quarta-feira, 2 de julho de 2014

Selecção nacional no campeonato do mundo no Brasil

02/07/2014 - Conjecturas sobre o rendimento da selecção nacional no Brasil

O Miguel entende que a participação da selecção portuguesa no mundial de futebol foi má de mais e que levantou questões que devem ser discutidas e provocar consequências…

Ora na minha opinião, quem optou pelo Paulo Bento para seleccionador nacional já sabia de antemão os defeitos e virtudes do artista. Pelo que acredito ser tempo perdido tentar agora criticar Paulo Bento porque os responsáveis estão de certeza predispostos a servir-lhe de capa, ou seja, a protegê-lo.

Relativamente à competência ou ausência dela, que é um tema controverso: de certeza que existem muitas personalidades prontas a defendê-lo e outras tantas a criticá-lo; porém, como quem tem a última palavra (decide) é quem o contratou, para alterar qualquer coisa, só substituindo em primeiro lugar os responsáveis pela sua contratação, o que para já não é fácil.

Sobre o facto de Paulo Bento utilizar como critério para seleccionar os jogadores, a fidelidade pessoal e não os que no momento se apresentem em melhor forma física e técnica, temo que se calhar a situação seria a mesma com outro qualquer seleccionador .

Também segundo o Miguel Sousa Tavares, foi verdadeiramente chocante constatar a falta duma preparação física e técnica adequada de modo e enfrentar com um mínimo de eficácia as equipas adversárias.
E neste ponto já todos nós sabemos que a condição física é o nosso calcanhar de Aquiles, porque por natureza os portugueses são menos dotados fisicamente, devido à sua morfologia, que por exemplo os alemães.
Se bem que também se possa admitir que quem está à frente do processo , não seja competente neste capítulo…!

No tempo do saudoso José Maria Pedroto os portugueses adoptavam a estratégia de “dar a bola a cheirar” a fim de cansar os “cavalões contrários” e deste modo equilibrar as forças.

Sobre o planeamento, é capaz de ter havido interesses económicos a condicionar a melhor solução.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Abrimos portas à frontalidade, mas restringimos sem demagogia, o insulto e a provocação.