Membros do Conselho de Disciplina Secção profissional da FPF
Vice-Presidente - João
Manuel Gouveia de Caires (Lisboa)
Vânia
Esteves Costa Henriques Ramos (Lisboa)
Rui
Miguel Ferreira Antunes (Braga)
Ricardo
João Rodrigues da Silva Pinheiro Gonçalves (Braga)
Inês
Isabel Fernandes Neves (Porto)
Miguel dos Santos Almeida (Lisboa)
OBS - Predominância de membros lisboetas e bracarenses
"Acordam os membros do Conselho de Disciplina - Secção Profissional, da Federação Portuguesa de Futebol, em julgar totalmente procedente a acusação, condenando a Arguida Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD, pela prática de 1 (uma) infração disciplinar p. e p. pelo artigo 112.º, n.os 1, 3 e 4 [Lesão da honra e da reputação dos órgãos da estrutura desportiva e dos seus membros], também por referência ao artigo 54.º do RDLPFP, aplicando-lhe, em consequência, a sanção de multa de 175 UC, a que corresponde o montante de €17.850,00", pode ler-se no acórdão elaborado na quinta-feira e notificado ao FC Porto um dia depois.
Esta decisão do CD da FPF foi motivada pelas críticas dirigidas pelo FC Porto à arbitragem no passado dia 17 de fevereiro. Através da sua newsletter oficial, os dragões apontavam as baterias ao golo anulado ao Famalicão diante do Sporting, referindo mesmo que o rival era um "adversário proibido por decreto de perder pontos" e atirando que "a equipa mais beneficiada pelos erros infelizes dos árbitros voltou a ser levada ao colo frente ao Famalicão".
"Concluída mais uma jornada do campeonato, o FC Porto continua à frente de um adversário proibido por decreto de perder pontos", podia ler-se na publicação oficial do FC Porto, que prossegue com mais críticas, também dirigidas ao treinador Rui Borges.
"Ao contrário do que sucedera nos Açores, quando Rui Borges, ainda preso ao século passado, não sabia trabalhar com as novas tecnologias, desta vez o treinador do Sporting aprendeu rápido e lá se socorreu do tablet colocado à frente dos seus olhos para rever as imagens e para defender a existência de uma "falta clara" sobre Maxi Araújo", escreviam os dragões.
O FC Porto recordava, ainda, as recentes palavras de Roberto Rosetti, presidente do Comité de Arbitragem da UEFA, para contestar a decisão do VAR em intervir para anular o golo a Ibrahima Ba que havia colocado o Famalicão em vantagem no reduto do Sporting.
"Podia parecer gozo, mas não é. Parece que alguém manda na arbitragem em Portugal e claramente não são os seus dirigentes, numa época desportiva marcada por casos infelizes sempre a favor dos mesmos. A única razão para haver uma intervenção do VAR no golo limpo do FC Famalicão poderá estar relacionada com uma famosa queda na área de Morten Hjulmand, após ter sentido o toque de um dedo na cara, para ganhar um penálti nos Açores. A partir daí, o futebol português estabeleceu o padrão para as intervenções do VAR e, dessa forma, anteontem assinalou-se falta antes do golo limpo do FC Famalicão", criticava o FC Porto.
Digno de realce
Nós Portistas estamos a lutar contra as forças do regime centralista de Lisboa: canais de televisão RTP, SIC, TVI, CNN, jornais desportivos A Bola, Record e Conselho de Arbitragem, Nomeações da FPF presidente Luciano Gonçalves sportinguista, vice-presidente Nuno Almeida benfiquista...etc!!
Tudo gente sem pudor e vergonha na cara, gente que manda às malvas a ética, rigor, isenção, equilíbrio. Apesar de tudo continuamos rijos, torcemos, mas não quebramos.


