sábado, 24 de janeiro de 2015

Lopetegui e convocados para o Marítimo

24/01/2015 - Julen Lopetegui diz que ganhar não está fácil
"Temos de fazer mais do que os outros..."
Julen Lopetegui, treinador do FC Porto, espera muitas dificuldades com o Marítimo e insistiu na antevisão que os dragões têm de fazer mais do que os adversários para vencer.

Marítimo: "Vai ser um jogo muito complicado. Historicamente é um jogo muito difícil. O Marítimo é uma boa equipa, que nos vai colocar muitas dificuldades. No seu estádio é forte, com boas soluções. Esperamos um grande jogo e temos de estar preparados".

Nomeação de João Capela: "Não tenho opinião sobre isso. A minha responsabilidade é preparar a minha equipa para um jogo muito diferente do que teve o Benfica. O resto não é o meu trabalho. A minha energia é preparar o jogo, que terá muitas dificuldades. A partir daí são vocês que podem opinar. Escuto tantas opiniões...".

Jogo em Braga: "A equipa tem estado sempre focada em dar a melhor resposta, no limite do esforço. Temos de fazer mais do que os outros para ganhar. Esse é o nosso objetivo, para superar os adversários. O resto não podemos controlar e temos de nos focar em dar essa resposta. Temos consciência que temos de fazer mais do que os outros".

Julen Lopetegui faz várias alterações na lista de eleitos para o jogo com o Marítimo, tal como se esperava.
Como se esperava, a lista de convocados do FC Porto sofreu uma pequena revolução para o jogo com o Marítimo, comparativamente ao encontro de Braga, para a Taça da Liga. Andrés Fernández, Reyes, Víctor García, Evandro, Kayembe, agora no Arouca, e Adrián, este lesionado, deixam os eleitos, enquanto Fabiano, Danilo, Alex Sandro, Quaresma, Casemiro, Jackson e Maicon estão de regresso.

Lista de convocados:
Fabiano, Helton, Danilo, Ricardo, Alex Sandro, José Ángel, Maicon, Martins Indi, Marcano, Casemiro, Herrera, Óliver, Rúben Neves, Campaña, Quintero, Ricardo Quaresma, Tello, Jackson e Gonçalo Paciência.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação.