quinta-feira, 20 de março de 2014

FC Porto elimina Nápoles em grande estilo

20/03/2014 - Os Dragões estão de parabéns portaram-se em San Paolo como autênticos guerreiros! Ghilas e Quaresma foram os heróis porque fizeram a diferença!
Liga Europa- Ao intervalo os Dragões perdiam pela margem mínima.Nápoles 1 FC Porto 0

Nesta equipa do FC Porto, falta fibra e experiência ao Carlos Eduardo e velocidade aos avançados: Varela e Jackson.
Na defesa Reyes que começou hesitante está recompor-se, Mangala muito nervoso, Ricardo revela falta de experiência mas está na luta e Fabiano já salvou a equipa várias vezes.

A segunda parte foi diferente a equipa portista recompôs-se, começou a trocar a bola com mais calma e a estratégia de Luís Castro fez o resto, com as substituições muito bem vistas e a demonstrar que tinha na manga o plano "B" para o que desse e viesse ...!
 
Resultado final Nápoles 2 FC Porto 2 - Com este empate a equipa portista deixa o Nápoles pelo caminho, uma equipa muito difícil de bater e classificada em terceiro lugar na série "A" italiana.

Destaques: Ganhamos um Guarda-redes: grande Fabiano!
Os laterais com altos e baixos acabaram por corresponder ao exigido.
Mangala o mais experiente e possante revelou algum nervosismo mas não comprometeu.
Reyes que começou o jogo algo hesitante, acabou por ganhar confiança e a partir de determinado momento já entregava bolas em profundidade com precisão. Muito bem Reyes!
No meio campo: Fernando e Defour esforçaram-se por estancar a avalanche de futebol atacante do Nápoles e quase conseguiram, não fora os dois golos do Nápoles.

No ataque está visto que Jackson precisa de apoio do tipo do Ghilas para render mais.
Varela mostrou estar sem velocidade para defrontar futebolistas talentosos e rápidos como os do Nápoles.
Josué entrou bem e provou ser capaz de neste tipo de jogos render mais do que Carlos Eduardo.




SSC NÁPOLES
FC PORTO

OITAVOS-DE-FINAL, 2.ª MÃO
221'  Pandev 90+2'  Zapata 
269'  Ghilas 76'  Quaresma 

 






Competição: Liga Europa - Estádio:San Paolo, NápolesAssistência:

Árbitro: Martin Atkinson (Inglaterra)

Assistentes: Stephen Child e Darren England; Anthony Taylor e Craig Pawson

4º Árbitro: Stuart Burt

SSC Nápoles: 25 Reina, 4 Henrique (52'), 21 Fernández, 33 Raúl Albiol, 31 Ghoulam,


88 Inler (c),  85 Behrami (75'), 19 Pandev, 14 Mertens, 9 Higuaín, 24 Insigne

Suplentes: 15 Colombo, 2 Réveillère, 5 Britos, 7 Callejón, (83' Mertens), 17 Hamšík
 (68' Pandev), 20 Dzemaili, 91 Zapata, (78' Higuaín)

Treinador: Rafael Benítez

 
FC Porto: 24 Fabiano, 2 Danilo, 13 Reyes, 22 Mangala (c), 21 Ricardo, 25 Fernando (90'),

35 Defour, 20 Carlos Eduardo, 17 Varela, 9 Jackson Martínez, 7 Quaresma 

Suplentes: 41 Kadú, 8 Josué, (63' Carlos Eduardo), 10 Quintero, 11 Ghilas, (66' Ghilas), 16 Herrera, 19 Licá, (81' Quaresma), 46 Mikel


Treinador: Luís Castro

FC Porto - Site: Arte, suor e sofrimento

Graças a uma exibição de grande generosidade e sofrimento, mas também com momentos de grande classe, o FC Porto empatou esta quinta-feira no terreno do Nápoles, por 2-2, e avança assim para os quartos-de-final da Liga Europa. Os Dragões estiveram quase 50 minutos em desvantagem, mas depois o suplente Ghilas voltou a ser herói, tal como em Frankfurt, abrindo caminho para a "obra prima" de Quaresma que fez o 1-2 e praticamente fechou a eliminatória. Num encontro em que também se destacaram Luís Castro - pela forma como mexeu na equipa - e o guarda-redes Fabiano, o resultado é inteiramente dedicado a Helton.

Abdoulaye e Alex Sandro estavam indisponíveis, e Maicon viajou com a equipa mas ficou de fora dos 18 escolhidos. Por isso, na defesa estrearam-se como titulares em competições europeias os jovens Reyes (central de 21 anos) e Ricardo (20 anos), aqui adaptado a lateral-esquerdo. Isto para não falar na ausência do guarda-redes e capitão Helton. Não foi de estranhar que os momentos iniciais tenham sido de intensa pressão do Nápoles, que tinha de recuperar uma desvantagem de 1-0 trazida do Dragão, e que essa mesma pressão tenha causado embaraços a uma estrutura defensiva que alinhava em conjunto pela primeira vez.

Dos primeiros 15 minutos, porém, fica como único registo de relevo um remate cruzado de Henrique, que por pouco não batia Fabiano. Quando os portistas pareciam começar a estabilizar, Pandev fez o 1-0 num lance muito rápido, em que foi assistido por Higuaín e "picou" a bola sobre o guardião portista, que brilhou meia-hora depois, com uma "mancha" preciosa face a Insigne. Nesse momento, o FC Porto começava a trocar mais a bola, o que parecia ser a melhor estratégia para enfrentar um adversário que esperava os Dragões no seu meio-campo para lançar os avançados nas costas da defesa azul e branca. Um cabeceamento ao lado de Jackson, após canto de Quaresma, aos 33 minutos, foi o lance ofensivo mais perigoso na primeira parte.

Fabiano voltou a brilhar aos 51 minutos, ao efectuar de novo uma "mancha" sobre Insigne, evitando o segundo golo dos italianos. O FC Porto respondeu de bola parada, com Carlos Eduardo, aos 57, a "pentear" um livre de Quaresma, mas a bola saiu ao lado do poste esquerdo de Reina: Os minutos seguintes foram novamente de grande pressão napolitana, com Fabiano, de novo, a evitar o golo, que desta vez seria de Higuaín. Luís Castro reagiu de pronto, com as entradas de Josué e Ghilas, para os lugares de Carlos Eduardo e Varela. Ambos entraram de forma magnífica em jogo e a janela de oportunidade do Nápoles para passar para a frente da eliminatória fechou-se.

Ghilas, que já tinha sido o herói em Frankfurt, marcou apenas três minutos depois de entrar: Jackson rodou a meio-campo e passou a Fernando, que isolou o argelino para uma finalização fria. O Nápoles ficava obrigado a marcar dois golos e o vulcão de San Paolo, até aí em erupção, extinguiu-se. Os Dragões aproveitaram o momento e Defour, em contra-ataque, atirou ao poste, aos 72 minutos. Quatro minutos depois surgiu Quaresma, num grande momento de futebol que começou num calcanhar de Josué e que o camisola sete finalizou depois de ultrapassar três adversários.

A passagem aos quartos-de-final estava praticamente garantida, porque os italianos não tinham forças nem tempo para marcar três golos. Zapata ainda empatou para o Nápoles, já nos descontos, mas o mais importante estava garantido, com dedicatória especial para Helton, cuja lesão no calcanhar o vai afastar muito tempo dos relvados, mas não do convívio 

com as vitórias azuis e brancas.

20-03-2014 - Luís Castro: "Os jogadores foram fantásticos"

​O treinador do FC Porto elogiou a determinação e entrega dos tricampeões nacionais no empate a duas bolas em Nápoles, que garantiu a qualificação para os quartos-de-final da Liga Europa. Fabiano, Ghilas e Quaresma também exultaram pela continuidade em prova dos Dragões.

​"Sabíamos que ia ser uma eliminatória apertada, para ambas as equipas. Eles estiveram por cima e nós também, mas no cômputo dos 180 minutos, merecemos a qualificação. Soubemos sofrer sempre que foi necessário e fizemos uma grande segunda parte, na qual fomos superiores. Os jogadores tiveram uma entrega muito grande, foram fantásticos, enormes. Estão de parabéns, tal como os adeptos que nos apoiaram. A nação portista está certamente orgulhosa desta equipa", afirmou Luís Castro na flash-interview após o embate no Estádio San Paolo.

Fabiano, titular na baliza do FC Porto, manifestou a sua felicidade pela passagem aos quartos-de-final e dedicou-a a Helton. "Conseguimos a qualificação e estou feliz por ter ajudado a equipa a consegui-la. Preparámo-nos bem e soubemos reagir às incidências do jogo. Dedico esta vitória ao Helton, que é um grande amigo e companheiro". Ghilas, autor do primeiro golo dos azuis e brancos neste encontro, destaca a justiça do agregado final da eliminatória. "Estou muito feliz por ter marcado e ajudado o FC Porto a seguir em frente. Defrontámos uma grande equipa, mas mostrámos o nosso valor e merecemos continuar em prova".

Ricardo Quaresma, que apontou o segundo golo dos azuis e brancos num magistral lance individual, voltou a sublinhar que, no FC Porto, a palavra medo não tem lugar no dicionário. "Foi um jogo difícil, como prevíamos. Mostrámos que somos uma grande equipa e que temos muita qualidade. Colectivamente, fizemos coisas bonitas. Temos de continuar a lutar pelos nossos sonhos. Venha quem vier, não tememos ninguém".

Bruno Carvalho excede-se e depois vem a SAD Sportinguista lançar a confusão

20/03/2014 - Bruno Carvalho arrogante, fanfarrão e malcriado: insulta o presidente adversário, exagera nas atitudes e depois aparece a SAD do Sporting a lançar a confusão com um comunicado que não tem nada a ver, para sair dela (trapalhada)!

SAD sportinguista garante que nada do que foi dito ou que venha a ser feito a desviará "do importante caminho que já iniciou no sentido da reforma do futebol português e da verdade desportiva".

Do modo que os viscondes argumentam, o que se (interpreta) percebe é que a reforma do futebol português e a verdade desportiva que o Sporting advoga, é uma reforma e verdade desportiva própria, entenda-se, conveniente para os seus interesses e não algo que seja comum aos seus adversários.
Mas o mais importante, é o que é escamoteado no comunicado sportinguista: que foi o facto de andarem toda a semana anterior ao jogo com o FC Porto, com insinuações torpes, grosseiras, terem desenvolvido uma campanha publicitária, (alarido) um tal ruído, que deve ser considerado como susceptível de coagir psicologicamente qualquer equipa de arbitragem que fosse nomeada para dirigir o jogo de Alvalade contra o FC Porto.

Não foi por acaso que perante tal situação, Olegário Benquerença se escusou de apitar o clássico em Alvalade, a pretexto de pseudos problemas de coluna...!


Aliás não é a primeira vez que (perante a confusão criada por dirigentes do Sporting)devido ao comportamento incorrecto, entenda-se coacção psicológica, exercida pelos dirigentes sportinguistas (excesso de protagonismo) os árbitros se recusam a dirigir os jogos dos viscondes.

PS - Fruta em Lisboa_Ver aqui

quarta-feira, 19 de março de 2014

Villas-Boas comporta-se da forma mais vil com o FCP

19/03/2014 - André Villas-Boas comporta-se da forma mais vil que se pode imaginar, com o clube que dizia ser o do seu coração e, que inclusivamente o ajudou a progredir na carreira!

O presidente do FC Porto não gostou da forma como o ex-treinador do clube conduziu o processo que levou à saída de Wil Coort com rescisão unilateral do contrato
Wil Coort deixou o FC Porto depois de ter rescindido unilateralmente o contrato que o ligava ao clube para seguir com André Villas-Boas para o Zenit, mas Pinto da Costa não gostou da forma como tudo aconteceu. "Fiquei um pouco triste, porque entendo que todas as coisas podem ser feitas com determinados princípios e não esperava que Villas-Boas fosse falar com um profissional nosso sem antes ter uma palavra com alguém do FC Porto", declarou Pinto da Costa ao Porto Canal.
O presidente do FC Porto foi apanhado de surpresa com a saída repentina do treinador holandês.
"Foi surpreendente, porque o Wil Coort esteve no domingo com a equipa em Alvalade e na segunda-feira comunicou ao nosso diretor geral, Antero Henrique, que queria ir embora, porque tinha um convite para ir para o Zenit", contou.


O passo seguinte foi confirmar aquilo que se estava a passar.

"Na terça-feira telefonei a Villas-Boas perguntando se era verdade. Ele respondeu que tinha falado diretamente com Wil Coort para integrar a equipa técnica que ia para o Zenit. Não nos deu qualquer satisfação, porque entendeu que não o devia fazer e a partir daí fiquei a conhecer a realidade", comentou Pinto da Costa.

O FC Porto ainda tentou travar a saída de Will Coort, numa altura em que a equipa se preparava para defrontar o Nápoles. Mas o treinador holandês rescindiu mesmo o contrato.

"Pagou-nos a indemnização devida pela rescisão unilateral do contrato, ao abrigo da lei, e deixou o FC Porto", explicou.

No lugar de Will Coort fica agora Daniel Correia. "Era com quem Luís Castro trabalhava e a substituição foi imediata".

O baixo nível dos viscondes (sportinguistas)

19-03-2014 - Já tinha feito referência a este comunicado do FC Porto, mas dada a sua importância não resisti a publicá-lo aqui na integra, a fim de ficar registado...

Manual de boas maneiras para viscondes

 Há gente que gosta de parecer muito educada e cordata e atira para os outros os males do mundo, como se fossem uma espécie de eleitos ou predestinados. Vem isto a propósito do comportamento, ou falta dele, dos responsáveis do Sporting no clássico de domingo.
​Pela defesa do futebol e até por respeito a todos os adeptos, independentemente da preferência clubística, o FC Porto manteve-se até aqui em silêncio. Mas depois de ver serem plantadas notícias falsas em jornais para quem o contraditório é um imenso mistério, sente-se o FC Porto obrigado a prestar alguns esclarecimentos.
É falso que o Sporting tenha cedido um camarote à Administração do FC Porto. O que aconteceu foi que após verificar que os convites enviados pelo Sporting não respeitavam as mais elementares regras da urbanidade, colocando os administradores separados na tribuna, uma empresa comprou um camarote por dez mil euros e cedeu-o ao FC Porto, para que a Administração pudesse assistir toda junta à partida.
Separar os elementos da administração de um clube rival é um comportamento sem precedentes no futebol português, mas que deve fazer parte de um qualquer manual de boas maneiras a que só distintos viscondes têm acesso. Só estranhamos as pessoas sentadas nos lugares adjacentes aos que estavam destinados aos nossos administradores, não pareciam saber francês, nem sequer tocar piano. Eram assim como que… qualquer coisa entre o pirata de argola na orelha e o rufia de filme de série B.
Aproveitamos também para esclarecer o Sporting, que o belo Estádio do Dragão é mesmo a nossa casa. É tão lindo, funcional, já nos proporcionou tantos títulos e nunca foi confundido com qualquer outra coisa que estranhamos o envio dos bilhetes e convites para o Vitalis Park, antigo campo da Constituição. Não se preocupem, quando tivermos de lhes enviar bilhetes e convites recebê-los-ão na morada que indicaram à Liga e não no estádio do Lumiar ou qualquer outro sítio que no passado tenha sido a vossa casa.
E já agora, dentro do prazo regulamentar de cinco dias de antecedência, mas claro que contar até cinco já é uma questão de competência, não de pedigree.
Isto para não falar no vocabulário de gente que não consegue mais do que aparecer escarrapachada em revistas do social, mas que quando abre a boca está muito longe de ter a graça e o encanto das portuenses vendedoras do Bolhão.
Em suma, como dizia Einstein, duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas em relação ao universo continuamos sem ter a certeza absoluta.


PS - Comunicado do FC Porto_Ver aqui

O facciosismo do Fernando Guerra

O tal que se entretém a escrever n' ABola fanáticas anedotas...!Especialmente Fernando Guerra que tem o desplante depois de tudo o que se passou, ainda dizer que no jogo SLB-FCP o seu clube merecia ter ganho por cinco a zero... quando todos vimos o Varela ser impedido de atacar inventando-lhe off sides inexistentes, todos vimos o Jackson ser impedido de fazer golo, cortando-lhe a jogada em que seguia isolado, todos vimos ao Matic ser perdoada a expulsão, todos vimos o Danilo ser empurrado pelo Garay para penalty quando ia fazer golo e o Danilo é que foi expulso por alegada simulação, todos vimos o Quaresma ser travado em falta e o árbitro não marcou grande penalidade..

Digam lá como é que uma figurinha ridicula dessas chega a Director Adjunto de um jornal como A Bola?!


Bofetada de luva branca nos viscondes falidos

Bofetada de luva branca_Ver aqui

terça-feira, 18 de março de 2014

Comunicado do FC Porto

O FC Porto anunciou em comunicado ter solicitado ao seu departamento jurídico que seja feita uma participação disciplinar junto da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga.
Comunicado na íntegra

"O Conselho de Administração da FC Porto - Futebol, SAD, reunido hoje, face aos acontecimentos que precederam e ocorreram durante o jogo Sporting-FC Porto, deliberou solicitar ao departamento jurídico efectuar uma participação disciplinar junto da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional contra o Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD e o seu presidente.

A campanha de condicionamento da arbitragem, com o anúncio da interposição de acções judiciais aos árbitros desta época e da anterior, extensível aos membros dos órgãos jurisdicionais do Conselho de Disciplina e do Conselho de Justiça, a que se juntou a ameaça de acções com pedidos indemnizatórios contra os árbitros dos jogos futuros, como era o caso do Sporting-FC Porto, configuram uma intolerável violência moral com a intenção de constranger os agentes desportivos, resultado do presente no artigo 66 do Regulamento Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional".


PS - Desabafo dum portista

Prosa ao "basta"_Ver aqui

MST_Surripiado do dragãodoente_Ver aqui

domingo, 16 de março de 2014

Pedro Proença receou o ruido das bancadas sportinguistas

SPORTING
FC PORTO
23.ª JORNADA
152'  Slimani 
0









Um golo falso como judas deu a vitória aos leões

16/03/2014 - Pedro Proença desta vez não esteve ao seu melhor nível
Um erro da equipa de arbitragem deu a vitória ao Sporting
 

Bruno Carvalho tanto reclamou que acabou por conseguir o seu objectivo que era que os árbitros errassem a favor dos sportinguistas. E assim o Sporting ganhou o jogo contra o FC Porto, muito importante para a classificação geral (decisivo para a conquista do segundo lugar, que dá acesso directo à Liga do Campeões), com um erro da equipa de arbitragem, um golo que começou com um fora de jogo!

Pedro Proença começou muito bem o jogo. Nos primeiros minutos do jogo ainda tentou impor alguma disciplina, procurando reprimir o jogo violento (intimidatório) dos sportinguistas, mas aos 44 minutos não teve coragem para expulsar o Cedric que empurrou o Jackson e marcar o respectivo penalty a favor dos portistas e, depois na segunda parte ainda fez pior, desuniu-se, desarticulou-se e não teve força moral para resistir ao ruído fanático produzido pelas bancadas dos adeptos do Sporting. Foi nítido principalmente na segunda parte do jogo, que Pedro Proença talvez coagido
(afectado)
pelas bancadas leoninas, acabou por revelar as fragilidades da sua personalidade, não conseguindo resistir à pressão, pelo que começou a fechar os olhos às entradas maldosas dos sportinguistas (Quaresma foi a principal vítima porque estava a ser o jogador portista mais perigoso) sobre vários jogadores do FC Porto, mas foi sempre muito rigoroso a sancionar e intimidar (cartões) os jogadores portistas. Então a expulsão do Fernando é vergonhosa por injustificável pois o médio portista estava a tentar repor rapidamente a bola em jogo e foi impedido pelo Montero que pretendia precisamente retardar, este sim a justificar o vermelho directo...! Mas para isso seria preciso alguém com "tomates" que pelos vistos pedro proença não tem...

No entanto nós portistas ainda não atiraremos a toalha ao chão porque os viscondes falidos ainda terão de realizar os restantes jogos da Liga e de certeza que não vão ter sempre a sorte de ver as equipas de arbitragem a errarem a seu favor.

Relativamente à equipa portista, temos de convir que seria muito difícil fazer melhor nesta fase do campeonato e, atendendo ao clima criado por Bruno Carvalho, que durante toda a semana com o apoio de certa Imprensa, não fez outra coisa senão criticar os árbitros, metendo a mais vergonhosa pressão sobre os ditos/cujos.


Competição: Primeira Liga - Estádio:José Alvalade, Lisboa - Assistência:36.692

Árbitro: Pedro Proença
Assistentes: Bertino Miranda e Tiago Trigo
4º Árbitro: Luís Ferreira

Sporting: 1 Rui Patrício (c)(90+5'), 41 Cédric, 15 Dier, 5 Rojo, 4 Jefferson, 14 William Carvalho, 23 Adrien (10'), 8 André Martins, 36 Carlos Mané, 9 Slimani, 11 Capel

Suplentes: 22 Marcelo, 10 Gérson Magrão, 17 Fredy Montero (90+1'), (73' Slimani), 18 Carrillo, (69' André Martins), 20 Heldon, 28 Wilson Eduardo (90+4'), (86' Carlos Mané), 35 Rúben Semedo

Treinador: Leonardo Jardim

FC Porto: 1 Helton (c), 2 Danilo (13'), 23 Abdoulaye (55'), 22 Mangala (84'), 26 Alex Sandro, 25 Fernando (90+1'), 35 Defour, 20 Carlos Eduardo, 17 Varela, 9 Jackson Martínez, 7 Quaresma (85')

Suplentes: 24 Fabiano, (61' Helton),10 Quintero, (58' Carlos Eduardo), 11 Ghilas, (78' Varela), 13 Reyes, 16 Herrera, 19 Licá, 21 Ricardo

Treinador: Luís Castro

www.fcporto.pt

DERROTA EM FORA-DE-JOGO


 ​O FC Porto perdeu este domingo no terreno do Sporting, por 1-0, e atrasou-se assim face ao rival lisboeta, que passa a contar com mais cinco pontos no segundo lugar da Liga portuguesa. A vitória lisboeta fica manchada em termos de verdade desportiva, já que o único golo do encontro, apontado por Slimani, é obtido num lance antecedido por um claro fora de jogo. Em termos de oportunidades de golo, os portistas não ficaram atrás dos "leões" e deveriam ter chegado ao intervalo em vantagem.

O equilíbrio – demonstrado por uma divisão quase perfeita do tempo de posse de bola – foi a nota dominante da primeira parte, com ambas as equipas a pressionar fortemente o adversário na saída de bola e a condicionar assim os lances de ataque. A diferença esteve nas oportunidades de golo: zero para o Sporting, três para o FC Porto.

Logo aos 16 minutos, Quaresma trabalhou sobre Cedric e cruzou, com Varela a rematar de primeira e Rui Patrício a efectuar uma grande defesa. Quaresma esteve de novo em evidência 13 minutos depois, num lance individual na esquerda em que rematou de ângulo difícil, à trave. Aos 44, Danilo cruzou na direita após uma boa troca de troca de bola e Jackson cabeceou ao lado, parecendo ter sido travado no seu movimento por Cédric, o que daria origem a grande penalidade.

A primeira oportunidade de golo do Sporting só surgiu aos 51 minutos, com um cabeceamento de Slimani, na sequência de um pontapé de canto, a proporcionar a Helton a primeira defesa apertada. Porém, logo no minuto seguinte, surgiu o golo da equipa da casa: André Martins, em fora de jogo, cruzou na direita para o avançado argelino, que desta vez acertou na baliza portista.

Como um azar nunca vem só, Helton lesionou-se sozinho, com gravidade, à passagem dos 60 minutos. O FC Porto perdeu o seu capitão e Fabiano entrou para a baliza. Os minutos seguintes foram marcados por uma progressiva alteração estratégica: os azuis e brancos foram subindo as suas linhas, em busca do empate, e os lisboetas recuando no terreno.

O empate poderia ter surgido aos 77 minutos, mas um corte de Dier evitou o golo de Jackson, quando Rui Patrício já estava fora da baliza. Aproveitando o adiantamento portista, Montero dispôs de uma boa oportunidade para o Sporting, aos 81 minutos, mas seria de Ghilas o último lance de perigo, num momento em que os Dragões já praticavam um futebol directo. O camisola 11, num lance acrobático, atirou ao lado - quando Fernando já tinha sido expulso, depois de Montero impedir a reposição de bola -, desperdiçando a hipótese de um empate que seria justificado e iria certamente ser dedicado a Helton. 


Luís Castro

O treinador do FC Porto, referiu que o lance do golo do Sporting inclui um fora de jogo de André Martins, autor do cruzamento para Slimani.

Sobre o lance do golo do Sporting:
"Sim, já vi as imagens. Vocês sabem que é fora de jogo. Quando me questionam o que é evidente nas imagens... É como o lance do Cédric que toca no Jackson, vocês têm as imagens, está 0-0, o Jackson pode fazer o 1-0, o Cédric teria visto o segundo amarelo ou o vermelho direto. Claro que é um lance que influencia. É um fora de jogo que influencia o resultado, claro".
Sobre a expulsão de Fernando: "O Fernando vem para com a rua com vermelho direto, o Montero agarra a bola que é do FC Porto, vê amarelo e o Fernando, por um empurrão, viu vermelho".

Objetivos:
"O nosso objetivo é ganhar o próximo jogo e no final do campeonato fazemos as contas. Nesta altura é prematuro falar disso, o fundamental é sabermos quem temos para o jogo de quinta-feira, em Nápoles, e como vamos abordar esse jogo para ultrapassar a eliminatória

"Título:"
"Serão as evidências a dizer, no final, se temos pontos para ocupar o primeiro, o segundo ou o terceiro lugar. Faltam 21 pontos por jogar, a distância é grande e temos muitas adversidades a nível pontual para ultrapassar mas o nosso trabalho é lutar a cada momento pelos três potos. Não quero desviar o pensamento do jogo de hoje, porque já há muita gente a querer desviar o pensamento daquilo que se passa dentro das quatro linhas"

Sobre o momento do FC Porto:
 
"O FC Porto é tricampeão nacional e isso diz bem do poder a nível nacional. É uma referência mundial, uma instituição muitas vezes mais apreciada lá fora do que cá dentro. É isso que nos faz lutar no dia a dia. Quanto ao jogo, tem duas balizas e há épocas não tão conseguidas como outras. Seremos sempre um clube que olha para os títulos de forma positiva e que sabe que pode alcançá-los".

sábado, 15 de março de 2014

Pedro Proença ao seu melhor nível para Alvalade

15-03-2014 - ​​Abdoulaye está de regresso aos convocados do FC Porto e é a única novidade na lista elaborada por Luís Castro para a deslocação ao terreno do Sporting (23.ª jornada da Liga portuguesa, domingo, 19h15). O defesa central senegalês não pode alinhar pelos Dragões na Liga Europa e por isso ficou de fora dos eleitos na recepção ao Nápoles, na quinta-feira.

Em sentido inverso, sai da lista o defesa Maicon, a contas com um estiramento num adutor da coxa direita. O brasileiro apenas fez tratamento que e não foi assim um dos 20 jogadores que participaram no derradeiro ensaio para o jogo frente aos lisboetas, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival. 

Lista de 18 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Quaresma, Jackson Martínez, Quintero, Ghilas, Reyes, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Ricardo, Mangala, Abdoulaye, Fernando, Alex Sandro e Defour.

 
Se fosse eu a decidir:
Helton
ou Fabiano,
Defesa: Danilo, Abdoulaye (Reyes), Mangala e Alex Sandro

Meio-campo: Fernando, Defour e Carlos Eduardo (Quintero 2ª parte)
Avançados: Quaresma (Licá 2ª parte), Jackson e Varela (Ghilas 2ª parte)
 
15-03-2014 - Luís Castro: "A equipa está muito entusiasmada com o jogo"
No terreno do Sporting (23.ª jornada da Liga portuguesa, domingo, 19h15), um bom resultado só pode ser vencer. Em declarações exclusivas ao
www.fcporto.pt
e Porto Canal, Luís Castro fez a antevisão do confronto com os lisboetas, sublinhando que a equipa se encontra animada com as duas últimas vitórias (frente a Arouca e Nápoles) e por isso vai entrar em Alvalade "confiante" e "entusiasmada".

​"Sabemos que o futebol tem quatro factores de rendimento para o desempenho e a dimensão psicológica é fundamental. A equipa encontra-se muito bem, os jogadores acreditam muito neles e há uma relação de grande confiança entre todos, com a massa associativa e as pessoas à volta da estrutura. Essa relação leva-nos a abordar cada jogo ainda com mais confiança do que o anterior. É um caminho a percorrer e a equipa está muito entusiasmada com o jogo", afirmou Luís Castro.

Em caso de vitória, o FC Porto ultrapassa o Sporting na tabela e chega ao segundo lugar, mas Luís Castro sublinha que os Dragões não vão entrar em campo com isso em mente: "O que pesa é a dinâmica instalada, e o jogo que se segue é sempre o mais importante da época e aquele que estamos empenhados em vencer e abordar de uma forma bastante positiva. É por isso que estamos tão entusiasmados com o jogo e não por ele nos poder levar ao segundo lugar. As consequências são sempre após o jogo, por isso não pensamos no que pode acontecer. De uma coisa temos a certeza: temos que jogar antes de querer ganhar o encontro. Sabemos que o jogo tem de ser feito com muita qualidade e abordado com muito empenho, determinação, ambição e espírito de sacrifício".

A equipa do Sporting – que tem 48 pontos, mais dois do que os Dragões – recupera esta época na classificação, após ter sido sétima classificada em 2012/13. O trabalho de Leonardo Jardim merece por isso o elogio de Luís Castro. "Estamos à espera de encontrar um Sporting competente e com um treinador competente, que tem desenvolvido um bom trabalho, reconhecido por toda a gente. Apesar disso, estamos muito focados em nós e animados na procura de um bom resultado, que é a vitória. Viemos de dois resultados que nos animam bastante e os jogadores, que são de uma qualidade fantástica, estão muito confiantes e têm-se empenhado muito nas tarefas que cada um deles desempenha em campo. A equipa encontra-se bem e todo esse entusiamo em volta dela só nos faz ir a Alvalade com um objectivo, que é vencer, com todo o respeito pelo adversário".

O treinador do FC Porto evitou entrar em polémicas e comentar qualquer assunto relacionado com a arbitragem: "Achamos que o jogo de futebol é um jogo de responsabilidades, em que há três equipas em campo e temos a certeza de que todas vão actuar de forma muito séria, honesta, corajosa e determinada em fazer um bom trabalho. A relação de confiança que tenho com os meus jogadores é a relação de confiança que tenho com o futebol e jamais me preocupam factores estranhos ao jogo".

Em sentido inverso, Luís Castro frisou os "factores externos" que lhe interessam: o facto do FC Porto também ir a Alvalade acompanhado de adeptos azuis e brancos, mesmo que em menos número. "Vamos ter um apoio forte dos nossos adeptos e mesmo estando em desvantagem para o adversário eles são fundamentais para nós. Quando se joga um clássico como este, 2.000 adeptos transformam-se em 20.000, 40.000 ou 60.000, porque sabemos que eles também estão em condições tão adversas como nós e isso motiva-nos ainda mais. Nunca me preocupei muito com aquilo que se fala à volta de arbitragem e não é hoje que me vou preocupar", declarou.

 
dragaoatento: sendo assim, para terminar, gostaria de desejar ao Pedro Proença que faça um bom trabalho: honesto, isento, que utilize o mesmo critério para as duas equipas e que siga as jogadas de perto a fim de poder ajuizar em consciência.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Liga Europa- FC Porto 1 Nápoles 0 - Luís Castro

2-0 Seria o resultado mais justo

13-03-2014 - Luís Castro: "Devíamos ter ganho por 2-0"

​O treinador do FC Porto considerou justo o triunfo sobre o Nápoles (1-0) na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa. Luís Castro sublinhou ainda que os tricampeões nacionais souberam sofrer sempre que foi necessário, guardando uma palavra especial para o apoio que os mais de 25 mil adeptos presentes no Estádio do Dragão deram à equipa.

​"A eliminatória vai ser disputada até ao último minuto de jogo. Percebemos que tudo o que pensávamos sobre o Nápoles se confirmou. É uma equipa muito complicada, que sai rapidamente para o ataque quando recupera a bola. O jogo confirmou que a eliminatória vai ser muito equilibrada, mas hoje fomos superiores e vencemos com inteira justiça", afirmou Luís Castro na conferência de imprensa após o embate com os italianos.

O técnico portista destacou o golo mal anulado a Carlos Eduardo e realçou a importância de uma vitória sem golos sofridos. "Podíamos e deveríamos ter ganho por 2-0, porque fizemos dois golos, mas um foi invalidado. Cumprimos o objectivo de vencer e não sofrer golos, o que era importante para abordar o jogo da segunda mão. Num jogo tão equilibrado, houve períodos em que tivemos de sofrer um pouco e soubemos fazê-lo, mas a vitória assenta-nos bem", prosseguiu Luís Castro, que terminou a análise com um agradecimento aos adeptos portistas.

"Um dos objectivos do FC Porto sempre que entra em campo é dar alegria a quem o vê, fundamentalmente aos sócios e adeptos, que são os que mais sofrem connosco. Ajudaram-nos muito, foram fundamentais para atingirmos a vitória. Se os jogadores foram fantásticos, também os adeptos o foram e a equipa sentiu isso. A equipa sente a responsabilidade de pôr em campo o que trabalha no dia-a-dia, mas também de dar alegrias a quem gosta dela. Esta vitória também é dos nossos adeptos". Tudo dito.

As atitudes de JJ até ao Benfica incomodam

Jorge Jesus foi o protagonista da partida desta quinta-feira, entre o Tottenham e o Benfica, para a Liga Europa. Justo vencedor do embate, o técnico encarnado viria, no entanto, a ter destaque pelos piores motivos.

quinta-feira, 13 de março de 2014

O FC Porto de Luís Castro está muito melhor

13/03/2014 - Liga Europa - Já se nota a diferença, a equipa portista do Luís Castro funciona muito melhor e está a caminho da perfeição!

O FC Porto dominou mais e se não tem sido prejudicado por uma arbitragem tendenciosa (mafiosa), poderia ir para o 2º jogo, em Itália, com a eliminatória praticamente resolvida.
Um golo mal anulado a Carlos Eduardo ao minuto 21, o que está estabelecido é que em caso de dúvida os árbitros, devem dar o beneficio à equipa que ataca.

De realçar também um lance aos 31', em que Britos trava descaradamente o Carlos Eduardo (ao ponto deste ter de ser assistido), era um contra-ataque perigoso e, o jogador do Nápoles, não foi como devia, admoestado com o respectivo cartão amarelo.

De salientar também o injustificável cartão amarelo mostrado a Alex Sandro (70') que o impedirá de participar no jogo da 2ª mão.

Outro caso gritante foi o facto da impunidade de que beneficiou o nº 4 do Nápoles (Henrique) que fez várias faltas nas barbas do juiz do apito sem ter sido admoestado uma única vez !

Com este resultado (1-0) os portistas para eliminarem o Nápoles têm de tentar marcar golos no San Paolo se quiserem seguir em frente na Liga Europa. Mas para isso será preciso continuar a melhorar a articulação entre sectores e, jogar de forma mais eficaz em termos defensivos.

De realçar que ganhamos a uma boa equipa, a do Nápoles, recheada de bons jogadores e que na Champions League, fase de grupos, com os seguintes adversários: Arsenal, Marselha e B. Dortmund; conseguiu fazer 12 pontos, não seguindo em frente unicamente pela diferença de golos.



FC PORTO
NÁPOLES

OITAVOS-DE-FINAL, 1.ª MÃO

157'  Jackson Martínez 
0









Competição: Liga Europa - Estádio: Dragão, Porto - Assistência:25.520

Árbitro: Pavel Kralovec (República Checa)
Assistentes: Roman Slysko e Martin Wilczek; Radek Prihoda e Michal Patak
4º Árbitro:Antonin Kordula

FC Porto: 1 Helton (c), 2 Danilo, 4 Maicon, 22 Mangala, 26 Alex Sandro (69'), 25 Fernando, 35 Defour, 20 Carlos Eduardo, 7 Quaresma, 9 Jackson Martínez, 17 Varela

Suplentes: 24 Fabiano, 10 Quintero, (67' Carlos Eduardo), 11 Ghilas, (72' Varela), 13 Reyes, 16 Herrera, (87' Defour), 19 Licá, 21 Ricardo, 

Treinador: Luís Castro

Nápoles: 25 Reina, 2 Réveillère (58'), 33 Raúl Albiol, 5 Britos, 31 Ghoulam, 4 Henrique, 85 Behrami (71'), 17 Hamšík (c), 7 Callejón, 9 Higuaín, 24 Insigne

Suplentes: 15 Colombo, 14 Mertens, (74' Hamšík), 19 Pandev, (79' Callejón), 20 Dzemaili
21 Fernández, 88 Inler, 91 Zapata, (83' Higuaín)

Treinador: Rafael Benitez

 


FC Porto - Site

Jackson derrubou a estratégia de Benitez

Quaresma tinha dito na conferência de imprensa de antevisão do jogo que, no Dragão, qualquer adversário é para "derrubar". E foi Jackson, com um pontapé acrobático de pé esquerdo, aos 57 minutos, que derrubou a estratégia conservadora do treinador espanhol do Nápoles, Rafael Benitez, apostado em explorar eventuais erros azuis e brancos. O 23.º golo do colombiano em jogos oficiais esta época valeu uma preciosa vitória por 1-0 na primeira mão desta eliminatória, em que os Dragões, sob o novo comando de Luís Castro, se apresentaram mais pragmáticos e concentrados.

O FC Porto apresentou um "onze" praticamente idêntico ao do jogo anterior, frente ao Arouca (apenas Abdoulaye, que não pode jogar na Liga Europa pelos Dragões, cedeu o lugar a Alex Sandro, regressando Mangala ao posto de central), enquanto o Nápoles denunciou a sua atitude cautelosa pela colocação do defesa-central Henrique (uma contratação de Inverno) como parceiro de Behrami num duplo-pivô defensivo.

A primeira parte desenrolou-se essencialmente a meio-campo, com os italianos a recuar dez homens para trás da linha da bola e o FC Porto sem circulação suficientemente rápida para "sufocar" o Nápoles, que também não conseguiu dar profundidade ao contra-ataque. Apesar deste jogo "atado", couberam ao FC Porto as duas únicas situações de perigo: aos 12 minutos, Carlos Eduardo serviu Jackson na grande área e o colombiano proporcionou uma grande defesa a Reina; aos 20, após um primeiro remate de Defour, os papéis invertaram-se e foi Jackson a servir a cabeça de Carlos Eduardo.
A bola entrou na baliza mas não foi golo, porque o lance foi invalidado devido a um fora-de-jogo fantasma, que só o assistente parece ter descortinado.
Depois do intervalo, os Dragões pareceram ter percebido que era necessária uma maior intensidade para obrigar a defesa napolitana a errar. Logo nos primeiros cinco minutos, os italianos passaram por dois calafrios: primeiro Fernando rematou a uns 25 metros da baliza e obrigou Reina a um voo para atirar a bola para canto; aos 50 minutos, Quaresma também atirou de fora da área, mas ao lado. O encontro finalmente "abriu" e o Nápoles dispôs de três situações quase consecutivas em que poderia ter inaugurado o marcador, por intermédio de Higuaín, Albiol e Callejón. Valeu Helton e alguma sorte, que tinha faltado precisamente aos azuis e brancos na primeira parte.

No momento mais difícil do encontro, acabou por ser o FC Porto a marcar: aos 57 minutos, um canto apontado por Quaresma acabou por ir ter ao pé esquerdo de Jackson, que disparou de primeira para o 1-0. O 23.º golo era essencialmente justificado por aquilo que o FC Porto tinha feito na primeira parte e permitiu aos Dragões gerir o encontro de outra forma, privilegiando a segurança e procurando explorar eventuais falhas do adversário. Só aos 74 minutos Rafael Benitez mexeu no "onze" italiano, arriscando mais um pouco e colocando Mertens ao lado de Higuaín no ataque.

O feitiço de Benítez, que veio ao Dragão em busca do empate e do erro contrário, poderia ter-se mesmo virado contra o feiticeiro, porque o FC Porto esteve muito perto de aproveitar este balanceamento mais ofensivo do Nápoles, com Ghilas e Quintero, aos 82 minutos, a ficarem muito perto do segundo golo, que certamente permitira uma estratégia mais folgada na viagem a Nápoles. Em Itália, Alex Sandro será baixa por ter visto um cartão amarelo, mas, ainda assim, a perspectiva é positiva:há seis jogos consecutivos que o FC Porto sofria golos e desta vez o registo de Helton foi limpo.