quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Meditação - Considerações

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Segundo creio, afinal tudo se resume em trabalhar cada vez mais e melhor, a fim de conseguirmos atingir os objectivos!

Antes de se dizer mal do Jesualdo tenham em conta que ele foi escolhido pelo Presidente PdaC.

Relativamente aos novos jogadores é evidente que ainda não têm o nível dos que saíram. Creio porem que acabarão por lá chegar.
Temos tambem de considerar que o FCP não foi,nem podia, contratar jogadores consagrados, esses só os grandes "tubarões" da Europa têm condições financeiras para fazê-lo.
Portanto tivemos de contentarmo-nos com jogadores com potêncial, que são promessas e que por conseguinte ainda têm muita margem para evoluir. São jogadores que poderão um dia vir a explodir.

Estou de acordo com o Jesualdo quando refere que esta é uma equipa em construção. Só não entendo é porque nesse caso em que é preciso trabalhar mais, o suficiente, até se atingir um patamar próximo das nossas aspirações, o Profe conceda tantos dias de folga aos jogadores. Na minha opinião as folgas deviam aumentar ou diminuir conforme a evolução técnica, física (prestações) da equipa.
Sobre a equipa técnica e os métodos de treinamento do Plantel, confesso que a mim o José Gomes não me diz nada, e, até suspeito que se começa a notar a falta do dedo do Carlos Azenha na equipa. Este sim, na minha, um Técnico competente, com currículo e obra feita.
Quanto aos que jogam, acho que os técnicos que lidam todos os dias com os jogadores é que sabem quem está mais ou menos apto.
O que me parece é que actualmente se trabalha menos e com menor qualidade, na secção de futebol do Clube. O Futebol é um desporto de alta competição, em que só os mais aptos os mais dotados, os mais profissionais, e, os mais trabalhadores, conseguirão atingir o sucesso. Por isso há que trabalhar nos limites, dar o litro como se costuma dizer. Sem isso nada feito.


PS - O Braga venceu o Portsmouth, por 3-0, no jogo inaugural da fase de grupos da Taça UEFA, disputado no Estádio Municipal de Braga. Excelente exibição dos bracarenses, autoritários, esclarecidos e bem posicionados em termos tácticos a não darem hipóteses ao conjunto inglês de reverter um resultado que teve tudo de justo, face ao labor desenvolvido pelas duas equipas. Os golos do Braga foram obtidos por Luiz Aguiar, aos oito minutos de jogo e, mais tarde, por Renteria, no início do segundo tempo, aos 46, e Alan a fechar aos 87.

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