domingo, 10 de setembro de 2017

Benfiquistas “picuinhas” ao ataque

Os actuais dirigentes benfiquistas além de picuinhas gostam de inventar, não são sérios/honestos.
Como não conseguem encontrar nos portistas jogadores faltosos, violentos, como Eliseu, Pizi, etc... Há que tentar inventar e para desviar a atenção do público publicam lances com Marcano e Soares como protagonistas...!!!
Do recente jogo FC Porto-Chaves, procuraram salientar, chamar a atenção, para as supostas cotoveladas de Marcano e Soares, esquecendo-se deliberadamente/propositadamente de denunciar, dar relevo, às faltas dos jogadores flavienses, que com a benevolência do árbitro passaram todo o tempo de jogo a agarrar os avançados portistas (puxando-os pelos braços, camisolas, calções, etc…) impedindo-os de progredir com a bola.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Eliseu impune e Awer Bul Mabil castigado

FC Porto volta à carga e faz comparação com jogador do Paços FerreiraFC Porto não entende decisão do Conselho de Disciplina ao arquivar a queixa contra Eliseu.
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol arquivou a queixa do Sporting contra Eliseu - em causa o lance com Diogo Viana no Benfica-Belenenses - , uma decisão que merece duras críticas por parte do FC Porto. Os dragões fazem mesmo uma comparação com o castigo de dois jogos aplicado a Mabil, do Paços de Ferreira, "A justiça desportiva portuguesa, se não existisse, teria de ser inventada. O senhor que costuma ocupar a ala esquerda defensiva do Benfica, que ao longo das primeiras quatro jornadas deste campeonato se tem notabilizado principalmente pela apetência para os desportos de combate, protagonizou na partida da 3.ª jornada frente ao Belenenses uma das mais bárbaras entradas de que há memória no futebol português. Uma jogada que foi dura ao ponto de a sua condenação ter concitado uma unanimidade que só mesmo a clivagem profunda que existe entre a personalidade de Pedro Guerra e a honestidade intelectual foi capaz de furar. Ontem, a Secção Profissional do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol optou por arquivar o processo sumário movido a Eliseu - cada vez mais conhecido popularmente como "Caceteu" -, fundamentando a sua decisão na inexistência de 'indícios claros da prática de infração disciplinar'. Um dos elementos que contribuíram para esta avaliação foram as declarações que o videoárbitro daquele jogo, Vasco Santos, prestou por escrito sobre o lance: 'Após ter visto o referido lance, através de diversas imagens que me foram disponibilizadas, entendi no momento não ter existido qualquer agressão ou prática de jogo violento por parte do jogador do Benfica naquela sua ação. Por esse motivo não comuniquei com o árbitro para lhe sugerir que visse as imagens do mesmo'. Registamos: Vasco Santos viu e reviu tudo. A eloquência das suas palavras dispensa-nos de qualquer outro comentário", apontou o FC Porto na newsletter "Dragões Diário".
"Awer Bul Mabil é um jogador do Paços de Ferreira que ontem foi suspenso por dois jogos pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol porque "pisou o adversário com força excessiva, sem estar a disputar a bola". Como? Pisar adversários com força excessiva, sem estar a disputar a bola, dá direito a dois jogos de suspensão? Em Portugal? Deve tratar-se de um equívoco...", comparou.

"Coação são conversas e informações passadas ao Benfica"

O director de comunicação e informação do FC Porto, Francisco J. Marques reage ao comunicado do Benfica após o empate encarnado com o Rio Ave
"O Benfica pode falar à vontade, mas o FC Porto não fez coacção: comparou lances do jogo de Braga, do jogo com o Estoril e de Vila do Conde, todos arbitrados por Hugo Miguel", afirmou Francisco J. Marques, director de comunicação e de informação do FC Porto. Comentando o comunicado do Benfica, publicado no site do clube ao início da madrugada de domingo - depois do empate encarnado com o Rio Ave -, o director portista prosseguiu: "Quando falamos de coacção, convém termos a noção do que estamos a falar. Isso é o que o Benfica faz aos árbitros. Fazer coacção é obter informações sobre a vida íntima e privada dos árbitros. E o Benfica faz isso. Não revelámos quem para preservar a identidade e intimidade, mas foi entregue à PJ, que está a investigar. Não somos nós que estamos a ser investigados, é o Benfica, por monitorizar SMS do presidente da FPF. Porque se faz isso? Coacção são conversas e informações passadas pelo Nuno Cabral ao Benfica, a Paulo Gonçalves e Luís Filipe Vieira. É o que o Ferreira Nunes fez durante muito tempo sobre os árbitros ao serviço de quem se sabe. Exemplos de coacção há muitos e todos ligados ao Benfica. Acusar o FC Porto é ridículo", afirmou no programa Universo Porto, transmitido no Porto Canal.
"Nós só queremos que aos 18 competidores sejam dadas as mesmas condições. Convém não esquecer que foi o presidente do Benfica que quis dar cabo da nota a um árbitro e que essa foi a maior descida de sempre de uma nota. Isso aconteceu depois de Luís Filipe Vieira ter dito que 'temos de lhe dar cabo da nota'", concluiu Francisco J. Marques.
"Se Vasco Santos não vê o lance de Eliseu é incompetente e não pode arbitrar"
O director de comunicação e informação do FC Porto, apontou o dedo ao videoárbitro do Benfica-Belenenses, em que ocorreu o lance entre Eliseu e Diogo Viana.
O director de informação e comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques, classificou Vasco Santos de "incompetente", esta terça-feira, depois de o Conselho de Disciplina (CD) ter arquivado a queixa do Sporting contra Eliseu, referente ao lance com Diogo Viana, no Benfica-Belenenses da terceira jornada da I Liga.
"Se o árbitro Vasco Santos, coordenado em tempos por Adão Mendes, não consegue avaliar o lance de Eliseu, é demasiada incompetência. É um lance tão evidente, tão visível, que nenhuma equipa se pode sentir tranquila. Acho que é incompetência absoluta evidente. Não pode arbitrar jogos. Se ele não vê aquilo, como é que vê algum tipo de lance? O árbitro de campo não viu, pronto, lamenta. Todos nós compreendemos isso. O videoárbitro, se não vê é por manifesta incompetência. Se não viu este lance, não presta", afirmou o dirigente dos azuis e brancos, colocando em xeque a credibilidade do futebol português: "O que há de pensar um adepto inglês que esteja em Portugal e vê na televisão a entrada do Eliseu e, depois, sabe que o jogador foi ilibado? Apetece atirar-se ao chão a rir. No futebol português não se tiram consequências. Parece-me que é bem pior o que o Eliseu fez do que outras coisas que são alvo do CD. É gravíssimo que não tenha sido castigado. Na justiça desportiva em Portugal, dois mais dois não são quatro. Qualquer jogador das 18 equipas do campeonato devia ter tratamento igual. Infelizmente, há uma equipa que não tem um tratamento desigual", acrescentou Francisco J. Marques, vaticinando o fim dos casos de flagrante delito.
"Acabaram os casos de flagrante delito. Se este caso evidente não pode ser julgado, se o CD se acha capaz de se sobrepor ao próprio Conselho de Arbitragem [CA], que se presume que entenda... O CA assumiu que tinha sido uma má decisão e que o Eliseu devia ter sido expulso. Para que é que servem os casos de flagrante delito?", questionou, prosseguindo, com ironia: "Quem primeiro veio com esta argumentação foi o treinador Rui Vitória, um emérito jurista e advogado. Isto é um incentivo à violência. Não só no caso do Eliseu. Uma profusão de casos ligados ao Benfica, que se sentem à vontade para jogar acima das regras, utilizando uma conduta inapropriada", rematou o director de comunicação e informação do FC Porto.
Francisco J. Marques insiste na ideia de que o Conselho de Disciplina foi benevolente para com o defesa do Benfica. "O Conselho de Disciplina, que é sempre tão avesso a abrir procedimentos disciplinares, abriu um ao árbitro Jorge Sousa e castigou-o rapidamente. Esse caso foi posterior ao do Eliseu. Eles agiram primeiro em relação ao de domingo. O caso do Jorge Sousa foi por palavras e do Eliseu por violência. O que é isto? Que brincadeira é esta? Isto não é fazer justiça. Costuma dizer-se que a justiça é cega, surda e muda e neste caso foi mesmo. É incompreensível que um ato daqueles seja criticado e condenado pelo CA e ilibado pelo CD", concluiu.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Anedotas benfiquistas

Ó lampeões ressabiados…! Confundir as entradas a varrer, para lesionar, intimidar, os contrários, do Eliseu do Benfica, com o estilo de jogo de Brahimi…?! Brahimi, um avançado que é constantemente castigado por profissionais da estirpe dos Eliseu deste país…?!
Apresentar queixa ao Conselho de Disciplina, contra Brahimi um avançado que é constantemente atropelado pelos defensores adversários…?!
Parece um anedota de mau gosto encarnada, só pode, mas não é. Pelos vistos para os lados do clube da águia (Luz), há dois tipos de regras disciplinares: as convenientes (permissivas) para os jogadores do Benfica e regras rigorosas que devem ser aplicadas aos profissionais dos outros clubes…!!!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Justiça histórica

Esta história começou bem antes da sua data oficial, quando, em Outubro de 2006, Ricardo Costa foi designado presidente da Comissão Disciplinar da Liga. Desdobrando-se em entrevistas, Costa procurava reforçar a sua distância em relação ao mundo do futebol - era nadador, pianista, docente “prestigiado” e ex-aluno “brilhante” de direito em Coimbra (era assim que se anunciava). O seu discurso, em conferências de imprensa longas e auto-elogiosas, quase confrangedoras, denunciava o perfil de justiceiro alienado que mais tarde viria a confirmar-se. O seu surgimento no mundo do futebol ocorre num momento muito particular e, certamente, nada inocente: a reabertura programada do processo Apito Dourado, após um primeiro arquivamento que ilibava todos os responsáveis do FC Porto.
Sim, dissemos “reabertura programada.” São muitíssimos os elementos que ao longo da última década nos permitem dizer que o processo Apito Dourado foi reaberto intencionalmente por força de pessoas ligadas ao Benfica e que a sua reabertura tinha um objectivo muito claro: condenar o FC Porto e manchar o seu período de sucessivas glórias nacionais e internacionais. Promoveram o lançamento do livro assinado por Carolina Salgado e redigido por Leonor Pinhão. Aconselharam falsos testemunhos e histórias inventadas. Estiveram na origem dos leaks cirúrgicos das escutas telefónicas do processo criminal (em mais de 15.000 que envolviam dirigentes de quase todos os clubes, apenas poucas dezenas de excertos vieram a público). Apoiaram a nomeação de pessoas-chave para lugares-chave. Encaminharam o processo para uma “equipa especial”, no DIAP de Lisboa, que conduziu uma investigação sobre alegados ilícitos que ocorreram fora da sua jurisdição territorial.
A nomeação de Ricardo Costa parecia vir com uma missão apensa: fazer correr no âmbito desportivo aquilo que se pretendeu, sem sucesso, fazer correr através do processo criminal. E foi isso mesmo que se passou. Chamaram-lhe Apito Final e, a 9 de Maio de 2008, a decisão já estava a ser anunciada pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional: o FC Porto é punido com a perda de 6 pontos e 150 mil euros. Pinto da Costa é condenado ao pagamento de 10 mil euros e suspenso por 20 meses. Os factos alegados? Segundo Ricardo Costa, a equipa que, em 2004, venceu a Liga dos Campeões teria beneficiado da ajuda de um árbitro para empatar com o Beira-Mar, último classificado da Liga, num momento em que liderava o campeonato e se preparava para o vencer de forma contundente. Faz sentido?
A data do anúncio não tinha nada de inocente. Com o campeonato 2007/2008 a aproximar-se do fim, qualquer recurso do nosso clube iria atirar para a competição seguinte todas as punições. E, obviamente, era muito diferente perder 6 pontos num campeonato ganho por 20 de diferença do que começar uma época com 6 pontos a menos. Além disso, nada garantia que estivessem reunidas condições para que o recurso fosse analisado com independência e seriedade. Seguiu-se a decisão mais difícil e, provavelmente, das mais arriscadas da história do nosso clube: não recorrer da condenação ao FC Porto SAD e recorrer apenas da decisão sobre o Presidente. Logo na altura, foi defendido que o recurso interposto pelo Presidente Pinto da Costa obrigava, por si só, à análise de todo o processo e permitiria, caso fosse admitido, anular a decisão sobre o clube.
Entretanto, no processo criminal, todas as acusações iam sendo progressivamente destruídas. Não com a anulação de escutas - que, ao contrário do que o terrorismo comunicacional do nacional-benfiquismo procura espalhar, foram sempre validadas -, não com a anulação de provas, não através de artimanhas processuais, mas sim com base num processo normal e através de todas as provas recolhidas. Sim, foram as escutas telefónicas e os factos que serviram para ilibar os dirigentes do FC Porto.
O recurso de Pinto da Costa (tal como o de outros condenados do “Apito Final”) chegou ao Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol e, a 4 Julho de 2008, numa reunião clandestinamente reaberta por um vogal, depois de encerrada pelo seu presidente e vice-presidente, foi rejeitado. Esse vogal era Álvaro Baptista, actual vice-presidente do Conselho de Disciplina, e deputado do PSD. Foi um dos autores da proposta recentemente discutida, que tinha como objectivo o esvaziamento de poderes da Liga, de acordo com os interesses do Benfica.
O anúncio era feito de madrugada, às 3 da manhã, na ausência do presidente e vice-presidente do Conselho de Justiça, por um bando de falsos “juízes” que acabavam de usurpar funções, de tomar de assalto o edifício jurídico da Federação, e de adoptar padrões comportamentais próprios da justiça do Zimbabwe.
Obviamente, a reunião foi decretada ilegal e todas as suas decisões foram anuladas pela justiça civil. A 6 de Maio de 2011, o Tribunal Administrativo de Lisboa decidia e, a 15 de Dezembro de 2016, o Tribunal Central Administrativo do Sul confirmava. O Conselho de Justiça tinha de reabrir o processo e reapreciar os recursos.
Foi isso mesmo que aconteceu. Ao longo dos últimos meses, o Conselho de Justiça reabriu todo o processo Apito Final e encontrou nele inconsistências e ilegalidades de tal forma graves que só havia uma solução: conceder provimento aos recursos e absolver os envolvidos de todas as penas e sanções. Como consequência da absolvição de Pinto da Costa, tal como previsto logo em 2008, o FC Porto foi também absolvido.
Fez-se justiça? Ainda não. Exigimos saber o que esteve por trás deste processo kafkiano. Exigimos justiça completa e total. Ao longo de muitos anos, foram permanentes as tentativas de humilhação do Futebol Clube do Porto e dos seus dirigentes e adeptos. Este é um dia histórico para todos os portistas. É o dia do fim, definitivo e concludente, do Apito Dourado e de todos os seus resíduos. É o dia em que os dobramos pela força da nossa razão.
O resto já todos sabemos…
“Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós.”
in Baluarte do dragão

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O "POLVO" benfiquista

O Benfica corrupto de Luís Filipe Vieira não se conforma com a justa decisão do actual Conselho de Justiça. E porquê?
a) Porque pretende fazer esquecer a existência do “POLVO” benfiquista denunciado no Porto Canal (cartilha, emails, missas, padres e 1º ministro), continuar a lançar “lama” ao FC Porto a fim de retirar mérito e colocar em cheque todos os títulos conquistados até à data.
b) Porque razão o processo Apito Dourado não passou de Leiria para baixo?
É simples, porque se iria descobrir que Luís Filipe Vieira escolhia os árbitros convenientes para dirigir os jogos do Benfica (apanhado ao telefone: o João, pode ser o João Ferreira)
c) No âmbito do Apito Dourado o presidente do CD da FPF na altura, o fanático benfiquista Ricardo Costa, mais conhecido por “o pavão vermelho”; deturpou, determinou e condenou o FC Porto a seu bel prazer; de modo a satisfazer as teses que agradavam ao Benfica.
d) O FC Porto apesar de ter sido ilibado depois de analisados pelos peritos especializados em arbitragem os dois jogos do Apito Dourado em causa (Beira-Mar e Estrela da Amadora) foi, não obstante, condenado pelo “pavão vermelho”, o tal benfiquista fanático Ricardo Costa que pretendia a todo custo lançar “lama” para cima dos portistas retirando-lhes o mérito dos títulos conquistados até então. De notar que na altura os Dragões ganhavam em Portugal e na UEFA!
e) Mas mais, os benfiquistas baseiam-se em pseudo telefonemas de Pinto da Costa e nos depoimentos de Carolina Salgado; uma personagem sem credibilidade paga e instrumentalizada por Leonor Pinhão outra benfiquista fanática que recorria a métodos execráveis para conseguir atingir os seus (dela) fins; tudo isto a fim de denegrir Pinto da Costa e o FC Porto.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Vieira é corrupto- Mais provas


Luís Filipe Vieira: Vamos ganhar o pentacampeonato…!
Pois, controlando as estruturas do futebol português é muito mais fácil…!
O presidente do 5LB é corrupto porque controla as estruturas do futebol português: Conselho de arbitragem, Conselho de Disciplina, FPF… etc…etc.
E a prova do que afirmo está no facto do futebol dos benfiquistas, SLB, só conseguir conquistar títulos em Portugal. Com juízes do apito estrangeiros a dirigir os jogos, o futebol encarnado (Benfica) não se consegue impor…!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Luís Filipe Vieira é corrupto

É corrupto porque controla as estruturas do futebol português: Conselho de arbitragem, Conselho de Disciplina, FPF... etc...etc.
E a prova do que afirmo está no facto do futebol dos benfiquistas, SLB, só conseguir conquistar títulos em Portugal. Com juízes do apito estrangeiros a dirigir os jogos, o futebol encarnado (Benfica) não se consegue impor...!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Benvindo Aboubakar

O regresso de Aboubakar
É na minha opinião uma grande notícia, caso se confirme a renovação do contrato do Aboubakar pelo FC Porto.
Aboubakar é mesmo craque: dada a sua morfologia física, grande capacidade de choque, boa técnica e um poderoso pontapé, potente e de grande precisão...!

domingo, 25 de junho de 2017

"Modus operandi" benfiquista

Agora temos também o Expresso

Já sabíamos, pelo Porto Canal e por Adão Mendes, que quem prejudica o Benfica é castigado. Agora sabemos, pelo Expresso e por Paulo Gonçalves e Luís Filipe Vieira, que quem beneficia o Benfica é premiado. E o recebimento de um benefício em troca de uma vantagem material é… corrupção.
Vamos primeiro aos factos. O que nos revela hoje o Expresso
1. Em 2014, um funcionário da Federação Portuguesa de Futebol pediu 10 convites para cinco elementos do Conselho de Disciplina assistirem ao Benfica-Juventus, para a Liga Europa. Paulo Gonçalves recomendou que os convites fossem concedidos, tendo em conta uma decisão recente do CD relativa a Jorge Jesus: na sequência de uma expulsão, optaram por lhe aplicar apenas uma multa, em detrimento de uma pena de suspensão.
2. Poucas semanas depois, Paulo Gonçalves sugere a Luís Filipe Vieira que sejam convidadas para a final da Liga Europa, em Turim, quatro pessoas que tinham “de alguma maneira ajudado o Benfica a atingir este objectivo”: Andreia Couto, directora executiva da Liga; Nuno Cabral, delegado da Liga e candidato a menino querido do Benfica; Rodolfo Vaz, um sócio que “sempre tratou do Oblak”; e Emídio Fidalgo “responsável pela nomeação dos delegados da Liga e decisivo nos pareceres que emitiu”.
3. Em abril de 2015, Paulo Gonçalves informa Vieira que precisa de convites para um Benfica-Nacional, dois deles para Ferreira Nunes, o vice-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF responsável pela classificação dos árbitros. Vieira responde que os convites de Ferreira Nunes devem ser para o camarote presidencial.
Confrontados pelo Expresso, o que têm a dizer os envolvidos neste caso?
1. Paulo Gonçalves: o Benfica endereçou vários convites institucionais para a final de Turim. “As pessoas referidas em nada contribuíram para ajudar o Benfica”. Pois não… Por isso é que no email diz que todos tinham “de alguma maneira ajudado a alcançar este objectivo ou ajudado o SLB no passado”.
2. Luís Filipe Vieira: a oferta de convites para jogos do Benfica a membros das instituições do futebol português é uma prática normal, inclusivamente para o camarote presidencial. De resto, vários colunistas do Expresso podem atestá-lo (presumimos que se refira ao cartilheiro Pedro Adão e Silva).
3. Fonte da FPF: os membros dos órgãos sociais da FPF têm direito a assistir a todos os jogos organizados por clubes portugueses.
4. Emídio Fidalgo, à data responsável pela nomeação dos delegados da Liga: “Não confirmo nem desminto se recebi bilhetes.” Será que não queria antes dizer que não tem memória disso, como o outro?
5. Nuno Cabral: “Apague o meu número. Não tenho mais nada a dizer.” O “AGORA APAGUE TUDO” de Adão Mendes, afinal, é um padrão na actuação das figuras que controlam árbitros e delegados e para o Benfica.
6. Ferreira Nunes: “Não faço quaisquer comentários”.
7. Andreia Couto, à data directora executiva da Liga: foi à final da Liga Europa, mas não a convite do Benfica.
Quais os potenciais significados destas novidades avançadas pelo Expresso?
1. A oferta de convites para jogos do Benfica, por si só, não nos parece algo relevante.
2. Quando essa oferta surge na sequência de favores prestados ao Benfica, o caso já muda de figura.
3. Quando essa oferta pode ser acompanhada de viagens e alojamento, que no seu conjunto atingem um valor material significativo, como é verosímil que tenha acontecido em relação aos convidados para a final de Turim, já estamos a falar de coisas diferentes.
Tendo em conta estes pressupostos, parece legítimo considerar-se que as ofertas de bilhetes para o Benfica-Juventus e o Benfica-Nacional a membros do CD e do CA da FPF é, acima de tudo, uma manifestação do clima de proximidade existente entre estes organismos e o Benfica. A oferta material, em si, não é relevante. No entanto, espelha uma relação entre a turma de Carnide e os responsáveis pela arbitragem e a disciplina que está na origem dos benefícios que sustentaram o tetracampeonato. A referência ao favor prestado pelos membros do CD que apenas multaram Jorge Jesus quando lhe poderiam ter aplicado um castigo mais pesado é por demais elucidativa.
A questão dos convidados para a final da Liga Europa é muito diferente e muito mais grave. Por um lado, porque estamos a falar de uma vantagem material potencialmente muito mais relevante. Uma viagem a Turim para assistir a uma final europeia com tudo incluído não é comparável com um bilhete para um Benfica-Nacional. Por outro lado, porque Paulo Gonçalves assume explicitamente que os convidados que sugere beneficiaram o Benfica no passado. E a verdade é que pelo menos três das sugestões do assessor jurídico da SAD de Carnide, pelas funções que ocupavam, pura e simplesmente não poderiam, em momento ou circunstância alguns, beneficiar o Benfica. Falamos de um delegado da Liga, de um responsável pelos delegados da Liga e de uma directora executiva da Liga. Estamos, portanto, perante um caso em que uma das mais relevantes figuras da estrutura do Benfica assume que o clube foi beneficiado por certas figuras e propõe, na sequência disso, que o clube lhes atribua uma vantagem material. O que é que isto pode significar? A resposta é dada pelo jurista Paulo Sá e Cunha no Expresso: “à partida, pode haver indícios de um crime de corrupção no desporto (… ) porque pode ter havido a atribuição de uma vantagem a troco de uma contrapartida. O essencial é perceber que vantagem foi essa”.
Três terças-feiras e dois sábados depois, fica cada vez mais evidente que o futebol português é uma mentira e que essa mentira só tem um nome: Benfica
in Baluarte do dragão

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Querem reabrir o Apito Dourado? Eu também

Querem reabrir o Apito Dourado? Eu também.
Começamos então por isto Luís Filipe Vieira.
Quando decidirem reabrir o processo, tenham encarecidamente o favor de explicar - à Justiça e ao público em geral, não só aos cordeiros de sempre - o seguinte:

- Que fazem na candidatura de honra de Luís Filipe Vieira 12 agentes e inspectores da Polícia Judiciária, alguns dos quais envolvidos directamente no processo de investigação do Apito Dourado?

- Porque não se constituiu como arguido o seu amigo António Salvador, que numa das escutas aparece a exigir que não quer três árbitros dos nomes propostos por Pinto de Sousa - Pinto da Costa não quer um deles na mesma sequência de escutas - e que desde então parece ter florescido como dirigente, sendo que uma das suas empresas de construção, Britalar, foi também responsável pela obra desse maravilhoso centro de formação do Seixal?

- Porque não se constitui arguido José Veiga, amigo da alma de Luís Filipe Vieira e seu braço direito desportivo então, que também surge em escutas a pedir árbitros para determinados jogos e, árbitros que favorecessem o Benfica, com quem aliás o presidente do Benfica jantou em diversas ocasiões e cenários, do sul ao norte do país, com o Presidente e vogais do Conselho de Arbitragem em Lisboa antes da nomeação de vários árbitros para jogos decisivos, tanto próprios como dos dois rivais na luta pelo título de 2004/05?

- O celebre "Estorilgate" e os comentários de técnicos do clube da Linha sobre como o processo foi conduzido, incluindo uma promessa falhada de contratação de um jogador que se revelou fundamental nessa derrota do seu clube.

- Quem pagou um adiantamento a Carolina Salgado, e ao progenitor da mesma, depositado num banco espanhol da fronteira para não levantar suspeitas, antes do lançamentos das acusações que acabaram em livro, filme e novela?

- Será que as escutas completas nos vão permitir comprovar quem, como presidente do Alverca, andou duas temporadas envolvidas em compra de jogos envolvendo o Beira-Mar, Salgueiros, Vitória de Setúbal, Marítimo e Campomaiorense, através do aliciamento de jogadores, técnicos, árbitros ou dirigentes dos distintos clubes em modo de pagamento de promessas de favores, um esquema aparentemente agora repetido a maior escala. Seria curioso não seria?

Se quiserem começar por estes míseros pontos de investigação, bastante mais profundos e complexos do que os supostos favores, nunca confirmados, para que uma equipa que em dois anos venceu dois troféus continentais - o tipo de títulos que Luís Filipe Vieira anda há quinze anos a prometer sem êxito aos seus - disputasse dois jogos irrelevantes na sua corrida a dois títulos conquistados com enorme facilidade face à sua imensa superioridade sobre os rivais, sou totalmente a favor da reabertura do processo Apito Dourado.
Pode ser que com as escutas completas, sem serem editadas em programas de software e divulgadas a membros da imprensa amiga que por sua vez ajudaram a dar eco através de redes sociais, tudo isso venha à tona e se saiba um pouco mais do que se passou nesses anos "infames", onde o Porto era "Palermo", sobre o dia a dia da vida do Benfica e dos seus dirigentes. A não ser que, como os emails, se lembrem de dizer agora que essas escutas também eram "ilegais" e portanto já não valem como prova. Não surpreenderia ninguém pois não?

Em caso de dúvidas, se não souberem que fazer, pensem sempre que Luis Filipe Vieira é um homem decidido e determinado e que em momentos de aperto tem sempre resposta na ponta da língua, do estilo... "o João, sim...pode vir o João"!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Reabertura do Apito Dourado?

A realizar-se, pode ser que desta vez passe de Leiria para baixo e se descubra Luís Filipe Vieira ao telefone com Pinto de Sousa, ex-presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, a escolher/exigir um árbitro: "o João, pode ser o João Ferreira"...
Quem não o conhecer que o compre...!!!