quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Taça da Liga- O Jogo valeu pela 2ª parte

FC PORTO
PENAFIEL
2.ª JORNADA, GRUPO B
411'  Quaresma 62'  Jackson 75'  Jackson 77'  Varela 
0









15 Janeiro 2014

Competição: Taça da Liga - Estádio:Dragão, Porto - Assistência:12.507


Árbitro:Duarte Gomes (Lisboa)
Assistentes: Paulo Soares e Venâncio Tomé

4º Árbitro: Pedro Campos

FC Porto: 24 Fabiano, 21 Ricardo (64'), 4 Maicon, 22 Mangala, 26 Alex Sandro, 25 Fernando (c), 35 Defour, 8 Josué (29'), 7 Quaresma (49'), 28 Kelvin, 11 Ghilas

Suplentes: 1 Helton, 13 Reyes, 16 Herrera, 20 Carlos Eduardo, (74' Defour), 10 Quintero, 17 Varela,  (56' Kelvin), 9 Jackson, (56' Quaresma)

Treinador: Paulo Fonseca

Penafiel: 1 Coelho, 20 Dani, 5 Pedro Ribeiro (13'), 4 Fábio Ervões, 3 João Pedro, 6 Ferreira (c), 33 Gabi, 27 André Fontes (26'), 90 Vítor Bruno, 11 Aldair, 21 Rafael Lopes

Suplentes: 13 Nuno Santos, 22 Pedro Santos, 32 Romeu Ribeiro, (71' Gabi), 16 Elísio, 7 Guedes, (50' Aldair), 99 Mbala, (63' Rafael Lopes), 37 Paulo Roberto

Treinador: Miguel Leal
FC Porto - Site
O FC Porto derrotou, esta quarta-feira, o Penafiel por 4-0, em jogo da segunda jornada do grupo B da terceira fase da Taça da Liga. Os Dragões encontraram uma equipa penafidelense com vontade de discutir o resultado, mas Ricardo Quaresma, aos 11 minutos, fez o seu primeiro golo após o regresso ao FC Porto e hipotecou as esperanças do Penafiel. Já na segunda parte, Jackson fez dois golos e Varela fechou a contagem em 4-0, depois de uma paragem forçada no desafio, devido à chuva intensa que se fez registar na cidade do Porto.
Foi de cabeça que o n.º 7 portista voltou a marcar perante o seu público predilecto, em pleno Estádio do Dragão: Josué descobriu a desmarcação de Quaresma e o extremo colocou a bola dentro da baliza do Penafiel, não dando hipóteses a Coelho. Até aos 20 minutos, o FC Porto foi mantendo um ritmo elevado, com Josué a assumir as despesas de “maestro” e o jogo pelas alas a surgir com fluidez, através de trocas rápidas entre os laterais e os extremos de ambos os flancos.
Com Ricardo, que substituiu Danilo no onze (castigado), em bom plano no lado direito, foram Kelvin (sempre irrequieto), Ghilas (lutador) e Defour (incansável) a desperdiçar boas hipóteses para aumentar a contagem – por um motivo ou por outro, a bola não entrou mais na baliza do sexto classificado da Segunda Liga durante o primeiro tempo.
A segunda parte do desafio começou com um episódio inesperado: face às condições meteorológicas, Duarte Gomes interrompeu o encontro à passagem dos 50 minutos, reatando-o após 32 minutos de espera. Depois da entrada de Jackson e de Varela (56 minutos), a partida assumiu novamente o ritmo mais elevado do seu início. Foi sem surpresa que o FC Porto aumentou a vantagem, aos 62 minutos: a jogada foi iniciada por uma recuperação de bola de Jackson, tocando este para a frente para Ghilas, que, com um passe de letra, encontrou novamente o colombiano na área. Este recebeu, rodou e não deu hipóteses a Coelho, fazendo o 2-0.
Já com Carlos Eduardo em campo, Jackson aumentou a sua contagem pessoal para dois golos, após um canto cobrado por Josué (75 minutos), e Varela, apenas dois minutos depois, estabeleceu o 4-0 final numa jogada confusa dentro da área penafidelense. O FC Porto assumiu, assim, a liderança do grupo B da terceira fase da Taça da Liga, com mais um golo do que o Sporting, segundo classificado, ambos com quatro pontos.

15-01-2014 - Paulo Fonseca: "Agradou-me a determinação e a garra"

​“Era importante vencer por números que nos permitissem ficar na frente da classificação. Sabemos que os golos têm uma importância muito grande nesta fase da competição. Isso foi conseguido em circunstâncias difíceis para ambas as equipas, mas agradou-me a determinação e a garra, especialmente na segunda parte. O objectivo principal era vencer e depois consegui-lo por um número de golos que nos permitisse ficar no primeiro lugar. Isso foi conseguido”, afirmou o técnico.
A vitória gorda permitiu ao FC Porto assumir o primeiro lugar do grupo B (quatro pontos), com mais um golo marcado do que o Sporting, e Paulo Fonseca explicou a estratégia usada para chegar a este resultado, depois da chuva que se abateu sobre o Dragão e tornou o terreno pesado: “Obviamente que com o relvado neste estado era impossível circular a bola. Conseguimos ser mais directos e por isso impunha-se a entrada do Jackson, para ficar mais perto do Ghilas. A força física do Varela neste terreno também foi importante, bem como a entrada do Carlos Eduardo, com vista a chegar mais à frente para ganhar as segundas bolas. As alterações foram ditadas pelo que o jogo e as circunstâncias do terreno pediram”.
O treinador salientou depois a importância da vitória após a derrota de domingo no terreno do Benfica – “não foi fácil de digerir, depois de tantas mentiras que foram ditas sobre o jogo” – e elogiou por isso a “excelente reacção” dos portistas. “Enquanto foi possível tivemos bons momentos de futebol, perante uma organização muito baixa, e isso deixou-me agradado”.
Paulo Fonseca considerou ainda “boa” a estreia a titular de Quaresma, após o seu regresso ao FC Porto. “Marcou mas está compreensivelmente longe do que pode fazer, porque tem pouco tempo connosco. Estes minutos tiveram o objectivo de o trazer à equipa e ao convívio do jogo e isso foi amplamente conseguido. Naturalmente, o seu rendimento vai subir conforme o tempo for passando”, declarou. Em relação à eleição de alguns jogadores menos utilizados, o técnico admitiu que esta competição “não é prioritária”: “Optámos por esta gestão, que nos permitiu dar alguns minutos a jogadores menos utlizados e poupar outros para o desafio de domingo para o Campeonato nacional, que é a nossa prioridade”.

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