Os juízes do apito têm de estar atentos porque o futebol não é Rugby e ultrapassando as regras estabelecidas perde beleza artística!
Nós sabemos que o Futebol é um desporto de contacto mas está-se a constatar que na Europa as equipas excedem muitas vezes o limite do regulamento que prevê a carga de ombro.
As equipas europeias que vêm jogar a Portugal praticam um futebol muito físico, de grande intensidade, excessiva agressividade, choque, ultrapassando muitas vezes os limites das regras estabelecidas!
Incondicional adepto do FC Porto FC Porto o melhor Clube português *Dragão!You are the best!*
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Na UEFA Pratica-se um futebol muito físico
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
Champions League- FC Porto 0 Barcelona 1
Análise às equipas Porto, Barcelona e Árbitro
Os portistas demonstraram grande nervosismo: um flagrante exemplo foi o autentico passe de Romário Baró que isolou Ferrán Torres e comprometeu o objectivo da sua equipa de conquistar no jogo um bom resultado. Os dragões revelaram muitas dificuldades defensivas.
Os Culés provaram que são evoluídos tecnicamente, mostraram uma excelente capacidade física, defendem muito bem, sempre com toda a equipa atrás da linha da bola e têm avançados na frente que causam alarme nas defesas contrárias.
O desempenho de Anthony Taylor foi razoável.
Taremi sofreu duas faltas de Koundé dentro da área - a equipa de arbitragem
britânica nada viu! Em alguns lances devia ter sido mais rigorosa a punir a excessiva agressividade (rudeza) dos futebolistas do Barça.
Ficha de jogo - Estádio do Dragão - 2.ª jornada do Grupo H - 04/10/23
Insólito!
Taremi sofreu duas faltas de Koundé dentro da área - a equipa de arbitragem
britânica nada viu.
Aos 77', após mão de João Cancelo em zona proibida, Anthony Taylor apontou
para a marca de grande penalidade. O VAR que havia deixado passar em claro o
penálti sobre Taremi na primeira parte não ficou convencido, chamou o
compatriota ao monitor e descobriu uma suposta infração de Eustáquio, que
recebeu a bola com o ombro.
Os portistas ainda festejaram golo de Taremi na reta final, porém o camisola 9
encontrava-se ligeiramente adiantado e acabou rendido por Danny Namaso - tal
como Alan Varela por Nico González, João Mário por Iván Jaime e Galeno por
Francisco Conceição.
Até Anthony Taylor apitar para o fim do jogo ainda sobrou tempo para Gavi ver o
segundo amarelo e para Francisco Conceição atirar à malha lateral do Barça.
Árbitro: Anthony Taylor (Manchester)
Assistentes: Gary Beswick e Adam Nunn
4º Árbitro: Robert Jones
VAR: Stuart Attwell, natural de Inglaterra, e o alemão Bastian Dankert
FC PORTO : 99Diogo Costa
23João Mário 85', 2Fábio Cardoso, 4David Carmo, 18Wendell
22Alan Varela 85', 28Romário Baró 64', 6Stephen Eustaquio, 11Pepê
13Galeno 85', 9Mehdi Taremi 85'
SUPLENTES : 14Cláudio Ramos
15Jorge Sánchez, 8Marko Grujic, 16Nico González 85', 17Iván Jaime 85'
20André Franco, 19Danny Namaso 85', 21Fran Navarro, 30Evanilson 64'
70Gonçalo Borges, 10Francisco Conceição 85'
TREINADOR : Sérgio Conceição
FC BARCELONA : 1Marc ter Stegen
2João Cancelo, 23Jules Koundé, 4Ronald Araújo, 28Álex Baldé
6Gavi, 18Oriol Romeu 68', 22Gundogan, 14João Félix 68'
9Lewandowski 33', 27Lamine Yamal
SUPLENTES : 26Ander Astralaga
13Iñaki Pena, 20Sergi Roberto 68', 17Marcos Alonso, 5Iñigo Martínez
15Andreas Christensen, 32Fermín López 68', 30Marc Casadó, 7Ferrán Torres 33'
TREINADOR : Xavi
FCP 0 Barcelona 1 - Anthony Taylor's serious mistakes
Cancelo deliberately controls the ball with his arm.
Eustáquio receives the ball with his shoulder.
Anthony Taylor, when in doubt, always decided in favor of Barcelona
Os erros graves de Anthony Taylor (Manchester)
Insólito!
Taremi sofreu duas faltas de Koundé dentro da área - a equipa de arbitragem britânica nada viu.
Evidências:
Cancelo controla deliberadamente a bola com o braço
Eustáquio recepciona a bola com o ombro.
Anthony Taylor na duvida decidiu sempre a favor do Barcelona
A infantilidade de Romário Baró compromete FCP
Romário Baró compromete objectivo da equipa
UEFA Youth League - Sub-19 portistas sofrem 1ª derrota
Como é normal no futebol português, acabou por prevalecer a superior maturidade (ritmo) dos futebolistas do Barcelona.
Os dragões soçobraram perante o Barcelona, no Estádio de Pedroso, no 2º jogo da prova e com este resultado perderam a liderança do Grupo H.
Aos 80’, na sequência dum lançamento lateral, os catalães apoderaram-se da bola e Dani Rodríguez assistiu Guiu que não se fez rogado e marcou (0-1).
Aos 87’ o recém entrado (74’) Alarcon em contra ataque marcou o 2º para o Barcelona.
Declarações de Nuno Capucho no fim do jogo
“Foi um jogo competitivo, sabíamos da qualidade do Barcelona, uma equipa pressionante que nos criou muitas dificuldades. A partir do momento em que roubaram a bola temos de aceitar que os erros acontecem e que eles mereceram marcar durante estes 90 minutos. O mais importante é que eles percebam que nas derrotas é que se vê a qualidade e o caráter dos jogadores. Aprendemos mais com as derrotas do que com as vitórias. Vamos tentar perceber o que nos falta, não conseguimos pressionar o Barcelona e tivemos dificuldades. O que temos feito não é suficiente, temos de trabalhar mais tanto coletiva como individualmente. Temos que agarrar as oportunidades para crescermos com e sem bola”.
Sábado 15h00 em Barcelos há encontro com o Gil Vicente 8.ª jornada do campeonato
Ficha de jogo - Estádio de Pedroso - UEFA Youth League, Grupo H, 2.ª jornada- 04/10/23
FC PORTO 0 BARCELONA 2
Árbitro: Miloš Gigovic (Bósnia)
Assistentes: Amer Macić e Nebojša Žugić (Bósnia)
Quarto árbitro: Rui Lima (Portugal)
FC PORTO: Diogo Fernandes;
Martim Fernandes, Bernardo Ferreira, Luís Gomes (cap.), Dinis Rodrigues,
André Oliveira, Ussumane Djaló, Gonçalo Sousa, Rodrigo Mora,
Jorge Meireles e Anha Candé
Substituições: Rodrigo Mora por Gil Martins (62m), Jorge Meireles por
Tiago Andrade (62m), André Oliveira por Tiago Campos (70m),
Gonçalo Sousa por Alfa Baldé (70m) e Ussumane Djaló por Mariano Regal (84m)
Não utilizados: Gustavo Lacerda; João Teixeira
Treinador: Nuno Capucho
BARCELONA: Yaakobishvili;
Fort, Cubarsi, Cuenca, Navarro,
Bernal Casas, Prim, Darvich, Calderó (cap.),
Dani Rodríguez e Guiu
Substituições: Darvic por Muñoz (59m), Nil Calderó por Angel Alarcon (74m),
Héctor Fort por Alexis Olmedo (74m), Guiu por Fernandez (83m) e Prim
por Hernández (84m)
Não utilizados: Alonso; Cortes
Treinador: Óscar López
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Guiu (80m) e Alarcon (87m)
Disciplina: cartão amarelo a Guiu (32m), Darvich (35m), Anha Candé (37m),
Bernal Casas (38m), Rodrigo Mora (53m), Martim Fernandes (67m)
Champions League - FC Porto - Barcelona
Em Pedras Rubras aterrou “uma equipa bastante perigosa”, recheada de “individualidades capazes de resolver” e que obriga a ter “algumas cautelas”, por isso o treinador portista montou “um plano de jogo bem definido para tentar ganhar”, pedindo aos atletas que sejam “fortes e consistentes defensivamente” e que “assumam as responsabilidades”.
Frente a “um clube histórico, forte, com jogadores excecionais que dispensam apresentações”, “um dos melhores do mundo”, Sérgio Conceição explica que “ter respeito não implica ter receio” e que “sofrer faz parte”: “Vamos sofrer com o Barcelona, mas o Barcelona também vai sofrer com o FC Porto”.
Para isso “é preciso dar à perna”, percebendo que “a história não joga”, mas, ao mesmo tempo, ter noção de que “a história do FC Porto fala por si”. “Quero é ganhar!”, atirou o técnico na projeção de “um jogo igual aos outros” contra um rival “cheio de qualidade”, mesmo privado de Frenkie, Pedri e Raphinha.
Sentado ao lado do mister, Eustáquio prometeu “fazer tudo para ganhar” a um “Barcelona que dispensa apresentações”. Com a “máxima motivação”, pois “no FC Porto todos os jogos são importantes e a ambição é ganhá-los sempre”, o médio anteviu “um bom espetáculo” num “estádio que vai estar cheio” e que será “uma excelente ajuda”.
“Temos de nos manter unidos como equipa e superar as adversidades”, explicou o internacional canadiano pronto a “dar um passo em frente” em prol de um grupo em que “o avançado é o primeiro a defender e o guarda-redes o primeiro a atacar”.
A preparação encerrou com Evanilson integrado, ainda que condicionado. “Pepe não está disponível” - tal como Marcano, Zaidu ou Veron - e vai falhar a receção aos detentores do título espanhol devido a lesão. Entre cedo e não troque as cartolinas de lugar, para que o efeito da coreografia seja o pretendido.
Antes dos graúdos os miúdos vão “entrar com tudo” (15h00, FC Porto TV/Porto Canal). Em Pedroso, onde a entrada é livre, os juniores querem “continuar a senda de vitórias” diante de “uma equipa que joga bem, tem jogadores com muita categoria e identidade própria”, ou não viesse de La Masia. “É importante que os jogadores percebam que devem demonstrar o talento da formação do FC Porto”, explicou Nuno Capucho na antevisão da Youth League.
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
FCP-Comunicado sobre os últimos erros de Arbitragem
O comunicado emitido :
"Na sequência de um conjunto de erros graves e reiterados que adulteraram a classificação do campeonato, a FC Porto, Futebol SAD solicitou uma audiência ao Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol com caráter de urgência.
O Conselho de Administração da FC Porto, Futebol SAD"
Dragão atento
Dado que na minha opinião, vale o que vale, os responsáveis pelas anomalias ultimamente constatadas na Arbitragem são precisamente os dirigentes do Conselho de Arbitragem,Nomeações da FPF, presidente Fontelas Gomes, vice-presidente João Ferreira e Paulo Costa patrão dos árbitros no Conselho de Arbitragem,Nomeações; muito sinceramente duvido que a reclamação da Administração do FC Porto surta (produza) efeitos práticos.
FC Porto e FC Barcelona. Adversários e aliados - História
FC
Porto e FC Barcelona. Adversários e aliados
Dois clubes fundados no século XIX,
dois múltiplos campeões europeus e mundiais, dois emblemas ecléticos e duas
instituições de projeção global com uma mentalidade orgulhosamente regional.
Assim se podem definir FC Porto e FC Barcelona, dois dos três principais
habitués da Liga dos Campeões e dois dos maiores movimentos populares e
anti-centralistas da Península Ibérica.
De bases bem estabelecidas nas respetivas regiões - o Norte e a Catalunha -,
Dragões e Culés apresentam-se há décadas como forças de combate ao poder
neutralizador de Lisboa e de Madrid, mas há muito mais a unir os adversários
dos próximos dias 4 de Outubro e 28 de Novembro, primeiro na Invicta e depois
em Montjuic.
Desde logo um dos primeiros associados portistas. Natural da Invicta, Virgílio
da Costa Neves estudou numa universidade alemã antes de se radicar na Cidade
Condal por motivos profissionais. Apaixonado pelo desporto-rei, estreou-se pelo
Barça em 1903 e por lá se manteve até 1906,
ano de retoma da atividade desportiva no emblema portuense. De volta a casa,
aliou-se a José Monteiro da Costa e assumiu o papel de sócio-fundador do
renovado FC Porto.
Na “História do Futebol Clube do Porto”, Rodrigues Teles escreve sobre “a
primeira viagem de um clube português” ao estrangeiro. Em 1921, acabado de disputar dois jogos na capital espanhola, os
futuros (e primeiros) Campeões Nacionais rumaram à Catalunha para satisfazer a
vontade dos locais de “verem um clube português nos seus campos”. Apesar de ter
estado previsto um desafio com o FC Barcelona, este acabou por não se realizar
devido a conflitos de agenda.
Os caminhos dos dois clubes viriam a cruzar-se em Junho de 1949, mês das festas
de São João em ambas as cidades. O Camp de Les Corts abriu portas a um embate
de caráter amigável entre FC Barcelona e FC Porto para homenagear Josep Escolà,
avançado catalão que assumiu um papel preponderante no ataque blaugrana durante
duas décadas e que, por isso, teve direito a um jogo de despedida.
O “Gran Partido Internacional”, como ficou conhecido, opôs o campeão espanhol
ao vice português e terminou 3-1 a favor dos da casa. Pelos visitantes atuaram
Barrigana, Virgílio, Alfredo, Carvalho, Joaquim, Romão, Lino, Gastão, Serafim,
Veleira e Diogenes.
Em 1968, José Maria Pedroto terá sido hipótese para assumir o comando dos
Culés, revelou Alcino Pedrosa no programa da RTP “Grandiosa Enciclopédia”.
Contudo, a transferência nunca se chegou a concretizar, ao contrário do que
aconteceu com Bobby Robson que, em 1996,
abandonou o banco das Antas rumo ao do Barça.
Em 2003, o FC Barcelona foi o clube
convidado a inaugurar o Estádio do Dragão num duelo que acabaria por ficar para
a história, já que assinalou a estreia de Lionel Messi - o melhor atleta da
história do Barça e uma das figuras mais icónicas da história do futebol. Os
portistas venceram 2-0 com golos de Derlei e Hugo Almeida. Esse resultado
inverteu-se oito anos mais tarde, no Mónaco, onde Messi e Fàbregas decidiram o
vencedor da Supertaça Europeia de 2011.
No verão de 2014 os catalães voltaram a pisar o relvado do Dragão no jogo de
despedida de Deco, “mágico” que brilhou ao serviço dos dois clubes. Além do
médio, agora diretor desportivo, existem vários outros atletas com os dois
símbolos no currículo, como Vítor Baía (atual administrador da SAD portista),
Aloísio, Fernando Couto, Juan Carlos Heredia, Juan Antonio Pizzi, Ricardo
Quaresma, Cristian Tello ou Nico González, os hoquistas Edo Bosch, Carles Grau,
Reinaldo García, Xavier Barroso, Edu Lamas ou Hélder Nunes e os andebolistas
Gilberto Duarte ou Mamadou Diocou. A sintonia entre os tubarões do Grupo H da
Liga dos Campeões é antiga e ultrapassa, em larga escala, a vertente desportiva.
Intervenções de Miguel Guedes no Trio d'ataque
Miguel Guedes, João Gobern e Nuno Gonçalves
Assunto: Benfica 1 FC Porto 0 – O FC Porto jogou 70’ com 10 elementos devido à expulsão de Fábio Cardoso aos 19’.
Intervenções :
João Gobern – A exaltar o desempenho da equipa benfiquista.
Miguel Guedes – O 19’ é preponderante no jogo. O FC Porto mesmo com 10 jogadores faz uma belíssima 1ª parte. Entra na Luz com a ausençia de 4 titulares. O Benfica há 5 anos que já não ganhava em casa ao FCP. O FCP com 11 estava preparado para voltar a fazer um bom resultado na Luz.
Nuno Gonçalves – O FC Porto começou o jogo e pareceu que iria criar “mossa” ao Benfica.
Miguel Guedes – Bateu na tecla de falta de critério de João Pinheiro, ou seja, a dualidade de critério do juíz do jogo que também não viu o Trubin tentar defender a bola com uma das mãos e com a outra tocar na perna do Taremi derrubando-o!
Os árbitros são competentes mas estão condicionados pelo sistema de arbitragem (corrupto) benfiquista.
João Govern – A meter os pés pelas mãos ao citar Carlos Calheiros * e José Prata!
Dragão Atento – Miguel, quando Govern mencionou Carlos Calheiros, o Miguel só tinha uma opção, Govern se formos por aí então os portistas têm resmas de razão de queixa de árbitros como: Calabote, Carlos Valente, Lucílio Baptista, Bruno Paixão (SLB saco azul), João Pinheiro etc…
Actual relação de árbitros alérgicos ao FC Porto, entenda-se condicionados pelos dirigentes do Conselho de Arbitragem,Nomeações da FPF, vice-presidente João Ferreira benfiquista, Paulo Costa benfiquista que é o patrão dos árbitros.
António Nobre AFL, Fábio Veríssimo AFL, Hélder Malheiro AFL, Luís Godinho AFÉ, João Pinheiro AFB, Manuel Mota AFB, Nuno Almeida AFAlgarve, Rui Costa AFP...Etc...
* OBS - Carlos Calheiros, ex-árbitro - Confrontado com a ideia generalizada de que beneficiava o FC Porto, o nortenho foi claro: "Se um árbitro vai arbitrar um determinado clube e lhe dizem que o delegado também é desse clube, naturalmente o pressuposto dele é mais favorável para esse clube. Na dúvida, não vai ser contra". "Toda a gente fazia isso. Não há volta a dar", justificou. (ao jornal A Bola)
Champions League - FC Porto-Barcelona - Árbitro
Gary Beswick e Adam Nunn serão os assistentes, Robert Jones estará no papel de quarto árbitro. No VAR estarão Stuart Attwell, natural de Inglaterra, e o alemão Bastian Dankert.
O encontro entre 'Dragões' e Culés está agendado para as 20h de quarta-feira, no Estádio do Dragão.
O registo do FC Porto com Anthony Taylor é neutro. Nas duas partidas apitadas pelo juiz natural de Manchester, ambas no Estádio do Dragão, os portistas venceram uma, frente ao Bayer Leverkusen (2-0), e perderam outra, diante do Besiktas (1-3).
Recorde-se que este foi o árbitro da Supertaça Europeia de 2020, da decisão da Liga das Nações de 2021 e da última final da Liga Europa.
Árbitro: Anthony Taylor (Manchester)
Assistentes: Gary Beswick e Adam Nunn
4º Árbitro: Robert Jones
VAR: Stuart Attwell, natural de Inglaterra, e o alemão Bastian Dankert
O sistema de Arbitragem em todo o seu esplendor!
Depois de mais uma jornada 7ª do campeonato marcada por “graves erros de arbitragem com impacto na frente da classificação”.
Sérgio Conceição já os tinha denunciado, após o clássico, e a dose repetiu-se horas depois, no Algarve.
Dragão atento - Protagonista João Pinheiro o árbitro que pediu ao Benfica para lhe levantar a nota!!
Tal como em Rio Maior, onde ganhou com um golo irregular, o Sporting voltou a beneficiar de más decisões dos árbitros para vencer em Faro. De acordo com a generalidade dos analistas, Gonçalo Silva não deveria ter visto o cartão vermelho, Hjulmand deveria ter sido expulso e não existiu qualquer falta que justifique a marcação do penálti que decide o jogo. Perante a inação do VAR, fica a pergunta: os telemóveis estavam sem bateria?
(alusão ao árbitro Miguel Nogueira que contatou o VAR pelo telemóvel).
domingo, 1 de outubro de 2023
FCP B vence Leixões no Estádio do Mar
Com dois golos e uma assistência de Wendel Silva, FC Porto B venceu 3-1 em casa do Leixões na 6.ª jornada na Liga Portugal 2
A equipa B do FC Porto voltou à ação e aos bons resultados.
Na deslocação mais curta do ano, até ao Estádio do Mar, os “bês” portistas
começaram a perder, mas Wendel Silva fez valer a “lei do ex” e deu a volta ao
figurino contra a antiga equipa. Um golo de cabeça, outro de penálti e uma
assistência, frente ao Leixões (1-3), garantiram os três pontos que valem a
entrada na metade superior da tabela da Segunda Liga.
A cumprir castigo por ter sido expulso na ronda anterior,
António Folha promoveu cinco alterações ao onze que havia perdido contra o
Marítimo: saíram Rodrigo Pinheiro, Zé Pedro (integrado no plantel principal),
Abraham Marcus, Vasco Sousa e Nilton Varela para entrarem Martim Fernandes,
Eric Pimentel, Gui Guedes, Rodrigo Mora e Jorge Meireles.
Já depois de Francisco Meixedo fazer uma enorme defesa que manteve a baliza
fechada, os matosinhenses concretizaram as sucessivas ameaças e abriram a
contagem em cima do descanso (1-0). A resposta não se fez esperar. Mais frescos
após o regresso das cabines e após duas semanas sem competirem, os jovens
Dragões repuseram a igualdade num lance criado por Mora, desenhado por Gui e
concretizado por Wendel da cabeça em cima da linha de golo (1-1).
No tempo de compensação: primeiro o VAR alertou o juiz de
campo para a existência de um penálti que consumou a reviravolta; depois, ao
décimo minuto de descontos, o mesmo Wendel descobriu Abraham Marcus isolado e o
avançado nigeriano só teve de encostar para fechar o resultado em 1-3.
Fábio Moura adjunto de António Folha
“Quero dedicar esta vitória ao nosso treinador e aos 130 anos do FC Porto.
Penso que tivemos o controlo na primeira parte e quando o jogo nos fugiu o
adversário fez o 1-0. Regressámos bem, não tão agressivos com bola, mas
sabíamos que a nossa oportunidade ia aparecer. Quando apareceu fizemos três
golos numa segunda parte bem conseguida. Temos que nos reinventar, por não
termos ritmo competitivo, e saber retirar o melhor de cada situação. Foi isso
que fizemos, alguns jovens aproveitaram para ganharem o seu espaço”.
No próximo domingo, dia 8 de Outubro, o Torreense visita o mini-estádio do
Olival (11h00, FC Porto TV/Porto Canal).
Ficha de jogo - Estádio do Mar, Matosinhos - Liga Portugal
2, 6.ª jornada – 01/10/23
LEIXÕES 1 FC PORTO B 3
Árbitro: Carlos Teixeira AF de Vila Real
Assistentes: David Moisés e João Pedro Morte
Quarto árbitro: André Neto
VAR: Vasco Santos
AVAR: Hugo Santos
João Amorim, Léo Bolgado, Rafael Vieira, Paulité,
Simões, Fabinho, Rafa, Henrique,
Adriano Amorim e Avto
Substituições: Simões por Renato Soares (70m), João Amorim por Agostinho (81m),
Avto por Danrlei (81m) e Fabinho por Moshood (90+5m)
Não utilizados: Ricardo Ribeiro; Moisés Conceição, Zag, Rafael Silva e Bright
Treinador: Pedro Ribeiro
FC PORTO B: Francisco Meixedo;
Martim Fernandes, Eric Pimentel, Romain Correia (cap.), João Mendes,
Rodrigo Fernandes, Braíma Sambú, Gui Guedes, Rodrigo Mora,
Jorge Meireles e Wendel Silva
Substituições: Martim Fernandes por Rodrigo Pinheiro (69m), Rodrigo Mora por
Ussumane Djaló (75m) e Gui Guedes por Abraham Marcus (75m)
Não utilizados: Gonçalo Ribeiro; Kennyd Lima, Luís Gomes, André Oliveira,
Nilton Varela e Luís Mota
Treinador: Fábio Moura adjunto de António Folha
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Paulité (44m), Wendel Silva (59m e 90+3m) e
Abraham Marcus (90+10m)
Disciplina: cartão amarelo a João Mendes (40m), Gui Guedes (47m),
Braíma Sambú (71m), Renato Soares (90+2m), Wendel Silva (90+4m),
Danrlei (90+9m) e Francisco Meixedo (90+10m)