O Conselho de Arbitragem, Nomeações da FPF é liderado, controlado, por presidente Luciano Gonçalves sportinguista e vice-presidente Nuno Almeida benfiquista. Com o apoio da Comunicação Social desportiva fanática centralista portuguesa; canais de televisão (RTP, SIC, TVI) e jornais desportivos (A Bola e Record) sediados em Lisboa.
No caso dos jogos do FCP os árbitros permitem dar pau à vontade nos portistas.
A influência
perniciosa de Luciano Gonçalves na Arbitragem
Saímos derrotados por 1-0 nesta primeira mão, num jogo decidido, de forma
sintomática, através de uma grande penalidade. Contudo, o que gera uma
indignação profunda e legítima não é o desfecho numérico, mas a forma vil e
complacente como este foi construído.
O Futebol Clube do Porto não enfrentou apenas um adversário de mérito duvidoso…
deparou-se com uma autêntica caça ao homem, escandalosamente validada por uma
equipa de arbitragem cuja passividade roçou a cumplicidade.
O que presenciámos nas quatro linhas não foi intensidade competitiva, foi uma
agressividade desmedida e premeditada. Entradas de sola, cotoveladas e um
critério disciplinar inexistente que mancham o desporto.
O nosso Bednarek foi forçado a abandonar o relvado lesionado, sendo a vítima
mais visível de um cenário onde tudo pareceu ser permitido. As investidas
maliciosas, no entanto, não se ficaram por aí: Alberto Costa, Pepê e Alan
Varela foram alvos constantes de uma estratégia inaceitável.
Torna-se absolutamente inexplicável aos olhos de qualquer adepto de futebol
como é que jogadores como Maxi Araújo e Luís Suárez terminaram a partida sem
receberem a merecida e óbvia ordem de expulsão.
Ainda assim, a verdade dos factos é inegável: o FC Porto foi,
indiscutivelmente, a melhor equipa em campo. Fomos superiores, dominámos as
incidências do jogo e a vitória era o único desfecho condizente com o futebol
praticado.
Porém, a grandeza estrutural do nosso clube exige uma honestidade intelectual
implacável e autocrítica: não podemos isentar-nos de responsabilidades. A nossa
ineficácia no último terço foi evidente e penalizadora. Faltou-nos a frieza, o
pragmatismo e a competência na finalização para materializar as claras
oportunidades criadas.
Se tivéssemos tido o rigor que nos é exigido no momento de atirar à baliza,
nenhuma arbitragem tendenciosa nos teria conseguido travar. Temos o dever de
exigir mais de nós próprios.
Esta derrota, banhada num sentimento de profunda revolta, não nos verga, pelo
contrário, inflama a nossa resiliência.
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