quarta-feira, 11 de junho de 2014

Eleições para a LPFP - Tudo esclarecido

11/06/2014 - Tudo explicado, os três golpistas (falta o quarto Carlos Deus Pereira)
(texto retirado dum blog cujo admin é anti-portista)


O autor do texto vangloriando-se:
O que prova que nem sempre mandamos bolas para o pinhal.


O xito de Figueiredo e Deus Pereira

 O xito de Mário Figueiredo era, aliás, previsível.
O atual presidente da Liga foi o último a apresentar-se como candidato embora Record, no tempo certo, tenha dito que ia ser candidato (e até o anunciou na 1.ª página).

Figueiredo terminou este mandato praticamente sozinho. Carlos Deus Pereira, pessoa muito próxima de Vieira, acabou com ele e, na condição de líder da AG, tinha a faca e o queijo na mão.
Fernando Seara ajudou à festa com aquela estúpida viagem ao Porto para se juntar a Pinto da Costa, Júlio Mendes e António Salvador.

Rui Alves mais uma vez cumpriu o seu papel e foi corajoso. Mas também ele acabou por cair nas malhas que o sistema tece.

A lei, como todos sabem, está longe de ser clara. Tem muitas nuances. E foi por aí que Figueiredo e Pereira deram o tal xito mas também houve estratégia. Dizer o contrário será diminuir o mérito de quem o teve.

Seara já está fora. Nesta sua segunda passagem pelo futebol percebeu que pouco mudou. Há uns anos, na qualidade de membro da AF Lisboa, o ex-presidente da câmara de Sintra fartou-se de levar xitos de um dirigente que a elite lisboeta considerava um bronco: Adriano Pinto. Mas o então presidente da AF Porto era um general. Um estratego.

Nunca mais esqueço um dia em que fui a Lisboa para uma assembleia geral da FPF no Altis e acabado de entrar no Altis fui abordado por Seara, que queria perceber a estratégia de Pinto. Apenas lhe disse: "Tranquilo, doutor, vai levar mais um xito".Obviamente, ninguém pode concordar com o que aconteceu neste processo de eliminação de candidatos. É algo que fere o processo democrático. Mas, eis a pergunta que faço, há democracia no futebol? Não creio.
Figueiredo segue a única lei que o nosso futebol conhece. A da selva. E aí, meus amigos, só podemos ter todo o cuidado quando saltamos de uma árvore para nos agarrarmos a uma liana não vá o galho partir-se.

PS - Quem é Eugénio Queirós (autor do texto acima e anti-portista primário)

Fez a recruta nos jornais "O Comércio do Porto" e "Norte Desportivo", no final da melhor década do século XX (70), teve uma ascensão meteórica na "Gazeta dos Desportos", planou no "Correio da Manhã", voltou à casa de partida e fez parte de um dream team (chefiado por Alberto Espinhal) que conseguiu tiragens na ordem dos 200 mil exemplares, teve o privilégio de integrar a equipa desportiva do "Jornal de Notícias", viu sair o n.º0 do "24 Horas", cumpriu o sonho de trabalhar n'"A Bola" graças ao amigo João Freitas e desde 2004 pertence à equipa de "Record". Assinou prosas nas revistas "Mundial" e "Doze", tendo também sido o responsável pela página desportiva do jornal humorístico "Querido Inimigo".

Sem comentários:

Enviar um comentário

Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação.