sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Pedro Marques Lopes com comentários meus

14/11/2014 - Da crónica d'hoje resolvi realçar (segundo eu) os capítulos mais importantes da sua crónica. Pois o capítulo dedicado a Lopetegui está mais que ultrapassado.

Excerto da crónica de Pedro Marques Lopes

Uma pouca vergonha
O que se tem passado nos jogos do Benfica é uma pouca vergonha. Os da Luz, de facto, podem continuar a saga de jogos miseráveis porque há sempre uma mão amiga para levar o andor. Não há jogo em que não lhe seja perdoado um penalty, que não seja invalidada uma jogada de golo certo ao adversário, que um jogador da outra equipa não seja milagrosamente expulso. Estou absolutamente convicto de que se o FC Porto fosse tão beneficiado pelas arbitragens como o Benfica está a ser, o campeonato já tinha sido interrompido. No mínimo, já tinha havido manifestações de indignados, programas de televisão inteiros com análises seriíssimas às escandalosas arbitragens e editoriais a verberar contra o caminho do futebol português. Onde andam os denunciadores do sistema? Por onde andam os amantes da verdade desportiva? E porque será que não me espanto por nada disto acontecer?

Os emprestados

Claro que torci para que Tozé não convertesse o penalty, mas como sou apreciador do futebol do rapaz e não lhe quero mal fiquei contente por ele (não na altura, mas uns dias depois). Sei o que aconteceria se tivesse falhado: o mais certo era ter a carreira desfeita. Não faltariam vozes a insinuar coisas sobre a sua relação com o FC Porto, toda a gente esqueceria a boa exibição que fez, seria para sempre um malandro.
Espero que, uma vez por todas, haja coragem para que se faça uma lei proibindo os jogadores emprestados de jogar contra o clube de origem ou, pelo menos, seja possível uma cláusula no contrato que impeça o clube onde jogam de os pôr em campo. Só assim se protegerão os jogadores. Os do FC Porto, claro está. Os outros serão sempre grandes profissionais e se falharem contra os clubes com que têm contrato terão sido sempre falhas normais.

Pedro Marques Lopes, permita-me uma pequena informação: tomei conhecimento através de artigo no Mais-Futebol, que o FC Porto para emprestar o Tozé ao Estoril impôs como condição que o Estoril adquirisse 60% dos direitos desportivos do jogador, portanto a ser verdade, o Tozé não é na totalidade um activo do FC Porto.

Outro aspecto da questão
Pedro Marques Lopes, eu tenho outra teoria que se o Tozé tivesse adoptado não lhe cairiam de certeza os parentes na lama:


1º - O Tozé podia e devia, não como jogador saído da formação do Porto, mas como profissional honesto, dado que as imagens da televisão provam que o Fabiano não prendeu nenhum dos seus (dele) membros inferiores, ter saltado sobre o seu colega de profissão e não realizando como os comentadores afectos aos clubes de Lisboa referem, quando se trata de lance favorável ao Porto, arrastar o pé fazendo-se à falta. 

2º - Mas mais!  Ninguém lhe poderia levar a mal se o Tozé tivesse na altura alegado, não ter condições psicológicas para marcar o penalty . Porém o Tozé preferiu optar pelo excesso de zelo para gáudio dos comentadores anti-portistas.

3 comentários:

  1. Caro Dragão Atento,

    As acções do Tozé - muito mais o teatro sobre a falta do Indi e a saída a passinho de caracol do que o próprio penalty - indiciam que ele é um jogador do Estoril Praia.

    Se o é e quer ser, óptimo. Nada a declarar.

    Abraço azul e branco,

    Jorge Vassalo | Porto Universal

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  2. Viva Jorge Vassalo!
    É como refere e além disso também o facto de se fazer nitidamente à falta...!
    Abraço e bom fim de semana,
    Armando Monteiro

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  3. Miguel Lima!
    Temos sentido a sua falta

    Abraço
    Armando Monteiro

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