segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Erros graves de arbitragem contra o FCP

Já são demasiados os erros de arbitragem (foras de jogo mal assinalados e golos anulados) que esta época estão a impedir o FC Porto de aceder à posição de líder do campeonato...!
A Dragões Diário põe os pontos nos "is", mas não chega, o FC Porto precisa de ter na sua estrutura alguém mais incisivo e contundente para na imprensa apelar à ética e verdade desportiva.


Da Dragões Diário
Erros próprios e erros alheios causaram uma amarga derrota com o Arouca por 1-2, que deixa o FC Porto em situação delicada no campeonato, a menos de uma semana do clássico da Luz. É verdade que a equipa cometeu erros graves nos dois golos do Arouca, que a penalizaram bastante, mas também foi muito penalizada por uma arbitragem de apito leve para os jogadores do FC Porto e que anulou um golo legal, que na altura daria o 2-1 a favor dos Dragões. Logo a seguir o Arouca adiantou-se e até ao fim já só houve coração.

José Peseiro assumiu que a equipa cometeu erros graves, mas não teve medo das palavras ao apontar o dedo ao árbitro, porque aquele golo de Brahimi não é sequer um lance que possa originar dúvidas e mesmo que as houvesse, no fora de jogo na dúvida beneficia-se o ataque. Excepto, pelos vistos, quando é o ataque do FC Porto, tantos e tantos os lances de fora de jogo mal assinalado que têm penalizado a nossa equipa, ontem com custos muito evidentes no resultado. E depois há coincidências que só podem ser mesmo isso, coincidências. Rui Costa, o mesmo árbitro que há um mês perdoou um penalti ao Rio Ave, voltou ao Dragão para se voltar a enganar contra o FC Porto. Coincidência, certamente. Rui Costa, curiosamente, é irmão de Paulo Costa, membro do Conselho de Arbitragem. O adjunto de Lito Vidigal, curiosamente, é filho de Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem. Tudo coincidência. No caso, coincidências familiares.“O momento-chave é aos 62 minutos, quando fazemos o segundo golo, que não é fora de jogo, e que nos foi invalidado. Foi um golo limpo, mal invalidado, e passado pouco tempo sofremos o 1-2”, e José Peseiro acrescentou “Independentemente dos momentos menos bons que tivemos, criámos várias situações de golo. Não ganhámos porque não fomos eficazes, por erros nossos e de outros”.

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