quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Depoimento insuspeito de Saviola

Mais um depoimento de alguém independente e não afecto ao FC Porto.
Este extracto da entrevista contradiz as teorias dos benfiquistas: vesgos (Camões), alienados, doentes e mentecaptos que não reconhecem o mérito dos Dragões na conquista dos seus títulos e acham que é tudo devido aos árbitros.  
Em entrevista ao jornal argentino "Olé", para celebrar os 14 anos desde a sua estreia oficial no River Plate, Saviola recorda com orgulho a passagem pelo Benfica e não deixa de sublinhar a supremacia do FC Porto e, como que a pedir para darem a volta ao rival, manifesta o desejo de ver este poderio ser travado para a liga não perder interesse.
"Nos últimos anos, o FC Porto demonstrou uma superioridade muito grande. Espero que mude, para o campeonato português ser mais atrativo", analisou El Conejo, dando como exemplo a experiência que viveu na sua primeira época na Luz, "a melhor" das três que passou no Benfica, "pela conquista do título e por ter sido eleito o melhor jogador do campeonato".

PS - Destaque - FALCAO: "FC Porto ajudou ao meu rendimento"
Questionado sobre o seu momento de forma, Falcao concorda com a ideia de que está a viver uma fase muito boa. "Sim, é o melhor momento da minha carreira. O meu rendimento individual destaca-se por causa das importantes conquistas alcançadas tanto no FC Porto como no Atlético de Madrid. Essas vitórias fazem que esta fase seja ainda melhor".

1 comentário:

  1. As suas análises nem merecem resposta.
    Porque você só sabe especular...! O que o Saviola fez e está correcto, é como observador neutro, reportar-se ao que se constata em campo.
    Aquilo que o Fernando Marques escreve chama-se doença de adepto.
    Já lhe disse e volto a repetir: quem me dera a mim que o FC Porto tivesse dos árbitros o mesmo tratamento que tem tido o Benfica.

    E termino com uma sugestão: Não chateie...comente nos blogs benfiquistas que aí estou certo terá bom acolhimento.

    AM

    ResponderEliminar

Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação.