terça-feira, 25 de maio de 2010

Um treinador com prestígio que se imponha

Na lógica do mestre André - António Soares/ Hugo Sousa/ Pedro Marques Costa (n'OJOGO) 

Se a decisão do novo técnico do FC Porto fosse a votos e o dos adeptos contasse para as opções tomadas pela SAD, André Villas-Boas seria, muito provavelmente, o escolhido para suceder a Jesualdo Ferreira no cargo de treinador principal. O jovem treinador, que se estreou este ano no campeonato português ao serviço da Académica, recolheu a maioria das preferências de uma minissondagem realizada por O JOGO junto de alguns adeptos notáveis do FC Porto, mas está longe de ser uma escolha unânime. A falta de experiência e o facto de se tratar de um tiro no escuro são apontados como os principais inconvenientes do técnico da Académica, enquanto a ambição e até a proximidade em relação a José Mourinho lhe aproveitam enquanto qualidades destacadas por todos. 

Mas se André Villas-Boas é o nome mais vezes citado, não é o único. Domingos, por exemplo, seria a escolha de Carlos Tê (também a minha), que o prefere não só a André Villas-Boas, mas também aos estrangeiros que têm sido apontados ao Dragão, com Boloni à cabeça. Mais longe nas preferências está Paulo Bento, durante semanas a fio dado como praticamente certo no clube. Manuel Serrão, por exemplo, diz que, de todos os portugueses, só não o queria ver a ele sentar-se no lugar de Jesualdo Ferreira, enquanto avança com o nome de Guus Hiddink como hipótese... de sonho. Igualmente voltada para o exterior é a aposta do escritor Álvaro Magalhães, que gostava de ver um estrangeiro no Dragão - excluindo Boloni da equação -, devidamente suportado por Jorge Costa, símbolo do clube e com trabalho feito no Olhanense, a adjunto.

Comum a quase todas as opiniões recolhidas por O JOGO é a certeza de que a decisão da SAD estará tomada há algum tempo, aguardando apenas a melhor altura para ser tornada oficial. Conforme O JOGO já avançou, o dossiê está nas mãos de Pinto da Costa, que deverá voltar esta semana de um curto período de férias no estrangeiro para resolver a situação de Jesualdo Ferreira - tem mais um ano de contrato - antes de fazer anunciar o nome do seu sucessor.

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