domingo, 24 de agosto de 2008

Vitória auspiciosa do FC Porto 2-0 sobre o Belenenses

Sem deslumbrar a equipa do FC Porto jogou o suficiente para vencer o Belenenses por 2-0, sem apelo nem agravo!

Liga Sagres 24/08/2008

O FC Porto venceu o Belenenses, por 2-0, no seu primeiro jogo da época 2008/2009, realizado no Estádio do Dragão, com uma exibição a meio gás. Boa na primeira parte, razoável na segunda, perante um adversário que só esporàdicamente incomodou seriamente a baliza de Helton. Foi sem dúvida melhor, o futebol jogado no primeiro tempo! Aos 15’, num lance todo argentino, Tomás Costa lançou Lisandro, que driblou um adversário e rematou de pronto, com Júlio César a defender para a frente e Mariano a aproveitar para inaugurar o marcador. Antes, o Belenenses, decorria o primeiro minuto, desperdiçou uma das suas poucas oportunidades. Zé Pedro cruzou da esquerda e Marcelo, sem oposição, cabeceou por alto. Depois pràticamente, só houve Porto. Lisandro sempre muito determinado e lutador só falhou na finalização, desperdiçando duas boas ocasiões para marcar. Quase no final da primeira parte Mariano, um dos melhores jogadores portistas no jogo d’hoje, atirou ao poste esquerdo da baliza de Júlio César. No segundo tempo o FC Porto abrandou mercê do mais que provável cansaço físico, tendo o Belenenses aproveitado para tentar nalguns lances, alterar o marcador. Porem aos 73’, a equipa de Casemiro Mior ficou reduzida a 10 elementos por expulsão de Carciano, que viu o segundo cartão amarelo e o consequente vermelho por derrubar Lisandro. O público não estava naturalmente satisfeito com a vantagem mínima, pelo que Jesualdo Ferreira resolveu fazer entrar Hulk, a substituir Rodriguez. Em boa hora o fez. O brasileiro tentou várias vezes o golo até conseguir com um remate fulminante, num tiro de fora da área, portentoso de força, ao ângulo direito da baliza, que não deu qualquer hipótese de defesa ao Júlio César. Foi o melhor momento de todo o encontro. Se Hulk já estava nas boas graças dos adeptos portistas, conquistou-os definitivamente.

FICHA DE JOGOAssistência: 41.211 espectadores
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)Assistentes: Rui Licínio e João Silva 4º árbitro: Pedro Maia

F.C. PORTO: Helton; Sapunaru, Pedro Emanuel «cap», Bruno Alves e Benítez; Tomás Costa, Raul Meireles e Lucho; Mariano, Lisandro e RodriguezSubstituições: Rodriguez por Hulk (69m), Tomás Costa por Guarin (74m), Mariano por Fucile (80m)Não utilizados: Nuno, Rolando, Bolatti e Farías Treinador: Jesualdo Ferreira

BELENENSES: Júlio César; Baiano, Carciano, Matheus e China; Rodrigo Arroz, Cândido Costa, Silas «cap» e Zé Pedro; Maykon e Marcelo Faria Substituições: Marcelo Faria por João Paulo (55m), Rodrigo Arroz por Organista (64m) e Maikon por Vinicius (70m)Não utilizados: Assis, Mano, Evandro e VanderleiTreinador: Casemiro Mior

Ao intervalo: 1-0Marcadores: Mariano (15m), Hulk (83m)Disciplina: cartão amarelo a Baiano (22m), Carciano (56m e 73m), Bruno Alves (59m), Lisandro (62m), Cândido Costa (85m); cartão vermelho a Carciano (73m)

Lisandro eleito melhor em campo pelos espectadores que assistiram ao jogo com o Belenenses.

Comentário
Dadas as condicionantes, participação nas respectivas selecções dos internacionais do FC Porto, a equipa ter-se-á ressentido um pouco, daí o facto de se terem verificado alguns períodos de desacerto. No entanto, mesmo a jogar a 50 à hora, e, sem deslumbrar, a equipa jogou o suficiente para bater o Belenenses por 2-0.
Dignos de relevo, os momentos dos golos do FC Porto. A jogada do primeiro golo do FC Porto e a jogada que deu lugar á marcação do segundo, num remate fulminante do Hulk. O mesmo Hulk que depois de driblar um adversário, fuzilou autenticamente o guarda-redes do Belenenses, não lhe dando qualquer possibilidade de defesa.
Numa entrada quanto baste, marcada por grande variedade de movimentações, o FC Porto revelou, desde o primeiro instante, a faceta vincadamente dominadora que um Tri-campeão veste como imagem de marca e lhe serve, também, como essência ou principal característica.
Ao quarto minuto, já um disparo de Raul Meireles personalizava a primeira ameaça. Entretanto o jogo já havia assumido a configuração de pràticamente, sentido único.

Da pressão constante resultou o golo. Apontou-o Mariano, depois de Júlio César adiar a primeira celebração da época no Dragão, a remate de Lisandro.
O assédio prosseguiu, quase invariável, na direcção da baliza do Belenenses, só um lapso clamoroso do fiscal de linha negou a iminência de novo golo, interrompendo uma jogada legal por pretenso fora de jogo de Sapunaru, o qual já havia endossado a bola a Lisandro, tendo este já a baliza à sua mercê.
O resultado final do jogo foi protelado por questões de pormenor (entre bolas no poste ou a centímetros do alvo), adiado para a segunda parte, parecendo adivinhar uma sentença concludente, como o portentoso pontapé de Hulk, um monumento de força precisão e surpresa .
Um golo incrível a levantar o estádio.
O FC Porto entrou a ganhar no campeonato; foi importante tê-lo conseguido para repor uma imagem que tinha saído muito desfigurada do jogo da Supertaça; Jesualdo Ferreira conseguiu encontrar uma fórmula mais equilibrada com ligeiras alterações.
Um momento de inspiração, o golo que o Hulk marcou, com um pontapé fulminante de pé esquerdo, colocadíssimo, que deixou Júlio César sem reacção, perante uma bola sem defesa possível.
No início do jogo, sem Hulk, mas com um Mariano fresquinho, a provar que a sua ausência na Supertaça é bem capaz de ter sido mesmo importante. Pelo menos, esse regresso permitiu ao FC Porto apresentar-se com a configuração que melhor resulta. O que significa, por exemplo, Lisandro no meio, onde rende mais. Mas houve mais alterações nas escolhas de Jesualdo: Raul Meireles como trinco, a conferir outra consistência defensiva e a ganhar com a ajuda do Tomás Costa, prático e eficaz. Aliás, foi numa recuperação de bola do argentino, aproveitada por Lisandro para um contra-ataque rápido, que resultou no primeiro golo. Lisandro tentou-o, porem seria outro argentino, Mariano, a empurrar definitivamente a bola, num desvio acidental depois de um alívio mal calculado de China.
A equipa do Belenenses, que se posicionou num esquema táctico assente num losango e que costumava encravar a equipa do FC Porto, acusou esse golo madrugador, apesar das várias tentativas para aproveitar as inseguranças que o quarteto defensivo do FC Porto ainda não resolveu. As alterações do Belenenses na segunda parte não mudaram quase nada, apesar de Organista ter obrigado Helton a uma defesa complicada.
Um golo em cada parte assentou bem à vitória do FC Porto, por 2-0, frente ao Belenenses. Foi uma boa e segura estreia na Liga, colorida, e de que maneira, com um tento do brasileiro Hulk de levantar o estádio.

Antes do jogo, o capitão P.Emanuel, exultou com a taça e passou o grito de guerra aos companheiros. Estava dado o mote para um arranque positivo, logo a seguir, com o apito do juiz portuense Soares Dias a dar o início ao jogo. E o esférico foi rolando, com naturais expectativas do Belenenses em tentar travar os tri-campeões nacionais, mas o minuto 14 materializou o favoritismo do F. C. Porto capitalizado à partida. Antes, já os dragões tinham ameaçado chegar ao golo.
Jesualdo Ferreira deixou Guarín no banco. Raul Meireles ocupou, e bem, o lugar de trinco e Tomás Costa foi a aposta (também acertada) para preencher o meio-campo. O argentino esteve no golo e atento nas compensações.
O F. C. Porto fez a diferença em dois aspectos: a valia individual dos seus intérpretes e a pressão exercida sobre o adversário. Uma bola ganha a meio-campo, uma assistência certeira de Tomás Costa, destinada ao valente Lisandro, com finalização de Mariano, ainda que a beneficiar do factor sorte, pois o corte de China tabelou no adversário. Foi um caso típico de transição rápida que Jesualdo Ferreira tem ensaiado e quer ver repetida, muitas vezes, esta época.
É um facto que a pressão portista levou a equipa do Belenenses a errar. Nem sempre feita ao mesmo ritmo, porque é fisicamente impossível e há que ter em conta o valor do adversário, mas a uma cadência suficiente para pôr a salvo a baliza de Helton e tornar-se, por vezes, asfixiante no meio-campo contrário.
Disso foi exemplo, pois provocou um mau atraso de José Pedro para o seu guarda-redes Júlio César, desaproveitado por Lisandro, porque "Licha" entretanto perdeu angulo de remate, tendo chutado para fora. Sobre virtuosismo portista, é justo citar o tiraço de Mariano ao poste, após ter driblado dois opositores.
Na segunda parte, manteve-se o controlo do lado azul e branco, com o senão das falhas na finalização. Verificou-se também, por vezes, alguma inépcia a defender, que resultou num ou noutro susto para a baliza portista, porém a expulsão de Carciano, que viu o segundo cartão amarelo, foi meio caminho andado para acabar com as veleidades do Belenenses. Então o lance do golo do Hulk arrazou de vez com as esperanças do adversário. O brasileiro entrou espevitado e conseguiu um golo de bandeira. O resultado ganhava enfim, uma dimensão mais condizente com a verdade do encontro. Foi a cereja no topo do bolo. No final do jogo, um F. C. Porto eficiente tinha acabado de dar o pontapé de saída para o objectivo que é a conquista do tetra.

O FC Porto um a um (Mariano promete)
Mariano reequilibrou a equipa

Helton 6
Teve uma primeira parte tranquila, com pouco trabalho, mas mesmo assim fez um passe disparatado para Benítez, que o argentino tratou de resolver. Depois, no segundo tempo, defendeu com estilo o único remate digno desse nome do Belenenses: o desvio que a bola sofreu em Raul Meireles serviu para abrilhantar o momento.
Praticamente sem trabalho tão fraca foi a oposição. Apenas uma boa defesa aos 77’ num remate que desviou em Meireles.

Sapunaru 5
Deu uma resposta segura depois do jogo infeliz que realizou frente ao Sporting. Aproveitou os primeiros minutos para ganhar confiança, mas só na segunda parte se aventurou com maior regularidade nas acções ofensivas. Apesar disso, foi no primeiro tempo que teve uma oportunidade de marcar, mas o árbitro auxiliar fez questão de lhe roubar o protagonismo.
O romeno continua a dar indicações positivas. Uma grande arrancada aos 37’ talvez desse golo, não fosse o assistente inventar um fora-de-jogo incrível.

Pedro Emanuel 7
Um caso em que a simplicidade pode significar brilhantismo. Pois é: usou da sua experiência e tranquilidade para resolver alguns lances que pareciam complicados. Foi eficaz, chegou a roçar a perfeição, e esteve sempre muito interventivo.
Muita segurança e experiência no comando da defesa.

Bruno Alves 6
Realizou uma exibição regular, mas longe do esplendor evidenciado por Pedro Emanuel. Esteve, porém, sempre atento e concentrado, mas devia ter evitado um cartão amarelo ridículo: rematou a bola quando o jogo se encontrava parado.
Impôs-se sem dificuldades aos avançados contrários.

Benítez 5
Teve momentos positivos - quase marcou; salvou o golo do Belenenses em cima da linha; tirou um cruzamento perfeito para um remate portentoso de Lucho -, mas revelou insegurança em muitos outros, não só a defender, mas também ao nível do passe.

Actuação positiva a defender e a atacar. Quase marcava aos 67’ após combinação com Rodriguez.

Raul Meireles 6
Recuou no terreno e ofereceu maior consistência ao meio-campo. Formou, juntamente com Tomás Costa, uma excelente dupla no momento de recuperar a bola, e acrescentou-lhe ainda a qualidade que se lhe reconhece na altura de fazer jogar a equipa.
Está ainda em fase de adaptação à posição de trinco, mas ontem teve nota positiva.

Tomás Costa 7
Foi a grande novidade no onze e uma aposta ganha. Trouxe agressividade, simplicidade e bom futebol ao meio-campo portista. Para amostra, há o primeiro golo: recuperou a bola no meio-campo adversário - uma cena repetida várias vezes durante o jogo - e assistiu Lisandro.
Médio, mais batalhador do que virtuoso, mostrou classe no primeiro golo ao fazer o passe que isolou Lisandro.

Lucho 6
Não consegue jogar mal, mesmo quando não é um dos melhores da equipa - como foi o caso de ontem. Apesar disso, marcou o ritmo do jogo da equipa e esteve perto de fazer um golão (87'): o remate à meia volta tirou tinta ao poste, mas fugiu da baliza.
O patrão da equipa portista exibiu a sua habitual classe. Por ele continua a passar todo o jogo ofensivo dos dragões, assinando passes de mestre.

Mariano 7
Falhou o jogo com o Sporting e desequilibrou a equipa, afastando Lisandro do centro do terreno. Regressou ontem, a equipa recompôs-se, e mostrou que está disposto a realizar uma grande temporada. Marcou o primeiro golo, naquele que é um dos seus principais atributos - nunca desistir - e assinou o melhor lance da primeira parte: deixou os adversários para trás e rematou ao poste.

Marcou o primeiro golo num lance em que se antecipou a China com grande rapidez e quase fez um golão aos 43’ mas a bola acertou no poste. Foi sempre um dos melhores e pelo menos ontem fez esquecer Quaresma.

Rodríguez 5
Esteve longe da bola e do protagonismo durante a maior parte dos 66 minutos que esteve em campo e foi o "internacional" que mais acusou o desgaste provocado pelos jogos das selecções.
O antigo jogador do Benfica esteve mais apagado do que tem sido habitual e acabou por ser o primeiro jogador do FC Porto a ser substituído.

Lisandro 6
Não foi por falta de tentativas que ficou em branco. Lutou e trabalhou como de costume, mas só lhe faltou uma pontinha de eficácia na hora de finalizar. Ainda não está a 100%.
Teve acção decisiva no golo inaugural ao fazer o primeiro remate, mas ontem não era decididamente um dos seus dias e falhou ocasiões flagrantes aos 29’, 42’, 52’ e 76’.

Guarín 5
Jogou os últimos 20 minutos do jogo e ajudou a empurrar a equipa para o segundo golo.
Entrou para refrescar o meio-campo e mostrou bons pormenores.

Fucile – Reforçou o lado direito do ataque, porque não havia mais alternativas no banco.

Hulk. Foi dele o momento mais espectacular da noite, quando apontou o segundo golo do FC Porto com um tiro fulminante de fora da área. Prometedor.

Do FC Porto, muito pouco da máquina trituradora da época passada. Muito jogo mastigado a meio-campo e com Lisandro ainda sem ter atingido a forma da época passada, apesar de duas benesses dos defesas do Belenenses, não conseguiu concretizar.
Mesmo sem convencer, o FC Porto coleccionava oportunidades e dominava, o que se acentuou com expulsão de Carciano. E foi já com Hulk em campo que o FC Porto deu expressão à superioridade, num remate espectacular de pé esquerdo do brasileiro.


Declarações de Jesualdo Ferreira
"50 % de novos e qualidade igual"

"Fomos muito sérios e inteligentes na maneira como gerimos a partida diante de um adversário bem organizado tacticamente.
Admito que estamos muito longe do nível que pretendemos exibir ao longo da época, mas fiquei satisfeito com alguns pormenores e, sobretudo, com algumas exibições do plano individual"...
"Deparámo-nos com alguns jogadores muito cansados devido às longas viagens a que estiveram sujeitos pela presença nas respectivas selecções, o que impossibilitou praticar um futebol mais vistoso", justificou.
Foi o primeiro jogo do campeonato , e, em casa, e também porque era frente a um adversário que nos roubou pontos na época passada.

Na segunda parte, admitiu, o FC Porto sentiu mais dificuldades, "sobretudo nas bolas paradas, onde o Belenenses é muito forte", mas, "controlou sempre, jogando com inteligência e paciência".
A principal novidade no onze do FC Porto foi a inclusão de Raul Meireles na posição 6, assumindo-se como mais uma alternativa para a posição de trinco. Porem não será o único a desempenhar esse papel. "Nos últimos dois anos, estávamos habituados a um jogador que fazia muito bem os equilíbrios numa posição que considero muito importante. Vamos criar sistemas alternativos, sem ser de forma muito vincada, para que vários jogadores possam jogar ali. Hoje (ontem), atendendo às características do jogo, decidi colocar o Raul Meireles", afirmou, salientando que o número 16 "é provavelmente o melhor médio português nas transições rápidas".
"Jogámos com quase 50 por cento de jogadores novos e não notei que a nossa qualidade tenha diminuído em relação ao ano passado. Um registo muito importante para nós", concluiu.


PS - Opiniões
...a
liás, a jogada do avançado do FC Porto já tinha dado a volta ao Mundo. Bruno Quadros já sabia da façanha de Hulk. "Fui ver na Internet e li o que disseram dele ainda de madrugada aqui no Japão", explicou, sem se mostrar espantado com o golo. "É o estilo dele. Chuta muito forte e faz muitos golos de longa distância. É um belo jogador, o FC Porto não se enganou com ele", apontou.
A potência do remate de Hulk já era uma característica muito apreciada no Japão e Quadros recorda que entre brasileiros comentava-se muitas vezes a forma como ele rematava: "Gostavam dele porque é muito forte e visa sempre o golo".


Em OJOGO - A dupla Raul Meireles/Tomás Costa permitiu, no jogo frente ao Belenenses, que Lucho estivesse menos preocupado com as acções defensivas da equipa. Os dois jogadores complementaram-se e foram eficazes na hora de recuperar a bola, permitindo que o internacional argentino tivesse maior liberdade criativa do que é habitual. Sem a magia de Quaresma em campo, "El Comandante" passou a ser o principal responsável pela missão de emprestar ideias ao ataque da equipa.
Guarín é um caso especial no plantel do FC Porto. O médio colombiano realizou uma excelente pré-temporada, capaz de convencer Jesualdo Ferreira de que era o novo sucessor de Paulo Assunção. Mas a aposta não resultou completamente frente ao Sporting. Guarín tem músculo, vontade e muito futebol nos pés, mas ainda lhe falta adquirir cultura táctica e um maior sentido posicional para se tornar num trinco eficaz no actual esquema de jogo do FC Porto, capaz de fazer esquecer a eficácia de Paulo Assunção...

4 comentários:

  1. Justo, natural,mas...com pouco brilho!
    Há atenuantes: primeiro jogo da época, derrota na Supertaça, jogos das selecções, mas a defesa preocupa-me.
    Os laterais sobem pouco e não criam desiquilibrios - fundamental no 4x3x4 - e os centrais tiveram falhas de marcação nos lances aéreos, principalmente cantos e livres, que me deixaram preocupado, pois contra outras equipas pode haver problemas.
    Meio-campo melhorou com a entrada do T.Costa e a passagem do Raúl para trinco.No ataque Lisandro ainda não está no seu melhor -teria marcado dois ou três golos -, C.Rodríguez está, parece-me demasiado agarrado às linhas -penso que rende mais como interior - e Mariano, tendo começado bem, muito bem mesmo, foi baixando de rendimento.
    Tudo resumido: a rever e como no Sábado, temos um teste difícil, já se pode ver melhor as nossas capacidades.
    Mariano levou com a bola do Hulk e parece que se magoou. Se for grave temos um problema.
    Um abraço

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  2. Vila Pouca,concordo com o teu comentário. Também não entendo como o FC Porto com tantos jogadores altos na equipa acusa tantas dificuldades nos lances aéreos,de bola pelo ar.
    Acho que o Plantel devia treinar mais o jogo de cabeça.

    Abraço

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  3. Mariano entrou bem e equilibrou a equipa no 4x3x3, mas para a Luz e como parece que o argentino está lesionado - remate do Hulk fez mossa - e sem Quaresma, Tarik e Candeias, espero que Jesualdo não invente mais uma vez com Lisandro e Farías e aposte no 4X4X2 com Lisandro e C.Rodríguez ou Hulk na frente.

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  4. Vila Pouca,concordo.
    Defesa:Sapunaru,Emanuel,B.Alves e Benitez.

    Meio-campo: Meireles,T.Costa,Lucho e Rodriguez

    Avançados: Lisandro e Hulk

    Abraço

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