segunda-feira, 26 de junho de 2017

Benvindo Aboubakar

O regresso de Aboubakar
É na minha opinião uma grande notícia, caso se confirme a renovação do contrato do Aboubakar pelo FC Porto.
Aboubakar é mesmo craque: dada a sua morfologia física, grande capacidade de choque, boa técnica e um poderoso pontapé, potente e de grande precisão...!

domingo, 25 de junho de 2017

"Modus operandi" benfiquista

Agora temos também o Expresso

Já sabíamos, pelo Porto Canal e por Adão Mendes, que quem prejudica o Benfica é castigado. Agora sabemos, pelo Expresso e por Paulo Gonçalves e Luís Filipe Vieira, que quem beneficia o Benfica é premiado. E o recebimento de um benefício em troca de uma vantagem material é… corrupção.
Vamos primeiro aos factos. O que nos revela hoje o Expresso
1. Em 2014, um funcionário da Federação Portuguesa de Futebol pediu 10 convites para cinco elementos do Conselho de Disciplina assistirem ao Benfica-Juventus, para a Liga Europa. Paulo Gonçalves recomendou que os convites fossem concedidos, tendo em conta uma decisão recente do CD relativa a Jorge Jesus: na sequência de uma expulsão, optaram por lhe aplicar apenas uma multa, em detrimento de uma pena de suspensão.
2. Poucas semanas depois, Paulo Gonçalves sugere a Luís Filipe Vieira que sejam convidadas para a final da Liga Europa, em Turim, quatro pessoas que tinham “de alguma maneira ajudado o Benfica a atingir este objectivo”: Andreia Couto, directora executiva da Liga; Nuno Cabral, delegado da Liga e candidato a menino querido do Benfica; Rodolfo Vaz, um sócio que “sempre tratou do Oblak”; e Emídio Fidalgo “responsável pela nomeação dos delegados da Liga e decisivo nos pareceres que emitiu”.
3. Em abril de 2015, Paulo Gonçalves informa Vieira que precisa de convites para um Benfica-Nacional, dois deles para Ferreira Nunes, o vice-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF responsável pela classificação dos árbitros. Vieira responde que os convites de Ferreira Nunes devem ser para o camarote presidencial.
Confrontados pelo Expresso, o que têm a dizer os envolvidos neste caso?
1. Paulo Gonçalves: o Benfica endereçou vários convites institucionais para a final de Turim. “As pessoas referidas em nada contribuíram para ajudar o Benfica”. Pois não… Por isso é que no email diz que todos tinham “de alguma maneira ajudado a alcançar este objectivo ou ajudado o SLB no passado”.
2. Luís Filipe Vieira: a oferta de convites para jogos do Benfica a membros das instituições do futebol português é uma prática normal, inclusivamente para o camarote presidencial. De resto, vários colunistas do Expresso podem atestá-lo (presumimos que se refira ao cartilheiro Pedro Adão e Silva).
3. Fonte da FPF: os membros dos órgãos sociais da FPF têm direito a assistir a todos os jogos organizados por clubes portugueses.
4. Emídio Fidalgo, à data responsável pela nomeação dos delegados da Liga: “Não confirmo nem desminto se recebi bilhetes.” Será que não queria antes dizer que não tem memória disso, como o outro?
5. Nuno Cabral: “Apague o meu número. Não tenho mais nada a dizer.” O “AGORA APAGUE TUDO” de Adão Mendes, afinal, é um padrão na actuação das figuras que controlam árbitros e delegados e para o Benfica.
6. Ferreira Nunes: “Não faço quaisquer comentários”.
7. Andreia Couto, à data directora executiva da Liga: foi à final da Liga Europa, mas não a convite do Benfica.
Quais os potenciais significados destas novidades avançadas pelo Expresso?
1. A oferta de convites para jogos do Benfica, por si só, não nos parece algo relevante.
2. Quando essa oferta surge na sequência de favores prestados ao Benfica, o caso já muda de figura.
3. Quando essa oferta pode ser acompanhada de viagens e alojamento, que no seu conjunto atingem um valor material significativo, como é verosímil que tenha acontecido em relação aos convidados para a final de Turim, já estamos a falar de coisas diferentes.
Tendo em conta estes pressupostos, parece legítimo considerar-se que as ofertas de bilhetes para o Benfica-Juventus e o Benfica-Nacional a membros do CD e do CA da FPF é, acima de tudo, uma manifestação do clima de proximidade existente entre estes organismos e o Benfica. A oferta material, em si, não é relevante. No entanto, espelha uma relação entre a turma de Carnide e os responsáveis pela arbitragem e a disciplina que está na origem dos benefícios que sustentaram o tetracampeonato. A referência ao favor prestado pelos membros do CD que apenas multaram Jorge Jesus quando lhe poderiam ter aplicado um castigo mais pesado é por demais elucidativa.
A questão dos convidados para a final da Liga Europa é muito diferente e muito mais grave. Por um lado, porque estamos a falar de uma vantagem material potencialmente muito mais relevante. Uma viagem a Turim para assistir a uma final europeia com tudo incluído não é comparável com um bilhete para um Benfica-Nacional. Por outro lado, porque Paulo Gonçalves assume explicitamente que os convidados que sugere beneficiaram o Benfica no passado. E a verdade é que pelo menos três das sugestões do assessor jurídico da SAD de Carnide, pelas funções que ocupavam, pura e simplesmente não poderiam, em momento ou circunstância alguns, beneficiar o Benfica. Falamos de um delegado da Liga, de um responsável pelos delegados da Liga e de uma directora executiva da Liga. Estamos, portanto, perante um caso em que uma das mais relevantes figuras da estrutura do Benfica assume que o clube foi beneficiado por certas figuras e propõe, na sequência disso, que o clube lhes atribua uma vantagem material. O que é que isto pode significar? A resposta é dada pelo jurista Paulo Sá e Cunha no Expresso: “à partida, pode haver indícios de um crime de corrupção no desporto (… ) porque pode ter havido a atribuição de uma vantagem a troco de uma contrapartida. O essencial é perceber que vantagem foi essa”.
Três terças-feiras e dois sábados depois, fica cada vez mais evidente que o futebol português é uma mentira e que essa mentira só tem um nome: Benfica
in Baluarte do dragão

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Querem reabrir o Apito Dourado? Eu também

Querem reabrir o Apito Dourado? Eu também.
Começamos então por isto Luís Filipe Vieira.
Quando decidirem reabrir o processo, tenham encarecidamente o favor de explicar - à Justiça e ao público em geral, não só aos cordeiros de sempre - o seguinte:

- Que fazem na candidatura de honra de Luís Filipe Vieira 12 agentes e inspectores da Polícia Judiciária, alguns dos quais envolvidos directamente no processo de investigação do Apito Dourado?

- Porque não se constituiu como arguido o seu amigo António Salvador, que numa das escutas aparece a exigir que não quer três árbitros dos nomes propostos por Pinto de Sousa - Pinto da Costa não quer um deles na mesma sequência de escutas - e que desde então parece ter florescido como dirigente, sendo que uma das suas empresas de construção, Britalar, foi também responsável pela obra desse maravilhoso centro de formação do Seixal?

- Porque não se constitui arguido José Veiga, amigo da alma de Luís Filipe Vieira e seu braço direito desportivo então, que também surge em escutas a pedir árbitros para determinados jogos e, árbitros que favorecessem o Benfica, com quem aliás o presidente do Benfica jantou em diversas ocasiões e cenários, do sul ao norte do país, com o Presidente e vogais do Conselho de Arbitragem em Lisboa antes da nomeação de vários árbitros para jogos decisivos, tanto próprios como dos dois rivais na luta pelo título de 2004/05?

- O celebre "Estorilgate" e os comentários de técnicos do clube da Linha sobre como o processo foi conduzido, incluindo uma promessa falhada de contratação de um jogador que se revelou fundamental nessa derrota do seu clube.

- Quem pagou um adiantamento a Carolina Salgado, e ao progenitor da mesma, depositado num banco espanhol da fronteira para não levantar suspeitas, antes do lançamentos das acusações que acabaram em livro, filme e novela?

- Será que as escutas completas nos vão permitir comprovar quem, como presidente do Alverca, andou duas temporadas envolvidas em compra de jogos envolvendo o Beira-Mar, Salgueiros, Vitória de Setúbal, Marítimo e Campomaiorense, através do aliciamento de jogadores, técnicos, árbitros ou dirigentes dos distintos clubes em modo de pagamento de promessas de favores, um esquema aparentemente agora repetido a maior escala. Seria curioso não seria?

Se quiserem começar por estes míseros pontos de investigação, bastante mais profundos e complexos do que os supostos favores, nunca confirmados, para que uma equipa que em dois anos venceu dois troféus continentais - o tipo de títulos que Luís Filipe Vieira anda há quinze anos a prometer sem êxito aos seus - disputasse dois jogos irrelevantes na sua corrida a dois títulos conquistados com enorme facilidade face à sua imensa superioridade sobre os rivais, sou totalmente a favor da reabertura do processo Apito Dourado.
Pode ser que com as escutas completas, sem serem editadas em programas de software e divulgadas a membros da imprensa amiga que por sua vez ajudaram a dar eco através de redes sociais, tudo isso venha à tona e se saiba um pouco mais do que se passou nesses anos "infames", onde o Porto era "Palermo", sobre o dia a dia da vida do Benfica e dos seus dirigentes. A não ser que, como os emails, se lembrem de dizer agora que essas escutas também eram "ilegais" e portanto já não valem como prova. Não surpreenderia ninguém pois não?

Em caso de dúvidas, se não souberem que fazer, pensem sempre que Luis Filipe Vieira é um homem decidido e determinado e que em momentos de aperto tem sempre resposta na ponta da língua, do estilo... "o João, sim...pode vir o João"!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Reabertura do Apito Dourado?

A realizar-se, pode ser que desta vez passe de Leiria para baixo e se descubra Luís Filipe Vieira ao telefone com Pinto de Sousa, ex-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, a escolher/exigir um árbitro: "o João, pode ser o João Ferreira"...
Quem não o conhecer que o compre...!!!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Apito encarnado: Sujidade no futebol

Agora é a sério by Jorge Maia
Os emails revelados ontem pelo FC Porto dão conta de uma rede de influências que, a existir, coloca em causa todo o edifício do futebol português
Além de envolverem nomes com ligações irrefutáveis ao Benfica e à respectiva estrutura, os emails revelados ontem pelo FC Porto aprofundam e concretizam as suspeitas levantadas na semana anterior. A confirmar-se a veracidade dos mesmos, está em causa, não apenas a influência de um clube sobre o sector da arbitragem considerada de forma genérica, mas também através de intervenções concretas e definidas. Desde logo no sistema de avaliação dos árbitros, que foi definindo o quadro de juízes actualmente sob a alçada do Conselho de Arbitragem, promovendo uns e despromovendo outros, melhorando algumas notas e, inevitavelmente, prejudicando outras. A ideia de que uma avaliação pode ser modificada através da mobilização das influências certas descredibiliza todo o sistema que vigorou nas últimas épocas e acentua as suspeitas levantadas por casos como os de Marco Ferreira. Tanto como a revelação de que haveria delegados que solicitavam a intervenção de dirigentes encarnados junto do presidente da Liga, no sentido de garantirem a respectiva nomeação para jogos da I Divisão. Ora, todos sabemos que não há almoços grátis, que uma mão lava a outra e que cada um colhe o que semeou. Até por isso, mas sobretudo porque as revelações feitas ontem pelo FC Porto levantam suspeitas que colocam todo o edifício do futebol português em causa, convém que as autoridades judiciais, mas sobretudo a Federação Portuguesa de Futebol intervenha rápida e decisivamente no sentido de esclarecer exactamente o que aconteceu nos últimos anos.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Futebol - Benfica controla árbitros

As missas negras de Adão Mendes by José Manuel Ribeiro
O apuramento da raça e a confiança ilimitada do Benfica na arbitragem
O FC Porto divulgou, ontem, um pingue-pongue de e-mails entre o ex-árbitro Adão Mendes e o director da Benfica TV, e comentador, Pedro Guerra. Esses e-mails falam, sobretudo, de uma confiança sem limites na arbitragem, especialmente bem traduzida por uma frase que vem ao encontro de um diagnóstico feito, desde há alguns anos, por muita gente ligada aos apitos e que (não duvido) esteve na origem do afastamento do anterior presidente do Conselho de Arbitragem: "Vamos ter os padres que escolhemos e ordenámos nas missas que celebramos." (Aqui devemos marcar um limite: nas conversas reveladas pelo FC Porto, são mencionados oito árbitros, mas isso não faz deles culpados.) A tese de que houve uma espécie de apuramento cuidadoso da raça nos últimos anos, levando à constituição de um lote de árbitros de acordo com gostos muito específicos, não é estranha a ninguém, nem à FPF, nem ao actual Conselho de Arbitragem, que enfrenta esse problema a cada nomeação. Eu próprio escrevi sobre o tema várias vezes, até para explicar a prisão de movimentos do CA de Fontelas Gomes, e nunca recebi reclamações. O diálogo de Adão Mendes com Pedro Guerra, datado de 2013/14, vem apenas tornar mais desconfortável a posição de quem não quer explicar como acabou o futebol profissional nesta camisa de forças, manietado ao ponto de ser irrelevante quem preside ao CA. A conversa está ali, existe (como existem as escutas do Apito Dourado, sim, e essas foram julgadas), provavelmente passará em claro na Imprensa de Lisboa, porque é assim a vida, mas era bom, num mundo perfeito, que esclarecêssemos bem esclarecida essa confiança tão grande de Adão Mendes na arbitragem e também, se não for já muito incómodo, quem castiga, afinal, os incautos que ainda se atrevem a prejudicar o Benfica.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Campeonato da Farsa ou Liga Salazar

O programa do Porto Canal Universo Porto da Bancada divulga as imagens de erros grosseiros da arbitragem que espoliaram o FC Porto de 8 pontos, e, não só, também revela as imagens em que a equipa de futebol do Benfica foi beneficiada com os critérios disciplinares inconcebíveis dos árbitros convenientes para o clube da águia...!
Divulgação de imagens de jogos do Campeonato da Farsa_Ver aqui

quarta-feira, 10 de maio de 2017

"FC Porto barbaramente prejudicado e arbitragem a tomar partido pelo Benfica"

Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, teceu duras críticas à arbitragem, considerando que o Benfica "é sistematicamente beneficiado".
Rio Ave-Benfica: "O jogo de Vila do Conde acaba por sintetizar o que tem sido o campeonato. A arbitragem toma partido e tem uma influência decisiva nos jogos. Há um penálti claro que podia dar o 1-0 ao Rio Ave. Aí, íamos ter o Benfica a jogar contra o relógio na segunda parte".
Regime de excepção: "Depois há o lance com o Cervi, um lance para amarelo, que seria o terceiro amarelo. É o regime de excepção de que gozam os jogadores do Benfica. Mas na semana anterior também tinha sido beneficiados
FC Porto prejudicado: "Na jornada anterior, tinha sido o FC Porto barbaramente prejudicado contra o Feirense. É difícil haver uma jornada limpa. Estas arbitragens têm de ter consequências no final da época".
Amarelos de Pizzi, jogador do Benfica: "Qualquer que seja a perspectiva encontra-se sempre um pormenor em que o Benfica não é o prejudicado. O Cervi dá uma cacetada no último jogo e não vê nada. Só o Nélson Semedo cumpriu castigo por ver cinco amarelos. O Pizzi viu quatro amarelos nas primeiras 10 jornadas e depois deixou de ver. Isto merece reflexão, trata-se de constatar que há uma realidade e, seja por isto ou por aquilo, tudo beneficia o Benfica. Isso adultera o campeonato. As outras equipas jogam contra o adversário e contra este Adamastor que tem de terminar".
Cartilha: "Tudo está bem expresso na cartilha de 21 de Agosto. Há uma frase demasiado importante, que escreveu Carlos Janela após o empate com o V. Setúbal em casa: "Não podemos reagir ao empate contra o V. Setúbal dando a impressão de que do Benfica está a perder poder". Isto é o assumir de que o Benfica tem o poder de controlo sobre o futebol e isto é especialmente grave e merece a atenção da Federação, do Conselho de Disciplina... das entidades que têm obrigação de supervisionar".
Vídeo-árbitro: "Vai ser possível o escrutínio público, porque grande parte das pessoas ".
quererá uma competição com mérito. Só lamento que o vídeo-árbitro chegue com um ano de atraso. O FC Porto seria líder destacadíssimo

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Árbitros decidem por preconceito

Coincidência ou não, o que é facto é que depois que o José Eduardo (José dos tachos como é conhecido em determinado meio/ambiente) reivindicou a atenção dos juízes do apito para as ( pseudo na minha opinião) faltas atacantes do Soares, os árbitros passaram a marcar ao citado avançado dos Dragões faltas atacantes a torto e a direito...!
E por conseguinte deixo aqui uma questão:
Nas disputas de bola em que o Soares pretende recepcionar a bola e o adversário impedi-lo de o fazer; uma situação em que na maioria dos casos os futebolistas se agarram mutuamente; como é que se pode decidir se é falta atacante ou falta defensiva…?
É que cheira-me que actualmente os árbitros estão a decidir influenciados por preconceitos criados por comentadores tendenciosos… Não será assim…?
Tal como as coisas estão, claro está que o Soares nunca poderá beneficiar de impunidade equivalente à do Mitroglou…

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Denúncia - O CD da FPF e as "cunhas"

Etiqueta
Excelentíssimos conselheiros do douto Conselho de Disciplina da digníssima Federação Portuguesa de Futebol mais uma vez este singelo diário foi castigado em mais de mil euros por vossas excelências, desagradadas com o nosso vocabulário, certamente um pouco duro para tão erudita gente, como se percebe pelo acórdão que assinam e que com a devida vénia a seguir se transcreve: “Ainda que não consideremos tais expressões como verdadeiramente ofensivas da honra e consideração dos visados por injuriosas ou difamatórias, torna-se muito difícil afastar o cunho, no mínimo, desrespeitoso, desadequado e incorreto das mesmas, assim se invadindo os domínios do ilícito disciplinar”. Para vossas excelências o problema está no cunho, o que afinal nos aproxima imenso, pois apenas nos separa uma letrinha, uma simples vogal. Sim, desde o início deste campeonato que nos queixamos, alertamos e denunciamos que o problema é a cunha, irmã desse, para os eméritos conselheiros, odioso cunho, mas muito mais perniciosa e danosa ao futebol e à verdade. E como certamente sabem, se acompanham o fenómeno futebolístico com um mínimo de atenção, não é o FC Porto que funciona na base da cunha, antes sendo dela vítima, como tem ficado evidente semana após semana. Rogamos, por isso, aos excelentíssimos conselheiros que se juntem nesta luta contra a cunha, ser multifacetado e de muitas caras, também conhecido como polvo. O cunho pode ficar para depois, até porque isso tem muito mais a ver com a opinião de cada um. Ou será que na Liga Salazar já nem isso é permitido?
Denúncia
Os amigos são para as ocasiões

Por falar em cunha, aqui estão dois belos exemplos. Depois de amanhã o Benfica defronta o Rio Ave e nada como algumas notícias cirúrgicas, escritas por um qualquer amigo, com recados bem evidentes. Ora vejamos, ontem “A Bola” noticiava o interesse do Benfica em Gil Dias, que curiosamente joga no Rio Ave, e o interesse do Manchester City em Ederson, guarda-redes cujo passe é partilhado com o Rio Ave. Em “O Jogo”, era o Manchester United interessado em Ederson. E assim se condicionam adversários em Portugal, um filme repetido à exaustão, sempre com os mesmos protagonistas. Como ator principal o Benfica, como ator secundário o próximo adversário.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Futebol: Campeonato inquinado

Jorge Nuno Pinto da Costa não hesita em apontar o dedo aos "adamastores do futebol português". O presidente do FC Porto assina o editorial da revista Dragões deste mês e depois de fazer um breve balanço sobre os 35 anos à frente dos azuis e brancos, lamenta os "assaltos" que têm acontecido no Dragão.

"A nossa equipa de futebol continua a lutar contra os adversários em, muito mais difícil, contra os adamastores do futebol português", começou por dizer, antes de prosseguir mais adiante.

"Todos nós sabemos muito bem qual tem sido o tratamento que temos tido. (...) Quem julgava que não podia piorar enganou-se, como se viu nestes últimos jogos. Os assaltos no Dragão, frente ao Setúbal e ao Feirense, a péssima arbitragem de Braga, culminada com aquela expulsão falsa como Judas de Brahimi, mostram bem como em cada jogo o FC Porto tem de lutar contra muitos adversários", criticou o presidente dos dragões.