Já há bastante tempo que tenho vindo a chamar a atenção dos responsáveis do FC Porto-Futebol,SAD para o facto da equipa não ter a preparação necessária de modo a poder cumprir com os seus compromissos. Quando saiu o adjunto Azenha eu na altura sugeri que a partir desse momento e segundo os resultados que se obtivessem se iria ver, ou seja, tirar conclusões sobre a influência que o Azenha teria, ou não, sobre o Plantel. Segundo o que pude na altura constatar, através do que transpirava cá para fora através dos jornais, era que a acção do Azenha era preponderante na forma física e técnica dos jogadores. Relativamente ao trabalho e à metodologia utilizada nos treinos, era o Azenha que: incitava, incentivava, dirigia, e exigia que os jogadores executassem cada vez melhor os exercícios, sempre com grande empenho no trabalho de preparação física e aperfeiçoamento técnico dos jogadores. Lembro-me que foi com grande apreensão que tomei conhecimento da saída do Carlos Azenha, o qual na minha opinião era um suporte bastante eficaz do Jesualdo Ferreira na exigente tarefa de treinar o Plantel.
E o que agora se constata é que a equipa joga a 50 enquanto os adversários jogam a 100 à hora! É bastante evidente nos jogadores: a falta de velocidade, de resistência e de agressividade sobre a bola. Alguns elementos da equipa parecem resignados, sem energia suficiente para fazer pressão alta no meio campo, e, não são capazes de jogar em antecipação. A quem observa de fora dão a sensação de que a condição física não é famosa e por causa disso repetem-se as más exibições, vêm os problemas psicológicos, enfim os maus resultados. Conclusão: para se jogar futebol é necessário habilidade e algum talento, mas acima de tudo uma condição física excepcional! Senão reparem nos corpos altamente musculados dos craques estrangeiros, ali há muito trabalho de ginásio. Já dizia o Baeta: o futebol é 90% de transpiração e 10% de inspiração.
Pelo acima exposto, tudo leva a crer que o actual adjunto José Gomes não dá garantias de ser um técnico adjunto competente e de ter dado uma contribuição muito forte para o fracasso do seu Leader.