domingo, 21 de setembro de 2014

Jorge Ferreira condiciona FC Porto no Dragão

21/09/2014 - Mais do que nunca, esta época o nomeações (quem nomeia os árbitros) está a ter uma influência decisiva na definição dos jogos da Liga portuguesa.
O árbitro benfiquista Jorge Ferreira quis ser protagonista do jogo e acabou por prejudicar o espectáculo transformando um jogo que poderia ter sido espectacular de entretido num jogo de pasmaceira, insípido.
E o autocarro de dois andares colocado por Petit em frente da baliza axadrezada acabou por garantir a conquista de um ponto.

Aos 24 minutos de jogo Jorge Ferreira um árbitro que faz gala (no facebook) em afirmar-se como adepto do Benfica, exibiu o cartão vermelho directo a Maicon por uma falta deste, que quando muito seria amarelo, pois outras faltas idênticas dos axadrezados foram sancionadas com a cartolina amarela…! E deste modo condicionou decisivamente o jogo da equipa azul e branca.

O facto do FC Porto se ter reforçado bem e adquirido um plantel de primeira categoria causou um alarme descomunal nas forças anti-portistas da capital que como resultado disso, têm mantido uma perseguição constante com decisões injustificadas dos juízes do apito à equipa do FC Porto, prejudicando-a deliberadamente a fim de impedir que o FC Porto obtenha as vitórias que a sua equipa justifica no campo.
As (arbitrariedades) decisões dos juízes do apito têm sido mais que evidentes a fim de arredar a equipa portista dos lugares cimeiros da classificação geral da Liga Portuguesa.

 É importante notar que o Boavista (conluiado com Sporting e Benfica) foi um dos poucos clubes que apoiou Mário Figueiredo para a presidência da Liga de Clubes a fim de colher dividendos, entenda-se benefícios nas arbitragens…



FC PORTO
BOAVISTA
5.ª JORNADA
0
0








Competição: Primeira Liga - Estádio: Dragão, Porto - Assistência:31.209

Árbitro: Jorge Ferreira (Braga)

Assistentes: Inácio Pereira e Jorge Oliveira

4º Árbitro: Hugo Pacheco

FC Porto: 25 Andrés Fernández, 2 Danilo, 4 Maicon (25'), 5 Marcano, 14 José Ángel, 36 Rúben Neves, 16 Herrera, 15 Evandro, 8 Brahimi, 9 Jackson Martínez (c), 11 Tello

Suplentes: 12 Fabiano, 3 Martins Indi, 6 Casemiro, (46' Evandro), 7 Quaresma
(74' Tello), 10 Quintero, 18 Adrián López, (82' Herrera), 99 Aboubakar

Treinador: Julen Lopetegui

Boavista: 1 Mika (90+1'), 2 João Dias (c), 3 Lucas Rocha (66'), 94 Philipe Sampaio, 22 Carlos Santos (18'), 6 Tengarrinha (34'), 27 Anderson Carvalho, 30 Miguel Cid (61'), 55 Beckeles, 70 Zé Manuel (82'), 91 Anderson Correia

Suplentes: 29 Mamadou Ba, 7 Brito, (27' Carlos Santos), 9 Fary, 20 Diego Lima, 35 Yoro Ly, (89' Zé Manuel), 42 Idris, 77 Wei Shihao (88'), (63' Miguel Cid)

Treinador: Petit

Os Dragões atacaram com todas as armas e nunca pareceram estar em inferioridade numérica, mas os axadrezados defenderam o nulo desde o pontapé de saída, erguendo um autêntico muro em frente à sua baliza, que nem tentaram desfazer quando se viram a jogar contra dez.

Só houve portanto uma equipa a atacar, porque o Boavista se limitava a defender e a queimar tempo.
O árbitro Jorge Ferreira deu uma ajuda decisiva no resultado final, ao expulsar forçadamente Maicon aos 24 minutos, sem ter em conta o terreno molhado e o local da falta, a meio-campo. O critério apertado não foi depois uniforme, mas o FC Porto também se deve queixar de si próprio (na minha opinião Aboubakar devia ter entrado em vez do Adrián). 
Julen Lopetegui promoveu seis alterações na equipa face ao jogo de quarta-feira: entraram na equipa José Ángel, Rúben Neves, Evandro, Tello e os estreantes em jogos oficiais Andrés Fernández e Marcano. O Boavista apresentou-se com um "onze" super defensivo, em que a primeira função dos alas era ajudar a "tapar" os corredores e em que Zé Manuel deambulava sozinho na frente de ataque.

Depois o estado do relvado não favoreceu a equipa que queria atacar e trocar a bola, mas o terreno até aguentou bem a violenta bátega de água e a situação só se complicava na grande área da baliza Sul. Esse facto foi suficiente para os Dragões perderem um lance de golo certo: aos 15 minutos, Tello roubou uma bola a meio-campo e avançou para baliza, servindo o isolado Brahimi, só que a bola ficou caprichosamente presa na relva. Quatro minutos depois, Rúben Neves rematou de fora da área, ao lado.

O golo, parecia uma questão de tempo, porque a manta do Boavista era tão curta que mal chegava ao meio-campo contrário. Porém, o cenário alterou-se com a expulsão de Maicon, por falta sobre Anderson Correia, aos 24 minutos. Lopetegui optou por não fazer entrar um novo central em campo, até porque a atitude do Boavista não se alterou: bem fechados cá atrás continuou a ser a sua estratégia. Rúben Neves foi compensando a falta de Maicon, com uma ajuda extra dos laterais e um maior esforço colectivo. Aos 35 minutos, Jackson cabeceou à figura de Mika, após um canto, e Anderson Correia assustou uma única vez Andrés Fernández, num contra-ataque que terminou com um remate às malhas laterais.

Na segunda parte, Casemiro substituiu Evandro, assumindo a função dupla de segundo central e médio defensivo; tendo o FC Porto encontrado o equilíbrio que lhe permitiu continuar a dominar por completo o jogo. Porém, não deixava de se notar a falta dum elemento e por isso os Dragões tinham que trabalhar a dobrar para tentar causar desequilíbrios, que surgiram mesmo: aos 57 minutos, Tello, isolado por Herrera, atirou por cima; aos 64, um "tiro" de pé esquerdo de Jackson obrigou Mika a nova defesa; Herrera, aos 77, em posição frontal, rematou por cima.

O "massacre defensivo" da equipa do Bessa deu frutos, mas é impossível elogiar o futebol duma equipa que mesmo em superioridade numérica termina o encontro com 18 por cento de posse de bola e apenas dois remates (nenhum na segunda parte), contra 20 dos Dragões. A luta pelo título continua na sexta-feira (20h30), no terreno do Sporting.

​ LOPETEGUI: “FIZEMOS UM ESFORÇO SENSACIONAL”

Tudo bem, mas Mister, na minha opinião, Aboubakar deveria ter entrado para o ataque em vez do inoperante Adrián...
​Julen Lopetegui considerou injusto o empate a zero diante do Boavista, num jogo em que os Dragões se viram em inferioridade numérica desde os 24 minutos, por expulsão de Maicon. O treinador portista elogiou a atitude e o trabalho da sua equipa, mas sublinhou que “jogar com dez jogadores é sempre difícil”.

“Não estou arrependido das opções que tomei e creio que fizemos uma exibição de grande esforço, com uma grande atitude. Criámos boas ocasiões de golo que deveríamos ter concretizado, mas infelizmente não o conseguimos. Fizemos um esforço sensacional a jogar com dez jogadores, uma situação que é sempre difícil, mas soubemos reorganizar-nos e fizemos coisas muito boas”, declarou Julen Lopetegui na conferência de imprensa que se seguiu ao desafio com os boavisteiros.

O técnico dos Dragões lamentou o exagero do cartão vermelho directo mostrado a Maicon, que não acredita que “tenha tido intenção de magoar ou agredir o jogador do Boavista”. Naquele que foi o segundo empate consecutivo do FC Porto no campeonato, Julen Lopetegui sublinha que a sua equipa fez por merecer a vitória em ambos os jogos. “Não gostamos de perder pontos e fizemos dois grandes jogos, que injustamente não conseguimos vencer”. Infelizmente, isto também é futebol”, acabou por referir.

2 comentários:

  1. Jorge Ferreira condicionou, ao expulsar Maicon feriu de morte a equipa portista...
    Depois não seguiu o mesmo critério para as faltas dos axadrezados...

    Além de que os Dragões podiam ter sido mais assertivos na hora de finalizar...

    Outra coisa:

    Tudo bem, Mister Lopetegui, mas na minha opinião, Aboubakar deveria ter entrado para o ataque em vez do inoperante Adrián...

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  2. Até admiro a tua capacidade a defender o FC Porto, mas...

    Não concordo contigo na parte das arbitragens ...

    Os árbitros condicionam fisicamente com os critérios da atribuição dos cartões amarelos ou vermelhos e não só também influem no aspecto psicológico duma equipa servindo de guarda-costas a uns e carrascos a outros...!

    Vila Pouca, não é por acaso que o Boavista foi dos poucos clubes a juntar-se ao SLB e SCP para apoiar o Mário Figueiredo...

    Abraço

    AMonteiro

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