quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FC Porto de ataque contínuo

Quanto ao facto do FC Porto ter de vender jogadores não me preocupa. Temos gente emprestada suficiente para colmatar qualquer eventualidade que seja imperiosa: Marega, SUK, Gonçalo Paciência…etc…etc… Já para não falar em tentar recuperar Aboubakar, quanto a mim, um activo fantástico que o FC Porto perdeu…!
Relativamente à equipa, o NES, pelo que vejo, conseguiu pôr a equipa a jogar bem defensivamente, mas não tem conseguido definir uma estratégia atacante minimamente eficaz.
Torna-se necessário: treinar, instruir, incentivar os médios de modo a ver se alguém se destaca a rematar de meia distância e tentar aproveitar quaisquer rematadores de meia distância que eventualmente existam no plantel. Treinar mais empenhadamente os lances de bola parada de modo a tirar mais rendimento deles… (casos exemplares: Pizzi SLB e Adrien Silva SCP).
É que as equipas adversárias quando defrontam o FC Porto jogam sempre encolhidas no seu meio-campo e jogam em antecipação a fim de interceptarem os passes dos médios para os atacantes azuis e brancos e tentam explorar o contra-ataque para criar instabilidade na equipa portista. Por outro lado os dragões têm muita dificuldade em jogar um futebol apoiado e de ataque contínuo, porque para jogar neste sistema, é preciso um aumento de velocidade nas desmarcações e o que é também muito importante, grande dose de criatividade naqueles elementos que fazem a diferença, ou seja, aqueles que através da sua técnica, virtuosismo e inspiração, conseguem desmontar os super-ferrolhos (autocarros de dois andares)…

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