Destaques
Só gostei da primeira meia hora da equipa Azul e Branca. Até podemos compreender a poupança de esforço da equipa, mas que raio! Já que se joga tranquilo e a passo, pelo menos que se jogue bem. Que haja segurança e precisão nos passes! E a equipa do FC Porto depois do segundo golo passou a ser uma equipa vulgar e por isso o resto do jogo passou a ser um aborrecimento. Esperemos que no próximo jogo a equipa dos Dragões volte às grandes exibições dos últimos jogos. Ficamos portanto a aguardar por uma exibição consistente e categórica já para a próxima jornada. Uma jornada que vai começar a definir o futuro campeão nacional.
Ficha do Jogo:
O primeiro golo do FC Porto haveria de surgir marcado por Farias num lance técnico de belo efeito.
Estádio do Dragão, no Porto
13 de Dezembro de 2009
Assistência: 32.519 espectadores
Árbitro: Pedro Henriques (Lisboa)
Assistentes: Hernâni Fernandes e Gabínio Evaristo
4º Árbitro: António Augusto Costa
FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves «cap» e Fucile; Fernando, Belluschi e Raul Meireles; Hulk, Farías e Varela
Substituições: Fucile por Rodríguez (68m), Raul Meireles por Guarín (75m) e Hulk por Mariano (80m)
Não utilizados: Beto, Falcao, Nuno André Coelho e Miguel Lopes
Treinador: Jesualdo Ferreira
V SETÚBAL: Mário Felgueiras; Alan, Collin, Zoro, Zarabi e Ruben Lima; Sandro «cap», Djikiné e Alvaro Fernández; Keita e Luís Carlos
Substituições: Alan por Paulo Regula (48m), Luís Carlos por Rui Fonte (55m) e Zoro por Ivo Pinto (85m)
Não utilizados: Nuno Santos, Lourenço, Bruno Monteiro e Bruno Lourenço
Treinador: Manuel Fernandes
Ao intervalo: 2-0
Marcadores: Farías (22m), Varela (25m)
Disciplina: cartão amarelo a Ruben Lima (26m), Zoro (36m)
Jesualdo Ferreira: O mais importante era ganhar
Equipa preparada
O técnico referiu que ainda não é momento de abordar o desafio da próxima ronda, mas sublinhou que do ponto de vista físico e táctico a equipa está pronta. «Nós saímos mais fortes porque estamos a trabalhar com melhores condições, recursos e a equipa está a subir. Só acredito numa coisa, no treino. Não há milagres, não é possível acrescentar competências e rendimento sem treinar. À medida que os jogadores vão crescendo, a equipa vai crescendo também. Subimos por exclusiva responsabilidade nossa», afirmou.
Homenagem a Pavão
Jesualdo Ferreira prestou também um tributo a Pavão, futebolista dos Dragões que faleceu ao 13.º minuto da 13.ª jornada, num encontro com o Vitória de Setúbal, em Dezembro de 1973. «Pela coincidência de ser um jogo com o Vitória, queria fazer uma homenagem a um grande jogador, um amigo dos matraquilhos. Jogávamos na mesma equipa, nos juniores do Desportivo de Chaves, e pelas coincidências destes «13» não queria deixar de o fazer, para que todos os adeptos se lembrem do Fernando Pascoal das Neves. Porque o conhecia, porque éramos amigos e era um grande jogador, achei que era importante deixar esta homenagem».