domingo, 15 de março de 2015

Jorge Tavares de Aveiro quase estragou o espectáculo

15/03/2015 - Jorge Tavares, mais um "jagunço" nomeado pelo "NOMEAÇÕES" para tentar arrumar de vez com o FC Porto da luta pelo título de campeão nacional ...!

Este, um jogo que quase foi estragado pela ação do árbitro Jorge Tavares de Aveiro que conseguiu descortinar uma falta do Fabiano passível de cartão vermelho e não conseguiu ver (porque não quis) um pontapé na cara de Quaresma, por um defesa do Arouca, uma grande penalidade que ficou por marcar...!

Parabéns à equipa do FC Porto

De exaltar  todo o esforço produzido pela equipa portista que jogou 80 minutos com 10 elementos depois duma jornada europeia muito exigente.
 
 Individualmente, é de aplaudir o regresso do Helton que teve algumas intervenções de alto nível.

FC Porto                                        25.ª jornada                                         FC Arouca

 
                                                                                          
 
 
Domingo, 15 Março 2015 - 19:15 - Competição: Primeira Liga

Estádio: Dragão, Porto (TV: SportTV) - Assistência:34.199 espectadores

Árbitro: Jorge Tavares (Aveiro)

Assistentes: Pedro Miguel Ribeiro e Luís Cabral

4º Árbitro: João Pinheiro

FC Porto: 12 Fabiano (11'), 21 Ricardo, 3 Martins Indi, 5 Marcano, 26 Alex Sandro

6 Casemiro, 16 Herrera, 30 Óliver Torres, 8 Brahimi, 99 Aboubakar , 7 Quaresma (c)

Suplentes: 1 Helton, (13' Ricardo), 13 Reyes, 36 Rúben Neves, (56' Óliver Torres)

15 Evandro, 10 Quintero, 17 Hernâni, 11 Tello, (76' Quaresma)

Treinador: Julen Lopetegui

FC Arouca: 1 Goicoechea, 16 Dabó, 4 Miguel Oliveira (c) (73'), 14 Diego Gallo,

 
 2 Ivan Balliu (69'), 66 Nuno Coelho, 35 Rui Sampaio, 6 David Simão, 45 Iuri Medeiros,
 
71 Roberto, 8 André Claro

Suplentes: 13 Rui Sacramento, 7 Artur , (75' Miguel Oliveira), 9 Bruno Amaro, 10 Pintassilgo

(86' Dabó), 11 Colitto, 25 Fokobo, 91 Vuletich, (64' André Claro)

Treinador: Pedro Emanuel

 
Análise ao jogo

​O FC Porto recebeu e venceu este domingo o Arouca (1-0), no Estádio do Dragão, em jogo a contar para a 25.ª jornada da Liga. Com um golo solitário de Aboubakar (32m), os azuis e brancos somaram o sétimo triunfo consecutivo na prova e voltaram a reduzir para quatro pontos a distância relativamente ao primeiro lugar.

Com Ricardo no lugar de Danilo, Quaresma em vez de Tello e Óliver Torres de volta às escolhas iniciais, o FC Porto não teve um início de jogo nada fácil. À passagem dos 11 minutos, Fabiano viu o cartão vermelho directo por derrubar André Claro quando este seguia em posição privilegiada,
mas Ricardo também estava no lance e até acabou por ficar na posse da bola, ficando a ideia de que a decisão de Jorge Tavares foi um tanto ao quanto exagerada.
Indiferentes à infelicidade e já com Helton em campo, um dia antes de se cumprir um ano exacto após a última vez que actuou em jogos do campeonato, os Dragões não perderam o controlo emocional e foram pacientes na busca do golo.
Aos 23 minutos, Óliver Torres ficou perto de fazer o primeiro da noite após passe de Quaresma,

que pouco depois sofreu falta passível de grande penalidade não assinalada pelo árbitro de Aveiro (26m).
Resistente e persistente, o FC Porto chegou finalmente ao golo por intermédio de Aboubakar, que deu o melhor seguimento a um cruzamento milimétrico de Quaresma com um cabeceamento oportuno ao segundo poste (32m).
Perante um Arouca que, mesmo em superioridade numérica, pouco ou nada incomodou Helton, foi com naturalidade que o jogo chegou ao intervalo com os azuis e brancos em vantagem.
A etapa complementar foi parca em oportunidades de golo e mostrou um Arouca mais atrevido, mas a defensiva portista conseguiu quase sempre travar com tranquilidade as investidas do colectivo comandado por Pedro Emanuel. Com Quaresma no epicentro das jogadas de maior perigo do FC Porto (55m e 74m), os Dragões não desarmaram na procura do segundo golo, ainda que o facto de estarem a actuar com menos um jogador não tenha permitido o habitual fluxo ofensivo. Com uma exibição de fibra e muita transpiração, o FC Porto assegurou um triunfo de importância ainda maior face às contrariedades às quais teve de resistir. Sétima vitória consecutiva na Liga com a baliza fechada a sete chaves e a liderança novamente à distância de quatro pontos. Missão cumprida, portanto.

 
Lopetegui: “Vamos continuar a lutar até ao fim”

“Estou muito satisfeito com a equipa pelo esforço realizado"
 
​Lopetegui não podia começar se não por “dar os parabéns à equipa pelo grandíssimo esforço que fez, pela personalidade, pelo carácter e pela ambição que mostrou”. “Foi um jogo complicado, em que nos vimos muito cedo em desvantagem numérica, depois de uma jornada europeia fisicamente dura, o que obrigou a um esforço extraordinário por parte dos jogadores, que responderam de uma forma fantástica. Arriscámos, jogámos com três defesas e conseguimos marcar um golo, mas podíamos ter marcado mais e ter ganho outra tranquilidade no jogo”, sublinhou o treinador espanhol, em declarações no final do jogo.Com a expulsão de Fabiano, Lopetegui subtraiu Ricardo à defesa para fazer entrar Helton. Uma opção arriscada, admitiu o técnico, mas que tinha que ser tomada, porque só a vitória interessava: “São decisões que temos que tomar em poucos segundos. Temos que assumir riscos, às vezes, e tivemos que tomar essa opção, porque não queríamos perder força no meio-campo nem no ataque. Mostrámos que queríamos ganhar o jogo e ganhamo-lo justamente”.

A vitória podia, no entanto, ter sido mais robusta, salientou Lopetegui, se “as oportunidades claras” de que a equipa dispôs tivessem sido transformadas em golo” e “se houvesse mais acerto nas decisões” da equipa de arbitragem liderada por Jorge Tavares.
“No lance da expulsão do Fabiano, o Ricardo chegava perfeitamente à bola, depois houve um penálti claro
sobre o Quaresma que não foi marcado – creio que em Portugal um pontapé na cara dentro da área ainda é falta, e na segunda parte ainda há um fora-de-jogo assinalado ao Brahimi quando se encontrava em boa posição para marcar. Mas temos que continuar a lutar contra todas as dificuldades, até porque não é a primeira vez que as temos”, lembrou o técnico basco.
O mais importante, realçou, foram os três pontos “cada vez mais caros”, numa altura em que o campeonato entra no último e decisivo terço. “Estamos na recta final, sabemos perfeitamente da importância de cada jogo e vamos continuar a lutar, com a mesma personalidade, o mesmo carácter, tentando ganhar cada jogo. O que pode ser decisivo? Não sei, talvez ter mais sorte com as decisões do árbitro. São muitas!

Estamos numa fase da temporada em que é normal que se cometam erros, mas sempre contra nós não é normal.
Quem apita, tem que fazer justiça e nós não a temos tido. Mas vamos continuar a lutar até ao fim”, assegurou Lopetegui.

1 comentário:

  1. Viva Miguel,

    Mais não seria exigível. Acho que a equipa portista se exibiu bem dentro dos condicionalismos provocados pela conjuntura (jogos exigentes e árbitro). De notar que a expulsão exagerada (Lopetegui) do Fabiano teve o condão de enervar a equipa.
    Estou mais de acordo com o Lopetegui quando elogia o fantástico esforço realizado pela equipa do FC Porto, ainda por cima, depois de ter disputado um jogo muito exigente na Champions.
    Relativamente aos comentários dos "labregos" vermelhos, há que situá-los na esfera do fanatismo vermelho.

    Abr@ço,
    A.M.

    PS - Olá Jorge Vassalo, o dragaoatento tem sentido a falta dos teus preciosos comentários

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