domingo, 19 de agosto de 2012

Liga Portuguesa- Gil Vicente 0 FC Porto 0

Mais um semi-desaire dos Dragões! Já tenho referido e continuo a afirmar que a actual equipa técnica do futebol Portista é medíocre e, pelos vistos, continua a justificar as críticas que lhe tenho feito. A equipa joga mal: os avançados chutam para a bancada e não marcam os defensores contrários; os médios não alimentam os avançados com precisão (a defender lá se vão safando) e, a defesa corta relativamente bem mas entrega muito mal, daí os adversários chamarem-lhes um figo. Depois não existem esquemas ofensivos, jogadas mecanizadas de ataque! Resultado: a equipa portista ataca muito mas em vão. Poucas são as jogadas de golo iminente que a equipa consegue construir! Que será preciso acontecer para que Pinto da Costa se aperceba que o nível desta equipa técnica é demasiado baixo para um clube com as expectativas (pretensões) do FC Porto?!
Sobre a actuação de Duarte Gomes direi o seguinte: actuação extremamente caseira! Este artista sob a capa do rigor fecha os olhos a jogadas grosseiras ilegais, quando acha conveniente, ou seja, quando prejudicam o FC Porto! Pois fechou os olhos a dois penaltis claríssimos favoráveis aos Dragões. Esta afirmação é atestada pelos três ex-árbitros no tribunal  de OJOGO.
FICHA DE JOGO
Liga, primeira jornada - 19 de Agosto de 2012
Estádio Cidade de Barcelos - Assistência: 8,298 espectadores
Árbitro: Duarte Gomes (Lisboa)
Árbitros assistentes: Tiago Trigo e André Santos
Quarto árbitro: Bruno Esteves
GIL VICENTE: Adriano; Daniel, Halisson, Cláudio e João Pedro (cap.); Luís Manuel, César Peixoto e André Cunha; Pedro Pereira, Rafael Silva e Luís Carlos
Substituições: Pedro Pereira por Leonardo (64m), Rafa Silva por Brito (69m) e Luís Carlos por Peks (90+2m)
Não utilizados: Lúcio, Bruno Pinheiro e Paulo Arantes
Treinador: Paulo Alves
FC PORTO: Helton; Miguel Lopes, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, Lucho e João Moutinho; Hulk (cap.), Jackson Martínez e James.
Substituições: Fernando por Kleber (57m), Mangala por Alex Sandro (57m) e James por Atsu (70m)
Não utilizados: Fabiano, Danilo, Varela e Defour

Treinador: Vítor Pereira
Cartão amarelo: João Pedro (37m), Mangala (47m), James (70m), Lucho (72m) e Halisson (90+4m)

3 comentários:

  1. foi o primeiro teste da época. se comparado com a transacta, já conquistamos um ponto.
    (é a visão positiva da coisa, a perspectiva pelo copo meio-cheio).

    foi uma partida onde o futebol praticado ficou muito aquém do rápido, intenso, pressionante, com a equipa a só pressionar na parte final, e mais com o coração que com a cabeça. ou seja, um filme muito visto na época transacta...
    (é a visão negativa da coisa, a perspectiva pelo copo meio-vazio).

    e, se nada está perdido, é certo!, não deixa de ser igualmente verdade que convém encontrar o rumo da vitória já no próximo encontro, em nossa casa e frente ao Vitória de Guimarães (que empatou o Sporting na possibilidade de liderar o campeonato - um feito que já não consegue desde 17 de Agosto de 2007).

    somos Porto!, car@go!
    «este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

    saudações desportivas mas sempre pentacampeãs a todas(os) vós! ;)
    Miguel | Tomo II

    ResponderEliminar
  2. Viva Miguel!
    O Miguel é um optimista, tudo bem.
    No meu caso estou céptico e insisto, o Vítor Pereira que só tem a seu favor o facto de ser portista, neste momento, não é treinador para o FC Porto e ponto.
    É que o futebol praticado pelos Dragões não entusiasma, creio mesmo que a continuar assim, vai afastar muitos adeptos do Dragão.
    Na minha opinião tanto o Jorge Costa como o Domingos Paciência são melhores. O Presidente está empolgado com a ideia de no FC Porto qualquer treinador serve, mas não é bem assim. Só treinadores como: Pedroto, Mourinho e Villas-Boas conseguem realmente mobilizar e entusiasmar os adeptos do FC Porto.

    ResponderEliminar
  3. FALTOU O GOLO
    Não é bem assim. Vítor Pereira que veja a crítica construtiva em :
    http://www.dragaoatento.blogspot.pt/

    ResponderEliminar

Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação.