sexta-feira, 11 de março de 2011

Europe League - CSKA Moscovo 0 FC Porto 1

Mais uma boa vitória conseguida devido ao espírito colectivo da equipa azul e branca!
Os primeiros 25 minutos do encontro foram frenéticos, com oportunidades junto das duas balizas. Há que dar o devido destaque a três excelentes intervenções de Helton, que impediu, nesse período, que a baliza azul e branca fosse violada.
Porém, os Dragões não deixaram de ter as suas oportunidades para marcar. Logo aos cinco minutos, Hulk porfiou na direita e serviu Falcao no centro da área. O remate do colombiano foi defendido com os punhos por Akinfeev. Dez minutos depois, o avançado voltou a «disparar», acertando numa muralha de pernas russa, depois de um livre apontado de forma rasteira por Moutinho.
À medida que os minutos passavam, a qualidade da exibição portista crescia, apesar das dificuldades colocadas pelo relvado sintético. Perto do intervalo, Falcao apareceu de novo, em fintas sucessivas, travadas «in extremis» já perto da linha de golo. No lance seguinte, após um pontapé de canto, foi Guarín a ensaiar aquilo que concretizaria mais tarde, num remate à meia-volta, de primeira. Akinfeev respondeu com dificuldades.
No segundo tempo a equipa dos dragões foi mais consistente, pelo que o CSKA não dispôs de qualquer oportunidade flagrante para marcar. Com maior capacidade física e poder de explosão, os azuis e brancos apoderaram-se por completo do encontro. Só faltava o golo, que esteve perto de ser conseguido aos 67 minutos: livre apontado por Hulk e Sapunaru, ao primeiro poste, a cabecear por cima da trave.
Porém, o tento da vitória acabaria por acontecer aos 70 minutos. Guarín combinou com Varela à entrada da área e «rematou» para o fundo das redes. O Guarin aqueceu a noite fria de Moscovo, que poderia ter-se tornado ainda mais azul se Sapunaru tivesse acertado no alvo, após iniciativa de Varela, a três minutos do apito final.
UEFA Europa League, oitavos-de-final, segunda mão -10 de Março de 2011
Estádio Luzhniki, em Moscovo
Árbitro: Robert Schörgenhofer (Aústria)
Assistentes: Mario Strudl e Alain Hoxha
Quarto árbitro: Thomas Gangl
Assistentes adicionais: Bernhard Brugger e Gerhard Grobelnik
FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Falcao e James
Substituições: James por Varela (57m), Hulk por Cristian Rodríguez (73m) e Guarín por Souza (81m)
Não utilizados: Beto, Belluschi, Sereno e Rúben Micael
Treinador: André Villas-Boas
CSKA MOSCOVO: Akinfeev; Nababkin, Berezutski, Ignaschevich e Schennikov; Honda, Mamaev, Semberas e Dzagoev; Doumbia e Vágner Love
Substituições: Honda por Tosic (75m) e Doumbia por Necid (79m)
Não utilizados: Chepchugov, Berezutski, Aldonin, Rahimic e Oliseh
Treinador: Leonid Slutski
Ao intervalo: 0-0 - Marcador: Guarín (70m)
Disciplina: cartão amarelo para Semberas (19m), Otamendi (63m), Vágner Love (66m)

10/03/2011 - ANDRÉ VILLAS-BOAS: «A SEGUNDA PARTE FOI TOTALMENTE NOSSA» 
André Villas-Boas era no final do jogo um treinador tranquilo, reconhecendo que a eliminatória ainda não está ganha, mas prometendo manter o FC Porto concentrado nos pontos fortes do CSKA e afirmando que se a equipa marcar primeiro no jogo do Dragão, na próxima semana «seguirá em frente».
«Vitória para o FC Porto, mas que não terá significado se no fim não juntarmos o troféu. Foi um jogo com duas partes. Na primeira, o CSKA criou algumas oportunidades, mas na segunda controlamos completamente e críamos algumas oportunidades e fizemos o golo».
Problemas do relvado sintético
«A bola comporta-se de forma diferente e exige um esforço diferente do ponto de vista muscular, mais penalizador para a face posterior dos músculos das pernas. Mantivemos o bom nível e fizemos uma partida de grande concentração e entrega, a segunda parte foi totalmente nossa».
Eliminatória não está decidida
«A eliminatória não está decidida, com o Sevilha passou-se isto e depois perdemos em casa e podíamos ter sido eliminados. É importante anular os pontos fortes do CSKA, como as saídas rápidas para o ataque, chegar primeiro ao golo e passaremos a eliminatória».

Freddy Guarín marcou o golo da vitória do FC Porto em Moscovo e no final do jogo não escondeu a felicidade por «ter contribuído» para o sucesso do clube. O guarda-redes Helton, que realizou um par de grandes defesas na primeira parte, quando o CSKA mais ameaçou a baliza portista, reconheceu que a equipa sentiu algumas dificuldades de início, mas que «depois tranquilizou».
Guarín - «O golo foi uma jogada rápida em que consegui ter espaço para rematar. Não tenho dúvidas do que posso dar a este clube e o técnico e os companheiros têm ajudado. São dois jogos e acreditamos e confiamos que vamos confirmar este resultado no Dragão. Esperamos dar alegria aos adeptos e seguir em frente».
Helton - «Os adversários querem sempre complicar-nos a vida, não estamos habituados ao sintético e sentimos dificuldades no início do jogo. Depois tranquilizamo-nos mas ainda está tudo em aberto, porem temos um pouco mais de serenidade para continuar a trabalhar».

quarta-feira, 9 de março de 2011

Jorge Nuno: Estrelas não são o seu forte

O CSKA de Moscovo é o "cliente" que se segue na Liga Europa e Pinto da Costa não conteve a ironia, quanto às expectativas para o jogo, aproveitando para endereçar mais farpas ao Benfica. "Vamos disputar mais um jogo da Liga Europa, sofremos uma derrota até este momento, esperamos ganhar, embora não possa dizer nada porque ontem à noite estive a tentar ler nas estrelas, a ver se estava lá escrito o resultado, mas não consegui. Realmente não sou 'expert' em astrologia e bruxarias e não consegui ler nada nas estrelas, de modo que vamos confiantes, mas sem certezas quanto a resultados. A única coisa que vi é que quando começar estará 0-0, não consegui ver mais nada", ironizou. 
Apesar de apontado como favorito à vitória na Liga Europa, o campeonato foi sempre a prioridade do FC Porto. "Estivemos sempre concentrados nas duas provas. Mas é evidente que não vamos poupar qualquer jogador no campeonato a pensar seja em que prova for. Na Taça da Liga aproveitámos para rodar jogadores, porque nunca foi prioridade. Agora se pudermos ir mais longe e até chegar à final da Liga Europa, não vamos dizer que não". 
PS - 09/03/2011 - AZUL E BRANCO INVADIU PRAÇA VERMELHA
A comitiva do FC Porto, equipa técnica e jogadores incluídos, visitou esta manhã o Kremlin, num passeio de cerca de meia hora antes do almoço e que serviu para descontrair antes do treino desta tarde.
Eram cerca das 12h00 em Moscovo, quando Hulk, Falcao e companhia visitaram a Praça Vermelha e o Kremlin, a maior atracção turística de Moscovo, debaixo de uns primaveris 3 graus centígrados e com o sol a brilhar – para amanhã, à hora do jogo, prevêem-se temperaturas negativas.
O FC Porto treina esta quarta-feira no Estádio Luzhniki, às 19h00 locais (16h00 de Portugal continental), na tradicional sessão de adaptação à iluminação e ao relvado (artificial).
O jogo entre o CSKA e o FC Porto, a contar para a primeira mão dos oitavos-de-final da UEFA Europa League, realiza-se quinta-feira, às 18h00 de Portugal continental.
PS1 - "Vi alguns jogos em que o FC Porto foi derrotado e constatei que o jogo muito rápido do adversário foi a única forma de neutralizar essa equipa. Será isso que iremos fazer", afirmou Leonid Slutski bastante confiante.
PS2 - Relvado - "A relva artificial apresenta boas condições e até pode potenciar as qualidades técnicas dos jogadores do FC Porto. A maior dificuldade será a trajectória da bola e perceber se ela vai prender ou rolar mais rápido. Quando treinarem aqui têm de fazer muita circulação e passes, para que a adaptação seja total."
PS3 - Europe League
Robert Schorgenhofer vai apitar o CSKA de Moscovo frente ao FC Porto
O árbitro nomeado pela UEFA para o jogo entre CSKA de Moscovo e FC Porto é o austríaco Robert Schorgenhofer. A partida disputa-se no estádio Lukhniki na capital russa às 21h00 locais (18h00 hora portuguesa).
Robert Schorgenhofer, vai ser auxiliado pelos assistentes Mario Strudl e Alain Hoxha e pelos assistentes adicionais Bernhard Brugger e Gerhard Grobelnik.

terça-feira, 8 de março de 2011

No Porto Canal : A bola é redonda

Este é um bom programa sobre futebol, pluralista e democrático, com um único senão: o facto do representante do Benfica no programa, ser fanático e padecer de delírios permanentes.
E esta não é uma afirmação gratuita, pelo contrário é baseada em factos. Aquando da oportunidade dele para falar começou a tergiversar, divagando sobre o Benfica ser um clube planetário e todos os outros: clubes pequenos, menores, moribundos...etc...estes foram os adjectivos com que mimoseou a oposição. A partir daqui já podem ajuizar até onde vai a: arrogância, a prosápia (bazófia, jactância), a falta de respeito pelos adversários, deste cavalheiro...!
PS - JJ produz afirmações controversas (até onde vai o fanatismo dos encarnados!)

...o autarca bracarense, que acusou Jorge Jesus de ter feito "terrorismo ao afirmar que o árbitro era do agrado do Braga". "Isso é redondamente falso. Só são do nosso agrado aqueles árbitros que apitam com qualidade. Ele [Jorge Jesus] tentou condicionar o Braga, mas não conseguiu", sublinhou.
Como fiel seguidor do clube minhoto que é, Mesquita Machado seguiu com bastante atenção o encontro e ficou admirado quando soube que haviam acusado os membros do banco do Braga de fazerem pressão para Carlos Xistra expulsar Javi García por agredir Alan. "Foi uma desculpa de mau perdedor. Como se acusa o banco do Braga de fazer algo, quando todos viram a cena vergonhosa que se passou no fim do jogo com o Nacional", questionou o edil da Cidade dos Arcebispos...!
PS1 - Pedro Machado ex-presidente do Braga relativamente a LFV
"Só vejo chatices no túnel e no Estádio da Luz. Em Braga não há jagunços, mas em Alverca já ouvi falar no Kadafi dos pneus".
PS2 - Mesquita indignado - "O jornal A BOLA devia ter um emblema do Benfica"
Foi com alguma admiração que Mesquita Machado tomou conhecimento do que alguma Imprensa escreveu ontem sobre o jogo. Alguns, como lembrou o presidente da Câmara Municipal de Braga, preferiram "tirar mérito à vitória" da equipa treinada por Domingos Paciência, mas isso não o perturbou. "O jornal A BOLA deveria ter um emblema do Benfica na primeira página, porque toda a gente sabe que é um acérrimo defensor do clube da águia.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Em Braga LFV provou do próprio veneno e não gostou

"Não entendo porque é que Braga hostilizou o Benfica. Não a sua Direcção, mas sim alguns jagunços que passam por aqui, nomeadamente um segurança, empurrando-me por tudo e por nada".
Afinal não foi o que eles fizeram aos madeirenses do Nacional e do Marítimo? Já para não falar da confusão que os "stewarts benfiquistas" armaram a época passada aos jogadores azuis e brancos! Pelos vistos em Braga provaram e não gostaram dos seus (deles) métodos, de constantemente empurrarem os adversários na Luz ( e não só lá)!
PS . JJ patético
 "A expulsão do Javi García, e o lance consequente, é que marcam o jogo. Quem expulsou o Javi foi o banco do Braga, que condicionou o árbitro".
Então não é que o rapazinho é tão bonzinho que até nem passa o tempo do jogo a dar cacetada grossa aos adversários, nem nada...! 
Ó JJ deixa-te de conversa e trata mas é de mentalizar o teu jogador para passar a ser mais subtil e não dar "tanto na bronca"! Na equipa do Benfica toda a defesa é um bando de caceteiros, culminando no Javi Garcia que é o caceteiro-mor lá do sítio...!
Asseguro-te que a actuar como o faz, se envergasse a camisola azul e branca seria expulso em todos os jogos.
A confirmação do acima exposto (número de cartões amarelos)
O médio espanhol por ter visto o cartão vermelho directo, resultante duma alegada agressão a Alan ainda na primeira parte do embate com o Braga, enquanto o Luisão, que se encontrava em risco desde Outubro (!), e o uruguaio atingiram o limite de cartões amarelos. No caso do lateral-direito (Maxi Pereira), que já havia ficado de fora contra a Naval, após ter completado a primeira série de cartões contra o FC Porto, foi a nona vez que foi admoestado com o amarelo. Em risco de exclusão continuam Fábio Coentrão, Jardel e Salvio.

sábado, 5 de março de 2011

Jogo da Liga - FC Porto 2 Vitória de Guimarães 0

Os Dragões hoje tiveram mais uma vez de ser autenticos guerreiros, uns verdadeiros dragões para conseguir levar de vencida esta equipa vimaranense muito matreira e excessivamente agressiva, procurando jogar na intimidação porque sabiam que os azuis e brancos precisavam de se manter operacionais para o próximo jogo de quinta-feira!
Nas Luz foram uma equipa macia que pouca resistência opôs aos encarnados, foram uns autenticos tenros! No entanto ao defrontar o FC Porto queriam (ter a veleidade de) ganhar no Dragão! E se na primeira parte lograram ter alguma eficácia , e conseguiram de certa forma resistir, foi porque o juiz do apito que apitou no Dragão foi (benevolente e perdoou aos jogadores do Vitória alguns cartões durante o decorrer da primeira parte) permissivo e não reprimiu como devia a excessiva agressividade que os vimaranenses empregaram contra os jogadores do FC Porto.


Estádio do Dragão - Relvado em bom estado - Espectadores 36419
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)
Golos: 1-0 Falcao 67', 2-0 Christian Rodriguez 90'+2'
FC Porto : Helton, Fucile, Maicon, Rolando, Álvaro Pereira, Fernando, João Moutinho, Belluschi (Guarin, 54), Varela (Cristian Rodriguez, 65), James Rodriguez (Ruben Micael, 81) e Falcao.
Treinador André Villas-Boas
Guimarães : Nilson, Alex, N'Diaye, Cléber, Bruno Teles, Renan, João Alves, Jorge Ribeiro (João Pedro, 62), Toscano (Rafael, 62), Targino e João Ribeiro.
Treinador Manuel Machado
Cartões amarelos: Jorge Ribeiro (07 ), Rolando (07), João Ribeiro (45), Rafael (64), Alex (73), João Alves (80) e N'Diaye (83 e 87). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para N'Dieaye (87).
O FC Porto um a um - CARLOS GOUVEIA n’OJOGO
James e Falcao com via verde para o título
Helton 6 : Começou, literalmente, em grande, com uma defesa com o pé direito aos 15 segundos, a remate de Targino. Depois, só teve que se preocupar com cruzamentos e sair duas vezes dos postes para se antecipar a Rafael.
Fucile 5 : Erro a abrir, permitindo que a bola batesse à sua frente e que Targino a ganhasse nas costas. A partir daí, ligou o botão da concentração e acertou a marcação.
Rolando 7 : Quase não se deu por ele, mas esteve em todo o lado a dar o corpo aos remates ou a antecipar-se aos adversários. E ainda iniciou o lance do primeiro golo.
Maicon 6 : Surpresa no onze, mas bom regresso. Notou-se a preocupação de não facilitar. Ganhou todos os lances aéreos e procurou afastar Toscano da área.
Fernando 6 : Alguns passes mal entregues, não permitem nota superior. Controlou bem os médios mais ofensivos do Guimarães.
Belluschi 5 : Um passe sublime, para Álvaro Pereira, numa má exibição. Irreconhecível, acumulou passes errados a um ritmo elevado. De positivo, apenas a luta defensiva.
João Moutinho 6 : Um pouco mais trapalhão do que o habitual na primeira parte. Melhor depois do intervalo, com passes mais seguros e um livre directo que quase surpreendeu Nilson.
Varela 6 : As diagonais custaram a sair e só quando trocou de lado é que subiu de rendimento com alguns cruzamentos e um remate perigoso. Por duas vezes, tentou assistir Falcao de cabeça, mas acertou sempre nos defesas.
James 7 : Na esquerda (primeira parte) ou a 10 (na segunda) assinou a maior parte dos lances perigosos. Aos 6', tirou um grande cruzamento a que Falcao não chegou por milímetros. Mudou de táctica, e assistiu pelo chão o compatriota para o golo inaugural. Quase marcou pouco depois, mas o remate saiu ao lado.
Falcao 7 : Nilson adiou-lhe o golo uma série de vezes, mas o avançado não desistiu e acabou por abrir a contagem, na sequência de uma boa desmarcação: na cara do guarda-redes, não deu hipóteses. Aos 89' quase bisou, mas atirou por cima.
Guarín 6 : Reposta de Villas-Boas à má noite de Belluschi e o FC Porto melhorou com a sua entrada. Mais força, mas também, mais qualidade no passe.
Rodríguez 6 : Rápido, activo e certeiro, um Rodríguez melhor do que nos últimos tempos, premiado com o golo da tranquilidade, num contra-ataque que finalizou com categoria.
Rúben Micael 6 : Bons dez minutos em campo. Podia ter marcado num contra-ataque, mas faltou-lhe confiança para finalizar com o pé esquerdo. Curiosamente, foi esse o pé que usou para estender a passadeira a Rodríguez no 2-0, numa grande assistência.
André Villas-Boas : "As nossas vitórias são sempre difíceis"
André Villas-Boas ao comentar o jogo com o Vitória em que o FC Porto teve "controlo absoluto". André reconheceu mérito ao Guimarães, considerando que os vimaranenses tinham estado "estrategicamente muito bem" e, que na primeira parte, até "criaram algumas dificuldades". "Sabemos que as vitórias do FC Porto são difíceis e as do Benfica no último minuto, são fantásticas. Foi portanto uma vitória complicadíssima, difícil, não meritória, mais uma vez sob grande dificuldade, grande stress físico e emocional... e, se calhar, quanto a nós até foi o contrário: mais uma sapatada de luva branca em certos comentários afectos ao clube da águia”. Dito isto, considerou: ” ser importante ter uma análise lúcida e não colorida dos factos", frisou para defender a sua tese que a equipa esteve "bem em todas as frentes", e assim pretende continuar, a caminho do título - "Faltam seis vitórias", lembrou, e, para a meta interna que tornou pública há algumas semanas. Os azuis e brancos definiram um ciclo de vitórias e "faltam três" para atingir o objectivo. "Vamos acreditar que nos vamos manter dentro deste nível", referiu, animado pelo que viu ontem, um "desejo de ajudar a conquistar o título" que é comum a "todos" os jogadores, titulares ou não, o que facilita a gestão. O defesa central Otamendi, por exemplo, ficou de fora por uma "questão estratégica" - "O Guimarães joga muito com bolas em profundidade; achámos que, com Maicon a jogar em antecipação, seria melhor", explicou , sem que daí tenha resultado qualquer contra tempo para a defesa dos dragões.


N'Diaye 6 : Um encanto na defesa que teve o condão de se prolongar para lá da quebra que atingiu a equipa. Rápido a desarmar e fortíssimo no jogo aéreo, quase conseguiu dominar Falcao por completo. Só não soube gerir um cartão amarelo, acabando expulso (87') ao cortar uma bola com a mão.
O Sr. Machado ou é Camões ou come queijo! Quando jogou na Luz foram (tenros) muito macios porque o árbitro que apitou esse jogo os inibiu, mas ele na altura não disse nada! Este sr. deve é olhar para dentro e treinar a equipa para não serem tão caceteiros..."quem não quer ser lobo não lhe veste a pele"! Ainda na primeira parte do jogo no Dragão, ficaram por mostrar alguns cartões amarelos a jogadores do Vitória.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Casos e casos do futebol

Rui Moreira: Mas se já nada me espanta nesse senhor, faz dó ouvir António Pedro Vasconcelos a decalcar esse enredo trauliteiro, fabricado pela máquina de informação da Luz, e distribuido como guião obrigatório aos dependentes comentadores encarnados…
Dragaoatento: Diferença de tratamento por parte de certos jornalistas: JJesus pode cometer os mais insidiosos atropelos que certa imprensa é logo muito pressurosa a escamotear, em contra partida à mínima que o Villas-Boas faça é logo desancado sem dó nem piedade!
Rui Moreira: A moral da hitória é essa, e só a reverência jornalística ao clube do regime impede que este tema tenha sido escrutinado (discutido/verberado).
A diferença significativa entre o FC Porto e o Benfica é outra.
É que o FC Porto venceu quatro Taças europeias, enquanto o Benfica emperrou à segunda, ao que se diz pela maldição de Gutman ou, no dizer de Gomes da Silva e de APV, por culpa do inefável sistema…
Critérios da arbitragem
O dirigente do Marítimo C. Freitas assegura que em Portugal há regras diferentes para o Benfica.
Rui Moreira: Na Luz,  o árbitro Vasco Santos esteve bem tecnicamente, mas acusou a pressão e pecou pela dualidade de critérios que exibiu no capítulo da disciplina. Esqueceu-se de castigar Fábio Coentrão com um cartão amarelo por ter dado uma cotovelada em Djalma e o seu assistente não ouviu os insultos do “melhor lateral-esquerdo do Mundo” que, assim, jogará em Braga. Coisas pequenas, dirão. Mas é com coisas pequenas como estas que se decidem coisas grandes.
Francisco José Viegas: finíssima (elegante) ironia
Eu (FJV) conto: é esta a versão correcta: com a sua proverbial elegância, JJesus entrou em campo num final dum jogo com o Nacional para felicitar os jogadores adversários, em especial um deles, a quem abraçou de forma comovida mas com macheza e consideração. No final do jogo com o Marítimo, Jorge Jesus (na companhia do director do futebol do Benfica) entrou de novo em campo, distribuindo “carolos amigáveis” , abraços e apertos de mão aos jogadores e à equipa técnica adversária, saudando-os pela luta proporcionada durante o prélio, oferecendo pastilhas elásticas à sua volta.
No decorrer da operação de charme verificou-se também que a entrada do túnel foi palco de novas manifestações de apreço pelo adversário e, pelo movimento dos lábios, pudemos apreciar elogios e simpáticas palavras de conforto aos maritimistas. Há quem diga que Jesus, bom anfitrião, exagerou nas suas demonstrações de donaire e cavalheirismo para com as equipas madeirenses. Mas parece que vai estender a prática a outros jogos, com a amigável compreensão da Liga!

Villas-Boas: «SE FORMOS COMPETENTES TRIUNFAREMOS»

Dragaoatento acrescenta: atitude e força moral para suportar as provocações dos adversários e do juiz do apito. 

A semana de trabalho foi bem conseguida e o FC Porto prepara-se para fazer «um bom jogo» frente ao Vitória de Guimarães. A garantia é do treinador André Villas-Boas, que sabe que os vimaranenses podem apresentar um «factor surpresa», mas que confia na competência e motivação do plantel para vencer mais um encontro no Dragão.
Demonstração de força
«Não teremos esse sentimento de revolta por termos perdido pontos na primeira volta. O que queremos é continuar dentro do objectivo estabelecido. Em Olhão, conseguimos a primeira de cinco vitórias que queremos atingir. Se não, teremos outro ciclo de cinco jogos para resolver o campeonato. Mas seria uma demonstração de força se o conseguíssemos trilhar, contra um Vitória que se tem mantido sempre dentro dos objectivos para esta época e que está às portas de uma final da Taça. É um adversário de prestígio, que sofre sempre muitas entradas e saídas, mas que se mantém fiel ao estilo de jogo e à sua forma de jogar. Nesse sentido, é uma equipa da qual esperamos grandes dificuldades.»
Estratégias do adversário
«Jogar contra o Guimarães fora ou em casa, é sempre extremamente complicado. Ano após ano, sofrem mudanças, mas mantêm-se sempre dentro dos objectivos. O Guimarães tem um treinador que, de jogo para jogo, gosta de adoptar estratégias diferentes, que não são fáceis de analisar. Podem causar alguma surpresa, até pela introdução de jogadores diferentes no ‘onze’. Confiamos na nossa organização, mas tendo em conta esse factor surpresa.»
Empenho e competência
«Tivemos uma semana boa de recuperação e de trabalho, dentro dos nossos princípios. Os dois dias de folga foram essenciais para a recuperação mental e depois trabalhámos de forma muito forte nesta semana. Podemos fazer um bom jogo, dependendo da forma como entrarmos e encararmos o adversário. Se formos competentes, triunfaremos. Se não estivermos comprometidos, podemos ter problemas e perder pontos.»
Manter a motivação
«É perfeitamente possível e enquadrável não sermos campeões. Já nos foi apontado um possível ciclo negativo, a que respondemos com uma boa série de vitórias. Estamos confiantes de que vamos levar este percurso até ao fim, mas o futebol é imprevisível e encaro sempre essa possibilidade. Só um FC Porto no topo da motivação e do compromisso pode manter esta vantagem. Não há melhor motivação do que acreditar no título. Se os outros sentem isso, nós temos razões para nos sentirmos ameaçados e manter um elevado nível motivacional e triunfar.»
Objectivo: título
«Relativamente ao que disse o Alvaro, não é uma obrigação terminarmos invictos. Podemos manter a invencibilidade com nove empates e perdemos o campeonato. Compreendo que possa ser um estímulo, mas sem títulos isso não tem valor. O nosso compromisso é o de pensar em vitória após vitória, que nos leve ao título desejado. O facto de termos vários jogadores com quatro amarelos até inibe certo tipo de comportamentos negativos, como no caso do Hulk e do Helton, que estiveram muitos jogos à beira da suspensão. Vamos manter-nos assim e vamos vendo.» - 03/03/2011

COMUNICADO DO FC PORTO

porto, 4 de Março de 2011 - O Futebol Clube do Porto comunica que celebrou um memorando de entendimento com os proprietários do Porto Canal que tem como objectivo reforçar a expressão pública e o relacionamento da nossa Instituição, assim como promover a Marca e os produtos e serviços associados.
O acordo é o primeiro passo de um plano que permitirá o reforço dos canais de Comunicação e Marketing do FC Porto, nomeadamente a nível da Televisão, Novos Media, e ferramentas sociais.
Oportunamente, aquando da fase de concretização das intenções acordadas, serão dadas mais informações acerca deste assunto. 

A Direcção do FC Porto.

CRISTIAN RODRÍGUEZ REGRESSA ÀS CONVOCATÓRIAS

04/03/2011 - O regresso de Cristian Rodríguez (entra para o lugar de Hulk, que cumpre castigo) é o destaque da convocatória de André Villas-Boas para o desafio da 22.ª jornada da Liga. O FC Porto recebe o V. Guimarães já este sábado, às 19h45, no Estádio do Dragão.

Lista de convocados: Helton, Maicon, Alvaro, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Falcao, Cristian Rodríguez, Mariano, Fucile, Rolando, Varela, James, Sapunaru, Beto, Fernando, Rúben Micael e Otamendi.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Álvaro Pereira

Queremos ser campeões nacionais e triunfar na Europe League! 
"A ideia é essa, somos o ataque mais concretizador e a melhor defesa e temos conseguido coisas importantes", destacou.


PS - Kelvin esteve em destaque na vitória do Paraná Clube sobre o Cascavel no último fim-de-semana. O reforço portista, de 17 anos, mostrou uma frieza incrível quando marcou o segundo golo da equipa, na transformação de uma grande penalidade sobre ele cometida. Com o pé esquerdo, Kelvin marcou o penálti à Panenka (imortalizado por Antonín Panenka na final do Europeu de 1976 entre a Checoslováquia e a Alemanha), com um remate subtil que enganou por completo o guarda-redes. Kelvin ainda enviou uma bola à trave. O avançado leva quatro golos no Campeonato Paranaense.
PS1 - Boa notícia para André Villas-Boas. O internacional sérvio do CSKA de Moscovo, Zoran Tosic, não faz parte dos planos do treinador Leonid Slutsky para o jogo com o FC Porto, agendado para quinta-feira, na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa. O influente médio sofreu uma lesão nos ligamentos do tornozelo no decorrer do último jogo e deixou o técnico moscovita à beira de um ataque de nervos, segundo relatou a Imprensa russa. É que o futebol do CSKA gira à volta da criatividade de Tosic, que tanto pode actuar na esquerda do meio-campo como a extremo. Há dúvidas se recupera para o segundo jogo.
PS2 - Com as regras do "fair-play financeiro" impostas pela UEFA a exigirem que os clubes gastem menos dinheiro do que conseguem gerar, a apresentação de resultados positivos é, mais do que aconselhável, obrigatório. Ora, desta vez, a alienação de parte significativa dos passes de jogadores como João Moutinho, James Rodríguez e Walter ajudou a equilibrar as contas. Contudo, porque o equilíbrio das contas do FC Porto depende da realização de entre 20 a 30 milhões de euros em transferências de jogadores todos os anos e porque naturalmente é mais difícil consegui-lo com menos do que 100 por cento dos respectivos passes, o regresso à Liga dos Campeões é uma prioridade absoluta para o clube. E basta vencer o Guimarães para o garantir.

O costume! Critérios de arbitragens beneficiam o Benfica

José Couceiro não tem dúvidas: a arbitragem foi decisiva para o resultado do dérbi e consequente eliminação do Sporting da Taça da Liga. O novo técnico dos leões defendeu a ideia de que Jorge Sousa usou critérios diferentes em matéria disciplinar e afirmou mesmo que, se não tivesse havido dois pesos e duas medidas, o desfecho da partida seria outro. "Se o critério disciplinar tivesse sido igual, o jogo não teria tido este desfecho. Há tantas situações... Contra-ataques parados que não são punidos, faltas a meio-campo que não são marcadas e geram cantos, sabendo toda a gente que o Benfica é muito forte nisso. São situações que se repetem, nós não chegámos hoje ao futebol. E tem sido isto ao longo da época", assinalou Couceiro. 
...Sei que não é fácil arbitrar, mas não estou a falar de aspectos técnicos, mas disciplinares. São situações que nos condicionam, evidentemente que sim. Condicionam e alteram o estado de espírito dos jogadores."
PS - Dragaoatento:
Condicionam e alteram o estado de espírito dos jogadores."
Já eu próprio tenho denunciado estes aspectos das actuações desonestas dos juízes do apito, que são decisivos nos resultado dos jogos!
Conclusão: perante uma certa Imprensa benfiquista extremamente fundamentalista e tendenciosa que procura influenciar por sistema, os árbitros não têm tomates para serem isentos, porque acima de tudo, têm receio de perder a galinha dos ovos de ouro!

terça-feira, 1 de março de 2011

Jorge Nuno dá música a determinada Comunicação Social (encarnada)

"Confusões na Luz não são novidade"
O presidente do FC Porto sublinhou, logo a abrir o assunto em causa, que "só" aceita comentar "qualquer confusão que seja novidade". Por uma razão muito simples: "Não é novidade seja o que for que aconteça no túnel do Estádio da Luz". Só que, pela segunda vez esta época, e curiosamente contra outra equipa madeirense - o desentendimento de Jorge Jesus com Luís Alberto, médio do Nacional, está a ser analisado pela Comissão Disciplinar da Liga -, as ocorrências sucederam em pleno relvado.
"Agora já deixaram o túnel", assinalou Pinto da Costa: "Deve haver muitas câmaras no túnel e as câmaras que filmam os acontecimentos cá fora são mais fáceis de controlar do que as que filmam lá dentro".
"Dá gozo vê-los ignorar os nossos feitos"
Pinto da Costa disparou em direcção a um alvo identificado: os críticos do FC Porto. "Essas pessoas não nos merecem atenção, porque são aquilo que, no sentido figurado, qualifico como os incendiários do futebol. Através de programas televisivos, onde respiram ódio em cada intervenção, não têm outra intenção que não seja denunciar coisas hipotéticas".
O presidente do FC Porto considerou que "caiu a máscara a determinada Imprensa", depois de uma reunião na Luz na qual "estiveram alguns dirigentes dos vermelhos e nela participaram José Manuel Delgado e Fernando Guerra, do jornal "A Bola", e comentadores televisivos, onde tomaram ridículas deliberações como pedir aos sócios que não apoiassem a equipa fora de casa".
Pinto da Costa garante até que sente algum prazer na indiferença com que tratam o FC Porto. "Dá-nos imenso gozo que elevem os nossos adversários e que ignorem os nossos feitos. É muito mais importante a Imprensa estrangeira relevar o que fazemos, como aconteceu na semana passada, quando esteve cá a principal estação televisiva do Japão a fazer um programa sobre o facto de termos 30 jogos do campeonato sem perder".
Sem golos "com a mão ou em fora-de-jogo"
Pinto da Costa não quer, por enquanto, falar em festejar mais um campeonato, o 24º título da história e o 17º desde que é presidente. "O que espero é continuar a ganhar categoricamente, como em Olhão. Felizmente, nenhuma das nossas vitórias foi alcançada com um golo fora-de-jogo e com a mão, são todas com os pés e com a cabeça". De resto, o presidente portista não tem dúvidas que a vitória no Algarve terá constituído mais uma tristeza para a concorrência. "É natural que os clubes que beneficiariam do nosso desaire sintam tristeza, mas o que me dá gozo é o desgosto que damos a determinada Comunicação Social".
PS - Jorge Jesus e os milagres
Para trás ficam preocupações mais católicas, coisas de um Jesus diferente, que falava em oferecer a outra face. E, no entanto, tanto este como o outro conseguem verdadeiros milagres. Se o original conseguia fazer os cegos ver, este consegue cegar os árbitros que nunca vêem aquilo que se passa à frente dos respectivos narizes e salta aos olhos de toda a gente. Por outro lado, bem vistas as coisas, isso nem sequer é assim um grande milagre. Milagre a sério será ver outro treinador fazer o mesmo sem consequências.