quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém

Dado que a equipa não pode contar com Álvaro Pereira e Falcão, Villas-Boas tem de adaptar, deve alterar a táctica de 4x3x3 para 4x2x3x1. Para isso é fundamental que prepare antecipadamente a equipa, trabalhe o entrosamente, as jogadas mecanizadas, a fim de evitar os passes transviados.
Cautela (prudência) e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Tal como o Benfica que veio ao Dragão segurar o 0-0 e acabou por saír com uma retumbante vitória, o FC Porto deve em primeiro lugar acautelar a sua defesa, para depois com tranquilidade procurar a vitória.
Jogar com dois trincos, com missões bem definidas a fim de não se atropelarem, que defendam bem mas que também entreguem a bola aos colegas com precisão, de modo a assegurar (garantir) em primeiro lugar a segurança defensiva, e depois transmitirem serenidade à equipa, para os avançados jogarem mais tranquilos de modo a atingirem o objectivo que é serem eficazes.
Além do perigo das jogadas pelos flancos devido ao abaixamento de forma dos seus laterais, os azuis e brancos defrontam-se com a ausência de pressão alta à entrada da sua grande área, por isso, muita atenção aos pontapés de meia distância que os jogadores do Braga podem desferir, pois já todos os possíveis adversários se aperceberam de que a equipa dos Dragões  é falível nessas circunstâncias.
A ideia será colocar o Hulk, aproveitando o seu poder de explosão, a sua velocidade, na frente à espreita de oportunidades (dumas foguetadas) e ao mesmo tempo segurar, dar consistência ao meio-campo.
PS - SC Braga – FC Porto: Duarte Gomes (AF Lisboa) 
PS1 - Dar e Receber Lições de Estratégia Futebolística
Há quem afirme que JJ deu uma lição a André Villas-Boas no último clássico. Em contra partida também há quem pense que o que aconteceu foi que JJ conseguiu aprender com as duas lições que recebeu de André Villas-Boas nos dois primeiros clássicos da época.  Conclusão: mais importante do que a capacidade para dar lições, é a capacidade para aprender com as que se recebe.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Extracto do artigo do MST sobre o David Luiz

Dragaoatento: a confirmação daquilo que sempre apregoei ...!
…Vendido por 25 milhões (35 é cosmética para jornalistas amigos), David Luiz foi muito bem vendido. Muito embora longe dos 50 milhões que Luíz Filipe Vieira se gabava de ter como oferta há um ano, a verdade é que, em minha opinião(de MST), David Luiz não vale 25 milhões: Bruno Alves é bem melhor do que ele e foi vendido por menos. E as suas abundantes cotoveladas na cara dos adversários não gozarão em Inglaterra da mesma impunidade que aqui sempre foi lei.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A visão da crítica sobre o actual momento da equipa azul e branca

Se é certo que o domínio do FC Porto raramente foi contestado pelo Rio Ave durante o primeiro tempo, não é menos verdade que se foi tornando cada vez mais evidente a falta que faz uma verdadeira referência de área para o ataque portista. Carlos Brito percebeu na inconsequência do adversário uma janela de oportunidade e mexeu na equipa ao intervalo, fazendo entrar Wires para o lugar de Ricardo Chaves. O Rio Ave cresceu o suficiente para dividir o jogo durante a etapa complementar, capitalizando o nervosismo crescente nas bancadas e no adversário, expresso numa anormal quantidade de passes falhados e outros erros. A título de exemplo, aos 75', Fernando perde infantilmente a bola no meio-campo e comete falta em zona perigosíssima, permitindo ao Rio Ave passar os três minutos seguintes instalado na área do FC Porto, beneficiando de livres e cantos sucessivos.
Uma das conclusões a tirar é a de que quando pressionados pelos defesas contrários, os defesas (Fernando incluído)da equipa cometem erros de palmatória! E Pelos vistos alguns treinadores adversários já notaram o facto!
Outra é a de que somos inofensivos nos lances de bola parada a nosso favor! Há que trabalhar muito mais estes lances nos treinos, a fim de aumentarmos a percentagem de acerto.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Liga ZON - FC Porto 1 Rio Ave 0

Apesar da vitória e de em alguns momentos o futebol produzido pelos Dragões ter sido Agradável de se ver, no fim do jogo ficamos com a nítida sensação, deste não ser o FC Porto a que os sócios se habituaram e que querem continuar a ver jogar. Atrevo-me mesmo a dizer que a equipa a jogar assim, não vai longe. Tenho para mim que O rendimento da equipa hoje, assemelha-se mais ao duma equipa do meio da tabela classificativa que ao dum favorito a alcançar o título de campeão nacional! A equipa está irreconhecível! perdeu fulgor, serenidade, e talvez por via disso erra muito! Está trapalhona, precipitada e não consegue acertar o seu futebol! É possível que seja uma fase passageira, e oxalá que seja, pois a equipa parece ter perdido a fibra (raça) de campeão...















FICHA DE JOGO - FC Porto-Rio Ave, 1-0 - Liga 2010/11, 18.ª jornada
6 de Fevereiro de 2011
Estádio do Dragão, no Porto - Assistência: 29.417 espectadores

Árbitro: Vasco Santos (Porto) - Assistentes: Tomás Santos e Alexandre Freitas
4.º Árbitro: Rui Costa
FC PORTO: Helton «cap.»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Sereno; Fernando, João Moutinho e Rúben Micael; Varela, Hulk e Sereno
Substituições: Sereno por Fucile (78m), Rúben Micael por Guarín (78m) e Varela por Mariano (85m)
Não utilizados: Beto, Maicon, Rodríguez e Souza
Treinador: André Villas-BoasRIO AVE: Paulo Santos; Zé Gomes, Gaspar «cap.», Jeferson e Tiago Pinto; Tarantini e Ricardo Chaves; Bruno Gama, Vítor Gomes e Yazalde; João Tomás
Substituições: Ricardo Chaves por Wires (46m), Bruno Gama por Saulo (70m) e João Tomás por Júlio Alves (85m)
Não utilizados: Mário Felgueiras, Milhazes, Cícero e Éder
Treinador: Carlos Brito
Ao intervalo: 1-0 - Marcadores: Varela (7m)
Disciplina: cartão amarelo a João Tomás (39m), Sapunaru (42m), Tiago Pinto (43m), Rúben Micael (52m), Jeferson (61 e 82m), Zé Gomes (69m), Fernando (75); cartão vermelho a Jeferson (82m)

OBS. - Villas-Boas! O que os adeptos querem é menos conversa e mais obras!
O Villas-Boas que se deixe de tretas e medite, analise, os porquês do actual rendimento menos bom da equipa! A defesa perdeu consistência, o meio-campo farta-se de executar passes transviados, e como consequência disso os avançados parecem nervosos intranquilos e falham, atiram (rematam) para fora! 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Alternativas para o meio campo do FC Porto

A questão é se Villas-Boas quer um parceiro de fibra para Moutinho - no caso Guarín - ou um que assuma as transições rápidas e arrisque mais no passe - no caso Rúben Micael.
Jogo da Taça - André Villas-Boas explicou a opção por Sereno nas declarações após o clássico: "O Fucile é um jogador de grande talento individual, em que acreditamos muito. Estamos à procura do seu melhor rendimento. O Sereno é um jogador rápido, que esteve muito bem frente ao Gil Vicente", disse o treinador.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Agora e ainda sobre os acontecimentos recentes.

Reflectindo sobre o assunto cheguei à conclusão de que o êxito dos nossos adversários consistiu principalmente no seguinte:
1 – Para um observador mais atento foi notória a grande preocupação do JJ em armar a equipa de modo a principalmente não perder. Tentar empatar, ou se possível numas foguetadas marcar 1 ou 2 golos e ganhar o jogo. Que foi o que aconteceu. Para isso, além dos 4 defesas normais, jogou com 2 trincos, Xavi Garcia e César Peixoto (dois elementos experientes que dão porrada que se farta, pois sabiam de antemão que podiam contar com a permissividade do Paulo Baptista em relação aos métodos do Benfica) na tentativa bem sucedida aliás de anular os municiadores do ataque dos dragões Belluschi e J.Moutinho, os quais são como toda a gente sabe, os motores da equipa do FC Porto. Outra preocupação do JJ foi obturar as faixas laterais com os médios-ala e os laterais, de modo a dificultar ao máximo as possibilidades de construção de jogadas ofensivas pelas faixas por parte dos azuis e brancos. Outra intenção bem sucedida foi a decisão de tentar pressionar alto no meio-campo os médios contrários e a defesa portista levando-a a errar para a seguir aproveitarem os deslizes do adversário em seu proveito próprio. Com os resultados que sabemos.
2- Depois aconteceu o factor sorte, porque não há campeões sem sorte, de encontrarem os adversários em dia não! E pelo facto da estratégia adoptada pelo JJ ter acabado por resultar devido àquilo em que o futebol é fertil: os imponderáveis, os imprevistos, alguma inépcia de certos defesas e à falta de serenidade de que os jogadores portistas que actuam pelo centro da defesa (centrais e trinco incluído) deram mostras contra tudo o que é previsível!
3 – E ainda para agravar mais a situação Villas-Boas ontem não estaria propriamente inspirado, e JJ pode contar com o handicap que lhe concedeu o Villas-Boas ao avaliar mal a situação, que o levou a adoptar uma estratégia que se revelou errada acabando por facilitar a estratégia do seu opositor (JJ) ao não optar pelos métodos mais aconselháveis para levar de vencida um adversário já de si muito difícil, não empregando os antídotos necessários eficazes, de modo a contrariar e a anular a táctica adversária.
4 - Quanto ao facto de colocar o Hulk na posição 9, merece-me o seguinte reparo. Mesmo admitindo que não é a posição onde o Hulk se sente mais confortável, é uma posição que até pode dar dividendos se a equipa assistir o Hulk devidamente. Isto é, a equipa do FC Porto jogar em contra-ataque e lançar a bola com precisão para as costas dos defesas adversários explorando a velocidade, capacidade de explosão e poder de remate dele!
5 – Sobre o Walter, tenho a dizer o seguinte: a mim parece-me um avançado promissor, possante, dispondo de boa técnica e potência de remate. Neste momento porém julgo que lhe faltará ritmo, também ainda não estará totalmente adaptado ao futebol português, ser um jogador relativamente baixo e não ter capacidade de impulsão para jogar de cabeça, finalizar os lances aéreos.

Dissecar o clássico da Taça de Portugal

Algumas ideias que considero lógicas e pertinentes acerca das tácticas adoptadas pelos dois Misters no jogo do Dragão que o Benfica ganhou por 2 a 0.

Os benfiquistas foram eficazes, souberam não só aproveitar as facilidades que lhe foram concedidas pelo sector defensivo da equipa azul e branca, como geriram a vantagem acertadamente. Mas é difícil definir se foi o Benfica que ganhou ou o FC Porto que perdeu, pois para além da participação directa nos golos do adversário, os azuis e brancos apenas conseguiram dois lances passíveis de golo durante os 90 minutos, mesmo tendo jogado contra dez durante meia hora, por expulsão de Coentrão.

Os ecos que chegavam da Luz nos últimos dias apontavam para a utilização, por parte do Benfica, dum duplo pivô defensivo. Entendia-se a ideia pela necessidade de travar o duo dinâmico do FC Porto - Belluschi e Moutinho -, mas Jorge Jesus, que fez dessa a sua ideia-mestra, surprendeu ao colocar César Peixoto e não Airton ao lado de Javi García. Com a opção pelo esquerdino, ganhou qualidade de passe e começou aí a colocar areia na engrenagem de um FC Porto que, à primeira contrariedade, começou a fazer tudo ao contrário. Os mind games não correram de feição a André Villas-Boas e a opção estratégica também não.
Dispensar o Walter e não ter um ponta-de-lança no banco passou de opção discutível no início a péssima, quando o FC Porto ficou a jogar contra dez e como possibilidade de desequilíbrio atacante o treinador meteu Guarín, um número 8 que pode ser 6, talvez 10, mas nunca 9. Mas esse não foi o único problema portista, cuja defesa tremeu sempre que o Benfica pressionou alto e a equipa da Luz alternou a pressão alta com pressão média, de modo a ter espaço para ensaiar o contra-ataque. Nem precisou muito dessa arma, porque Maicon ofereceu o primeiro golo a Coentrão e Fernando o segundo a Javi García, pese o mérito da intromissão do primeiro entre o central e o guarda-redes e a qualidade do remate do espanhol.
Com o meio-campo manietado por obra táctica de Jesus, o FC Porto insistiu no jogo directo. Meter a bola nas costas dos centrais para explorar a velocidade de Hulk pode ser uma solução, principalmente contra centrais lentos como são os do Benfica - se calhar quaisquer outros quando o opositor é Hulk -, mas fazê-lo pelo ar redundou num disparate, pois Luisão controlou o jogo aéreo e Hulk, mesmo pisando os terrenos do ponta-de-lança não funciona como referência de área (até porque não foi assistido com precisão e com a bola rente à relva). Daí que o FC Porto estivesse dependente de Varela para construir lances de perigo, mas com o problema acrescido de ser só ele, já que James Rodriguez (ainda verde para clássicos do género), para além de ter falhado um golo de baliza aberta, esteve em sub-rendimento e Sereno, adaptado a lateral-esquerdo, nunca poderá ser uma opção de desequilíbrio pela ala. Sem transportadores de jogo nem os passes de risco - e de rotura - que costumam alimentar os homens do ataque ( a táctica da posse de bola funciona quando se dispõe de executantes de grande qualidade técnica como no caso do Barça), a solução teria de passar pela insistência nas alas, mas o FC Porto só tinha Varela. E para quê cruzar pelo ar, como se houvesse Falcao quando ele não está?!
Jogando com agressividade, sem correr riscos nem deixar de intimidar o adversário - Saviola é terrível quando aparece nos espaços a jogar dois contra um -, o Benfica começou cedo a gerir a vantagem, tendo sido capaz de não se alterar quando Coentrão viu o segundo amarelo e obrigou César Peixoto a derivar para a esquerda, mesmo necessitando do apoio de Gaitán, que acabou o jogo de gatas. De resto, à desvantagem numérica respondeu com a troca de Saviola por Aimar, o que equivalia a dizer que a ideia-base de emperrar o miolo portista continuava válida.
André Villas-Boas também jogou as cartas que tinha. Ao intervalo James cedeu o lugar a Cristian Rodríguez, mais móvel, a alternar a ala com idas à área para libertar Hulk, mas também ele incapaz de causar problemas sérios à defesa benfiquista por ainda estar a caminho da boa forma. Guarín como solução de ataque foi um fracasso e Rúben Micael entrou numa fase desesperada, de modo que de nada lhe valeu querer pousar a bola e jogar à Porto. Dando a ideia que entrou tarde.
Se esta era também uma luta à parte entre Villas-Boas e JJ... desta vez a vantagem clara foi para a veterania. 
Acrescento que à equipa dos Dragões , alem da serenidade na defesa, sempre crucial num jogo de futebol, faltou coesão, entrosamento, jogadas de envolvimento ao primeiro toque, enfim, qualidade técnica também...!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Taça de Portugal . FC Porto 0 SL Benfica 2

02/02/2011 - Primeira-mão da sétima eliminatória da Taça de Portugal.
A velocidade com que jogaram, a quase fúria espanhola imprimida ao jogo pelos benfiquistas...! Não teria sido avisado por parte do FC Porto ter pedido antecipadamente um controlo anti-doping para este jogo?
É que esta noite em comparação com a fúria dos contrários, a equipa dos Dragões mais pareciam passarinhos do que Dragões a cuspir fogo! Efectivamente a exibição da equipa Azul e Branca foi pobre, muito pobre! Mas insisto, como alguém sugeriu (previu) antes do jogo será que haverá algo de ilegal no comportamento da equipa benfiquista?!
Depois com defesas daquelas a (a dar abévias do género) abrir buracos por todo o lado não há equipa que se safe! A seguir, os médios e os avançados jogando lento e deixando-se constantemente antecipar pelos defesas e médios contrários também não contribuíam para levantar o moral da equipa. Tanto a defesa como a linha avançada dos dragões, neste jogo, na maneira como jogaram, a chutar à baliza adversária para a bancada como o fizeram, mais pareceram amadores do distrital do que outra coisa! Nem a jogar contra dez, hoje, a equipa do FC Porto conseguiu sequer criar espaços para os meia-distância (dispararem) tentarem o remate fora da área! E mesmo admitindo que o árbitro do encontro o Paulo Baptista, fez vista grossa a pelo menos duas grandes penalidades a favor do FC Porto cometidas pelos jogadores encarnados na sua área, a exibição  dos azuis e brancos não foi de molde a tranquilizar os adeptos para as próximas jornadas. Com grande dor de cabeça deve estar o Villas-Boas e tem razão de sobra para estar preocupado, tão mau é o momento actual da equipa!!!
Estádio do Dragão, no Porto - Assistência: 47.512 espectadores.

Ficha do Jogo - Equipas: 

FC Porto: Sapunaru, Rolando, Maicon, Sereno (Ruben Micael, 79), Fernando, João Moutinho, Belluschi (Guarin, 64), James Rodriguez (Cristian Rodriguez, 46), Varela e Hulk.
(Suplentes: Beto, Otamendi, Guarín, Souza, Ruben Micael, Mariano e Cristian Rodriguez).
Benfica: Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, César Peixoto (Airton, 88), Javi Garcia, Gaitán (Jara, 93), Salvio, Fábio Coentrão, Saviola (Aimar, 69) e Cardozo.
(Suplentes: Roberto, Roderick, Airton, Felipe Menezes, Aimar, Jara e Nuno Gomes).
Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre).
Acção disciplinar: cartão amarelo a Fábio Coentrão (15 e 59 m), Sereno (33), Hulk (43), James (45), Cardozo (63), Guarin (84), Gaitán (87), Aimar (89) e Júlio César (94).
Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: 0-1, Fábio Coentrão, 06 minutos. 0-2, Javi Garcia, 26.

O “fair-play” financeiro da UEFA

Recorde-se que, o “fair-play” financeiro da UEFA determina que que os clubes não possam gastar mais dinheiro do que aquele que geram, sob pena de serem impedidos de participar nas competições europeias. As primeiras sanções para os incumpridores podem ser aplicadas na época 2014/2015.


PS - De acordo com o que escreve esta quarta-feira, o Diário de Notícias, o Ministério Público (MP) vai conduzir a tribunal a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Esta é uma medida com o vincado objectivo de alterar os estatutos, que não respeitam a lei em vigor desde Dezembro de 2008.
Este processo está a ser conduzido por Júlio Pina Martins, coordenador da Procuradoria da República de Lisboa.
O MP pediu também esclarecimentos à Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, acerca das necessárias alterações de estatutos de todas as federações, isto face ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas, aprovado a 31 de Dezembro de 2008.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

CONVOCADOS PARA O ENCONTRO DA TAÇA DE PORTUGAL

01/02/2011 - 
André Villas-Boas promoveu cinco regressos para o jogo da primeira-mão da sétima eliminatória da Taça de Portugal: Helton, Belluschi, Falcao, Rolando e Sapunaru. A única saída a registar é a de Rafa, a recuperar de intervenção cirúrgica. O FC Porto recebe o Benfica já esta quarta-feira, às 20h30, no Estádio do Dragão.
Os azuis e brancos finalizaram a preparação do encontro esta terça-feira, no Olival, com Alvaro Pereira a fazer treino condicionado e Rafa tratamento.
Lista de convocados: Helton, Maicon, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Falcao, Cristian Rodríguez, Mariano, Hulk, Fucile, Rolando, Sereno, Varela, Walter, James, Sapunaru, Souza, Beto, Fernando, Rúben Micael, Otamendi e Kieszek.

Os novos Estatutos da FPF que o governo do PS está a tentar impôr aos clubes do Norte

Os novos Estatutos da FPF que o governo do PS está a tentar impôr aos clubes do Norte, a fim de entregar o poder do Futebol Nacional ao clube do Regime!

MST_ E os novos Estatutos da FPF – Extracto 
…Mas, depois, comecei a estranhar algumas coisas: que alguns daqueles que tanto escreveram sobre a imperiosa necessidade de deixar sempre os governos de fora do Futebol, agora apoiem com entusiasmo o que, boa ou má, é claramente uma ingerência do Governo na regulação própria das estruturas do futebol; depois percebi que, renovados os estatutos e atingida a modernidade, afinal  a coisa continuaria tal e qual, com Gilberto Madail, agora renovado, a dirigir a Federação; e, enfim, dei-me conta de que os advogados benfiquistas habituais são todos entusiásticos defensores da regeneração. E aí, confesso, já comecei a suspeitar que pode acontecer que nem tudo seja o que parece.


Dragão atento: mas, ó Miguel não se está mesmo a ver qual é o fim da ingerência governamental nos assuntos do Futebol?! É evidente que o que eles querem é que o centro de decisão relativo ao Futebol Nacional passe para Lisboa…! Não é assim em tudo em Portugal? Onde, Lisboa é Portugal e o resto é paisagem…?!
Depois do 25 de Abril algumas coisas inverteram-se! Passou a existir mais democracia no Futebol Nacional graças a um homem excepcional que dava pelo nome de José Maria Pedroto, o qual denunciou os atropelos (os famosos roubos de igreja) cometidos pelas estruturas do poder da altura, na Capital em nome da coesão Nacional. E o que se está a ver hoje, é que tal como no tempo do Salazar os políticos (demagogos) pretendem é alienar, promover o clube do regime para que a populaça (de Lisboa) se esqueça das agruras da vida e a Pátria volte a ser: Fado, Fátima e Futebol! 

Caso Kléber desenvolvimento da situação do Jogador

Birra do presidente do Marítimo impede Kléber de vir para o FC Porto. Marítimo quer a todo o custo lucrar com a venda do Kléber.
Atitude pouco ética por parte do Sporting e que até pode prejudicar as boas relações actuais com os Dragões, podendo considerar-se uma traição ao clube que sempre foi correcto e curial nos negócios com os Leões!
O Sporting está neste momento a inflacionar o Mercado no caso do Kléber, depois de saber que o FC Porto já tinha acordado com o presidente do Atlético Mineiro.
Segundo últimas notícias n'OJOGO d'hoje o Marítimo prepara-se para pagar a clausula relativa ao direito de opção na compra do Kléber no valor de 2,5 milhões de euros para depois vender o jogador desviando-o para o Sporting. Sendo assim até é uma habilidade plausível de acabar por dar lucro ao Marítimo, visto que compra com a garantia de realizar capital lucrando com a posterior venda do activo.

Marítimo prepara-se para exercer direito de opção na compra de Kléber
Forte revés nas intenções leoninas e portistas em Kléber. O Marítimo anunciou esta manhã que pretende exercer o direito de opção na compra do passe do futebolista emprestado pelo Atlético Mineiro, pagando o valor mais alto da oferta de mercado feita pelo Sporting, que foi de 2,5 milhões de euros.
De acordo com fonte do clube insular, "o Marítimo vai accionar a cláusula que tem em contrato e que nos permite adquirir os direitos económicos do jogador ao Atlético Mineiro, pelo valor mais alto da oferta de mercado."
De lembrar que a oferta de 2,5 milhões provinda de Alvalade foi recusada pelo clube brasileiro devido a um compromisso assumido anteriormente com o FC Porto no valor de 2,3 milhões de euros, mas o passe de Kléber pode ser transaccionado pelo Marítimo sem quaisquer entraves.
PS - 02/02/2011 - Ainda o caso que vai dar que falar
Insulares questionam veracidade das declarações do presidente do Atlético Mineiro acerca do "caso Kléber"
...Desta feita, é o clube insular que apresentou documentos que provam o exercício do direito de opção sobre Kléber, dentro dos prazos legais, situação que foi comunicada à FIFA.

Ainda em abordando os contornos deste caso, os madeirenses dão conta de duas movimentações com vista ao resgate do avançado brasileiro. A primeira diz respeito ao FC Porto, datada de 24 de Junho de 2010 e assinada pelo director-geral, Antero Henrique. A outra, realizada pelo Sporting, a 30 de Janeiro, devidamente assinada pelo também director-geral, José Couceiro.
Ora, o problema está no facto de, segundo com o que apresenta o Marítimo, as duas propostas seriam bastante semelhantes, apenas diferentes no valor a pagar pela transferência. A do FC Porto terá sido no valor de 2,3 milhões de euros e a do Sporting no montante de 2,5 milhões.
Aqui é que as coisas se complicam, deixando os responsáveis pelos insulares surpresos com as declarações do presidente o clube brasileiro que afirmou que “a proposta do FC Porto era mais alta”. Os madeirenses deixam uma pergunta no ar: “Se a proposta do FC Porto era mais alta onde pára o (restante) dinheiro?
Dragaoatento: Como é possível perguntar-se, "onde pára o dinheiro", se o negócio não se chegou a efectuar (estaria só alinhavado) pelo que não se consumou e por conseguinte ainda não houve movimento de dinheiro ...?!