sábado, 1 de fevereiro de 2014

Nuno Almeida do Algarve anti-portista primário

01/02/2014 - Nuno Almeida protege jogadores do Marítimo e castiga exageradamente os do FC Porto.
Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve, passou todo o tempo do jogo a utilizar uma dualidade de critérios gritante. Castigou severamente a equipa azul e branca sempre que um jogador do Marítimo se atirava para a piscina e deixou passar em claro muitas faltas dos maritimistas sobre os dragões. Inclusivamente marcou uma grande penalidade contra o FC Porto a uma falta sobre a linha limite da grande área e fez vista grossa a uma falta bem dentro da grande área do Marítimo sobre o Quaresma.


MARÍTIMO
FC PORTO
17.ª JORNADA
113'  Derley  (pen)
0










Ficha oficial do  jogo
Competição: Primeira Liga - Estádio: Marítimo, Funchal

Assistência:

Árbitro: Nuno Almeida (Algarve)

Assistentes: Luís Ramos e Nuno Vicente; 4º Árbitro: João Capela


 Marítimo: 78 Salin (85'), 2 João Diogo, 12 Bauer, 14 Gégé, 3 Márcio Rozário (c), 27 Danilo Pereira, 88 Nuno Rocha, 90 Weeks, 7 Artur, 33 Derley, 30 Danilo Dias 

Suplentes: 1 Welligton, 5 Rúben Ferreira, (46' João Diogo), 6 Marakis, 9 Fidélis, 17 Sami
(74' Artur), 18 Luís Olim, 20 João Luiz, (84' Danilo Dias)

Treinador: Pedro Martins

FC Porto: 1 Helton (c), 2 Danilo, 4 Maicon, 22 Mangala (90'), 26 Alex Sandro, 35 Defour (38'), 8 Josué (82'), 20 Carlos Eduardo, 7 Quaresma, 9 Jackson Martínez, 17 Varela

Suplentes: 24 Fabiano, 10 Quintero, (62' Defour), 11 Ghilas, (72' Varela), 13 Reyes
16 Herrera, 19 Licá, (83' Maicon), 28 Kelvin

Treinador: Paulo Fonseca

(abordagem do) FC Porto - Site


Um golo de grande penalidade do Marítimo, apontado por Derley, foi suficiente para derrotar o FC Porto, por 1-0, na Madeira, Os Dragões dominaram territorialmente a partida, mas estiveram desinspirados e revelaram-se incapazes para dar a volta a um adversário que teve a felicidade do jogo, aproveitando a única oportunidade que teve na primeira parte e que a partir daí soube gerir o encontro. Com este resultado, os azuis e brancos mantêm-se em terceiro lugar, mas podem ver fugir os dois primeiros classificados.

O FC Porto não entrou bem, permitindo ao adversário ​controlar a partida e aproveitar a velocidade do seu trio da frente. Os locais acabaram por abrir o marcador de grande penalidade: Danilo chegou tarde a uma disputa de bola com Danilo Pereira e Derley converteu o castigo máximo. Em desvantagem desde os 12 minutos, os Dragões sentiram muitas dificuldades em manobrar a bola, apesar de terem uma grande vantagem no tempo da sua posse.

O primeiro remate com algum perigo só surgiu aos 29 minutos, por Danilo, e a partir daí os azuis e brancos assentaram o jogo, impedindo o Marítimo de sair do seu meio-campo. Um livre frontal de Quaresma, aos 36 minutos, foi a melhor
oportunidade
de golo dos Dragões, com a bola a sair ligeiramente ao lado.

A pressão intensificou-se no segundo tempo, com duas
oportunidades
claras no espaço de um minuto: primeiro Quaresma, aos 57 minutos, e depois Josué, aos 58, obrigaram Salin a duas intervenções apertadas. Com o Marítimo fechado em volta da sua área, o treinador Paulo Fonseca prescindiu de Defour e fez entrar Quintero, um médio mais ofensivo. No entanto, as dificuldades de fluidez portistas no ataque permaneceram e Derley, num contra-ataque, obrigou Helton a aplicar-se pela primeira vez na partida.

No entanto, o domínio portista manteve-se e Varela (72 minutos), Jackson (75) e Quintero (80) remataram com perigo à baliza de Salin. Ghilas entrou em campo aos 72 minutos, numa tentativa de aumentar a presença na área do Marítimo e, aos 83, o central Maicon deu lugar a Licá, numa estratégia de risco máximo, com apenas dois defesas. De nada valeu a avassaladora posse de bola (65 por cento), porque as
oportunidades

de golo não foram concretizadas e os insulares souberam jogar com as suas armas, em que se incluiu o anti-jogo, já demonstrado há uma semana no Dragão.

Paulo Fonseca Lamenta falta de agressividade

01-02-2014 - ​O treinador do FC Porto crê que faltou agressividade à equipa portista no jogo dos Barreiros, onde os Dragões perderam (1-0) com o Marítimo, em encontro da 17.ª jornada da Liga. Paulo Fonseca, tal como Carlos Eduardo, acredita que a desvantagem pontual na tabela pode ser anulada, uma vez que ainda há muito campeonato por disputar.

​“Foi um jogo complicado diante de uma boa equipa, num campo difícil. Faltou-nos agressividade, sobretudo na primeira parte, ao contrário do Marítimo, que nos criou dificuldades com a sua agressividade. Mudámos de atitude na segunda parte e criámos oportunidades, mas não conseguimos marcar. O Marítimo fez um golo e venceu. Apanhando-se em vantagem, soube geri-la”, declarou o técnico dos Dragões, reconhecendo que “as coisas não estão fáceis”. “Temos uma desvantagem que temos de corrigir e vamos trabalhar para dar a volta a esta situação”, acrescentou.

Já Carlos Eduardo lamentou a desinspiração azul e branca e realçou a eficácia insular, manifestando a tristeza da equipa pelo resultado negativo. “O Marítimo teve uma grande oportunidade e conseguiu concretizar. Estamos tristes pela derrota mas temos de levantar a cabeça, pois ainda falta muito campeonato. Infelizmente, não conseguimos concretizar as oportunidades que criámos”, afirmou o médio brasileiro, que deixou ainda o mote para o futuro mais próximo: “Há que trabalhar para recuperar estes pontos perdidos”.

4 comentários:

  1. Amigos portistas!

    O FC Porto foi muito prejudicado pelo árbitro!

    AM

    PS - O FCP podia ter feito mais para tentar ganhar o jogo, podia, mas temos de convir que era muito difícil.
    O Paulo Fonseca tem de se atirar aos árbitros para ver se eles nos respeitam

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  2. Culpar a arbitragem? Não estou de acordo.

    Na nossa equipa, em 6 meses, ninguém consegue ver fio de jogo, ninguém consegue ver bom futebol, ninguém consegue ver absolutamente nada!!!

    Há 6 meses que o FCP um vazio de idéias, é um mar de passes errados, inadmissíveis a esta altura do campeonato, ninguém se entende, não há comando, não há fio de jogo, não há jogada com começo, meio e fim!!! E fico-me por aqui.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. RBN,

    Tem razão mas insisto que o Nuno Almeida fez uma arbitragem caseiríssima...

    Mais, vou abordar alguns aspectos que me parecem importantes:

    Amigos portistas!

    É verdade que não temos equipa, ou seja, o conjunto não funciona...

    Vá lá agora saber-se porquê...?! Por isso vou pôr-me a especular...

    Se calhar uma das razões é o défice de estatuto do PF para não ser capaz de exigir. Se não vejamos:

    1 - O precedente Quaresma!
    2- O Quaresma chegou como o salvador da equipa e todos nós sabemos que ele ainda não tem (não sabemos se voltará a ter) a velocidade de execução exigível para realizar os raides que ele gosta de fazer.
    3 - Logo o PF devia ter a força de carácter suficiente para confrontá-lo: Quaresma és benvindo mas só jogas quando estiveres a 100%
    4 - Os outros colegas ao assistirem a casos como este devem pensar: este treinador não tem personalidade, e, é capaz de ser por isso, que dá a impressão que na equipa portista cada um faz o que quer e sobra-lhe tempo.

    Estas podem ser algumas das razões porque a equipa não funciona como conjunto.

    Quanto à administração do FC Porto, eles já deram mais que provas de que percebem do assunto, portanto não percebo esta atitude de deixa andar a ver o que dá...!

    FC Porto, sempre!

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