segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Critérios disciplinares dos juízes do apito

E faltou também, como infelizmente se está a tornar demasiado habitual, mais acerto da equipa de arbitragem, que tranformou numa falta a meio-campo um lance aos 73 minutos que o assistente considerou fora de jogo quando Adrian López ficou isolado com um companheiro, ambos só com o guarda-redes pela frente.
A verdade é que o Conselho de Arbitragem está a ser coerente nas nomeações e para os jogos fora do FC Porto designa árbitros de Lisboa com um critério que se define simplesmente como canela até ao pescoço - impressionante a dureza sucessiva não sancionada pelo árbitro, o que pode confirmar aqui. De uma vez por todas, os critérios têm de ser iguais para toda a gente e não estão a ser. E as regras são para cumprir, as técnicas e as disciplinares. Que não volte a acontecer a equipa alguma tantos lances sem sanção disciplinar, porque adultera a verdade do jogo, com interferência no resultado, como é óbvio. 
Os jogadores e as tendências dos juízes do apito
Os jogadores durante o jogo também se apercebem das tendências, como se percebe nesta frase do jovem médio (Rúben Neves): "O árbitro só começou a admoestar a equipa contrária a partir dos 80 minutos e permitiu que eles continuassem a fazer esse tipo de jogo".

Dureza excessiva não sancionada pelo Hugo Miguel de Lisboa   
               


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