quarta-feira, 9 de julho de 2008

Últimas. Secretário de Estado do Desporto vai envolver-se no processo


10:58 - Futebol - FPF Freitas do Amaral lidera processo de averiguação à polémica reunião do Conselho de Justiça

O professor catedrático Diogo Freitas do Amaral aceitou a proposta feita pelo presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para liderar o processo de averiguação sobre o que ocorreu na reunião de 4 de Julho do Conselho de Justiça (CJ) daquele organismo. Numa declaração à agência “Lusa”, Freitas do Amaral disse ter aceite o convite endereçado ontem por Gilberto Madail e que, além de liderar o processo, vai ainda proferir um parecer jurídico sobre a regularidade ou irregularidade formal do que se passou. "Ficou assente que não me pronunciarei sobre a questão de fundo que estava em causa, isto é, conceder ou recusar provimento ao recurso interposto do órgão jurisdicional da Liga para o referido Conselho de Justiça", disse Freitas do Amaral. O antigo presidente das Nações Unidas e ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros adiantou que a FPF pediu urgência na elaboração do seu parecer, devendo entregá-lo dentro de cerca de 15 dias. Freitas do Amaral referiu que começará já hoje a estudar a documentação que lhe será enviada pelos serviços jurídicos da FPF. Este especialista em Direito Administrativo pretende ouvir, em separado e em meados da próxima semana, os membros do CJ, caso estes aceitem encontrar-se consigo, bem como os três funcionários da FPF que apoiaram o funcionamento da reunião. Para o ajudar na tarefa, Freitas do Amaral escolheu como assessor jurídico o professor Pedro Machete, docente da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa. Freitas do Amaral informou ainda que até à entrega do parecer não prestará quaisquer declarações à comunicação social. "Até à entrega do meu parecer sobre este assunto, não farei mais declarações à comunicação social, que espero compreenda o dever de reserva que me imponho a mim próprio", disse Freitas do Amaral. Fonte da FPF confirmou à agência “Lusa” o convite feito a Freitas do Amaral, tendo salientado que o currículo do antigo governante e dirigente político fala por si próprio. Esta fonte federativa sublinhou o facto de Freitas do Amaral ter sido convidado no dia a seguir à deliberação da direcção da FPF de levantar um processo de averiguação e sublinhou que a esta escolha é uma prova de não ter havido interferência de qualquer entidade externa.

PS - 1 "Teia de interesses e poderes"

António Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados (OA), abordou ontem os últimos acontecimentos do futebol português, defendendo que a previsível intervenção da Procuradoria-Geral da República (PGR) "pode clarificar a tenebrosa teia de interesses que domina os órgãos" da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Marinho Pinto foi mais longe, considerando que, em Portugal, "não há Justiça desportiva, há a lei do mais forte, vale tudo". E, acrescentou o bastonário da OA, a situação nem depende das pessoas que estão nos cargos. "Seja quem for que lá esteja, desde magistrados a outros juristas, não se pode falar em Justiça desportiva, mas sim em prevalência manifesta de interesses e de poderes", referiu Marinho Pinto. Por outro lado, O JOGO sabe que as partes interessadas (Liga, FC Porto e Boavista) ainda não foram notificadas pela FPF das decisões da última reunião do Conselho de Justiça. Algo que, porém, deve acontecer hoje.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Será verdade? Leão pró-encarnado vai decidir .

Segundo o Jornal 24 Horas d'hoje, quem vai decidir o resultado da guerra Benfica x FC Porto é a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, entenda-se Hermínio Loureiro um sportinguista pró-SLB.
Nesta situação não é difícil adivinhar o sentido de voto do actual presidente da Liga de Clubes.

Após a reunião do Conselho de Justiça ameaçar acabar em discórdia e tumulto, devido ao facto do Presidente do C.J. no uso das suas competências, determinar o impedimento do vogal João Carrajola de Abreu, situação que não foi aceite pelo "ditocujo" e pelo seu amigo Álvaro Batista, o Presidente do C.J. da FPF Gonçalves Pereira, na eminência da reunião descambar em batalha campal, deu-a como encerrada, tencionando convocar uma outra para um outro dia com os ânimos mais calmos.
Mas eis que já depois do Presidente e Vice-Presidente se terem ausentado, cinco dos vogais do elenco do CJ resolveram arvorar-se em revolucionários, saltar sobre tudo e todos, e, ali mesmo estabelecer novas regras, determinando o que muito bem lhes apeteceu deliberar.

É evidente que uma situação destas se não fosse do interesse do Benfica já teria sido desmontada e resolvida com a punição dos ditos culpados vogais aventureiros. Porem tal não aconteceu nem vai acontecer porque os dirigentes encarnados, mais a totalidade dos seus apaniguados, parte interessadíssima no processo não o permite e propõe-se mesmo apoiar os tresmalhados vogais.

Conclusão : não é uma questão de ter ou não razão, de se fazer ou não justiça. Nem sequer de verdade desportiva. Mas de número de apoiantes, e, o SLB sabe que tem a maioria.
O problema é que o SLB precisa de receber os milhões da UEFA para ajudar a melhorar a qualidade do seu plantel, mas para isso tem forçosamente de conseguir participar na Champions a fim de receber esses respectivos milhões de euros, nem que para isso tenha de atropelar tudo e todos.

Tenho porém esperança que o Tribunal Administrativo Português, ou o TAS, consigam impôr ordem nisto, e, injectar espírito de justiça na resolução deste intrincado processo, de modo a finalmente prevalecer o espírito e a ética desportiva, o tão propalado fairplay, demasiado ausente das nossas praças.

Providência cautelar para impedir o êxito de "manobras"

Publicado no JN
Providências cautelares suspendem decisões da Federação
00h27m
Manuel Luís Mendes e Vítor Santos

As providências cautelares que Boavista e Pinto da Costa vão apresentar nos tribunais administrativos têm efeitos suspensivos. A pantera ainda não desceu, pois as decisões ficam congeladas. A bola salta para os tribunais.
Hermínio Loureiro, presidente da Liga de Clubes, disse, ontem, no sorteio da edição 2008/09 da Liga, que começou uma nova era no futebol português, mas a realidade é que se repete o imbróglio de há duas temporadas, então devido ao Caso Mateus. Desta vez, Boavista e Paços de Ferreira esgrimem por um lugar no principal campeonato. Em rota de colisão com a Liga de Clubes, a F. C. Porto, SAD não esteve presente no sorteio. A turbulência mantém-se, no arranque de mais uma época.

Ontem, na sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), os funcionários receberam ordens para darem seguimento às decisões do Conselho de Justiça (CJ), emanadas a partir de uma reunião que pode estar ferida de ilegalidade, uma vez que o presidente do órgão havia encerrado os trabalhos sem analisar os recursos de Boavista e Pinto da Costa, presidente do F. C. Porto, relativos ao Apito Final.

O presidente da FPF, Gilberto Madail, lamentou a imagem deixada pelos elementos do CJ, mantém-se vigilante e passa acção, com a abertura de um processo de averiguação às ocorrências dos acontecimentos de sexta-feira. O procedimento será conduzido por uma entidade externa à Federação. Certo que as notificações estarão hoje nas mãos dos clubes. As duas actas também seguem anexadas ao processo, para que os clubes/entidades interessadas possam recorrer para os tribunais administrativos.
As providências cautelares, que, segundo juristas consultados pelo JN, como José Manuel Meirim ou Pedro Macieirinha, que defendeu o Gil no Caso Mateus, terão provimento, implicam a suspensão das deliberações do CJ, gerando-se, assim, uma curiosa situação que passamos a descrever: ontem, o Boavista estava na Liga (com asterisco), uma vez que o organismo que tutela o futebol profissional ainda não havia sido notificado; hoje, após a notificação, deixará de estar; dentro de poucos dias, após a mais do que provável aceitação da providência cautelar, estará novamente...
Entretanto, como a sentença deve demorar de um mês a mês e meio, ela poderá ser dada já com os campeonatos em andamento. Assim sendo, a FPF pode fazer como fez com o Gil Vicente e solicitar o "interesse público" e anular a decisão em relação ao Boavista.
Depois de ser avaliada a argumentação, as providências poderão dar lugar a acções principais. E, se vencer a posição de Boavista e Pinto da Costa, os recursos terão de ser reapreciados pelo CJ. A questão, agora, reside em saber por qual CJ... Pelo "grupo dos cinco", que levou a reunião até ao fim? Aparentemente, não. Isto no caso de prevalecer a posição dos axadrezados e do líder dos dragões. Para os juristas que defendem as causas dos portuenses, a reunião do CJ terminou sem os recursos serem julgados.

Gilberto Madail apela ao consenso, mas as partes estão extremadas, como prova a carta enviada por Gonçalves Pereira ao presidente da Mesa da AG da FPF, Mesquita Machado, a pedir a suspensão dos cinco conselheiros, ao abrigo do Art.º 70 dos Estatutos da Federação. Este pedido, no entanto, apenas será avaliado depois de estar concluído o processo de averiguações determinado pela Direcção da FPF.
Em simultâneo, existem movimentações para a convocação de uma AG com o objectivo de fazer cair o actual CJ, uma tese que foi derrotada na reunião de Direcção de ontem.

PS - Os nomes dos asquerosos, abjectos monstros que geraram toda a confusão, e, responsáveis pelo autêntico "golpe de estado" no Conselho de Justiça da FPF : João Carrajola Abreu e Álvaro Batista .

FC Porto no comité da Associação Europeia de Clubes(ECA)


Congratulo-me, exulto com mais esta honra absolutamente merecida, que foi concedida ao FC Porto, sinal do enorme prestígio internacional grangeado no mundo do futebol pelo nosso grande clube através dos muitos troféus conquistados.

O FC Porto foi eleito em Nyon para o comité executivo da Associação Europeia de Clubes (ECA), ficando representado naquele organismo de 11 elementos por Fernando Gomes, administrador da SAD azul e branca.O campeão nacional surge a par de Bayern, Liverpool, Lyon, Real Madrid, Rangers, Anderlecht, Rosenborg, Dínamo Zagreb, Inter e Maccabi Haifa no primeiro "board" da ECA, que reúne actualmente 103 clubes da Europa.


PS - Não obstante a decisão dos tribunais ser-nos favorável, cada vez me convenço mais, atendendo ás movimentações (artigos de opinião/declarações na televisão de certos agentes) que observo na Comunicação Social, que existe uma monstruosa conspiração para prejudicar o FC Porto na secretaria!

PS 1 - Gente responsável deste país prepara-se para condenar o FC Porto e o seu Presidente, baseada em falsas afirmações e campanhas orquestradas de gente sem escrupulos afecta ao SLB, mas que é ouvida e pelos vistos consegue influênciar os orgãos de decisão deste país!
O que a uns é permitido mesmo sendo ilegal, a outros é recusado apesar de legal.

PS 2 - Guilherme Aguiar"Decisões do CJ são ilegais"
"A decisão da Federação agrada a gregos e troianos. Na minha opinião, não havia fundamento para os membros do Conselho de Justiça fazerem nova reunião sem convocatória. Não se compreende como se continua uma reunião à revelia do presidente, que já tinha dado os trabalhos por terminados. Há aqui irregularidades inaceitáveis. Até prova do contrário, as decisões saídas desta reunião são, para mim, ilegais."

segunda-feira, 7 de julho de 2008

É preciso denunciar os esquemas e estratégias dos encarnados


Agora o tema do momento é a guerra desencadeada por cinco vogais do Conselho de Justiça da FPF, afectos ao SLB .

Devido ao facto submeto à vossa apreciação o seguinte :

Segundo o João Carrajola Abreu (AF de Setúbal) , o Presidente do Conselho de Justiça da FPF, Gonçalves Pereira, quis impedi-lo de participar na votação porque queria decidir a favor de Pinto da Costa, situação esta que não aceitou. Só que o que ele não diz é que o contrário também é válido, pois este conselheiro preparava-se para, à revelia daquilo que decidiu o TIC do Porto que arquivou o processo de acusação do M.P. contra o Jorge Nuno pela segunda vez devido a ter chegado à conclusão que a testemunha do M.P. mentiu descaradamente produzindo declarações falsas, fazer a vontade aos benfiquistas e condenar o Pinto da Costa mesmo sem culpa provada.

Conclusão : os cinco vogais desavindos acusam os outros de tentarem fazer aquilo que eles querem impor a todo o custo, e, a pedido dos dirigentes do SLB. Pelo que vejo, não se trata de quem tem razão, mas de quem tem mais força...entenda-se mais capacidade de instrumentalizar, manipular a opinião pública e até os dirigentes federativos.

Gonçalves Pereira alegou que as decisões proferidas pelos cinco membros do Conselho de Justiça da FPF carecem de fundamento legal, enquanto João Abreu o acusou de coagir os membros do órgão de justiça federativo no sentido de obter uma decisão favorável a Pinto da Costa e ao Boavista.

Após esta reunião, João Abreu acusou Gonçalves Pereira de coagir os membros do CJ para "obter uma tese favorável ao FC Porto e Boavista", em declarações à Agência Lusa. O que ele não diz (O Carrajola) é que ele próprio pretende fazer o contrário para satisfazer as pretensões encarnadas. E não é para fazer a justiça dos tribunais, mas para pôr em prática as suas concepções, as suas (deles) verdades, porque só eles têm o monopólio da verdade universal. E por isso o que eles entendem dever fazer-se, ser correcto na opinião deles, é condenar Pinto da Costa, mesmo sem provas, baseados nos seus (deles) preconceitos.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente do C.J. tem competência, por bem ou por mal, para destituir qualquer elemento do C.J.

Entretanto a guerra jurídica continua, porque os encarnados principais interessados no processo, têm feito uma campanha infernal, no sentido de instrumentalizar, manipular não só a opinião pública, como até os dirigentes federativos que têm por missão apreciar, julgar os processos. Através de declarações extemporâneas, reclamando e sugerindo qual deve ser o sentido de voto dos conselheiros. A isto sim eu chamo-lhe coacção grosseira, chegando até às ameaças com os tribunais, para obrigá-los psicològicamente, a decidir contra o FC Porto, a optar pela condenação do FC Porto quer existam provas concludentes ou não. Só assim serão glorificados por essa gente sem escrúpulos que dirige actualmente o clube encarnado.

Uma sessão de faz de conta para descontrair :

No Conselho de Ministros, Sócrates, Primeiro Ministro, tendo em conta incompatibilidades existentes com um Ministro, decide que desse modo este teria de se retirar. Os restantes Ministros acham que embora exista incompatibilidade que o Ministro fica, gerando-se alguma confusão. O Primeiro Ministro considera que não há condição para continuar a reunião, dá por encerrada a mesma e sai. Horas depois os Ministros reunem-se, suspendem o Primeiro Ministro e decidem o que bem quiserem e entenderem...Tudo normal, certo?!

Sorteio Champions

Estão definidos os Potes onde cada equipa portuguesa participante da Champions League 2008/2009 vai ser sorteada. E a sorte, ou não, ditou o seguinte : Pré-Eliminatória da Champions League : Vitória de Guimarães Fase de Grupos da Champions League : FC Porto - Pote 1 ; Sporting CP - Pote 2 ; SL Benfica - POTE-QUE-OS-PARIU .

Confirmação da predisposição de 4 vogais em condenar P.C.


Conforme a minha análise dos factos, confirma-se a predisposição de 4 elementos (vogais) que fazem parte do Conselho de Justiça da FPF para condenar o Presidente do FC Porto, sem ter em conta o segundo arquivamento do caso da suposta tentativa de aliciação do árbitro, atribuida a Pinto da Costa.
Como é do conhecimento público o processo foi reaberto devido a uma testemunha do M.Público, C.Salgado.
Mesmo depois de confirmado que a testemunha do M.P. (meteu os pés pelas mãos) prestou falsas declarações e de se saber que essa senhora não é digna de credibilidade, mesmo assim as personalidades afectas ao benfica consideram válidas as afirmações de tal testemunha. Pelo que se pode depreender que com C.S. ou sem ela é o SLB quém quer à viva força forçar uma condenação de Pinto da Costa mesmo sem fundamentos legais.
Isto também se percebe depois de se ler as declarações de joão Abreu.

Gonçalves Pereira alegou que as decisões proferidas pelos cinco membros do CJ carecem de fundamento legal, enquanto João Abreu o acusou de coagir os membros do órgão de justiça federativo no sentido de obter uma decisão favorável a Pinto da Costa e ao Boavista.

João Abreu acusa Gonçalves Pereira esquecendo-se de que ele próprio preconcebidamente já se preparava para condenar o Presidente do FC Porto.

domingo, 6 de julho de 2008

O Benfica consegue instrumentalizar cinco vogais(torcionários) do C.J. da FPF


Apaniguados ou não dos benfiquistas, o que é certo é que estes cinco elementos, vogais do CJ da FPF, estão a deixar-se manipular, instrumentalizar, pela direcção desses mesmos benfiquistas.
Vai daí e não olham a meios para atingir os seus (deles) fins. Imbuídos do preconceito de que o Pinto da Costa é corrupto, não precisam de provas para o condenar. Ou então servem-se do testemunho duma (drogada) mentirosa compulsiva, o que aliás ficou provado em Tribunal, para justificar as suas (deles)decisões. Por mais estranho que pareça o que acima menciono, já foi confirmado pelo TIC da cidade do Porto. Tendo mesmo, o Ex. mo Dr. Juiz que apreciou o caso do suposto delito de tentativa de corrupção atribuída a Pinto da Costa, sido mandado arquivar pela segunda vez, o processo devido a ter detectado falsidades nas afirmações da denunciante, testemunha do MP. Decidindo encarregar o Ministério Público de investigar a senhora que produziu os tais falsos testemunhos.
Pasme-se porem e não obstante, os acima citados cinco vogais, nem sequer se quiseram dar ao trabalho de tomar conhecimento das determinações do TIC do Porto, sobre o caso do Pinto da Costa. Conclusão : “o maior cego é o que vê e não quer ver” .
Em face do acima exposto, verifico uma grande predisposição de toda aquela gente afecta ao clube de Lisboa, que vê neste procedimento uma maneira relativamente eficaz de eliminar o principal concorrente, oponente, adversário, ou como queiram chamar, do futebol Nacional, sem ter de se esforçar muito em campo (aspecto desportivo).
E o mais grave é que eles que têm telhados de vidro, com exemplos tortuosos de corrupção em sua (deles) casa, desde tentar coagir de equipas de arbitragem e dirigentes federativos, até ao célebre caso do Estorilgate, no ano em que o Benfica do Trapattoni ficou campeão, deviam abster-se de atirar a primeira pedra a quem quer que fosse , mas, pelos vistos não estão dispostos a fazê-lo.
Prevejo portanto grande complicação para a resolução deste caso...

sábado, 5 de julho de 2008

A competência do Conselho de Justiça da FPF


Apito Final José Manuel Meirim diz que o momento e a forma da suspensão do presidente do CJ é fundamental para clarificar o caso
17:47

O especialista em direito desportivo José Manuel Meirim disse hoje ser fundamental perceber o “momento” e a “forma” da suspensão do presidente do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para clarificar o caso. Em causa está a instauração de um processo disciplinar a António Gonçalves Pereira quando o órgão de justiça federativo se preparava para decidir ontem os recursos de Boavista e de Pinto da Costa, presidente do FC Porto, no âmbito do processo Apito Final. “É fundamental perceber em que momento e de que forma os outros [conselheiros] acedem à presidência da reunião”, explicou à Agência Lusa José Manuel Meirim, considerando, todavia, que é importante ter em linha de conta que o CJ tem competência para abrir processo ao seu presidente e suspendê-lo preventivamente, o que aconteceu. José Manuel Meirim adiantou que não existem dúvidas sobre essa competência dos restantes membros do CJ, consagrada no regimento, mas advertiu que resta saber “qual a infracção” imputada a Gonçalves Pereira e com base em que artigo se fundamentou a suspensão preventiva e imediata. O professor de direito do desporto esclareceu que, ao abrigo do artigo 4 do regimento do CJ, em caso de falta ou impedimento do presidente, assume a presidência o vice-presidente, e que na ausência ou falta de ambos é um vogal indicado pelos restantes membros. “É fundamental saber quando é que é formalmente suspenso”, disse ainda Meirim, justificando que é importante nesta matéria perceber a sucessão dos factos da reunião de ontem, que terminou na madrugada de hoje. Meirim considerou grave que um órgão colegial abra um processo contra o seu presidente, “o que não deve acontecer muitas vezes em qualquer lugar do país e do mundo”, e que o caso denuncia a gravidade de uma situação, à semelhança do que já aconteceu no “caso Mateus”. O professor lamentou a atitude passiva do Governo, lançando fortes críticas aos sucessivos executivos pela inacção em relação à sucessão de casos no futebol português. “É a falência do sistema de resolução de conflitos desportivos no futebol perante a omissão, passividade do Estado, deste Governo, do Governo anterior, de todos os governos. Nesta matéria apreciam ver os jogos nas bancadas VIP, ir cumprimentar jogadores famosos e pouco fazem por isto”, criticou. À luz da suspensão preventiva e imediata de Gonçalves Pereira, Meirim esclareceu que poderá agora verificar-se um recurso para uma primeira instância (com três membros do actual CJ) e depois para um plenário (com todos os membros do órgão). Depois disso, se os conselheiros mantiverem a suspensão, Gonçalves Pereira poderá recorrer para o tribunal administrativo. José Manuel Meirim disse ainda que também o Boavista e Pinto da Costa “poderão vir a recorrer para os tribunais”, mas sem que isso anule ou revogue as decisões da esfera desportiva. O Boavista viu confirmada na madrugada de sábado a despromoção à Liga de Honra e Pinto da Costa a suspensão por dois anos, decisões que tinham sido tomadas pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional a 9 de Maio. Uma situação que Gonçalves Pereira não considera legítima, por entender que a reunião do CJ foi encerrada por ele próprio às 18 horas de ontem, antes da apreciação dos recursos do processo Apito Final. O presidente do CJ considerou que não havia “condições mínimas legais” para continuar a reunião, depois de os restantes membros se terem oposto à tentativa de impedimento de participação na análise dos recursos do conselheiro João Abreu, através de um despacho exarado por Gonçalves Pereira. Gonçalves Pereira abandonou a sala, sendo mais tarde acompanhado pelo vice-presidente, Elísio Amorim, cabendo a votação nos recursos aos restantes cinco membros, que confirmaram, na generalidade, as sentenças proferidas pela CD da Liga de Clubes.

Decisões ilegais provocam "guerra" no CJ da FPF


Decisões do Conselho de Justiça "não são legais"
14h19m

O presidente do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, António Gonçalves Pereira, garantiu, este sábado, que as decisões deste órgão quanto aos recursos do Boavista e de Pinto da Costa são inexistentes, por ausência de suporte legal.
"Não existe uma decisão com cunho jurídico. A Lei é clara ao dizer que só o presidente do Conselho de Justiça (CJ) tem o poder de convocar, dirigir e encerrar as reuniões e esta acabou às 17.55 horas. O que se passou 'a posteriori' foi um mero encontro de pessoas livres, que por acaso até integram o CJ da FPF, mas, juridicamente, não podemos de forma alguma falar em qualquer reunião CJ", vincou, em entrevista à RTP.
Já sem o presidente e o "vice" Elísio Amorim presentes, os restantes cinco conselheiros do CJ estiveram reunidos algumas horas e entenderam confirmar a despromoção do Boavista à Liga de Honra (o Paços de Ferreira continuaria na Liga) e mantiveram a suspensão de dois anos a Pinto da Costa, no âmbito do processo Apito Final, suspendendo ainda António Gonçalves Pereira.
Os cinco conselheiros reunidos negaram provimento aos requerimentos para a anulação das sentenças da CD da Liga de clubes, que puniu a 9 de Maio o Boavista por três actos de coacção sobre árbitros e o presidente do FC Porto por duas tentativas de corrupção.
"As alegadas deliberações têm inexistência jurídica. A Lei, no artigo 9º do Regimento do CJ, diz que a acta tem de ser assinada pelo presidente e pelo secretário do órgão (João Leal) e foi isso que aconteceu. Logo a seguir à reunião foi afixada a tabela com todas as decisões que foram tomadas e as que não o foram. E, quanto a estas que estão em causa, não houve qualquer deliberação", garantiu.
E considerou que "o que se passou posteriormente, num encontro informal depois de um jantar, é totalmente à revelia dos mais elementares princípios de justiça e natureza ética".
"Em relação aos recursos do Boavista e de Jorge Nuno Pinto da Costa diz a tabela, escrita com a minha letra, 'não decidido'", reforçou.
António Gonçalves Pereira justificou o fim da reunião do CJ por considerar "não existirem condições para deliberar objectiva e imparcialmente".
"Ao abrigo da alínea B do artigo 9º do Regimento do CJ entendi não poder prosseguir a reunião, declarando-a encerrada, ficando sem efeito a discussão e votação dos demais pontos", frisou.
A polémica começou pelo facto de Boavista e Pinto da Costa, interessados no processo disciplinar, terem requerido o impedimento do conselheiro João Abreu, ao qual o presidente do CJ acabou por dar provimento, perante a insatisfação deste.
"No uso de competência própria que a Lei me impõe, limitei-me aos fundamentos invocados. Depois de ouvir João Abreu, por escrito em dois 'e-mails', não tive dúvidas em considerá-lo impedido. Sem ironia ou sarcasmo, digo que foi uma decisão que me custou tomar, mas tenho de cumprir a Lei. Considerei que estavam verificados requisitos legais para decretar impedimento", contou.
Segundo o dirigente, João Abreu "não se conformou e pretendeu recorrer para o Conselho no seu pleno, o que contraria o que a Lei diz, nomeadamente no artigo 45 nº3 do Código de Procedimento Administrativo, que dá essa competência apenas ao presidente do órgão colegial".
Opositor político de Valentim Loureiro
O Paços de Ferreira também invocou o impedimento do presidente do CJ, mas António Gonçalves Pereira diz que se sente "moralmente isento e com capacidade para julgar os casos" e prometeu pronunciar-se sobre os factos.
"O único fundamento apresentado pelo clube é a proximidade política a Valentim Loureiro, mas, como todos se recordam, fomos adversários políticos nas autárquicas para Gondomar. Sou vereador da oposição. Temos uma relação de mera urbanidade. Após a inauguração do estádio do Bessa, nunca lá fui. Só vi o seu filho [João Loureiro, presidente do Boavista à data dos factos] umas quatro ou cinco vezes. Não tenho relações pessoais com ninguém", vincou.
O juiz declarou-se ainda "nada preocupado" com a intenção dos restantes membros de o suspender: "É claro que não estou suspenso! Que ninguém tenha duvidas que o presidente do CJ continuará a trabalhar e levar o mandato até ao fim, pois não é pessoa de saltar das coisas a meio e ficar pela rama".
Depois da "turbulência", António Gonçalves Pereira revelou que vai "deixar a poeira assentar uns dias" e reunir novamente o CJ para deliberar sobre todas as matérias pendentes, "com calma, serenidade e sempre no estrito cumprimento da lei".
Segunda-feira realiza-se o sorteio da Liga no qual terão de entrar Boavista ou Paços de Ferreira, defendendo que é à Liga que compete decidir o que fazer. "É um assunto que me transcende e não me vou pronunciar. Em termos legais está pendente um recurso do Boavista com efeitos suspensivos, pelo que tem legitimidade para figurar no pote. Se a Liga entender, pode colocar Boavista/Paços de Ferreira, mas é a ela a quem compete decidir", concluiu

'Guerra' no CJ adia decisões do Apito Final
02h00m

A reunião do Conselho de Justiça acabou quando o Apito Final entrou na ordem de trabalhos. O presidente decidiu afastar um conselheiro, dando razão a uma reclamação de F. C. Porto e Boavista. E o caldo entornou...
O Apito Final ainda não soou e está longe de acontecer. Ontem, a reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (CJ) acabou abruptamente quando a ordem de trabalhos chegou ao ponto quente.
Passavam poucos minutos das 18 horas quando estalou o verniz no sexto andar do edifício da Rua Alexandre Herculano, em Lisboa. Resolvidos os processos menos mediáticos, era tempo de entrar no Apito Final, para analisar os recursos das sanções impostas pela Comissão Disciplinar da Liga, que decidiu a descida de divisão do Boavista e a suspensão, por dois anos, de Pinto da Costa, presidente do F. C. Porto.
Gonçalves Pereira, presidente do CJ, usou da palavra para comunicar que Boavista e F. C. Porto haviam pedido escusa do conselheiro João Abreu, alegando que o representante da AF Setúbal também integra a lista de peritos do Regulamento do Estatuto da Inscrição e Transferência de Jogadores. Mais: Gonçalves Pereira deu provimento ao pedido de dragões e panteras e, ao abrigo do número 3 do artigo 45 do Código do Processo Administrativo (Arguição e declaração do impedimento), reclamou competências para excluir o referido conselheiro da reunião.
João Abreu recusou abandonar a sala e tentou continuar nos trabalhos, gesto em que foi apoiado por alguns conselheiros. Os ânimos exaltaram-se, criou-se um ambiente de tensão que tornou impossível a continuação do plenário. Gonçalves Pereira, ao abrigo do artigo 9.º, alínea b do Regulamento do CJ, encerrou os trabalhos. A acta, redigida por João Leal, chefe do departamento jurídico da FPF, foi assinada pelo presidente. Pouco depois das 20 horas, a pauta foi afixada. Nela, todos os processos relativos ao Apito Final levaram o registo de "não decidido". No final do documento, lia-se que "a reunião ainda se encontra a decorrer".
Na mesma altura, Gonçalves Pereira abandonou a sede da FPF em silêncio. Uma hora depois, os restantes participantes do plenário também saíram sem prestar declarações aos jornalistas, informando, apenas, que iam jantar. E a verdade é que às 22.55 horas regressaram ao edifício, novamente em silêncio e continuavam reunidos à hora do fecho desta edição.
Mais tarde, o JN conseguiu falar com Gonçalves Pereira, que já regressava ao Porto. Confrontado com o facto de a pauta referir que "a reunião ainda se encontra a decorrer", o presidente do CJ não teve papas na língua: "Se diz isso, é uma falsificação sem valor jurídico".
Já quanto ao facto de os restantes conselheiros continuarem reunidos, desvalorizou, admitindo ser "um encontro informal das pessoas que fazem parte do Conselho de Justiça".
A verdade é que há divisões no CJ, o que faz acreditar num Verão ainda bem mais quente do que era previsível. No entanto, confrontado sobre como irá decorrer tão conturbado processo e sobre a possibilidade de estar em causa a sua continuidade na presidência do CJ, Gonçalves Pereira não poderia ter sido mais peremptório. "Nem por sombras me demito!", sublinhou o responsável federativo. A novela segue dentro de momentos...

terça-feira, 1 de julho de 2008

A suposta corrupção atribuida a Pinto da Costa


Não sei como Guilherme Aguiar ainda tem paciência para aturar,suportar,aqueles dois (marretas)doentes faciosos pelos seus respectivos clubes! Haja (Santa) "pachora"!

Quanto à Morgado,antes de lhe ser entregue o ministério público no caso da suposta corrupção atribuida ao nosso presidente,já ela clamava pela sua(dela)noção de isenção,referia as suas convicções de que havia corrupção no futebol nacional, e, a respeito tinha prestado declarações (extemporâneas) a vários canais de televisão, afirmando estar convencida de existiam arranjos(corrupção) no futebol Nacional. Lembro-me de que já nessa altura fiz um "post" no "dragaosenior" a denunciar a predisposição dessa senhora para o sensacionalismo.Porque já nessa altura chamava a atenção, era muito visível a sua (dela) ansia de protagonismo. Depois veio a confirmar-se que o que a motivava, era tentar por todos os meios encravar o Jorge Nuno, e, assim conseguir projectar-se, ganhar protagonismo, nos ambientes da Capital, afectos aos dois grandes. Ela, a Morgado,na minha opinião, não está minimamente interessada em resolver o problema da eventual corrupção no nosso futebol, o que ela quer é ganhar fama e visibilidade à custa de crucificar o Pinto da Costa. Mas isso nós não deixamos,como é evidente.

Porque é que a PJ só se preocupa em investigar no Norte do País? Será que no Sul do País são todos uns "anjinhos" isentos de mácula?

E há bem pouco tempo, saíu uma notícia no DN a divulgar os encontros entre o LF Vieira e o J Veiga com árbitros, na época em que o Benfica foi campeão Nacional. Mas isto não interessa porque se parte do preconceito que esses senhores são a personificação da isenção.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Os benfas na Champions




A não perder, são 3:43m muito bem passados...he he he!!
Clica, e abre o video
http://futebolar.portugalmail.pt/artigo/20080623/video-benfica-na-liga-dos-campeoes

"Só ficcionando ou conjecturando"




O Tribunal de Instrução Criminal do Porto decidiu hoje não levar a julgamento o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, no processo Apito Dourado relativo ao jogo FC Porto - Estrela da época 2003/04, conhecido como o "Caso da Fruta". Os co-arguidos Reinaldo Teles, António Araújo, Jacinto Paixão, Manuel Quadrado e José Chilrito também não foram pronunciados pelo juiz de instrução criminal (JIC) Artur Ribeiro. O Ministério Público sustentava que teriam sido fornecidas prostitutas à equipa de arbitragem e que lhe teria sido propiciado um jantar como contrapartida por violação das regras de jogo, mas o JIC entendeu que "só ficcionando ou conjecturando" se encontraria "nexo de causalidade" entre os factos.