Incondicional adepto do FC Porto FC Porto o melhor Clube português *Dragão!You are the best!*
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Farias, um caso intrigante ou talvez não...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ainda a actuação do execrável Xistra
Não está em causa a competência técnica do árbitro, mas a sua falta de isenção, de personalidade e de carácter para apitar jogos de futebol.
É um sujeito que não consegue usar um critério uniforme nos seus julgamentos sobre os lances de futebol. Exemplo: permitiu sempre que os jogadores do Paços reclamassem,discutissem as suas decisões sempre que marcava faltas contra o Paços. Em contra partida foi célere a mostrar o cartão amarelo ao Hulk quando este reclamou de estar constantemente a levar pancada. Não é preciso marcar grandes penalidades para se influenciar o resultado dum jogo, basta intimidar com a amostragem de cartões amarelos só os jogadores duma das equipas do jogo.
Depois não consegue esconder o seu ódio ao Clube azul e branco. Xistra é da mesma jaez do Lucílio outro mafioso, que deviam ser banidos da arbitragem.
Os adeptos do FC Porto não querem ser beneficiados, unicamente pretendemos a nomeação de árbitros isentos, que adoptem um critério uniforme e que se errarem não o façam sempre para o mesmo lado.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Sarrafeiros existem em todo o lado, mas uns menos do que outros
FC Porto, os mais bravos: Bruno Alves, Fucile e Fernando.
O Rolando joga macio, e todos os restantes jogam dentro das normas.
Outro assunto:
...Para lá da expulsão, na Mata Real viu-se "um jogo completamente diferente" do da Supertaça, em que houve mais "luta" do que qualidade e no qual o FC Porto sentiu "dificuldade em colocar em campo o jogo normal", acabando por se ver em desvantagem no marcador num lance de bola parada. "Não admitimos golos daqueles", reconheceu o treinador, que voltou a elogiar muito a qualidade do Paços de Ferreira...
Mas afinal em que ficamos Professor Jesualdo? No Paços Ferreira luta-se mais do que se joga, ou há qualidade para elogiar...?!
Uma nota sobre o Xistra. Já há muito se sabe que este árbitro é anti-FC Porto. Nos jogos em que apita o FC Porto utiliza sempre dois critérios: um permissivo para os adversários do FC Porto e outro extremamente rigoroso com os jogadores azuis e bracos. No jogo com o Paços Ferreira permitiu que os jogadores do Paços contestassem permanentemente as suas decisões e no caso do Hulk foi célere a exibir-lhe as duas cartolinas. O primeiro cartão aplicado ao Hulk foi por protestar, e o segundo muito forçado pois deixou-se levar pela fita que o defesa do Paços fez...! Entradas daquelas pelos jogadores do Paços aos jogadores do FC Porto foram constantes, sem direito à exibição da respectiva cartolina amarela.
7 - Grande golo de Falcao e qualidade de Cristiano.
Num jogo em que ninguém se destacou por aí fora, gostei da exibição de Cristiano do lado do Paços Ferreira. Pauta o jogo da equipa e trata-se de um jogador de qualidade!
No FC Porto gostei da entrada de Falcao. Não só pelo grande golo que marcou mas também pela luta que deu numa altura difícil para a sua equipa. Foi uma agradável surpresa e, tal como Matías Fernández no Sporting, mostrou ser uma boa opção tanto para titular como para entrar vindo do banco, embora numa posição diferente.
domingo, 16 de agosto de 2009
FC Paços de Ferreira 1 FC Porto 1
O segundo duelo com a equipa de Paços de Ferreira no espaço de uma semana voltou a patentear um FC Porto dominador, sempre mais pujante e mais esclarecido, perante um adversário fechado nos seus espaços, à espreita apenas de um qualquer deslize azul e branco.
Cedo se percebeu, no entanto, que não bastaria aos comandados de Jesualdo Ferreira aplicar em campo os pergaminhos de sucesso que garantiram a conquista da Supertaça uma semana antes. Seria necessária convicção adicional, uma vontade ainda mais arreigada para fazer frente aos obstáculos colocados pelo oponente, mas também pelas instáveis decisões da equipa de arbitragem, que mais não fizeram do que acrescentar complicações à contenda.
A resposta portista ao golo madrugador dos da casa, apontado por Ricardo aos 11 minutos, surgiu pelos pés de Belluschi, numa ocasião soberana que apenas a trave da baliza defendida por Cáss
A segunda metade trouxe de novo contratempos de monta para os Dragões, desta feita reduzindo a formação portista a dez unidades. Depois de insistentemente castigado e provocado pelos seus marcadores directos, Hulk acabou por ver o segundo cartão amarelo na partida, aos 55 minutos, após um lance confuso junto da área anfitriã.
O excesso de rigor do árbitro acabou por servir de elemento perturbador no duelo, dando nova vida ao Paços, que timidamente aproveitou a deixa para sair da redoma em que se havia encerrado, e desafiando ainda mais os jogadores do FC Porto, que se viram obrigados a invocarem a força azul e branca na sua plenitude para, no mínimo, conseguirem levar um ponto da deslocação à «Capital do Móvel».
A determinação portista teve efeitos práticos aos 78 minutos, quando após um cruzamento perfeito de Fucile na direita, Falcao respondeu com um cabeceamento igualmente perfeito, literalmente «à ponta de lança», que deixou o indefeso Cássio pregado ao
A igualdade não satisfazia os pupilos de Jesualdo Ferreira e tão-pouco se ajustava ao desenrolar da discussão da Mata Real, mas acabou por se impor e premiar as cautelas em vez da ousadia e a passividade perante a perseverança.
FICHA DE JOGO
Liga Portuguesa 2009/10 – 1ª jornada
16 de Agosto de 2009
Estádio do CD Trofense, na Trofa
Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)
Árbitros Assistentes: Luís Marcelino e Celso Pereira
4º Árbitro: André Gralha
FC PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Filipe Anunciação, Danielson, Kelly e Jorginho; Ricardo, Leonel Olímpio e Pedrinha «cap.»; Baiano, William e Cristiano
Substituições: William por Carlitos (63 min), Baiano por Romeu Torres (77 min) e Pedrinha por Ciel (82 min)
Não utilizados: Coelho, Maykon, J. Coelho e Manuel José
Treinador: Paulo Sérgio
FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap.» e Álvaro Pereira; Fernando, Raul Meireles e Belluschi; Mariano, Farias e Hulk
Substituições: Raul Meireles por Falcao (46 min), Farias por Varela (60 min) e Belluschi por Tomás Costa (77 min)
Não utilizados: Beto, Guarin, Valeri e Nuno André Coelho
Treinador: Jesualdo Ferreira
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Ricardo (11 min), Falcao (78 min),
Disciplina: Cartão amarelo a Hulk (18 e 55 min), William (57 min), Mariano (90 min). Cartão vermelho a Hulk (55 min)
sábado, 15 de agosto de 2009
Três alterações para o arranque da Liga 2009_10
Em relação à última lista de seleccionados (Supertaça Cândido de Oliveira), saem Maicon, a cumprir castigo, Miguel Lopes e Nuno.
Os azuis e brancos concluíram este sábado a preparação do encontro frente à equipa de Paulo Sérgio.
Bruno Alves e Mariano já treinaram sem limitações; Falcao e Guarín já estiveram às ordens de Jesualdo Ferreira; Rodríguez e Orlando Sá voltaram a desenvolver os respectivos planos de recuperação (treino integrado condicionado e trabalho específico para o primeiro; ginásio e treino condicionado para o segundo).
A comitiva reúne-se ao final da tarde no Estádio do Dragão, de onde segue para estágio.
Lista de convocados: Helton, Bruno Alves, Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri, Falcao, Mariano, Hulk, Fucile, Rolando, Alvaro Pereira, Varela, Nuno André Coelho, Farías, Tomás Costa, Beto e Fernando.
Tentativa de fazer do Hulk um goleador
Jesualdo radiografou as zonas onde, neste momento, Hulk rende mais e menos no ataque, conforme se pode ver na infografia ao lado. As características dos jogadores que tem agora, acrescentou, permitem-lhe montar um ataque sem as amarras que os extremos clássicos, como Quaresma, determinavam. "Uma equipa mais forte, mais poderosa, mais agressiva tem três avançados e não um ponta-de-lança de dois alas como muitas vezes se fala", rematou.
Jesualdo Ferreira
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Bolatti na selecção argentina
A Imprensa Argentina e Maradona agradados com a prestação de Bolatti na selecção
Bolatti estreou-se pela Argentina e, ontem, mereceu elogios nos jornais. O "Olé" escreve mesmo um artigo a garantir que Maradona encontrou um jogador de selecção. Bolatti foi cauteloso na reacção. "Estive algo impreciso no início, porque custou a adaptar-me a uma posição em que não jogava". Bolatti dividiu tarefas defensivas com Mascherano e teve uma participação efectiva no ataque que surpreendeu a Imprensa argentina e o próprio seleccionador. "Gostei do que vi. Perdeu-se nalguns lances porque quis fazer mais do que devia. Mas isso é típico desta camisola, que nos leva a fazer coisas que os treinadores nem sequer nos pedem", disse Maradona. O enviado do jornal argentino remata o texto de uma forma taxativa: Bolatti merece estar na convocatória para o próximo jogo, que é com o Brasil.
Jesualdo Ferreira: "Este grupo merece o meu aplauso"
Equipa preparada
«Temos mais uma semana de trabalho e sinto que, neste momento, estamos preparados para enfrentar o arranque do campeonato. Estamos preparados, em função do que pudemos fazer em cinco semanas de trabalho».
Dificuldade acrescida
«Este vai ser, seguramente, um jogo mais difícil do que o da Supertaça. No final do jogo de Aveiro, tive o cuidado de dizer que o jogo tinha sido muito difícil e que seria ainda mais difícil o mesmo jogo passado uma semana. Para ganhar domingo teremos de ser muito melhores do que na Supertaça».
Mais fortes e agressivos
«Espero um jogo difícil, perante uma equipa forte, que joga um futebol positivo. O Paços fez uma boa prova na Taça da época passada, conseguiu com mérito a presença nas provas europeias. Realizou quatro jogos e acabou eliminado, mas na minha opinião poderia até ter passado. Estou certo de que este jogo vai obrigar-nos a ser mais fortes e mais agressivos».
Lição estudada
«A vitória na Supertaça serviu, antes de mais, para conquistarmos um título, que é o objectivo fundamental para nós. O jogo e as suas incidências serviram para percebermos melhor o que temos de fazer para ganhar no domingo e
Bruno Alves ok, Rodríguez ko
«Só amanhã terei comigo todos os jogadores da equipa. Posso afirmar já que o Bruno Alves vai jogar e que o Rodríguez estará de fora».
Pressão mantém-se
«No FC Porto temos a nossa área de trabalho, as nossas vitórias e os nossos objectivos. Independentemente do que se passa à nossa volta, no exterior, só quando começar a competição é que poderemos saber se os nossos adversários são melhores ou piores do que nós. Aquilo que nos interessa é a nossa equipa e, depois disso, o adversário que vem a seguir no nosso caminho. A pressão deste início de época é igual à de qualquer outro».
Grupo motivado
«O FC Porto é o campeão, tem quatro títulos consecutivos e é a única equipa que pode conseguir o Penta. Nesta perspectiva, o que para nós é importante é o que a nossa equipa produz e aquilo que pode vir a produzir. O que estamos a fazer é preparar os jogadores para a equipa. É evidente que a possibilidade de ganhar quatro títulos consecutivos, e dessa forma entrar para a história do futebol português, é uma motivação adicional para mim. No grupo, estamos todos motivados e todos com o mesmo espírito».
Base de trabalho
«Nenhum treinador tem, neste momento, capacidade de saber se a sua equipa renderá mais ou menos do que na época anterior. Aquilo que temos é uma base de trabalho e queremos preparar os jogadores para que estejam prontos a revelar as suas capacidades».
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Yero goleador, uma promessa a curto prazo
Yero: um gigante na área! Coulibaly Yero marcou dois golos no jogo-treino que o FC Porto disputou ontem com o Padroense. Antes disso, e para ajudar quem não sabe nada sobre Coulibaly Yero, o melhor mesmo será começar pelo básico: é um avançado senegalês de quase dois metros (1,95 m, para ser exacto), completa 18 anos na próxima quarta-feira e chegou este ano aos juniores do FC Porto, proveniente do Istres. Foi precisamente no Istres que O JOGO recolheu mais alguns detalhes para juntar à primeira apresentação.
"Tem um enorme potencial e evoluirá muito se o FC Porto o integrar nos treinos com os profissionais", defende. "Não tem medo do choque com os defesas, sabe proteger a bola e, apesar da altura, é um jogador veloz." Também há defeitos, claro. "É inexperiente e, a nível técnico, terá de trabalhar muito. Sobretudo em pequenos gestos na área, importantes para quem joga de frente para a baliza", completa. E diz mais, com um entusiasmo indisfarçável: "Se conseguir evoluir no que apontei, poderá transformar-se num fenómeno.
Desviado para os juniores portistas depois de ter sido inicialmente apontado à Naval, por empréstimo, Yero estreou-se a marcar no Estádio do Dragão, porque foi no palco principal que FC Porto e Padroense mediram forças. Os dois golos permitem, pelo menos, despertar a curiosidade e apontar-lhe os holofotes. Henri Stambouli, que o conhece bem, acredita que isso não o atrapalhará. "É um jovem mentalmente muito forte e equilibrado. Esteve cerca de um ano e meio no Istres, longe da família. Ouve sempre os conselhos que lhe dão", garante, lamentando não o ter no plantel. "Não tínhamos nada para lhe oferecer; é um jovem muito interessante, mas, em França, por enquanto, só podia ter o estatuto de amador." Em todo o caso, já carrega nos ombros o peso de comparações muito profissionais...
Já houve quem o apelidasse de novo Drogba ou futuro Adebayor, e ele não se importa...
Ainda antes de aterrar em Portugal, Coulibaly Yero contou a um sítio francês que os dirigentes portistas lhe tinham causado "óptima impressão". E disse mais: "Ofereceram-me uma camisola número 9; serei o Drogba deles." Pelo menos, a declaração é-lhe atribuída. As comparações com Drogba foram feitas por muitos observadores. Mas há quem prefira usar o gigante Adebayor, agora no Manchester City, como exemplo de comparação, o que Yero não rejeita. Certo é que, seja um ou outro, o molde impressiona...
ANTÓNIO SOARES/HUGO SOUSA (ojogo)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Supertaça - FC Porto 2 Passos de Ferreira 0
Em cima da hora de jogo da noite de Aveiro, Farias foi protagonista de um lance pouco usual no futebol, mas que espelha em pleno a receita do sucesso aplicada pelos Dragões no duelo com o Paços de Ferreira: o avançado argentino nunca deu por perdida uma jogada que parecia morrer nas mãos de Cássio e aproveitou um deslize do guarda-redes adversário para apontar o golo inaugural da partida.
Foi de determinação constante e de atitude irrepreensível que se fez o triunfo azul e branco, num encontro típico de arranque de temporada, com ritmo inconstante, animação variável e fulgor físico limitado. O êxito esteve sempre na mente do Dragão e nunca as fugazes tentativas pacenses colocaram em causa a permanente superação azul e branca.
Três ocasiões, no espaço de três minutos, abriram as hostilidades do ataque portista na primeira parte, com Varela e Belluschi a assumirem o papel de pr
Sem se perturbar com a entrada enérgica, mas infrutífera, do Paços na segunda metade, a formação de Jesualdo Ferreira construiu com astúcia uma resposta condizente com o desafio colocado. A persistência de Farias sobressaiu no lance que abriria o marcador e lançaria os Dragões, definitivamente, rumo ao desejado triunfo.
E o que veio depois foi domínio evidente e controlo total por parte do FC Porto, espelhado em diversas ocasiões soberanas para o avolumar do resultado, não tendo então Hulk, Mariano ou Farias aplicado a mesma eficaz receita protagonizada por Bruno Alves já a caminho do apito final. Aos 89 minutos, o capitão portista subiu às alturas em plena área contrária e cabeceou, perante o desamparado Cássio, para o golo que sentenciou em definitivo a partida.
Estava encontrado o desfecho ajustado à discussão do Estádio Municipal de Aveiro e premiada a consistência de um Dragão ainda em processo de crescimento, mas já sem pudor em mostrar voracidade, elegância e um enorme potencial, que o presente reconhece com títulos e que o
FICHA DE JOGO
Supertaça «Cândido de Oliveira»
9 de Agosto de 2009
Estádio Municipal de Aveiro, em Aveiro
Assistência: 15.722 espectadores
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Árbitros Assistentes: José Cardinal e Tiago Trigo
4º Árbitro: Vasco Santos
FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap.» e Álvaro Pereira; Fernando, Raul Meireles e Belluschi; Mariano, Hulk e Varela
Substituições: Belluschi por Farias (46 min), Varela por Tomás Costa (74 min) e Raul Meireles por Guarin (89 min)
Não utilizados: Nuno, Valeri, Maicon e Miguel Lopes
Treinador: Jesualdo Ferreira
FC PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Filipe Anunciação, Ozeia, Kelly e Jorginho; Ricardo, Olímpio e Pedrinha «cap.»; Romeu Torres, Baiano e Cristiano
Substituições: Filipe Anunciação por Carlitos (65 min), Pedrinha por William (68 min) e Ozeia por J. Coelho (82 min)
Não utilizados: Coelho, Maikon, Leandrinho e Fábio Pacheco
Treinador: Paulo Sérgio
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Farias (59 min) e Bruno Alves (89 min)
Disciplina: Cartão amarelo a Jorginho (37 min), Álvaro Pereira (43 min), Filipe Anunciação (47 min), Bruno Alves (48 min), Romeu Torres (48 min), Olímpio (55 min), Ozeia (71 min)
Jesualdo Ferreira: "abrir a época a ganhar é sempre importante"
«O registo desta vitória é relevante, porque abrir a época a ganhar é sempre importante. É uma taça que me faltava e é mais um título. Nós jogamos para ganhar títulos. Este jogo lança aquele que vem a seguir. Não vou falar dele, é claro, mas fica o alerta. A minha equipa percebeu que teremos de jogar bem, mais do que jogámos hoje e num ambiente diferente, no campo do adversário. É aí que iniciaremos o campeonato, que temos grandes aspirações de ganhar. Parabéns à massa associativa do FC Porto, que esteve presente em grande número. Recordo que faz sensivelmente um mês que começámos a treinar e a resposta dos jogadores foi boa.»
domingo, 9 de agosto de 2009
Elemento que deve ser objecto de estudo
Por parte dos responsáveis do FC Porto:
Com Douglas em campo o sucesso é garantido (Guimarães)!
O tempo passa e não pára de crescer a dependência. Um problema mais agradável do que patológico, porque ter o avançado em campo é quase sempre meio caminho andado para os golos. Um disparo de cabeça notável abriu caminho para uma vitória inesperada... para os visitantes.
domingo, 2 de agosto de 2009
FC Porto é muito mais do que Hulk
Jorge Maia / Carlos Gouveia enviados especiais Isla Canela
A derrota com o Aston Villa não apagou o que ficou para trás: cinco vitórias e um empate numa pré-temporada cheia de novidades e com uma confirmação: Hulk. Jesualdo Ferreira fez a O JOGO um balanço completo do arranque, a uma semana do primeiro desafio oficial.
Directo ao assunto. Fala-se muito numa certa dependência em relação ao Hulk, o único jogador do FC Porto que marcou na Peace Cup. Ela existe mesmo? Não existe dependência nenhuma do FC Porto em relação a Hulk. O FC Porto é muito mais do que o Hulk. O fundamental é que ele perceba que a equipa joga para ele e que ele tem de jogar para a equipa. Nenhum jogador consegue fugir a esta condicionante. O Hulk joga na última linha, como jogava o Lisandro ou o Quaresma, e, como o jogo tem uma lógica, é evidente que as características do Hulk só podem ser potenciadas com a equipa. As suas capacidades só podem ser úteis quando ele for capaz de as pôr ao serviço da equipa. Gostava que se recordassem do que foi escrito sobre ele há um ano, quando ele chegou. Nessa comparação, entre o Hulk actual e aquele que chegou mais ou menos por esta altura, percebe-se que aquilo que separa um e outro é a evolução que ele fez no entendimento com a equipa. Por isso mesmo, rejeito qualquer dependência em relação ao Hulk, como rejeitei a dependência em relação ao Quaresma ou em relação ao Lucho. E o facto é que a equipa conseguiu sobreviver sempre à ausência de qualquer um deles. De resto, posso dizer-lhe que os jogadores com as características que tem o Hulk impressionam quase sempre mais o público e a crítica do que os treinadores.
Mas sobra a ideia de que não há muitas alternativas a Hulk no plantel… Não faltam alternativas ao FC Porto, faltam alternativas ao Hulk. Ou seja, o FC Porto tem outros jogadores para utilizar no ataque com características diferentes, o que não tem é outro Hulk, com a mesma velocidade e a mesma capacidade de explosão. Aliás, nem sei se existe algum por aí, até porque a clonagem não está assim tão evoluída. Claro que o plantel tem alternativas para quando ele não jogar.
Falcao, por exemplo, pode render mais? Não será um jogador demasiado parecido com o Farías? O Falcao corre o mesmo perigo de qualquer jogador que chega ao FC Porto e ao fim de cinco treinos joga: tem de comer a bola. Não é justo fazer essa avaliação e muito menos comparar o Hulk com o Falcao. Primeiro, o Hulk não é um ponta-de-lança, é um avançado. No FC Porto, não jogamos com dois extremos e um ponta-de-lança, jogamos com três avançados e creio que, com alguma calma, o Falcao pode fazer parte desse esquema e nós vamos ter esses três avançados, tal como tivemos no ano passado.
Isso quer dizer que, para já, não tem? Quer dizer que o Rodríguez está lesionado, quer dizer que o Hulk não tem jogado exactamente na posição onde penso que poderá jogar no futuro e quer dizer que o terceiro jogador desse trio ainda não entende completamente o jogo da equipa, mas vai entender. Agora, é verdade que o Falcao não é uma alternativa ao Hulk, porque têm características diferentes.
E isso significa que lhe chegam os jogadores que tem? Neste momento, temos seis avançados, o que é o ideal para a estrutura da equipa, todos eles têm características diferentes que são complementares e que, com tempo e com trabalho, podem proporcionar todas as soluções de que a equipa precisa. De resto, as conversas sobre os nossos planos ao nível das entradas e saídas não são públicas.
Este Plantel é tão potente como o do ano passado
Algum reforço o tem impressionado em particular? O problema de uma análise desse tipo é que alguns dos reforços ainda não tiveram nem tempo, nem espaço para os podermos analisar com algum critério e rigor. Quando referia que nos preocupamos com a forma como avaliamos os jogadores, e também com a forma como os expomos à avaliação exterior, não posso fazer uma análise com segurança. Sinto que todos os reforços que chegaram têm condições para virem a ser aquilo que espero deles. Isso é seguro.
Há um ano, ainda muito cedo na temporada, disse que a equipa seria mais forte que a anterior. Pode dizer o mesmo desta? Na altura, disse que a equipa seria diferente, que seria mais forte por ser mais potente do que a anterior e acredito que isso mesmo ficou confirmado ao longo da temporada. Creio que essa potência existe neste plantel, na mesma, mas é preciso encontrar alinhamentos tácticos que aproveitem as qualidades dos jogadores que estão cá. O FC Porto perdeu o Cissokho, o Lucho e o Lisandro, que foram fundamentais na última época, mas há um ano também tínhamos perdido o Bosingwa, o Quaresma e o Paulo Assunção. E agora, tal como aconteceu há um ano, teremos de encontrar as melhores soluções tácticas para podermos ser ainda mais fortes.
A Peace Cup não foi uma exigência excessiva quando falta uma semana para a Supertaça? Seria se não tivéssemos tido o cuidado de fazer um grande trabalho de rotação. De resto, é importante perceber porque é que alguns jogadores jogaram mais do que os outros - porque foram os que mais trabalharam desde o arranque. Depois, as entradas progressivas do Raul Meireles, do Bruno Alves, do Rodríguez, do Fucile e do Guarín ajudaram a equipa a crescer, porque estes elementos conhecem o nosso processo, o nosso modelo de jogo e foram muito úteis para acelerar a integração dos restantes. É assim que se consegue que o Álvaro Pereira esteja a jogar, que o Maicon esteja a jogar e que o Belluschi e o Varela estejam a jogar. De resto, nessa fase inicial do trabalho, houve muitas alturas em que a menor capacidade física foi compensada pela maior identificação de alguns jogadores com aquilo que é o processo do FC Porto. Este não foi um trabalho fácil, mas o facto é que, considerando os jogadores que chegaram lesionados, conseguimos excelentes resultados com um grupo relativamente reduzido.
Foi uma decepção falhar a final? Queríamos ir à final, fizemos tudo para lá chegar, mas também reconheço que iria colocar uma carga pesada na semana que antecede a Supertaça. Por outro lado, também é verdade que um bom resultado, na final, poderia ter efeitos ao nível anímico que compensassem o desgaste provocado pelo prolongamento da estadia aqui. Compete-nos agora reequilibrar os processos desgastantes que existiram e potenciar o conjunto de jogadores que estão numa fase mais atrasada do processo de integração.
Já experimentou jogar em 4x4x2 algumas vezes. É uma experiência para levar mais longe?
Não é uma experiência, é uma alternativa que o FC Porto precisa de ter. Sempre disse que o FC Porto tinha um sistema base, e tem, tem um modelo estabelecido que passa por um conjunto de princípios que regem a organização táctica da equipa, e a configuração dos jogos e dos jogadores vai obrigar-nos algumas vezes a reposicionar os jogadores de tal forma que pareçam enquadrar outro sistema, mas o importante é que o modelo não mude, ou que seja cada vez mais forte e estável. E, independentemente do sistema, o importante é que os jogadores actuem de acordo com aqueles que são os nossos princípios, quer a defender, quer a atacar.
Construir uma equipa no ataque ao Penta será um grande desafio. Reconstruir é uma palavra a que Jesualdo Ferreira já se habituou. Esta pré-temporada serviu para lançar as bases de um novo FC Porto.
Está a ser aliciante construir mais um puzzle? Saíram três jogadores importantes, entraram outros. Está a dar-lhe o mesmo gozo que confessou sentir no ano passado? Já usei essa expressão uma vez e se a repetir vão acusar-me de falta de originalidade. Vou dizer que é um grande desafio. Depois do tetra, atacar o penta com jogadores novos e com a necessidade de construir uma equipa nova será certamente um grande desafio para mim, para os jogadores, mas também para o público que nos apoia e que espera sempre os melhores resultados e as melhores exibições. Também eles vão ter de participar neste desafio de sermos penta.
O FC Porto está pronto para entrar na competição a doer? Claro que sim. Tem de estar, como estarão todas as outras equipas, ainda que mantendo a consciência perfeita de que temos ainda pouco trabalho para podermos render o máximo. A avaliação que se pode fazer ao FC Porto, neste momento, é sempre incompleta, atendendo àquilo que são as realidades de uma pré-temporada que começou há apenas quatro semanas.
Arrancou mais tarde do que os rivais para a preparação. Alguma razão para isso? Várias. Começámos a época a 7 de Julho, a quatro semanas do início da época oficial, concretamente a um mês da disputa da Supertaça e fizemo-lo por duas razões. Primeiro, porque depois do desgaste de 52 jogos numa época de alta intensidade, os jogadores deveriam ter, no mínimo, um mês de férias. Tínhamos também a perspectiva de que poderiam acontecer algumas alterações na equipa, considerando aquilo que eram as estimativas do mercado de transferências; tínhamos um conjunto de jogadores internacionais que apenas estariam libertos dos compromissos da selecções a 10 de Junho e tínhamos de pensar sobre as aquisições que viessem a ser feitas. A data foi escolhida para permitir as férias, sabíamos que a maior parte dos jogadores já teria uma base de trabalho sobre os processos de jogo da equipa, mas também para encurtar as diferenças de tempo entre o trabalho feito pelo primeiro grupo e os que chegavam mais tarde. Se tivéssemos começado a 29 ou a 30 de Junho teríamos quase duas semanas de trabalho feito pelo primeiro grupo que seriam praticamente irrecuperáveis pelos jogadores que foram chegando mais tarde. Foi um risco que corremos, encurtando o período de preparação para ganharmos em rapidez de integração.
Com bons resultados? O que se passou nos jogos prova o acerto desta opção, mas a verdade é que as diferente integrações que foram feitas são ainda perceptíveis, nomeadamente ao nível de cargas de trabalho e ritmo. Por isso, falei num plantel dividido em três patamares distintos e por isso avisei em relação à especificidade de uma competição como a Peace Cup, cujo calendário previa a realização de jogos com intervalos de 48 horas, o que, em termos de preparação, não é o melhor, especialmente no caso do FC Porto, que, para além da construção da equipa, quando entra numa competição destas fá-lo para ganhar. E esse tipo de exigência não favorece uma observação mais detalhada dos jogadores nem a integração progressiva dos jogadores mais novos.
Bruno Alves? Ninguém está preparado para perder quem gosta. Está preocupado com a possibilidade de o Bruno Alves ainda poder sair? Essa possibilidade coloca-se não só em relação ao Bruno Alves… Mas em relação a ele em particular, está preocupado? Até ao dia 31 de Agosto, tudo pode acontecer. Como treinador, sempre disse que não estava preparado para perder nenhum jogador e, em termos mais genéricos, posso dizer-lhe que ninguém está preparado para perder quem gosta. Agora, compete-nos estarmos atentos e preparados para aquilo que pode acontecer na vida de uma equipa ou na vida de um jogador. E podem acontecer muitas coisas. Pode haver uma transferência, mas também pode haver uma lesão grave e temos de estar preparados. De que forma? Neste momento, para além do Bruno e do Rolando, que formam a dupla de centrais do FC Porto, temos o Maicon e o Nuno André Coelho a treinar com os mesmos princípios, com as mesmas ideias e dentro do mesmo modelo, e que vão fazendo o seu trabalho de integração progressiva. E aquilo que posso dizer que desejo, em relação ao tema Bruno Alves, é que as coisas corram da melhor maneira possível para o FC Porto.
Acha que o Álvaro Pereira já fez esquecer o Cissokho? Acho que são jogadores tão diferentes que dizer que um fez esquecer o outro acaba por ter graça. Têm algumas semelhanças, mas são, na essência, dois jogadores diferentes. São dois bons jogadores, tivemos uma experiência muito positiva com o Cissokho durante quatro meses, mas o Álvaro só está cá há meia dúzia de dias e não faz sentido estar a fazer comparações. Mas está satisfeito com a troca? Estou satisfeito com o Álvaro Pereira.
Generalizando um pouco, o balanço que faz do trabalho é positivo? Bem, chegamos a este momento sem lesões, com alguns jogadores com ritmo muito aceitável, com uma equipa praticamente formatada, que já ganhou jogos de grande intensidade e apresentou performances muito boas, mas com alguns jogadores ainda em graus intermédios da sua integração. Por outras palavras, o FC Porto já é uma equipa, mas pode e vai ser uma equipa muito melhor do que é agora. Neste contexto, a prioridade vai para a necessidade de proceder ao reequilíbrio entre os diversos momentos de preparação do plantel. O balanço nesta fase tem de ser positivo, não só pelos jogos que fizemos, não só pela forma como fomos vendo a evolução dos jogadores, mas também pela forma como os novos se integraram, e refiro-me ao Maicon, ao Belluschi, ao Varela e ao Álvaro Pereira, jogadores que rapidamente perceberam o que pretendemos e a forma como jogamos.
Belluschi é jogador muito diferente de Lucho. Pode cumprir as mesmas funções? O Belluschi é um jogador de menos espaços que o Lucho. É um jogador de menores penetrações, mas acaba por ocupar tanto espaço intermédio como ocupava o Lucho. Tem uma excelente capacidade de passe, é um grande finalizador ao nível do jogo exterior, tal como acontecia com o Lucho, mas não vamos esperar que o Belluschi faça de Lucho, que faça as mesmas coisas que ele fazia; com a certeza de que fará outras que Lucho não fazia.
Há dois jogadores que as pessoas não viram muito. Valeri jogou pouco, Prediger nada. Pode acrescentar alguma coisa sobre os jogadores que são? Entraram ambos tarde na equipa, mas conhecemo-los bem, aquilo que é a sua vida desportiva anterior e, mesmo sem me querer debruçar muito sobre isso, posso dizer que se chegaram cá, foi porque deram provas de qualidade nos clubes onde estavam. Vamos deixá-los evoluir, vamos integrá-los no nosso processo de jogo, no nosso modelo, e, depois, poderemos avaliá-los de forma mais concreta.
Há dias, durante um treino, foi particularmente interventivo. Sente essa necessidade nesta fase? O problema desse tipo de situações é que os jornalistas só assistem a 15 minutos de treino ao longo da temporada e depois surpreendem-se quando estão uma hora connosco. Eu sempre fui assim, e vou continuar a ser assim. Acredito que há momentos próprios para o treinador intervir, outros em que se deve afastar e nada disto tem a ver com o facto de estarmos no início da época, ou com a entrada de muitos jogadores novos na equipa. Tem a ver com aquilo que em determinados momentos consideramos importante salientar, sublinhar, corrigir ou até elogiar, e essa é uma avaliação pessoal, que cada treinador faz, e cuja expressão não pode ficar condicionada pela presença dos jornalistas nos treinos sob pena de prejudicar a equipa.
Resguardar os reforços de análises precipitadas. Costuma demorar a integrar os jogadores novos. Este ano, já há alguns que se afirmaram, como Belluschi e Álvaro Pereira. Estão prontos para jogar? Prontos têm de estar, o que não quer dizer que o processo esteja concluído, longe disso. Sabemos que não há jogadores que possam cá chegar e dizer que têm a titularidade garantida e se há, o FC Porto não tem a capacidade financeira para os garantir. Compete-nos fazer a integração gradual dos jogadores novos, resguardando-os das análises precipitadas que muitas vezes são feitas pela Crítica. Sabemos o que vale a crítica, o que valem as primeiras imagens e sabemos que efeitos podem ter na carreira de cada jogador. E é por sabermos isso que tentamos saber também exactamente qual é o melhor momento para esses jogadores se exporem com segurança, acreditando também eles naquilo que valem. Não faltam jogadores de grande qualidade que chegam ao futebol português e são arrasados por análises precipitadas, baseadas nas primeiras impressões. Não queremos dar passos
Tenho os três melhores guarda-redes de Portugal. Está aceso o duelo pela titularidade da baliza. É uma competição positiva? É uma boa dor de cabeça para o treinador? Atrevo-me a dizer que, neste momento, o FC Porto tem os três melhores guarda-redes do futebol português. E faço-o com alguma segurança. O Helton é titular do FC Porto há cinco épocas, o Beto é jogador da Selecção Nacional, o Nuno tem um vivência e uma experiência e uma qualidade acima da média e, por isso, dispor dos três é, antes de mais, uma garantia para qualquer treinador. Temos, provavelmente, 50 jogos para fazer, mais um menos outro, aos quais teremos de juntar os jogos da Selecção e todos eles terão de estar preparados para jogar a qualquer momento.
Disse que o Helton é titular há cinco épocas. Significa que vai continuar? Fiz uma análise retrospectiva e penso que fui claro. Acho que o que referi sobre a qualidade dos três melhores guarda-redes do futebol português e sobre a tranquilidade que isso me dá, dispensa-me de avançar muito mais sobre essa matéria. A competição entre eles é grande, toda a gente sabe isso, mas também é assim em relação a todas as posições do plantel e essa vai ser uma característica definidora do FC Porto ao longo da próxima temporada: competitividade.
Uma relação especial à base de diálogo Evitar que os elogios frequentes possam condicionar a evolução de Hulk tem sido uma preocupação constante de Jesualdo Ferreira, que vai doseando aplausos ao brasileiro com algumas conversas para garantir um jogador mais completo
Uma certeza à esquerda Os primeiros jogos do FC Porto durante a pré-temporada já tornaram evidente a existência de uma estrutura base, um esqueleto que deverá sustentar a equipa durante a temporada de assalto ao segundo penta da história do clube. Se na baliza a luta pela titularidade se mantém acesa, embora Helton parta com vantagem em relação a Beto, na defesa está praticamente tudo definido. Álvaro Pereira chegou, viu e venceu a corrida pela vaga deixada em aberto pela saída de Cissokho. Seguro a defender, tacticamente integrado nos processos da equipa, fisicamente disponível e ofensivamente interventivo, o uruguaio parece ser o primeiro reforço a garantir um lugar no onze titular de Jesualdo Ferreira para a próxima temporada, até porque Benítez está longe de lhe servir de alternativa.
Se ninguém se chegar à frente com os 30 milhões de euros previstos na cláusula de rescisão de Bruno Alves, o eixo da defesa deverá continuar a ser partilhado por ele e por Rolando. A primeira dúvida surge à direita. Com Sapunaru ainda em fase de reintegração nos trabalhos depois da lesão que o afastou do arranque da pré-temporada, Fucile continua longe da sua melhor forma, mas a estreia de Miguel Lopes frente ao Besiktas não foi auspiciosa. No meio-campo, Fernando e Raul Meireles são certezas absolutas, enquanto Belluschi vai aproveitando a vantagem de ter chegado mais cedo. Ainda assim, Valeri, Guarín e até Tomás Costa são alternativas a considerar para o lugar que foi de Lucho. No ataque, Hulk e Mariano são as certezas até agora. Varela tem feito por mostrar serviço, mas parece evidente que não estará em vantagem no confronto com Cristian Rodríguez. Feitas as contas, descontando o guarda-redes, há sete certezas e três dúvidas. Um balanço razoável a uma semana do início oficial da temporada.
Rodagem dos novos já bem integrados Álvaro Pereira 450' .Descontando o amigável com o Tourizense, que foi à porta fechada, sobram ainda seis jogos para constatar um dado comprovado pelos minutos de utilização: já há reforços a mostrar serviço. E ainda há dois que estão por estrear: Prediger, o último, e Orlando Sá.
Belluschi 377'. Chega com a missão de fazer esquecer Lucho, ou atenuar essa saída. Já marcou e deu sinais de criatividade . Varela 370' . Uma das agradáveis surpresas, mesmo sendo um jogador bem conhecido do futebol português. Maicon 270' Procura intrometer-se na dupla que parece certa: Rolando e Bruno Alves, ganhando rotinas com os dois. Beto 175' Excelentes defesas e concorrência séria para Helton, que também parece espicaçado pela novidade.