volte a adormecer quando passar a polémica.
Mas a modernização não se faz apenas com equipamentos; exige também coerência nas decisões e nas explicações. A comissão técnica de arbitragem decidiu validar a atuação de João Pinheiro e do VAR no SC Braga-Sporting CP, perante uma mão na área que, para todos os especialistas e analistas de arbitragem, exigia a marcação de grande penalidade. Ao novo Diretor Técnico Nacional, pedimos a lisura e a clareza necessárias para vir dar explicações sobre todos os incidentes envolvendo todos os clubes ou, para não repetir o caminho do anterior responsável, cujas explicações tantas vezes confundiram os árbitros em vez de os orientar, remeter as discussões para sede própria, evitando lançar ainda mais dúvidas quando os casos são por demais evidentes. O problema de Braga não termina no penálti que ficou por assinalar: prolonga-se em justificações que, em vez de esclarecer, lançam confusão sobre os próximos lances. Que critério deverão os árbitros aplicar amanhã? O das decisões anteriores ou o da explicação que agora convém?
Enquanto isso acontecia, o Presidente do Conselho de Arbitragem estava na televisão a defender o seu bom nome. Um clube beneficiava de uma decisão errada da equipa de arbitragem e o responsável máximo do setor dividia-se entre o exercício do cargo e a sua defesa pessoal em canal aberto. Mas que normalidade é esta? O direito de defender o bom nome é inquestionável; o que contestamos há muito tempo é que o faça mantendo o pleno exercício das suas funções. O FC Porto pediu, e pede, uma suspensão temporária de funções do Presidente do Conselho de Arbitragem: a Instituição FPF e a credibilidade das competições assim o merecem. Mas essa medida não foi tomada e o clima de instabilidade mantém-se. A permanência neste quadro é insustentável e a passividade do Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e do Presidente da Liga de Clubes agrava ainda mais o descrédito. O futebol português precisa de lideranças fortes e de confiança, não de ver cada polémica de campo acompanhada por uma crise institucional que ninguém parece disposto a resolver.
Felizmente, o FC Porto consegue superar todas as adversidades, e à Supertaça de futebol juntaram-se as de basquetebol e de voleibol feminino, modalidades em que se seguiram as primeiras vitórias nas respetivas Ligas dos Campeões. Ao Fernando Sá, ao Miguel Coelho, aos atletas e às equipas de apoio, muitos parabéns pelo arranque e pela ambição que demonstram. O andebol tem dado sinais promissores, tal como o futsal, e merece destaque o apoio no Dragão Arena. A ligação dos adeptos às nossas equipas não termina no estádio nem depende da modalidade. As magníficas assistências, a energia das bancadas e a presença nos momentos difíceis mostram que o ecletismo se vive e se constrói em conjunto. Esse apoio é precioso e aumenta a nossa responsabilidade.
É também essa ligação que torna tão importante preservar a memória de quem nos ensinou a competir. O documentário dedicado a Jorge Costa foi um momento de emoção profunda e uma homenagem que honra a sua vida, a sua família e o seu percurso no FC Porto. Agradeço à família, aos amigos e a todos os antigos jogadores e treinadores que participaram, nomeadamente ao Sérgio Conceição e ao Eng. Fernando Santos, pela generosidade com que partilharam memórias. Às equipas do Clube que o produziram, o nosso reconhecimento por permitirem a outras gerações conhecer o homem para além dos troféus. Há exemplos que continuam a exigir o melhor de nós muito depois da despedida. O do Jorge é um deles.
Caros Portistas, Novembro pede-nos trabalho, concentração e a união que nos trouxe até aqui. Temos vitórias para defender, dificuldades para corrigir e objetivos que só alcançaremos se o coletivo continuar acima de cada um. O orgulho pelos Dragonados, a exigência de Farioli, a força das modalidades e o exemplo do nosso Capitão devem ocupar mais espaço nas nossas vidas do que o ruído de quem nos quer diminuir.
Continuaremos a defender o FC Porto onde for necessário, contra tudo e contra todos quando assim tiver de ser, mas sem perder o foco no que depende de nós. A melhor resposta continuará a ser dada em campo, com a coragem de quem sabe que o compromisso com a vitória se renova todos os dias.

Viva o Futebol Clube do Porto.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Gil Vicente FC 0 FC Porto 1

O FC Porto venceu o Gil Vicente e somou o 9º triunfo nas nove primeiras jornadas da Liga Portugal - o melhor registo do Clube desde 1939/40. Um golo de Borja Sainz em Barcelos deixou o FC Porto com 8 e 9 pontos de vantagem sobre o SLB e SCP, que têm menos um jogo disputado.

Análise ao Jogo
Deficiente entrosamento em grande parte do jogo: precipitação na frente de ataque,
passes errados, ineficácia (assistências) na finalização.

O  Golo
Borja Sainz 63'

Ficha de jogo - Estádio Cidade de Barcelos - 9ª Jornada da Liga Portugal - 24/10/26

Árbitro: Luís Godinho da AF de Évora (Benfiquista do Sistema)
Assistentes: Pedro Martins e Gonçalo Freire
4º Árbitro: Daniel Pinto
VAR: Pedro Ferreira, assistido por Leonel Ferreira.

Gil Vicente FC: Lucão
David Moreira, J. Buatu, M. Elimbi, Ricardo Esgaio
Guilherme, Tidjany Touré, Zé Carlos, Gil Martins
M. Kaba, Murilo Souza

Suplentes : André Picornell, Espigares, José Silva, Andreas Lausen,
Diogo Prioste, Joelson Fernandes, Walace França, Gonçalo Maia,
Marvin, Sansi Garcia

Treinador : Luís Pinto

FC Porto: 99Diogo Costa
20Alberto Costa, 5Jan Bednarek, 4Jakub Kiwior, 12Zaidu
13Pablo Rosario, 8Victor Froholdt, 10Gabri Veiga 45'
17Borja Sainz, 19André Silva 59', 11Pepê

Suplentes : 24João Costa, 14Cláudio Ramos
52Martim Fernandes, 6Chris Smalling, 18Nehuén Pérez, 74Francisco Moura
42Seko Fofana, 22Alan Varela, 16Inbeom Hwang 45', 37Gabriel Mec
29Santiago Gimenez, 9Samu Aghehowa 59'

Treinador :Francesco Farioli

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Farióli, apelo ao profissionalismo dos futebolistas do Porto

Constatação: é voz corrente entre os adeptos Portistas que a condição física de grande número de elementos do plantel não é famosa...!

 Farióli contudo, não obstante, perante a situação de condição física deficiente do plantel concede folgas a mais quando devia preocupar-se com a preparação física da equipa. A alta competição é exigente e não se compadece com menos profissionalismo!

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Um plantel competitivo é necessário Money e...!

Para ter um plantel competitivo é necessário Money, L'argent.
 A organização da Champions League Europeia mudou para beneficiar os Clubes com mais poder económico para contratar craques, foras de série... o Porto necessita de ter olheiros competentes em todo mundo para se antecipar aos tubarões e conseguir contratar futebolistas com potencial a despontar.

Nota muito importante - Constatação
Na prática... É cada vez muito mais importante ter na presidência do Conselho de Arbitragem, Nomeações da FPF homens de mão como Luciano Gonçalves predisposto a beneficiar Sporting e Benfica.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Gil Vicente - FC Porto - Árbitro anti-portista primário

Vejam bem quem é o ladrão que nos vai arbitrar num jogo dificílimo! O Luciano Gonçalves presidente sportinguista do Conselho de Arbitragem, Nomeações da FPF a fazer de tudo para continuar a ter o apoio dos dois principais clubes de Lisboa.
O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol nomeou Luís Godinho para arbitrar o jogo entre Gil Vicente e FC Porto, agendado para o próximo sábado (20h30, Sport TV), no Estádio Cidade de Barcelos, referente à nona jornada da Liga Portugal.

O juiz da Associação de Futebol de Évora terá como assistentes Pedro Martins e Gonçalo Freire, sendo Daniel Pinto o quarto árbitro. O VAR será Pedro Ferreira, assistido por Leonel Ferreira.

Ficha de jogo - Estádio Cidade de Barcelos - 9ª Jornada da Liga Portugal - 24/10/26

Árbitro: 
Luís Godinho da AF de Évora (Benfiquista do Sistema)
Assistentes: Pedro Martins e Gonçalo Freire
4º Árbitro: 
Daniel Pinto
VAR: 
Pedro Ferreira, assistido por Leonel Ferreira.





Declarações de Francesco Farioli após o FCP 0-1 PSV

Declarações de Francesco Farioli após o FC Porto 0-1 PSV Eindhoven

O FC Porto sofreu um desaire caseiro diante do PSV Eindhoven na terceira jornada da Liga dos Campeões (0-1) e Francesco Farioli considera que a equipa “criou oportunidades suficientes para justificar outro resultado”. No rescaldo de “um desafio com duas faces”, o técnico italiano reconheceu que “há aspetos a melhorar” e reforçou a importância de “mudar o chip” antes da deslocação a Barcelos, “um campo sempre muito complicado” (sábado, 20h30). 
90 minutos resumidos
“Foi um jogo com duas faces. Começámos com duas ou três boas situações criadas pelo Oskar, mas depois começámos a ter dificuldades. Em 64 jogos que fiz pelo FC Porto, este foi o que tivemos mais dificuldades em pressionar na primeira parte. Sabemos que esta equipa se move muito em torno dos jogadores e cria dificuldades, mas por outro lado também é uma equipa que concede algumas oportunidades e nós tivemos duas ou três situações em que os podíamos ter castigado e não o fizemos. Concedemos o primeiro golo no início da segunda parte, mas tivemos uma reação positiva e criámos oportunidades suficientes para justificar outro resultado. Por outro lado, é a terceira vez consecutiva que cá venho dizer que fizemos o suficiente para conseguir outro resultado e nunca o conseguimos, portanto há algo que temos de fazer melhor.”
Ajustes ao intervalo
“Mudámos algumas coisas ao intervalo. O PSV é uma das equipas europeias que mais corre, é uma equipa muito física e sabíamos que o jogo ia ser exigente. Era importante ganhar os duelos, porque eles pressionam homem a homem e têm jogadores muito fortes. Tivemos os nossos momentos, não conseguimos ter vantagem e eles marcaram quando tiveram oportunidade. Isso fez a diferença.”
Falta de eficácia
“Ficámos com a sensação de que se continuássemos a jogar mais 25 minutos, íamos continuar a criar oportunidades, mas não íamos marcar. É frustrante. Criámos oportunidades suficientes para saborear algo melhor do que uma derrota.”
Regresso de Samu e Zaidu ao onze
“Não é fácil regressar ao onze depois de tanto tempo. Num momento muito complicado do jogo, eles tiveram um grande impacto e souberam gerir bem o jogo contra um adversário muito difícil. A certa altura ficou claro que o jogo ia chegar ao fim para eles e eu segui o que tinha planeado.”
De olhos postos no futuro
“Antes de pensarmos no próximo jogo da Liga dos Campeões, temos de pensar nos jogos do campeonato e da Taça de Portugal que se seguem. Vai ser importante mudar o chip a partir de amanhã. Vamos jogar em Barcelos num campo que é sempre muito complicado e que este ano ainda é mais, porque eles estão a fazer grandes coisas. Temos de estar preparados para o jogo do fim de semana.”
Os desafios da Champions
“Sabemos que a Liga dos Campeões é um monstro diferente da Liga Europa, mas temos de ter em conta que o FC Porto já não disputava esta competição há dois anos e estamos agora a trazê-la de volta. Se tivermos em conta os últimos 15 meses, percebemos que evoluímos. Há 15 meses, a equipa regressava dos Estados Unidos depois de perder contra o Inter Miami e de ter grandes dificuldades contra uma equipa egípcia. Temos de ser coerentes no que diz respeito ao nosso processo.”
FC Porto em crise?
“É interessante falar sobre crises numa equipa que vai em primeiro lugar no campeonato, que tem oito vitórias em oito jogos e ganhou um clássico há umas semanas. É uma forma muito interessante de formular a pergunta. No que diz respeito à Liga dos Campeões, claro que queremos mais. Se fizermos uma avaliação a frio, é impossível não sentir que merecíamos ter mais pontos. Mas não temos e é responsabilidade nossa. Há sempre aspetos a melhorar. Em 15 meses já demos um grande salto a nível de exigência e não podemos pensar que tivemos tempo suficiente para corrigir tudo.”
Montanha para escalar
“Todos queremos fazer melhor. O esforço está lá e vê-se pela forma como os jogadores correm. Como o Diogo (Costa) disse, parece haver uma ansiedade para conseguir os resultados. Toda a gente quer seguir em frente na Liga dos Campeões. Nos primeiros três jogos defrontámos duas equipas do pote 1 e uma do pote 2. No papel, já defrontámos as equipas mais difíceis, embora ainda venham grandes desafios pela frente. A caminhada ainda é longa, temos cinco jogos pela frente. Se nos queremos qualificar temos de começar a escalar esta montanha já a partir do próximo jogo.”
Sete jogos seguidos a sofrer
“São cenários diferentes, tendo em conta a qualidade dos nossos adversários. O nível é superior, por isso é normal enfrentar mais dificuldades. Houve momentos em que podíamos ter evitado. Estamos longe de ser perfeitos e temos muito para trabalhar.”
Ajustes posicionais
“Na primeira parte, eles começaram a construir com o central do lado direito e nós tivemos de nos ajustar. Na segunda parte fizemos esse ajuste, começámos a pressionar de dentro, com o Gabri Veiga no meio e com o Pablo Rosario a ajudar. Isto facilitou o nosso trabalho, fez-nos ganhar metros e bolas. Criámos duas ou três oportunidades, mas não conseguimos marcar.”
O Mérito a quem o tem
“Podíamos ficar aqui a noite toda a tentar perceber porque é que não marcámos, mas temos de lhes dar mérito, porque defenderam bem. O guarda-redes fez várias boas defesas, defendeu de forma corajosa um remate do Froholdt. Infelizmente não fomos precisos o suficiente para marcar.” 

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Resultado preocupante - FC Porto 0 PSV Eindhoven 1

 O desempenho do árbitro Daniel Siebert

Análise à equipa Portista
Grande frustração; equipa desastrada a defender e a atacar. Então no ataque a equipa falhou rotundamente na finalização.
Temos que reconhecer que o PSV foi mais eficaz no conjunto, tanto a defender como a atacar.

Farioli tem de reflectir sobre o mau desempenho da equipa frente ao PSV.
Uma pergunta que se impõe: depois do que se viu frente ao Betis, porque não entrou Santiago Giménez em vez de André Silva?

Os Golos
PSV Guus Til 57'

Ficha de jogo – Estádio do Dragão – 3ª Jornada da Liga dos Campeões – 20/10/26

Árbitro: Daniel Siebert Alemanha
Assistentes: Jan Seide e Rafael Foltyn Alemanha
4º Árbitro: Max Burda Alemanha
VAR: Sören Storks, assistido por Robert Schröder Alemanha

FC Porto : 99Diogo Costa
20Alberto Costa, 5Jan Bednarek, 4Jakub Kiwior, 12Zaidu
13Pablo Rosario, 8Victor Froholdt, 10Gabri Veiga
77Oskar Pietuszewski, 9Samu Aghehowa, 11Pepê

Suplentes : 24João Costa
, 14Cláudio Ramos
74Francisco Moura, 18Nehuén Pérez, 52Martim Fernandes, 33Souza, 22Alan Varela
16Inbeom Hwang, 42Seko Fofana, 17Borja Sainz, 19André Silva, 29Santiago Gimenez

Treinador : Francesco Farioli

PSV Eindhoven: 32Matej Kovár
8Sergiño Dest, 2Lutsharel Geertruida, 3Yarek Gasiorowski, 18Filip Kostic
24Kodai Sano, 20Guus Til, 17Mauro Júnior, 19Esmir Bajraktarević
21Sven Mijnans, 5Ivan Perisic

Suplentes : 1Nick Olij, 23Rai Vloet, 4Armando Obispo, 51Tijn Smolenaars
37Amir Bouhamdi, 35Ayoni Santos, 42Shuryjano Cornecion, 31Noah Fernandez
27Dennis Man, 6Ryan Flamingo

Treinador : Peter Bosz

Pre-match - FC Porto - PSV Eindhoven - Árbitro

O Conselho de Arbitragem da UEFA nomeou o alemão Daniel Siebert para arbitrar o FC Porto-PSV Eindhoven, referente à terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. O encontro arranca às 20h00 desta terça-feira no Estádio do Dragão (Sport TV5).

O árbitro de 42 anos será o principal de uma equipa 100% alemã e terá como assistentes os compatriotas Jan Seide e Rafael Foltyn, sendo Max Burda o quarto árbitro. O VAR será Sören Storks, assistido por Robert Schröder.

Este será o segundo jogo do FC Porto que Daniel Siebert dirige, depois do triunfo frente ao Olympiacos na fase de grupos da Liga dos Campeões 2020/21. Na época anterior já havia arbitrado um jogo do PSV Eindhoven frente ao APOEL, na qualificação para a Champions.
Em 2025/26, o juiz alemão dirigiu a final da Liga dos Campeões, que colocou frente a frente o PSG e o Arsenal em Budapeste.

Ficha de jogo – Estádio do Dragão – 3ª Jornada da Liga dos Campeões – 20/10/26

Árbitro: Daniel Siebert Alemanha
Assistentes: Jan Seide e Rafael Foltyn Alemanha
4º Árbitro: Max Burda Alemanha
VAR: Sören Storks, assistido por Robert Schröder Alemanha

Onze do FC Porto: Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Zaidu; Froholdt, Rosario e Gabri Veiga; Pepê, Samu e Pietuszewski.

Suplentes do FC Porto: Cláudio Ramos, João Costa, Hwang, Saiz, Nehuén Pérez, André Silva, Alan Varela, Giménez, João Souza, Fofana, Martim Fernandes e Francisco Moura.

Onze do PSV: Kovar, Dest, Geertruida, Gasiorowski e Kostic; Sano, Til e Mauro Jr.; Bajraktarevic, Mijnans e Perisic.

Suplentes do PSV: Olij, Smolenaars, Obispo, Flamingo, Hansen, Man, Fernández, Santos, Bouhamdi e Cornecion.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Em Sevilha esteve quase - Real Bétis 3 FC Porto 2

O FC Porto defrontou o Real Bétis na 2ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões e perdeu o jogo em Sevilha, resultado final 3-2.

De volta ao Estádio de La Cartuja, onde conquistaram a Taça UEFA em 2003, os portistas estiveram a vencer até à entrada para os últimos 15', só que o Bétis conseguiu dar a volta ao resultado por intermédio duma grande penalidade cometida por Francisco moura aos 84'.

Análise à equipa portista
Fator importante na derrota do Porto foi o mau desempenho a defender do lateral esquerdo.
Aliás já é conhecido o mau rendimento a defender de Francisco Moura.
Quanto ao resto há a assinalar o fraco desempenho dos dragões em certos períodos do jogo: muita precipitação em alguns lances e no último terço do ataque os falhanços das assistências e nas tentativas de finalização.
Constatação: é sempre muito difícil conseguir ter um conjunto de 21 futebolistas aptos, sincronizados e a jogarem duns para os outros de olhos fechad
os.

Os Golos
Real Bétis : Abde Ezzalzouli 47', Cucho Hernández 74', Isco de penálti 84'
FC Porto: Gabri Veiga 54', Samu Aghehowa 61'

Ficha de jogo - Estádio de La Cartuja - 2ª jornada da Champions League - 14/10/26

Árbitro: Clément Turpin (França)
Assistentes: Nicolas Danos (França) e Benjamin Pages (França)
4º Árbitro: Jérémie Pignard (França)
VAR: Willy Delajod (França), assistido por Mathieu Vernice (França).

Real Betis : 1Álvaro Vallés
12Ángel Ortiz, Marc Bartra, 4Natan, 11Fran García
21Marc Roca, 18Nelson Deossa, 7Antony, 22Isco
10Abde Ezzalzouli, 19Troy Parrott

Suplentes : Lo Celso
3Diego Llorente, 9Cucho Hernández, 25Dani Ceballos, 17Rodrigo Riquelme
15Álvaro Fidalgo, 8Pablo Fornals, 6Facundo Bernal, 27Morante, 13Diego Conde
2Héctor Bellerín, 16Valentín Gómez

Treinador : Manuel Pellegrini

FC Porto: 99Diogo Costa
52Martim Fernandes 59', 13Pablo Rosario, 4Jakub Kiwior, 74Francisco Moura
8Victor Froholdt, 10Gabri Veiga 71', 22Alan Varela, 17Borja Sainz 59'
19André Silva 59', 11Pepê

Suplentes : 14Cláudio Ramos
64Luís Gomes, 33Souza, 20Alberto Costa 59', 18Nehuén Pérez, 12Zaidu
42Seko Fofana, 16Inbeom Hwang 71', 92João Teixeira, 9Samu Aghehowa 59'
77Oskar Pietuszewski 59', 29Santiago Gimenez

Treinador : Francesco Farioli

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Champions League R Bétis-FC Porto - Árbitro

O Conselho de Arbitragem da UEFA nomeou o francês Clément Turpin para arbitrar o Real Betis-FC Porto, referente à segunda jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. O encontro inicia-se às 20h00 desta quarta-feira (Sport TV5) no Estadio La Cartuja, em Sevilha.

O árbitro de 44 anos terá como assistentes Nicolas Danos (França) e Benjamin Pages (França), sendo Jérémie Pignard (França) o quarto árbitro. O VAR será Willy Delajod (França), assistido por Mathieu Vernice (França).

Depois de já ter dirigido uma final da Liga dos Campeões (2021/22), outra da Liga Europa (2020/21) e ter sido selecionado para a fase a eliminar do Mundial 2026, o juiz gaulês apitará um jogo europeu dos azuis e brancos pela sétima vez: esteve nos triunfos do FC Porto sobre o Maccabi Tel Aviv (2-0 no Estádio do Dragão, na fase de grupos da época 2015/16) e sobre o Chelsea (1-0 em Sevilha, nos quartos de final em 2020/21); no empate frente ao AC Milan (1-1 em Milão, na fase de grupos de 2021/22); e nas derrotas diante do Atlético de Madrid (3-1 no Estádio do Dragão, no último jogo da fase de grupos de 2021/22), do Arsenal FC (1-0 e 4-2 após grandes penalidades em Londres, nos oitavos de final de 2023/24) e do Olympiacos FC (0-1 no Estádio do Dragão, na fase de grupos da Liga Europa de 2024/25).

Árbitro: 
Clément Turpin (França)
Assistentes: 
Nicolas Danos (França) e Benjamin Pages (França)
4º Árbitro: 
Jérémie Pignard (França)
VAR: 
Willy Delajod (França), assistido por Mathieu Vernice (França).

terça-feira, 13 de outubro de 2026

CS Marítimo-FC Porto - A hipocrisia, fanatismo sem limites

Texto surripiado do facebook

FC Porto ☑ ·


António Oliveira 

A hipocrisia não tem limites.

Quando o Benfica ganhou ao Tondela com um golo validado por um centímetro, estava tudo bem. Disseram que as linhas são rigorosas, a tecnologia funciona, e que os árbitros fazem o seu trabalho.
Quando é o FC Porto a ganhar, com um golo validado também por um centímetro, de repente instala-se a suspeição. As linhas já não prestam, o VAR é suspeito, os comentadores descobrem subitamente que a tecnologia pode falhar e os indignados de serviço transformam um lance de fora de jogo numa tese de conspiração.
Que coincidência tão conveniente!
A mesma tecnologia, o mesmo centímetro, mas duas realidades completamente diferentes. Para uns, é rigor. Para outros, é escândalo.
Afinal, parece que a legalidade de um golo não depende apenas das linhas traçadas no relvado, mas também da cor da camisola de quem marca.
E depois há: <<é a pronúncia do Norte>>, essa música de Rui Reininho dos GNR, que pelos vistos, continua a provocar mais comichão do que qualquer decisão de arbitragem.
Parece que há quem não consiga ouvir um portista a falar sem sentir necessidade de contestar tudo o que vem a seguir. Vejam lá que até um centímetro se transforma numa ofensa pessoal.
O mais ridículo disto tudo, é ver alguns comentadores de televisão, tão seguros quando a decisão favorece os clubes de Lisboa, mas depois transformam-se em peritos forenses quando se trata do F. C. Porto.
Pelos vistos, um centímetro para os de Lisboa, é ciência, para o F. C. Porto, é um escândalo.
Agora só falta pedir uma comissão parlamentar para investigar o centímetro.
É legítimo as pessoas terem rigor, mas o rigor não pode ser conforme a cor da camisola, e a credibilidade não pode depender do resultado que nos convém.
Porque isto não é uma questão de centímetros. É uma questão de coerência, de honestidade intelectual e de uma memória desportiva seletiva que, curiosamente, funciona sempre contra o mesmo lado.
Quanto à pronúncia do Norte, que eu adoro ouvir, habituem-se: as pessoas do norte até podem falar de maneira diferente, mas não precisam de pedir licença para ganhar.
E para terminar meus amigos, porque já me alonguei muito, deixo-vos com a música de Rui Veloso "Porto Sentido" com a frase tão certinha e tão bem adaptada a esses "lampiões tristes e sós"
Tenham uma boa semana.

domingo, 11 de outubro de 2026

Vitória difícil na Madeira - CS Marítimo 1 FC Porto2

FC Porto vence o CS Marítimo na Madeira 2-1.

O desempenho do árbitro João Gonçalves 
A habitual dualidade de critérios rigor a punir as eventuais, supostas faltas dos portistas e permissivo a deixar passar as cargas fora de tempo (negligentes) do jogadores do Marítimo.
Pormenores: Diogo Costa pareceu-me mal batido no golo do Marítimo. 
Os mais eficazes: 
Victor Froholdt 42' Oskar Pietuszewski 87'

Análise à equipa Portista
Creio que a paragem para os compromissos das seleções influenciou muito o rendimento dos Dragões que apesar do sua força de vontade para compensar a menor frescura pareceram-me por vezes mais trapalhões, menos assertivos.

Os golos
CS Marítimo: 
Gábor Szalai 16'
FC Porto: Victor Froholdt, Oskar Pietuszewski

Ficha de jogo - Estádio do Marítimo - 8ª Jornada da Liga Portugal - 10/10/26

Árbitro: João Gonçalves da AF do Porto
(Sistema)
Assistentes: Pedro Ribeiro e Miguel Martins
4º Árbitro: Diogo Araújo
VAR: Tiago Martins, assistido por André Campos.

CS Marítimo : 30Fran Vieites
15T. Tavares, 22Gábor Szalai, 44Romain Correia, 23Paulo Henrique
2Igor Julião, 8Maxime Dominguez, 14Raphael Guzzo, 10Martín Tejón
17Adrián Butzke, 21Ibrahim Alani

Suplentes : 66Israel Ayuma, 6Rodrigo Andrade, 18Vladan Danilović, 27Samuel Bamba
12Mons Bassouamina, 90Maurice Boakye, 3Ogbeta, 4R. Fernandes, 11Simo
13Alfonso Pastor, 35Limbombe, 1Gonçalo Tabuaço

Treinador :.Mitchell van der Gaag

FC Porto : 99Diogo Costa
20Alberto Costa, 5Jan Bednarek, 4Jakub Kiwior, 74Francisco Moura
16Inbeom Hwang 54', 8Victor Froholdt, 22Alan Varela  45'
7William Gomes 54', 19André Silva 67', 11Pepê 79'

Suplentes : 14Cláudio Ramos
33Souza, Martim Fernandes, 6Chris Smalling, 10Gabri Veiga 54', 42Seko Fofana
13Pablo Rosario 45', 9Samu Aghehowa 67', 37Gabriel Mec, 29Santiago Gimenez
77Oskar Pietuszewski 79', 17Borja Sainz  54'

Treinador : Francesco Farioli