Para alguns dos actuais dirigentes do SLB, os (objectivos) fins, justificam os meios. Tudo serve, desde aproveitar a mais pequena picuinha do comportamento do adversário, até ao processo de incitar os seus (deles) correligionários a pisarem os adversários, e, se preciso for, a falsear ou precipitar os acontecimentos.
Palavras como ética desportiva, fairplay, ou até honestidade, são vazias de conteúdo para quem à beira do precipício, na eminência de mergulhar, tudo faz, para que seja o adversário a cair em seu lugar. Desde tentar coagir psicològicamente quem tem por missão julgar, ameaçando e, sugerindo por antecipação a condenação de (adversário) quem se quer ver condenado.
Enfim, pressionar, instrumentalizar, manipular os outros de acordo com as conveniências deles.