quarta-feira, 9 de julho de 2008

Os principais autores/responsáveis pela coação psicológica dos árbitros são a gente afecta aos encarnados


A Académica pretende que seja dada por encerrada a Assembleia Geral (AG) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), sob pena de se poder consagrar “uma moldura sancionatória mais ditada pela emoção do que pela razão”. A proposta, entregue no início dos trabalhos, baseia-se na “forma exaltada” como tem decorrido esta AG - é já a terceira parte do encontro - e explica que o “ruído e a delonga causados por tão turbulento processo protela, de modo preocupante, a necessária e subsequente discussão sobre o problema da viabilidade financeira dos clubes”.
... com a duração máxima de três meses, que adiante propostas de âmbito disciplinar, com o objectivo de alcançar o maior consenso possível. O clube de Coimbra diz ainda que a recente reunião do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) contribuiu enormemente para desacreditar ainda mais a imagem da modalidade. A terceira parte da longa Assembleia Geral (AG) da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) discute hoje as punições para o tráfico de influência, a nova infracção desportiva criada na sequência do ‘Apito Dourado’ e ‘Apito Final’.

O meu comentário :

Na minha opinião andam todos ou quase todos a tentar fazer a vontade ao presidente do SLB!!! Para haver garantias de isenção, seria preciso proibir única e simplesmente os presidentes dos clubes de produzirem declarações sobre as arbitragens e criar um Tribunal Desportivo, escolhido pelos clubes mas sendo obrigatório o consenso geral dos mesmos.
O que está mal é o SLB que até é o maior clube português ter um presidente incompetente, e, em face disso não ganhar campeonatos, acusando depois os outros de corruptos, disparando em todas as direcções. Tudo lhes é permitido, como por exemplo criticar, denegrir o trabalho das equipas de arbitragem quando não são favoráveis e tudo isto impunemente! Quando os dirigentes do SLB derem o exemplo e aceitarem as arbitragens boas ou más, eu passo a acreditar na ética desportiva, na isenção dessas pessoas. Além disso esses dirigentes devem dar outro contributo para a verdade desportiva, abdicar de controlar os órgãos dirigentes da Liga de clubes, e, dos cargos na FPF, delegar em pessoas independentes escolhidas por consenso geral. Aí estaremos no bom caminho e acabarão as suspeitas e dúvidas sobre a corrupção no futebol.

Outro assunto:

Aos apressados em aprovar regulamentos convenientes ao SLB, digo isto : regras até porventura mais pesadas para os prevaricadores, mas primeiro correr com os elementos afectos ao SLB que instrumentalizam, manipulam a seu bel prazer os regulamentos e os processos na justiça desportiva.
Só quando os órgãos dirigentes da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e da FPF forem expurgados dos benfiquistas e entregues a gente honesta, isenta e independente dos clubes, tendo em conta o consenso geral, assim sim, haverão garantias de verdade desportiva e de isenção.
Então com gente como os actuais dirigentes do SLB que são os primeiros a dar maus exemplos ao estarem constantemente a reclamar na Comunicação Social contra os árbitros, denegrindo a imagem da arbitragem portuguesa, exercendo mesmo coação grosseira, inadmissível sobre as equipas de arbitragem(antes e depois dos jogos), e, nada lhes acontece!!! Esses dirigentes que estão sempre a "puxar a brasa para a sua sardinha" é que deviam ser exemplarmente punidos, a fim de servirem de exemplo para outros eventuais prevaricadores.

PS1 - Hoje não há juízes, há advogados dos clubes e tudo é mais claro: quem ganha as eleições nos órgãos da Liga e da Federação dita as leis e faz «justiça».

PS2 - 10. Os membros do órgão rejeitaram a decisão de encerramento da reunião pelo presidente e não o podiam fazer; aceitaram um recurso e não tinham poderes para tal; revogaram uma decisão do presidente e não possuiam essa competência; o membro do órgão afastado pela decisão do presidente participou nas votações e estava impedido de o fazer - deste modo, inquinou com nulidade todas as deliberações em que votou não podendo estas ser consideradas para qualquer efeito legal ou desportivo;
11. Deste modo, e salvo melhor (e mais douta) opinião, e ainda que se considere que o encerramento da reunião pelo presidente do órgão não deve colher (e eu julgo que deve), as deliberações da dita 2.ª parte da reunião do Conselho de Justiça da FPF têm de ser consideradas inválidas por vício gerador de nulidade, mormente aquelas em que o membro declarado impedido nelas participou."
Prof. Carlos Abreu Amorim

5 comentários:

  1. Assuatador, no mínimo, a forma como a corja procura denodadamente vencer, fora das 4 linhas, a qualquer preço, não olhando a meios...

    Chegamos a um ponto onde as máscaras cairam. Agora, abertamente, basta pegar nas páginas de um qualquer pasquim para se ler os pretensos artigos de opinião de alguns, que não são mais do que o destilar do ódio ancestral pelo azul e branco...

    E depois, na triste justiça desportiva, os juízes decidem com os cachecóis do clube do coração ao pescoço, ao arrepio das mais elementares normais legais e estatutárias...

    A razão está do nosso lado. Pena que, pela acção canalha de alguns, o nome do clube seja arrastado num lodaçal. Continuaremos a lutar, sempre!

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  2. Garantiram-me que o autor desta peça -Domingos Amaral- que reproduzo é o filho do Prof Freitas do Amaral...
    Vejam bem a isenção deste rapaz!...D...

    "Caos no futebol
    A UEFA não gosta de “batoteiros”. Para grande espanto dos portistas foi isso que Platini chamou ao FC Porto: um clube “batoteiro”.
    Domingos Amaral
    Vamos aos factos: o FC Porto e o seu presidente Pinto da Costa envolveram-se perigosamente com árbitros há uns anos. Quando o caso se tornou público, foi feita uma investigação e, muitos meses mais tarde, o Conselho de Disciplina da Liga condenou o FC Porto à perda de 6 pontos, e o seu presidente a dois anos de suspensão. Como o campeonato já ia no fim e o FC Porto levava 18 pontos de avanço, os dirigentes portistas reagiram com arrogância e galhofa a uma condenação que sentiram como umas cócegas inofensivas. Com típica esperteza saloia, decidiram que o clube não iria recorrer da decisão, só o presidente o iria fazer. Assim, descontavam os pontinhos este ano e não se falava mais no assunto.
    Esqueceram-se dum pequeno detalhe: a UEFA. Ao não recorrer para não perder pontos no ano seguite, o FC Porto reconhecia-se como culpado. Ora, a UEFA, já dissera o seu presidente Platini, não gosta de “batoteiros”. Convém repetir a palavra, para que ela penetre bem nos nossos duros ouvidos: “batoteiros”. Platini chamou ao FC Porto um clube “batoteiro”. Era portanto mais ou menos esperado que a UEFA iria condenar o FC Porto. Mas, quando tal bomba surgiu, os portistas de imediato gritaram furiosos que era tudo uma grande conspiração do Benfica contra eles!
    É importante relembrar que não foi o Benfica que não recorreu da decisão do CD da Liga, mas sim o FC Porto; nem foi o Benfica que decidiu impedir o FC Porto de participar nas provas europeias, mas sim a UEFA. Contudo, os escribas portistas davam a entender que as decisões eram tomadas pelo Benfica!
    Perante o profundo choque, os juristas do FC Porto meteram-se num avião para a Suíça a correr, e recorreram para um misterioso tribunal de que ninguém antes tinha ouvido falar, o Tribunal de Apelo da UEFA. Aí, depois de pressionarem publicamente o funcionário da FPF para ele não se armar em esperto, conseguiram convencer a malta europeia que o caso em Portugal ainda não tinha terminado, porque o Conselho de Justiça da FPF ainda iria apreciar o recurso que Pinto da Costa, em nome individual, tinha metido.
    Regressaram por isso a Portugal todos ufanos! O FC Porto afinal, ia mesmo participar na Liga dos Campeões! Pelos vistos, a malta da UEFA não era benfiquista mas sim portista, e por mais que Platini dissesse publicamente que a coisa não iria ficar por ali, os portistas acharam que tinha sido feita justiça!
    Faltava a última etapa: o Conselho de Justiça da FPF ia apreciar o caso, era preciso que ele desse uma decisão favorável a Pinto da Costa! Iniciou-se assim um processo subterrâneo na tentativa de influenciar o CJ. O presidente era amigo de Valentim em Gondomar, e o vice era grande amigo de Pinto da Costa, até lhe organizava homenagens na Assembleia da República. A coisa parecia estar no papo!
    Contudo, no dia da votação, a maioria dos conselheiros do CJ não quis ir na conversa do seu presidente e do seu vice. Que faz então o presidente do CJ? Bem, como não conseguiu expulsar um dos conselheiros, decidiu acabar com a reunião ali mesmo! Qual votação, qual carapuça! Se a votação é para perder, acaba-se já isto e toca a lavrar acta! Mas, para espanto do presidente e do vice, que fugiram dali como dois cobardolas, os outros conselheiros ficaram e até votaram! O desastre portista ficava à vista de todos! O presidente do FC Porto perdia o recurso, e portanto ficava exposto a uma decisão final da UEFA contra o seu clube. Uma tragédia no Dragão, coisa que ninguém esperava e ninguém previra!
    Podia lá ser! Uma fúria imensa levantou-se, e foram iniciadas pressões sobre a FPF para que isto não ficasse assim! O FC Porto jamais aceitará que cometeu erros e que usou estratégias erradas. Primeiro, há que rebentar com a credibilidade dos órgãos da FPF, da Liga, o que fôr preciso. Aproveitando-se deste campo minado que é o futebol luso, o FC Porto tenta de tudo para evitar enfrentar a dura mas óbvia realidade: cometeu erros graves e tem de pagar por eles. É assim a vida.____

    Domingos Amaral, Director da revista “GQ”
    In DE"

    Mais argumentos para quê?...O Madaíl é pedófilo!...

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  3. Olá Paulo Pereira e Meirelesportuense!
    Dois ilustres amigos e competentíssimos comentadores deste blog e não só.

    Paulo,nem mais, quanto ao teu comentário.

    Meirelesportuense,tal como está,a história não está bem contada.Pelo menos não totalmente. Deliberadamente foram-lhe escamoteadas algumas nuances.

    Vejamos.
    Em primeiro lugar até a FPF reconheceu que o recurso do Jorge Nuno para o CJ da FPF (beneficiava)aproveitava ao FC Porto.Portanto, a ser este ilibado,teria repercussões para o Clube.

    Seguidamente :
    O FC Porto e o Boavista reclamaram e pediram o impedimento do Carrajola de Abreu por este já desempenhar um cargo na FPF e por tal motivo segundo os regulamentos não poder acumular os dois cargos,estando por tal motivo impedido de participar nas votações.
    Por tal motivo o presidente do CJ,Gonçalves Pereira, no pleno uso das suas competências,resolveu dar razão,provimento à solicitação dos reclamantes destituindo o citado Carrajola.

    O que se seguiu a seguir...

    O CJ da FPF só não concluiu as tarefas agendadas porque o ditocujo "Carrajola"não acatou de bom grado,a deliberação do presidente do CJ,e, devia,tinha obrigação de acatar,tendo sido apoiado na sua atitude pelo seu companheiro(de jantaradas)Álvaro Batista.Foram portanto estes dois revoltosos com a sua atitude indisciplinada e ameaçadora que deram inicio a uma tentativa de desordem,que tumultuaram a reunião ao ponto do presidente ter de interromper a sessão,antes que esta acabasse em batalha campal, para em devido tempo convocar uma outra a fim de resolverem os assuntos em agenda já com os ânimos mais calmos.
    Perante esta situação,a partir desse momento,e, a fim de evitar eventuais actos de violência,o presidente do CJ,mais uma vez no pleno uso das suas competências, deu por terminada a sessão, mandando lavrar a respectiva acta.

    Depois já toda a gente sabe o que a seguir os 5 revolucionários aventureiros aprontaram,à rebelia dos regulamentos existentes. Levando a sua desfaçatez ao ponto de inventarem novas regras a seu bel prazer(introduzindo patranhas),exorbitando declaradamente a fim de tentar justificar as suas acções aventureiras.
    Suspenderam o presidente do CJ, nomearam novo presidente, convocaram nova reunião,etc...com o fim de decidirem apressadamente o que muito bem entenderam deliberar.

    Neste momento o que está em causa é saber se o bando dos 5 tinha legitimidade para agirem deste modo,e,portanto se o poderiam ter feito.
    Na minha opinião,na opinião do Prof.Marcelo Rebelo de Sousa e de outros catedráticos, o bando dos 5 exorbitou das suas competências.

    Querem saber a minha opinião? Estes 5 se fossem afectos ao FC Porto,já teriam sido julgados na praça pública e devidamente punidos,ultrajados conspurcados...etc...etc

    Abraço

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  4. Eu não estou apenas a contar a história tal como o Domingos Amaral a vê...Eu estou a denunciar o facto de -se fôr verdade- o Autor da peça ser "filho" do Prof Freitas do Amaral, o tal que foi contratado pela FPF -pelo Madaíl- para dizer da Justiça que houve ou não, no CJ...

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  5. Meirelesportuense,percebido.
    Porem como já vai sendo normal e de esperar,certa gente deturpa deliberadamente para confundir, para tentar justificar o injustificável!

    Abraço

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