domingo, 1 de julho de 2018

Àrbitro mexicano facilita tarefa do Uruguai

A arbitragem do mexicano César Ramos
O mexicano, juiz do apito, César Ramos, foi rigoroso para com as supostas faltas dos portugueses e algo permissivo para com o jogo subterrâneo dos "matreiros" uruguaios.
O exemplo mais evidente foi a decisão de não assinalar a falta sobre o Quaresma e que resultou num cartão amarelo a Ronaldo por reclamação mais veemente.

Relativamente à actuação das selecções, se relativamente à parte técnica houve equilíbrio entre os jogadores das duas seleções, já quanto ao resto, há a realçar a maior velocidade, capacidade física, melhor (conjunto) entrosamento na equipa uruguaia; defenderam quase sempre com (todos) os 11 elementos a trás da linha da bola e ofensivamente, atacaram com muitos, quase sempre com 4 ou mais jogadores nas imediações da área da seleção portuguesa.
Ao contrário os portugueses nunca aproveitaram verdadeiramente a possibilidade do contra-ataque, jogando lento e denunciado no seu meio campo, dando sempre oportunidade aos uruguaios de se reorganizarem na sua defesa. Daí a falta de oportunidades para os portugueses visarem com êxito a baliza uruguaia.

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